Rihanna faz live no instagram e vira shots de bebida para se assistir em “Bates Motel”

rihanna-faz-live-no-instagram-e-vira-shots-de-bebida-para-se-assistir-em-bates-motel-instagramRihanna mostrou, mais uma vez, que é realmente maravilhosa. Na noite de segunda-feira (20), foi ao ar nos EUA o episódio de “Bates Motel” com participação de Riri e claro que ela não perdeu esse momento.

Não só ela conferiu sua estreia na série como foi além: Riri fez uma live no Instagram para acompanhar o episódio com os fãs. Sim, ela ficou 45 minutos ao vivo reagindo à sua atuação e ao episódio.

Pra melhorar, ela desenvolveu um “drinking game” com os amigos: toda vez que o personagem Norman falasse “mother”, eles deveriam virar um shot de bebida. Mas parece que não foi suficiente.

“Acho que temos que mudar esse ‘drinking game’. Norman não está falando muito ‘mother’ neste episódio. Temos que mudar para Sam. Sammm! Caramba, estamos a três shots pra trás”, disse Riri.

Confira a live na íntegra:

Anúncios

American Crime Story | Terceira temporada terá Penélope Cruz no papel de Donatella Versace

penelope pirelliPenélope Cruz – 2017 Pirelli Calendar by Peter Lindbergh


A atriz Penélope Cruz estará na terceira temporada de American Crime Story no papel da estilista Donatella Versace. O terceiro ano sa série antológica de Ryan Murphy irá contar a história do assassinato do designer de moda Gianni Versace, irmão de Donatella, em 1997. A informação é do Deadline.

A terceira temporada da antologia se chamará Versace: American Crime Story e Édgar Ramirez (O Últimato Bourne) interpretará Gianni Versace.  Darren Criss (Glee) dará vida ao culpado, Andrew Cunanan, que se matou oito dias após o crime, no momento em que a polícia de Miami estava prestes a capturá-lo e prendê-lo pela morte de Versace e por outros cinco assassinatos.

A produção de Versace começou em março, mas a temporada deve chegar apenas no fim de 2018 ou mesmo em 2019, já que antes dela será exibida a temporada Katrina: American Crime Story. A quarta temporada da série focará na história de Monica Lewinsky.

A terceira temporada terá 10 episódios.  Os roteiristas Scott Alexander e Larry Karaszewski assinam a série, criada por Ryan Murphy. O primeiro ano da série, cujo tema foi o caso de O.J. Simspon, levou 9 Emmys em 2016. [Rafael Gonzaga]

The Trustee | Laverne Cox estrelará piloto da nova comédia da ABC

Laverne-Cox-2017-Grammy-Awards-Red-Carpet-Fashion-Bryan-Hearns-Tom-Lorenzo-Site-2 (1).jpgA atriz Laverne Cox (Orange is the new black) foi escolhida para protagonizar a comédia The Trustee, novo piloto da ABC. No projeto, Cox interpretará Amanda Jones, uma ex-presidiária que realiza tarefas para o departamento de polícia enquanto termina sua sentença. Além dela, Meaghan RathMichael Cudlitzm foram confirmados nos papéis de liza Radley, uma detetive focada, porém teimosa e do Capitão Timothy Waits, respectivamente.

Um detalhe que chamou atenção é que, de acordo com informações do site The Wrap, em nenhum momento na na descrição do personagem postada pelo Breakdown Services, que divulga seleções de elenco, é mencionado que Amanda é trans. O anúncio de testes para a vaga, na verdade, encorajaria apenas que atrizes de diferentes etnias se candidatassem. Se for o caso, a escalação é a primeira vez em que Cox estrela um projeto grande onde sua própria identidade trans não é fator determinante e representa um passo importante na luta de atrizes trans para a conquistar de papéis mais diversificados.

O roteiro de The Trustee é assinado por Jay Scherick e David Ronn, que também cuidam da produção executiva juntos de Elizabeth Banks e Max Handelman. [Rafael Gonzaga]

When We Rise | Minissérie é a bíblia LGBT moderna – e todo mundo deveria assistir

170223-news-when-we-risecrop.jpgQuando foi anunciado que Dustin Lance Black iria dirigir a adaptação de um livro de Cleve Jones, era óbvio que alguma coisa muito boa sairia disso. Para quem não está familiarizado com os nomes, Lance Black é o roteirista do excelente Milk – A Voz da Igualdade e Cleve Jones é um dos maiores ativistas LGBT vivos (sendo inclusive personagem no filme anteriormente citado, quando foi interpretado por Emile Hirsch). O resultado foi When We Rise, minissérie da ABC em oito partes exibidas entre os dias 27 de fevereiro e 3 de março nos EUA. Com personagens cativantes e histórias emocionantes de luta e superação, o projeto conseguiu condensar toda a trajetória do movimento LGBT sem soar como material meramente didático mas, pelo contrário, conferindo o máximo de humanidade à batalha por direitos civis que dura até hoje.

When We Rise começa sua narrativa em 1972 e termina em 2013, remontando o surgimento do movimento LGBT organizado até o modo como a sociedade entende o grupo hoje. Os seis atores principais dão vida ao ativista gay Cleve Jones (Austin P. McKenzie e Guy Pearce), à militante lésbica e feminista Roma Guy (Emily Skeggs e Mary-Louise Parker) e ao ativista gay e negro Ken Jones (Jonathan Majors e Michael K. Williams) nas fases jovens e já mais velhos. Além deles, outros militantes incríveis são retratados na série, como a transexual Cecilia Chung, vivida por Ivory Aquino; Pat Norman, papel de ninguém menos que Whoopi Goldberg; o ativista da AIDS Bobbi Campbell, representado pelo ex-Glee Kevin McHale; e Chade Griffin, vivido por T.R. Knight.

O que acaba fazendo a série ser um registro tão fundamental é a história além dos indivíduos. Apesar de ter personagens baseados em seres humanos notáveis, o grande protagonista de Whe We Rise é uma causa. Tal qual um organismo vivo, é possível ver seu nascimento em um cenário conturbado, sua adolescência furiosa, seus períodos de crise onde parece que tudo está perdido, seu amadurecimento e, principalmente, sua necessidade incontestável de continuar existindo.

A série tem cenas que, de forma absolutamente clara, explicam como a sociedade reage à diferença. Em um dos seus episódios mais emocionantes, a personagem Roma Guy é levada para ver, redundâncias à parte, com seus próprios olhos o estado dos gays sofrendo com a epidemia de AIDS em um hospital. Só depois de presenciar a escala do sofrimento humano causado pela negligência do Estado que a ativista resolve se movimentar para tentar fazer alguma coisa. Mais do simplesmente querer ajudar, o status de inadmissível da situação faz com que ela sinta ter a obrigação de fazer algo. E é esse poder que a série tem: apesar de muitas das histórias ali serem conhecidas no meio LGBT, a adaptação televisiva tira essas narrativas do obscurantismo ao qual os relatos LGBT foram e continuam sendo relegados. A série faz com que pessoas de fora dessa bolha vejam, sintam e entendam as dores de uma comunidade inteira, gerando um dos mais nobres sentimentos que se pode ter na vida em sociedade: a empatia.

Para quem é LGBT e conhece um pouco da história do movimento, Whe We Rise é emocionante. A série é uma aula de referências, seja ao citar a rebelião de Stonewall, ao mostrar Bobbi Campbell usando sua icônica camisa com os dizeres “AIDS poster boy”, ao abordar a confecção da primeira bandeira LGBT ou ao mostrar o assassinato de Harvey Milk e o julgamento revoltante de Dan White. O que a série mostra é que, infelizmente, a cultura, as demandas e a luta LGBT acabam ficando restritos a esse grupo porque a sociedade heteronormativa historicamente os aprisiona em guetos – não é a toa que a série faz questão de apontar que a AIDS só passou a ser tratada como um problema de saúde pública quando mulheres casadas e heterossexuais começaram a receber o diagnóstico e bebês passaram a nascer com o vírus.

No mais, a história pincela de forma delicada situações comuns a muitos LGBTs. O personagem Jones lida com a patologização da homossexualidade dos anos 1970 e ouve do próprio pai que não teria problemas em aplicar técnicas como o eletrochoque no garoto se isso garantisse a sua “cura”. Um diálogo entre eles, aliás, diz muito sobre a heterossexualidade compulsória quando o pai diz ao jovem que “passou um ano inteiro acreditando ser gay quando era adolescente, mas passou”. Em outro momento, acompanhamos a jovem Roma esbarrando na experimentação de formas de organização afetiva que fogem do padrão da família-tradicional-monogâmica-heteronormativa para depois chegarmos na luta pelo casamento igualitário.

Mais do que entretenimento, When We Rise é um serviço precioso nos dias de hoje. Seja para as gerações LGBT mais novas conhecerem os nomes daqueles que lhes garantiram avanços no reconhecimento de sua cidadania, seja para heterossexuais entenderem os seus próprios privilégios e as privações que a comunidade LGBT passou até chegar nas demandas contemporâneas. When We Rise mostra que preconceito é fruto de desinformação e faz o mais importante: informa de um modo que, após assistir a série, é impossível menosprezar a luta contra homofobia. [Rafael Gonzaga]

‘Gilmore Girls’ pode ter mais episódios inéditos na Netflix

gilmoregirls07abril-03.jpg Alexis Bledel e Lauren Graham em “Gilmore Girls”. Foto: Reprodução/Netflix


Quase dez anos após a exibição da sexta e última temporada, a série Gilmore Girls retornou em 2016 para quatro episódios especiais, com seu elenco original, na Netflix. Satisfeito com o resultado, o serviço de streaming pode estar buscando mais episódios inéditos do seriado.

Quem deu a dica foi o chefe de programação da Netflix, Ted Sarandos, em entrevista à agência de notícias britânica Press Association. “Nós esperamos que sim. Obviamente amamos o sucesso da série, os fãs amaram como foi bem feita, entregou o que eles esperavam.”

Ao final do especial Gilmore Girls: A Year In The Life, que teve quatro episódios em formato de filme, uma mudança na vida das protagonistas Rory (Alexis Bledel) e Lorelai (Lauren Graham) deu esperanças aos fãs de serem produzidos ainda mais episódios da série.

As discussões da Netflix com os criadores e produtores da série, Amy Sherman-Palladino e Daniel Palladino, ainda estão “bem preliminares”, segundo Sarandos, que leva o assunto com cautela. “A pior coisa é esperar alguns anos para a sua série favorita retornar e se decepcionar”, explica. “Mas eles [Amy e Daniel] fizeram bem e as pessoas ficaram bem ansiosas por mais, então estamos falando com eles sobre a possibilidade.”

X-Men | Série de TV inédita contrata atriz Amy Acker de Person of Interest como mãe da família principal

amy-acker1A nova série de TV dos X-Men terá Amy Acker (Person of InterestAngel) no elenco, segundo o Hollywood Reporter. A atriz viverá Kate Stewart, uma mulher lidando com seus filhos adolescentes e o divórcio com o seu marido Reed, protagonista vivido por Stephen Moyer (True Blood).

Ainda sem título, o seriado gira em torno dos Stewart, uma família que descobre o gene mutante em seus filhos. Forçada a fugir de um governo anti-mutante e de Sentinelas, os protagonistas se unem a um grupo clandestino de mutantes, que precisa lutar para sobreviver.

Além de Acker, também estão no elenco Natalie Alyn Lind (Gotham, The Goldbergs) como a filha Lauren;  Jamie Chung (Once Upon a TimeGotham) como Blink, personagem que já apareceu nos cinemas interpretada por Fan Bingbing em X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido e tem poder de teletransporte; Sean Teale (Incorporated) como Marcos Diaz, um rebelde que é obrigado a colaborar com os outros devido às circunstâncias; Blair Redford (Satisfaction, CSI) como Sam, um “nativo americano líder da rede do submundo” que não teve detalhes sobre seus poderes divulgados.

[Atualização 17h53] O Hollywood Reporter também informa duas adições ao elenco: Emma Dumont (Aquarius) viverá a mutante Polaris enquanto Percy Hynes White (Uma Noite no Museu 3) será Andy, uma criança sensível e soilitária que tenta evitar problemas em casa e na escola. [Fim da atualização]

O projeto de Matt Nix (Burn Notice) também conta com Lauren Shuler DonnerBryan Singer e Simon Kinberg na produção. Do lado da Marvel, produzem Jeph Loeb Jim Chory. O diretor Bryan Singer comandará o primeiro episódio, que ainda não tem data de estreia prevista. [Arthur Eloi]

Suits deve ganhar série derivada focada em Jessica Pearson

jessica-pearson-style-suitsA rede de televisão USA Network está desenvolvendo em segredo um spin-off de Suits. A produção deverá focar na personagem Jessica Pearson (Gina Torres), que saiu a série em setembro de 2016, durante a sexta temporada. As informações são do TVLine.

De acordo com o site, um porta-voz da Universal Cable Productions, estúdio por trás do Suits, não confirmou nem negou o rumor quando foi procurado pelo veículo. “A equipe de Suits está atualmente focada nos episódios restantes da sexta temporada e no que acontecerá aos personagens quando eles retornarem na sétima temporada.

Vale lembrar que a saída de Torres da série se desenrolou da forma mais amigável possível. Na época, a atriz chegou a aguçar a curiosidade dos fãs. “Não acredito nem por um segundo que essa foi a última vez que vimos Jessica Pearson. Nem. Por. Um. Segundo. E vocês também não acreditem.

Ainda não existem maiores detalhes sobre a série. O último episódio da sexta temporada de Suits nos EUA vai ao ar dia 1 de março. No Brasil, as cinco primeiras temporadas de Suits estão disponíveis na Netflix. [Rafael Gonzaga]