911 | Fox dá ordem de produção para nova série de Ryan Murphy estrelada por Angela Bassett

angela bassett UCLA+Jonsson+Cancer+Center+Foundation+Hosts+-NLDDOwlv3Dl.jpg911, nova série dramática assinada por Ryan Murphy e Brad Falchuk foi confirmada pela Fox. De acordo com o Deadline, o novo projeto será estrelado por Angela Bassett, que já trabalhou com Murphy nas quatro últimas temporadas de American Horror Story. É a terceira produção de Murphy no canal: o produtor é o responsável por Glee, encerrada em 2015, e Scream Queens, que aguarda renovação para sua terceira temporada.

A nova série deverá ter 13 episódios e Bassett também atuará como produtora executiva do projeto. Nem a Fox, nem a 20th Century Fox, estúdio responsável pela gravação da atração confirmaram ainda a nova produção – de acordo com o Deadline, o anúncio oficial será feito em 15 de maio.

Atualmente, Ryan Murphy é responsável por quatro séries no ar: Screen Queens, exibida pela Fox;American Crime Story, American Horror Story e Feud transmitidas pelo FX; e o projeto de Pose, previsto para estrear em algum ponto de 2018 também no FX. [Rafael Gonzaga]

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Designated Survivor e Black-ish são renovadas pelo canal ABC – saiba mais

CapaABCO canal ABC divulgou várias novidades de sua programação, incluindo as renovações de Black-ish, American Housewife, e Designated Survivor. Enquanto a primeira vai para seu quarto ano, a série de Kiefer Sutherland vai para a segunda temporada (via THR). Além disso, Black-ish terá agora Stacy Traub como produtor executivo.

Já nos cancelamentos entraram American Crime, série criada por John Ridley, e Secrets and Lies, que mostra Juliette Lewis como uma investigadora de assassinatos. Crime estava no terceiro ano, enquanto Secrets and Lies exibiu sua segunda temporada.

A ABC também divulgou suas encomendas para a nova temporada: as comédias The Mayor e Start Up e os dramas For The People, de Shonda Rhimes, The Crossing, The Gospel of Kevin e The Good Doctor, que já ganhou o primeiro teaser.

The Mayor conta a história de um rapper idealista que resolve concorrer à prefeitura e acaba sendo eleito, para a surpresa de todos. Já Start Up, que deve receber um título oficial, será baseada em um podcast e vai acompanhar um radialista casado e com dois filhos, que resolve fazer algo maluco: abandonar o emprego e abrir sua própria empresa. O caminho, porém, é bem mais difícil do que ele pensava.

Indo para os dramas, For The People é descrita como a “versão do tribunal” de Grey’s Anatomy e vai mostrar novos advogados trabalhando em lados opostos do tribunal, enquanto lidam com sua vida pessoal. Paul William Davies, conhecido por Scandal, fez o roteiro e será o showrunner. Já The Gospel of Kevin será um drama leve sobre um homem (Jason Ritter) que não está no melhor momento da vida, mas é recebe a missão de Deus de salvar o mundo. Para finalizar, The Crossingvai falar sobre refugiados de um país devastado pela guerra, que tentam encontrar asilo em uma cidade americana. A questão é que eles são dos EUA e a guerra da qual estão fugindo está 250 anos no futuro. Confira o teaser:

Com exceção de Start Up e The Good Doctor, todas as séries são produzidas internamente pelo ABC Studios. [Camila Sousa]

Big Little Lies | Reese Witherspoon publica foto alimentando rumores sobre uma segunda temporada

inss.jpgReese Witherspoon, produtora e atriz de Big Little Lies, publicou uma foto em sua conta pessoal de Instagram junto das atrizes Laura Dern e Nicole Kidman, sendo essa última também uma das produtoras da série da HBO, com a legenda “trabalhando em novas mentiras”.

Na trama, Witherspoon e Kidman vivem, respectivamente, as duas protagonistas Madeline Mackenzie e Celeste Wright. Dern interpreta Renata Klein.

Recentemente, Reese Witherspoon confirmou estar de fato tentando encontrar uma história para uma segunda temporada. Em entrevista ao E!, Witherspoon contou estar conversando tanto com Kidman quanto com a escritora Liane Moriarty, autora do livro que inspirou a série, sobre um potencial retorno do programa da HBO .

Na contramão de continuar o projeto está o diretor Jean-Marc Vallée, que disse não ter planos de participar de uma possível segunda temporada da série.

Big Little Lies é estrelada por Reese Witherspoon, Shailene Woodley Nicole Kidman. A série da HBO exibiu seu último episódio no dia 2 de abril nos EUA. A trama acompanha a história de três mães que têm vidas aparentemente perfeitas, mas que sucumbem às pequenas pressões do cotidiano e chegam ao ponto de cometer um assassinato. Kidman e Witherspoon também se encargam da produção da série. [Rafael Gonzaga]

Série ‘Dear White People’ expõe as feridas abertas do racismo contemporâneo

dearNOVA YORK – Eis uma lista de fantasias para Halloween permitidas e não ofensivas: um pirata, uma enfermeira de roupas mínimas, qualquer um dos primeiros 43 presidentes dos Estados Unidos. “No topo das lista das fantasias inaceitáveis? Eu.” E assim, com um soco bem dado no queixo de quem diz que o racismo está acabado (nos Estados Unidos, Brasil, ou qualquer lugar que seja), que tem início a nova série da Netflix, Dear White People, cujo título no País ganhou a tradução de Cara Gente Branca.

Trata-se da expansão do filme que sacudiu o festival de cinema de Sundance, realizado nos Estados Unidos, em 2014, e deu, ao diretor e criador Justin Simien o prêmio especial do júri dedicado aos novos nomes a ingressar na indústria cinematográfica. Ao atingir um novo público, de consumidores de TV por streaming, abordando com as mesmas questões de apropriação e assimilação cultural e conflitos raciais, Dear White People mostrou uma ferida muito mais putrefata do que o circuito de cinema independente exibia.

Um curto teaser da série, publicado em 8 de fevereiro deste ano, com 34 segundos de duração, foi visto 4,9 milhões de vezes no YouTube. Nele, a personagem Samantha White, interpretada por Logan Browning (da série Powers) narra as regras de etiqueta (ou bom senso) a respeito das fantasias para as festas do Dia das Bruxas norte-americano. Só isso foi suficiente para o vídeo receber mais de 400 mil avaliações negativas no YouTube (aqueles símbolos de polegares para cima e para baixo que aparecem próximos dos vídeos). Petições online foram criadas na tentativa de fazer com que Dear White People tivesse sua estreia cancelada na Netflix. Outros fizeram ameaças online prometendo cancelar a assinatura do serviço. Acusaram o trabalho de Justin Simien de racismo reverso, antes mesmo de assistirem aos episódios.

E, se assim o tivessem feito, teriam respostas para suas questões, da inexistência de algo como “racismo reverso” e, principalmente, das questões que jovens negros enfrentam desde os primeiros anos até a vida adulta. Ali, foca-se no ambiente universitário norte-americano e na realidade dos poucos estudantes negros naquele ambiente.

A série da Netflix expande o universo satírico criado por Simien no filme de 2014 ao ter mais tempo para trabalhar no ponto de vista de cada um dos personagens que protagonizam a trama, Samantha White (Logan Browning), Lionel Higgins (DeRon Horton), Troy Fairbanks (Brandon P Bell), Colandrea ‘Coco’ Conners (Antoinette Robertson e Reggie Green (Marque Richardson). Em um texto encharcado de sarcasmo e tiradas inteligentes o bastante para desconstruir argumentos de gente que diz “racismo não existe mais”, Simien apresenta diferentes pontos de vista diante da questão central da série, a luta pela igualdade racial. “Eu quis levar toda a questão muito mais à frente do que havia conseguido ir com o filme”, disse Simien, em um painel realizado em Nova York, que debatia a liberdade criativa nas séries de TV. “Estava esperando que eles (Netflix) surgissem com uma lista de coisas que deveríamos cortar da série. E eles praticamente deixaram que a gente fizesse exatamente o que queríamos. Foi uma experiência única para alguém que está em seu segundo projeto como esse.”

Para o criador, filme e seriado lidam com mais questões do que apenas o racismo. “Para mim, são histórias sobre buscas da própria identidade”, garante – e infeliz é aquele que enxerga o racismo onde não existe e deixa de ver aquele que está logo ali, diante do seu nariz. “Não estamos só dizendo: ‘Ei, pessoas brancas, é isso que vocês precisam saber’. A série também permite que as pessoas negras se enxerguem ali.” [Pedro Antunes ,
O Estado de S.Paulo]

* O repórter viajou a convite do serviço de streaming

David Lynch diz que não fará mais filmes para o cinema

david-lynch-twin-peaks-tca-2017.jpgNo cinema de David Lynch, de “Eraserhead” a “Veludo Azul” passando por “Cidade dos Sonhos”, a fronteira entre a realidade e o onírico sempre é tênue. E entrevistar o lendário diretor também é navegar em águas desconhecidas.

Lynch encadeia metáforas sobre peixes e galinhas, parece insinuar que não fará mais filmes para o cinema e mantém o mistério sobre os novos episódios da mítica série “Twin Peaks”.

A série, que revolucionou a produção de televisiva em 1990, volta 25 anos depois, a partir de 21 de maio no canal Showtime, que divulgou apenas um teaser voltando a locais emblemáticos dessa saga policial.

Lynch é considerado um dos maiores diretores de sua geração e passou os últimos anos fazendo videoclipes e curta-metragens, além de pintar, compor e desenhar.

Seu último longa-metragem, “Inland Empire” (“Império dos Sonhos”), que estreou em 2006 nos Estados Unidos, arrecadou apenas US$ 4 milhões (R$ 12,7 milhões) apesar de ter no elenco estrelas como Laura Dern e Jeremy Irons.

“As coisas mudaram muito nesses 11 anos, e uma dessas coisas é a forma como as pessoas percebem os filmes, o fato de que muitos deles não funcionem bem nas bilheteria apesar de serem grandes filmes”, diz. “E as coisas que fazem sucesso nas bilheterias não são as que eu queria fazer”.

Isso quer dizer que já rodou seu último longa-metragem para o cinema? “Acredito que sim”, responde, acrescentando que nesse momento a televisão é “um lugar precioso”.

A trama dos oito episódios da primeira temporada de “Twin Peaks” – Quem matou Laura Palmer? – fascinou uma geração de espectadores a partir de 1990 e abriu caminho para um nova forma de fazer ficção televisiva de qualidade.

O entusiasmo do público e da crítica esfriou durante a segunda temporada, com 22 episódios, em que se revela a identidade do culpado. Mas “Twin Peaks” já tinha se transformado em um obra cult, e sua volta é um dos eventos mais esperados do ano na televisão.

David Lynch e sua equipe mantiveram em segredo os detalhes dos 18 novos episódios, que têm no elenco Kyle MacLachlan, no papel do agente Dale Cooper, e que se desenvolvem passados 25 anos do final da segunda temporada.

Antes da entrevista coletiva de Lynch em Los Angeles, foi pedido que os jornalistas não perguntassem nada sobre “a trama, os personagens e os lugares”, mas até as perguntas mais gerais sobre “Twin Peaks” 2017 só tiveram respostas vagas.

“As ideias são como peixes. Se você quer um peixe, põe a isca no anzol, joga na água e espera que a ideia – oh, um peixe – se aproxime e você possa pegar”, disse Lynch em relação à sua filosofia como cineasta.

“Depois, a pergunta é: gostamos desse peixe? Dessa ideia?”, acrescentou.

Quando perguntado se a revelação do assassino de Laura Palmer poderia ter significado o fim da série original, lança outro subterfúgio metafórico sobre matar ou não a galinha dos ovos de ouro.

O diretor de 71 anos, seguidor fervoroso da meditação transcendental, não deixou claro se os novos episódios são voltados principalmente para os fãs da série ou se espera conquistar a nova geração de espectadores.

“Sempre disse que há uma expressão védica: ‘O homem tem o controle da ação, não dos frutos dessa ação'”. Assim, “quando termina algo, perde o controle sobre isso, e é o destino que decide”, concluiu com ar enigmático. [AFP]

Emerging Artist Series | Viola Davis cria série documental sobre artistas emergentes

viola-davis-emmy-contenders-credit-billy-kidd.jpgViola Davis lançou uma nova web série intitulada Emerging Artist Series. Com produção da JuVee Productions, produtora que criou em parceria com seu marido Julius Tennon, o programa mostrará a experiência de diversos artistas emergentes em diferentes áreas da indústria do entretenimento (Via Variety):

“Nós criamos essa série pois queríamos dar aos artistas uma plataforma para eles compartilharem suas experiências. É uma importante parte da conversa sobre inclusão que Hollywood deixa passar… simplesmente dar as pessoas um espaço para elas serem ouvidas”, afirmou Tennon.

A direção ficou com Lisa Nicole Bell, que utilizou sua experiência em documentários para contar a jornada dos artistas.

Gypsy | Série de Naomi Watts na Netflix ganha primeiras imagens

foto_0000000220170503204111Gypsy, o seriado de Naomi Watts na Netflix, teve suas primeiras imagens divulgadas pela Entertainment Weekly – veja abaixo:

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O seriado vai mostrar uma médica que começa a ter relações perigosas com parentes de pacientes. A primeira temporada terá dez episódios no total, cada um com cerca de uma hora de duração.

A roteirista é Lisa Rubin, que produz a série ao lado de Watts, Liza Chain, Tim Beaven, Eric Fellner e Andrew Stern.

Gypsy ainda não tem data de estreia definida.