Em novo teste, Instagram voltará a mostrar número de curtidas

A empresa afirmou que um teste vai dar a opção de esconder ou mostrar a quantidade de curtidas de uma publicação depois de feedback “misto” dos usuários

No teste, o Instagram vai deixar o usuário escolher como quer gerenciar as curtidas em suas publicações 

A opção de mostrar o número de curtidas da sua foto no Instagram está de volta — se você quiser. A plataforma anunciou nesta quarta-feira, 14, que vai iniciar testes em que o usuário vai poder optar em compartilhar ou não o número de likes em uma publicação, além da possibilidade de também visualizar o número de curtidas de outras contas. 

Segundo o Instagram, o feedback recebido depois que decidiu ocultar o número de interações no feed, em 2019, foi “misto”, mostrando que o público estava dividido entre gostar ou não da atualização. A empresa afirmou que muitos usuários se sentiram mais à vontade com a rede social sem expor quantas curtidas existia na publicação, mas uma parcela do público disse que se sentiu afetada na hora de contabilizar métricas e de engajar com sua comunidade.

Assim, a saída encontrada pela plataforma foi deixar à critério do usuário decidir como será a melhor maneira de configurar a sua conta. Entre as opções, será possível esconder o número de likes, mostrar o dado ou impedir que as curtidas de outras pessoas apareçam para você.  

A empresa informou ainda que está trabalhando em um alaternativa semelhante para o Facebook e que os testes serão feitos em todo o mundo, mas para apenas alguns usuários selecionadas, enquanto continua a recolher o feedback sobre a ferramenta. 

Instagram Lite chega ao Brasil mirando celulares básicos

Versão ocupa 2MB de memória e mira em pessoas com pouca capacidade de armazenamento no celular e sem acesso à internet de qualidade
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Por enquanto, o Instagram Lite estará disponível apenas para celulares com sistema operacional Android

Instagram anunciou nesta quarta, 13, a chegada do Instagram Lite ao Brasil. O app é uma versão mais leve da plataforma para usuários que querem poupar armazenamento ou pacote de dados e estará disponível para download a partir de quarta-feira, 14. 

Aguardada pelos usuários da plataforma, o Instagram Lite ocupa apenas 2 MB — em comparação aos 5,5 MB que o app tradicional possui — e tem como missão livrar espaço nos smartphones. O foco é um público específico: usuários que não possuem boa rede móvel de internet ou que utilizam celulares com menor capacidade de armazenamento. 

Segundo Nicholas Brown, chefe de produtos do Instagram, o objetivo do app é entregar o mesmo conteúdo e qualidade no uso da plataforma da versão original, mesmo com uma capacidade menor de uso do processamento do celular. Além disso, Brown reforça que o Brasil é um mercado chave para o novo modelo, uma vez que tem a demanda de usuários que podem se beneficiar da versão mais leve do Instagram.

“É muito comum, em mercados emergentes, ter usuários constantemente com falta de memória no celular por conta dos apps baixados ou mesmo por usar celulares com memória pequena. Muitos brasileiros pediam  pelo Instagram Lite no Brasil então identificamos a demanda”, explicou Brown em uma coletiva online em que o Estadão esteve presente. 

Na experiência do Instagram Lite, Gal Zellermayer, diretor de engenharia, afirmou que a construção da plataforma foi possível porque parte do processamento que acontecia no telefone do usuário foi transferido para um servidor em nuvem. Isso possibilitou diminuir o tamanho do app para 2 MB, resultando também em um download mais rápido em smartphones e em um menor consumo de internet.

Público alvo 

Segundo a pesquisa de 2020 do TIC Domicílios, estudo que mede os hábitos e comportamento de usuários da internet brasileira, um em cada quatro brasileiros ainda não se conecta à internet. Entre as classes D e E, apenas 57% da população possuem acesso à rede. Na classe C, esse número é de 78%. 

Com isso, a estratégia do Instagram mira, primeiramente, apenas em usuários de aparelhos com sistema operacional Android. A empresa também disse que levou em consideração levantamentos sobre a situação geral do Brasil, como o valor de pacotes de dados de internet no País, o alcance de redes de internet banda larga e o acesso à internet móvel de qualidade. 

O Instagram Lite já está presente em mais de 170 países e chega ao Brasil com a experiência de usuários ao redor do mundo. Perguntado pela reportagem sobre o momento da chegada no País, Brown explicou que o app não desembarcou antes por aqui porque era necessário ter uma validação antes de atingir um público tão grande. 

“O Brasil é um mercado importante. Era importante ter a certeza e ter outros feedbacks para que o app pudesse funcionar da melhor forma possível quando atingisse um público grande”, afirmou. 

Com vacinação a passos rápidos nos EUA, Uber vê crescimento de 9% nos ganhos com corridas em março

Enquanto isso, Uber Eats dobrou sua receita em 2020
Por Pedro Strazza

Uber nesta segunda (12) enviou à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA um arquivo preliminar com um resumo de seus ganhos no primeiro trimestre de 2021, e pelo visto a companhia enfim começa a ver um fim no longo túnel percorrido durante a pandemia. De acordo com a companhia, o segmento de mobilidade do aplicativo registrou um aumento de 9% nos ganhos entre fevereiro e março deste ano.

A informação é crucial para a empresa, que viu o total de corridas feitas pelo app despencar 70% no mesmo período em 2020, quando a pandemia estava em seu início e a quarentena levou milhões de usuários a deixar de usar rotineiramente o serviço. Só no último trimestre do ano passado, a companhia registrou perdas da altura de US$ 968 milhões.

De acordo com o Uber, o segmento de transporte agora registrou uma receita de US$ 30 bilhões, um número baixo se considerar o crescimento exponencial do Eats. A plataforma de delivery dobrou sua receita em 2020 e registrou um total de US$ 52 bilhões, com 130% de aumento só no último trimestre de 2020.

Tudo se liga à vacinação, claro. No documento, a companhia escreve que “conforme a vacinação aumenta nos EUA, nós observamos que a demanda do consumidor por mobilidade se recupera mais rápido que a disponibilidade de motoristas”, enquanto a procura pelo delivery segue uma lógica própria de crescimento.

O Uber também nota que espera uma “acumulação significativa” nos custos, alegando ser um efeito decorrente da recente instituição de salário mínimo e benefícios para motoristas no Reino Unido por mando da justiça. Mais resultados devem ser liberados publicamente no próximo dia 5 de maio.

Dados de 1,3 milhão de usuários do Clubhouse são expostos na internet

Rede social de áudio minimizou o caso, afirmando que não se trata de invasão à plataforma

Clubhouse é uma rede social de áudios em tempo real

Cerca de 1,3 milhão de usuários do Clubhouse tiveram expostas suas informações pessoais, como nome, foto de perfil e data de criação da conta, revelou o site CyberNews no sábado 10. Os dados estão à venda em um fórum de hackers na internet, que pode ser acessado pelos sistemas de busca, como Google e Bing.

O Clubhouse confirmou o caso, mas minimizou o incidente ao afirmar que se trata de scraping, prática que consiste em raspar dados da web e organizá-los em estruturas. “O Clubhouse não foi invadido nem hackeado. Os dados citados são informações públicas do nosso aplicativo, o que todo mundo pode acessar via nosso aplicativo ou API”, publicou no Twitter a rede social.

As informações expostas podem ser encontradas nos perfis dos usuários, mas, até então, não eram estruturadas em uma única planilha, que é no que consiste o scraping.

A prática de raspagem, ainda que não seja um problema tão grave quanto ser invadido por um criminoso, pode levantar questões de privacidade.

Para Mantas Sasnauskas, especialistas de segurança do CyberNews, o Clubhouse permite que qualquer pessoa acesse a API da plataforma e raspe os dados de todos os usuários, sem que seja exigido o token de acesso expire com o tempo — o que é comum em outras APIs.

Sasnaukas diz que o ideal é que a rede social dificultasse a raspagem a partir de sua API: “Não ter nenhuma medida de antirraspagem pode ser visto como um problema de privacidade”, diz.

Apple revela por que não levou o iMessage ao Android

O ex-chefão do iOS, Scott Forstalljá havia dito que a Apple queria abrir o iMessage (ou, pelo menos, alguns dos seus melhores recursos) para outras plataformas.

iMessage no iPhone (Imagem: Divulgação/Apple)

Como sabemos, isso nunca aconteceu, e a Apple basicamente confirmou o que muitos suspeitavam: a companhia mantém o iMessage de forma exclusiva nos seus sistemas para que as pessoas não saiam deles, é claro.

O [motivo] mais difícil para deixar o ecossistema da Apple é o iMessage… ele representa um sério aprisionamento.

A “constatação” foi divulgada pela Epic Games nos documentos enviados à corte frente ao julgamento que ocorrerá no próximo mês. Ontem, inclusive, comentamos os argumentos da Apple e também da Epic, nos quais os executivos da Maçã já falavam sobre a indisponibilidade do mensageiro no Android.

De acordo com o arquivamento da Epic, que cita o chefão de softwares e serviços para internet, Eddy Cue, a Apple decidiu não desenvolver o iMessage para Android já em 2013 — após o lançamento do serviço de mensagens junto ao iOS 5, em 2011.

Cue admitiu que a Apple “poderia ter feito uma versão para Android que funcionasse com o iOS”, para que usuários de ambas as plataformas pudessem trocar mensagens entre si perfeitamente. Evidentemente, tal versão nunca foi desenvolvida.

[A Apple] poderia ter feito uma versão [do iMessage] para Android que funcionasse com o iOS. Também teria compatibilidade cruzada com o plataforma iOS, de modo que usuários de ambas as plataformas pudessem trocar mensagens entre si perfeitamente.

O iMessage é extremamente popular entre usuários do iPhone (principalmente) nos Estados Unidos. Por esse motivo, inclusive, muitas pessoas não migram para um dispositivo Android, já que não poderão continuar fazendo parte de seus grupos existentes no mensageiro da Apple.

VIA THE VERGE

Políticos questionam Apple sobre banimento do Parler

Google e Amazon também estão na mira dos congressistas

Michael D Edwards / Shutterstock.com

A saga do Parler nas principais plataformas digitais já está, pelo visto, encerrada: a rede, comumente associada a grupos de direita e extrema-direita, foi acusada de permitir que manifestantes apoiadores de Donald Trump organizassem a invasão ao Capitólio que deixou cinco mortos.

Por consequência, o app foi banido da App Store e do Google Play, e a Amazon baniu a rede dos seus servidores. Depois, mesmo com a declaração de Tim Cook de que o aplicativo poderia voltar ao iOS se passasse a seguir as diretrizes da plataforma, o Parler não implementou as mudanças necessárias — a equipe da Apple chegou a encontrar conteúdos neonazistas e supremacistas brancos no app – e permaneceu banido. Com isso, a rede efetivamente desistiu da presença no iOS/Android.

Pois bem. A novela acabou, mas o epílogo está entre nós: como informou o Politico, dois congressistas do Partido Republicano querem questionar a Apple, o Google e a Amazon sobre o banimento do Parler das suas plataformas.

A iniciativa foi tomada por dois dos principais legisladores republicanos nos subcomitês antitruste da Câmara e do Senado dos Estados Unidos, o congressista Ken Buck e o senador Mike Lee. A dupla enviou uma carta, endereçada aos CEOs1 Tim CookSundar Pichai e Jeff Bezos, questionando os executivos sobre uma possível falta de equidade nas decisões que levaram ao banimento do Parler — em outras palavras, as gigantes teriam criado um claro caso de “dois pesos, duas medidas”, segundo os políticos.

A carta, que pode ser lida na íntegra aqui [PDF], traz 33 perguntas às empresas e afirma o seguinte:

O dia 8 de janeiro de 2021 marcou o início de uma série de ações contra uma pequena empresa por três das maiores companhias tecnológicas do mundo.

Como detalhado na linha do tempo abaixo, o timing das ações tomadas contra a rede social Parler por vossas empresas, bem como o fato de que as ações parecem faltar com toda a razoabilidade procedural tipicamente garantida em casos de uma suposta quebra de contrato, criam a aparência de uma colaboração próxima entre as empresas.

Em outras palavras, os legisladores acusam Apple, Google e Amazon de trabalharem juntas para derrubar o Parler. As 33 perguntas que seguem esse texto inicial questionam detalhes sobre o processo de investigação, decisão e suspensão da rede social, bem como aspectos mais amplos das diretrizes de cada uma das gigantes.

O documento exige que as empresas enviem uma resposta até o dia 15 de abril. Apple, Google e Amazon ainda não se pronunciaram sobre a carta, mas vejamos quais serão os próximos passos dessa história.

VIA APPLEINSIDER

Instagram lança ferramenta para fazer duetos no Reels; veja como usar

Seguindo o TikTok, criadores de conteúdo agora poderão gravar um Reels sobre o outro no Instagram

Ferramenta Remix chega nesta quarta-feira, 31, para os usuários da plataforma

Para competir ainda mais diretamente com o TikTok, o Instagram anunciou nesta quarta-feira, 31, a função “Remix” para o Reels, sua ferramenta de vídeos curtos na rede. Com o recurso, será possível gravar um vídeo utilizando um Reels já existente, permitindo conteúdos de duetos, reações e de parcerias entre influenciadores, por exemplo. 

A ferramenta é bastante usada no TikTok por usuários que querem comparar conteúdos e faz sucesso com conteúdos de humor e de música. Gravando por cima de um vídeo já publicado, os criadores de conteúdo costumam fazer posts reagindo a músicas, comentários e outros vídeos, enquanto se filmam e assistem ao material. 

Segundo o Instagram, a intenção é oferecer ao usuário mais uma forma de “criar e colaborar no Reels”, para engajar seus usuários que podem ver a ferramenta como uma alternativa — ou um incentivo —  a mais para usar a plataforma. A concorrência com o TikTok tem feito a rede social comandada pelo Facebook rever vários conceitos de navegação, como o feed vertical e agora o Remix. 

O recurso já está disponível para usuários no Brasil e pode ser encontrado na publicação dos Reels. No vídeo, basta clicar nos três pontos da parte superior da tela e acessar o comando “remixar este Reels”.

Com aquisição do app Locker Room, Spotify (também) terá rival do Clubhouse

O Locker Room será repaginado e renomeado com o tempo

Daniel Ek, CEO do Spotify, durante evento em Nova York. — Foto: Shannon Stapleton/Reuters

E agora a festa está completa: depois do Facebook, do Instagram , do Twitter, do Telegram e até do Slack, quem vai se juntar à farra dos recursos semelhantes ao Clubhouse é o Spotify.

Justiça seja feita, a abordagem da gigante dos streamings sueca será um pouco diferente daquela adotada pelas outras empresas: o Spotify adquiriu a startup Betty Labs, responsável pelo aplicativo Locker Room — que tem como foco justamente o áudio ao vivo e as conversas à la Clubhouse.

Com a aquisição, o Spotify “evoluirá e expandirá” o Locker Room de forma a colocá-lo como um competidor à altura das demais redes e ferramentas de chats de voz. Atualmente, o aplicativo tem um foco bem apurado em esportes e discussões ligadas a esse universo; mas sob o comando dos suecos, isso mudará. O Spotify convidará criadores de conteúdo de todas as áreas — desde o esporte até a música e o mundo cultural — para atrair o público, fazer apresentações e estimular conexões.

Inicialmente, o Locker Room continuará disponível na App Store (ele só tem versão para o iOS, até o momento) com a mesma marca e as mesmas características de hoje. Progressivamente, entretanto, o Spotify mudará o nome e a identidade visual do aplicativo, ao mesmo tempo em que introduzirá as novidades na programação e na orientação da plataforma. Enquanto isso, o Android também ganhará uma versão do app.

Isso não significa que a gigante esteja planejando manter o recurso separado do seu app principal: eventualmente, recursos dos chats ao vivo poderão ser incorporados ao aplicativo do Spotify, como informou o chefe de pesquisa e desenvolvimento da empresa, Gustav Söderström, ao The Verge. A ideia, entretanto, é que os dois apps continuem coexistindo pelo futuro previsível.

Outro aspecto importante é que as conversas do Locker Room não serão restritas a criadores de conteúdo e usuários verificados: todos os usuários do Spotify poderão iniciar suas discussões e convidar ouvintes, o que coloca o aplicativo como mais um concorrente do Clubhouse, do Twitter Spaces e de todos os outros recursos do tipo já apresentados ou em fase de desenvolvimento.

Ainda assim, a ideia do Spotify com o projeto é, obviamente, atrair ainda mais criadores para a sua plataforma — e, claro, fortalecer mais um pouco seu catálogo de podcasts. Existem planos, inclusive, de que os criadores possam salvar conversas do Locker Room e exportá-las diretamente como episódios ou conteúdos especiais dos seus podcasts.

O Spotify não estabeleceu um cronograma para implementar as novidades, mas certamente ouviremos mais sobre isso nos próximos meses.

YouTube vai notificar vídeos sobre direitos autorais antes da postagem

A empresa anunciou nesta semana a ferramenta Checks, que vai permitir que produtores de conteúdo saibam se os vídeos violam direitos autorais antes de serem publicados

O usuário vai ter acesso a uma tela de verificação que vai identificar partes do vídeo antes da publicação

YouTube anunciou na quarta-feira, 17, o lançamento de uma ferramenta para criadores de conteúdo que indica possíveis infrações de direitos autorais antes dos vídeos serem postados. Segundo a empresa, o recurso, chamado Checks, está disponível globalmente e usa um sistema automático de identificação de trechos nos conteúdos. A informação é do site americano The Verge e foi confirmada pelo Estadão

Com a ferramenta, a intenção é facilitar a interação dos canais com vídeos na plataforma. Muitos produtores de conteúdo utilizam trechos de programas de TV e música que podem esbarrar na legislação de direitos autorais e no limite que cada produtora coloca sobre o seu material. Quando esses vídeos são detectados no ar, muitas vezes são excluídos dos canais por violar esses direitos. 

O Checks quer evitar esse problema. Ao fazer o upload de um vídeo, o usuário vai ter acesso a uma tela de verificação, que vai identificar partes do vídeo que possam estar fora da conformidade. Segundo o YouTube, um sistema chamado Content ID, que já estava sendo utilizado pela empresa, é capaz de fazer essa “varredura” para mapear o conteúdo. Caso algum problema seja encontrado, o usuário será notificado nessa mesma tela, antes do vídeo ir ao ar. 

Além de facilitar o processo para os usuários, o YouTube também está olhando para seus recursos de monetização, uma vez que conteúdos que não são derrubados podem render desde a sua publicação. No caso de violação de direitos autorais, o valor vinculado ao vídeo pode ser retido pela produtora original. 

Em contato com a reportagem, o YouTube afirmou que o recurso já está disponível em todo o mundo desde o dia 16 de março.