Julianna Margulies entra para o elenco de “The Morning Show”, do Apple TV+

Se você achava que o elenco principal de “The Morning Show” já estava completo com nomes como Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw, se segure.

Julianna Margulies – WSJ

De acordo com a Variety, quem acaba de entrar para o elenco da série foi a atriz Julianna Margulies, famosa por protagonizar “The Good Wife”, finalizada em 2016 após sete temporadas bem-sucedidas.

Margulies interpretará Laura Peterson, uma âncora de notícias da rede UBA News.

A segunda temporada de “The Morning Show” já está sendo produzida e estreará em algum momento de 2021.

Apple TV+: especial de Natal com Mariah Carey ganha trailer

A Apple divulgou hoje o primeiro trailer do “Especial de Natal Mágico de Mariah Carey” (“Mariah Carey’s Magical Christmas Special”), o qual estreará exclusivamente no Apple TV+ na próxima sexta-feira, 4 de dezembro, como divulgado pelo Deadline.

O especial de Natal contará com a participação de celebridades como Tiffany Haddish, Billy Eichner, Ariana Grande, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, Jermaine Dupri, Misty Copeland e Mykal-Michelle Harris.

Como podemos esperar, o especial será recheado de apresentações musicais, dança e animações natalinas, tudo isso conduzido por uma “história universalmente emocionante”.

Este ano, prepare-se para curtir o maior e mais mágico Natal com Mariah Carey e seus convidados de todo o mundo.

Como informamos, a trilha sonora do especial, intitulada “Oh Santa!”, chegará (em primeira mão) ao Apple Music no dia 4 de dezembro, antes de ser distribuída em outras plataformas de streaming, a partir do dia 11/12.

VIA MACRUMORS


Disney+: tudo que já se sabe sobre o serviço de streaming da Disney

Plataforma lançada em 2019 nos EUA chega nesta terça-feira ao Brasil e tem produções da Pixar, Marvel e Star Wars; preço mensal é de R$ 27,90
Por Felipe Laurence – O Estado De S.Paulo

Serviço de streaming Disney+ chegará ao Brasil em 2020, confirmou a empresa

Disney+, serviço de streaming da Disney para competir contra os gigantes do setor como Netflix e Amazon Prime, chega ao Brasil nesta terça-feira, 17. O início da operação brasileira acontece um ano depois da estreia nos Estados Unidos, onde a plataforma estreou em 12 de novembro de 2019.  

Além das animações que tornaram a empresa conhecida, os pacotes do Disney+ (lê-se Disney Plus) vão incluir também os filmes da companhia e produções das suas marcas, como PixarMarvelStar Wars e National Geographic

No lançamento, já estavam disponíveis para o público mais de 500 filmes e 7,5 mil episódios de séries. Confira tudo que já foi divulgado sobre o Disney+ até agora:

Quando o Disney+ chega ao Brasil

Em agosto, a conta oficial do Disney+ na América Latina no Twitter revelou por acidente que o serviço chegaria ao continente em 17 de novembro. Na sequência, a página brasileira da plataforma no Twitter confirmou a estreia brasileira para a mesma data. 

Quanto custa a assinatura do Disney+

A assinatura mensal do Disney+ no Brasil vai custar R$ 27,90. Há ainda uma opção de plano anual, por R$ 279,90 – nesse caso, os usuários “ganham” dois meses de graça. 

Além disso, a empresa do Mickey fechou uma série de parcerias aqui no Brasil. A principal é um combo com o Globoplay, no qual a assinatura mensal sai por R$ 43,90 – um desconto de R$ 8 na soma da Disney+ com o serviço da Globo, cujo preço mensal é de R$ 23,90. Há ainda um plano atual do combo, que custará R$ 454,80 em 12 parcelas, o que significa R$ 37,90 por mês. 

Será possível também comprar um pacote com Globoplay + canais ao vivo, modalidade que também tem streaming ao vivo dos canais Globo, como Sportv, Globonews e Multishow. Nesta modalidade, os preços são R$ 69,90 no plano mensal ou R$ 718,80 no plano anual, pago em até 12 parcelas de R$ 59,90. 

Há ainda parcerias com Bradesco, Vivo e Mercado Livre, que permitirão que os clientes dessas marcas ganhem meses de assinaturas gratuitos ao fecharem um plano anual – no caso do Mercado Livre, por exemplo, o benefício pode chegar a até 6 meses. 

Nos Estados Unidos, a assinatura básica do Disney+ nos Estados Unidos custa US$ 7 mensais ou um pacote anual valendo US$ 70. O valor é mais baixo que o plano mais básico da Netflix no país, que custa US$ 9 por mês.

Há também um pacote premium, pelo valor de US$ 13. Além do Disney+, os assinantes têm acesso ao serviço de streaming ESPN+, do canal esportivo de mesmo nome, e a plataforma de séries Hulu, da qual a Disney é dona de uma fatia considerável.

O preço do pacote sai US$ 5 mais em conta do que a assinatura dos três serviços separadamente nos EUA. Ele também é competitivo em relação ao plano premium da Netflix comercializado nos Estados Unidos, vendido por US$ 16.

Até quatro pessoas poderão acessar uma conta simultaneamente, em diferentes aparelhos, e o conteúdo será disponibilizado em 4K Ultra HD quando possível, com suporte para Dolby Atmos e, assim como ocorre com a Netflix, os programas e filmes poderão ser baixados para serem assistidos offline. 

Qual é o conteúdo do Disney+?

Disney+ tem filmes e séries originais da MarvelStar WarsNational GeographicFoxESPNPixar e da própria Disney. A empresa também traz produções inéditas especialmente para o streaming – caso de The Mandalorian, série liderada pelo diretor Jon Favreau (que dirgiu o primeiro Homem de Ferro, em 2008) e que expande o universo de Star Wars. 

Uma das apostas do NatGeo foi a série The World According to Jeff Goldblum, anunciada durante a D23 Expo. A narrativa de 12 episódios é estrelada pelo ator de Jurassic Park, investigando as coisas que mais o intrigam, de sorvete a tatuagens.

Entre os destaques do serviço, também estão novas séries da Marvel que vão expandir e complementar o universo dos filmes, o primeiro deles, The Falcon and the Winter Soldier, estava previsto para estrear em agosto de 2020, mas agora é esperado para o final do ano. HawkeyeLokiWandaVisionMoon KnightMs. Marvel e She-Hulk são outras produções baseadas nos quadrinhos que estão em produção.

Uma série especial estrelada pelo personagem de Star Wars Obi-Wan Kenobi, ainda sem título, também é aguardada. Além disso, o Disney+ terá as trinta temporadas de Os Simpsons, bem como outras produções do catálogo da Fox, como Arquivo X e Atlanta.

A Disney anunciou ainda a volta da personagem Lizzie McGuire, quinze anos depois do fim da série adolescente. A atriz Hillary Duff voltará ao papel mostrando como a protagonista está aos 30 anos de idade.

Confira um trailer de três horas com toda a programação que foi lançada nos Estados Unidos no dia 12 de novembro de 2019. 

Disney+ versus Netflix: quais as diferenças

Além das assinaturas mais em conta do que as vendidas hoje pela Netflix nos Estados Unidos, o Disney+ tem outras particularidades em relação à gigante do streaming.

Diferente do modelo Netflix, que libera temporadas completas e incentiva o hábito do binge watching —ou maratona de episódios—, o Disney+ solta episódios de séries semanalmente.

Além disso, o Disney+ conta com editores humanos que vão recomendar conteúdos —serviço que tinha sido anunciado pela Netflix em 26 de outubro de 2019. Até então,as recomendações da Netflix eram baseadas apenas por algoritmos alimentados pelo hábitos e preferências dos usuários. 

Outra diferença é que é possível cadastrar até sete perfis diferentes em uma conta básica do serviço, que permite quatro transmissões simultâneas. Seguindo o que o Spotify faz, a Disney, no entanto, não vai deixar que pessoas que morem em endereços diferentes compartilhem uma conta. 

A assinatura básica também tem vídeo transmitido em resolução 4K

Onde acessar o Disney+

O Disney+ tem aplicativos para mobile nos sistemas operacionais iOS e Android, além dos consoles PS4 e Xbox One. Também estão incluídas as plataformas para Chromecast, Apple TV e Android TV. Essas plataformas devem ser as mesmas no Brasil.

Apple TV+ divulga teaser da 2ª temporada de “Servant”

Já sabemos que a segunda temporada da série “Servant”, do Apple TV+estreará no dia 15 de janeiro de 2021. Pois, agora, a Maçã compartilhou o primeiro teaser da produção.

A série, comandada por M. Night Shyamalan, mostra o luto de um casal da Filadélfia depois que uma grande tragédia abala o casamento e permite que uma força misteriosa entre na casa da família.

A produção é estrelada por Lauren Ambrose (“Six Feet Under”), Nell Tiger Free (“Game of Thrones”), Rupert Grint (“Harry Potter”) e Toby Kebbell (“RocknRolla”).

VIA MACRUMORS

‘The Crown’ finalmente faz de Elizabeth 2ª a vilã da própria história

Quarta temporada da série da Netflix chega mais agitada, mas tem exageros dispensáveis
NOVA TEMPORADA DE ‘THE CROWN’ ***
Quando a partir de domingo (15)
Onde Netflix

 4ª temporada de The Crown

“O que eu estou fazendo aqui?”, pergunta a primeira-ministra Margaret Thatcher a seu marido Dennis. A convite da família real britânica, o casal está passando um fim de semana no castelo de Balmoral, na Escócia, e sendo submetido a provações humilhantes, como uma caçada sob chuva fina, ridículos jogos de salão e até um pito por sentar “na poltrona da rainha Vitória”. Como anfitriões, os Windsor deixam muito a desejar.

“Estou lutando para encontrar qualidades redentoras nessa gente”, prossegue a Dama de Ferro. “Eles não são sofisticados, nem cultos, nem elegantes, nem nada perto de um ideal. Eles são… Chatos, esnobes e mal-educados”, completa Dennis.

Bem-vindos à quarta temporada de “The Crown”, em que Elizabeth 2ª, papel de Olivia Colman, praticamente se torna a vilã de sua própria história. Presa a formalidades e incapaz de manifestar afeto pelos filhos nem quando está a sós com algum deles, a monarca não entende mais o que seus súditos —e mesmo seus parentes mais próximos— esperam dela.

O período coberto por esta nova fase vai de 1977 a 1990, uma era de enormes transformações políticas e sociais, e é marcado pela entrada em cena de duas outras grandes figuras femininas. A primeira é a senhora Thatcher, eleita em 1979 ao posto máximo do governo do Reino Unido. Orgulhosa de sua origem humilde e de sua rígida ética de trabalho, a primeira mulher a se tornar primeira-ministra britânica não tem muita paciência para os salamaleques que a convivência com os “royals” lhe impõe.

Disposta a consertar a economia do país nem que isto custe, num primeiro momento, mais desemprego e inflação, ela também é pintada como uma megera sem charme nem humor, o que não corresponde à realidade. Com a voz exageradamente rouca e um eterno ar de reprovação, a atriz Gillian Anderson (a agente Scully da série “Arquivo X”) transforma o personagem numa caricatura, pronta para participar de um esquete do humorístico “Saturday Night Live”.

A outra mulher-chave dessa temporada é, evidentemente, Diana. A novata Emma Corrin captura com precisão os ombros encolhidos, o olhar tímido e a cabeça eternamente inclinada que a princesa de Gales exibia em seus primeiros anos sob o escrutínio público. Mas o roteiro soa falso quando, já noiva do príncipe Charles, a jovem lady Spencer vai morar no Palácio de Buckingham. É improvável que ela, nascida e criada em uma família rica e aristocrática, se deslumbrasse feito uma caipira diante da vastidão faustosa de seu novo endereço.

“The Crown” nunca se vendeu como um documentário fidedigno, apesar de beber da ampla bibliografia sobre a monarquia britânica e de relatos impiedosos de testemunhas oculares, que volta e meia pipocam na imprensa. Como em qualquer obra dramática, situações são criadas, suprimidas ou condensadas, e diálogos que aconteceram entre quatro paredes precisam ser inventados. O que importa é ser fiel à essência dos protagonistas.

Mas uma sequência, em especial, peca pela falta de sutileza. Incentivada por Charles, Diana aceita almoçar com ninguém menos do que Camilla Parker-Bowles, que manteve um caso com o príncipe mesmo depois que ele se casou. O restaurante escolhido, que realmente existiu na Londres dos anos de 1980, chama-se Ménage à Trois —mas será que elas foram lá mesmo? Quando chega a conta e Diana propõe que cada uma pague sua própria despesa, Camilla dispara: “eu adoro dividir”.

Mulher branca idosa loira acena
A ex-primeira-ministra do Reino Unido Margaret Thatcher – Getty Images/BBC News Brasil

Tais exageros seriam dispensáveis, pois esta é mesmo a temporada mais agitada de “The Crown”. A década coberta foi mirabolante para os Windsor, que passaram por dois casamentos reais, um atentado a bomba e até uma invasão dos aposentos da rainha por um reles plebeu, que burlou o então pífio esquema de segurança. Felizmente, o sujeito só queria conversar, e Elizabeth 2ª manteve o sangue frio graças a sua treinadíssima fleuma.

Além disso, os eventos narrados ainda estão frescos na memória de muita gente. E é fascinante ver o que teriam sido os bastidores de tantos fatos históricos, mesmo com uma certa dose de ficção por cima.

Spotify estuda lançar assinatura específica para podcasts

Planos poderiam variar entre US$ 3 e US$ 8

Spotify estuda lançar assinatura exclusiva de podcasts

O Spotify estuda implementar uma assinatura exclusiva para episódios de podcast. A informação foi compartilhada no Twitter por Andrew Wallenstein, presidente da revista Variety.

Segundo ele, a possibilidade da nova modalidade surgiu em um questionário direcionado aos usuários da plataforma. Foram apresentadas quatro possibilidades de planos de assinatura, que variam entre US$ 3 e US$ 8. O plano mais barato garantiria acesso a episódios e entrevistas exclusivas, mas ainda teria propagandas.

A modalidade mais cara teria acesso antecipados a episódios e conteúdo de “alta qualidade”, além de ser livre de propagandas. Nenhuma das modalidades garantiria acesso ao conteúdo musical, e seria voltado apenas a podcasts.

Em resposta, o Spotify afirmou que a pesquisa não é uma indicação de planos concretos. “Rotineiramente, conduzimos uma série de pesquisas para fazer melhorias na experiência do usuário. Algumas dessa pesquisas pavimentam o caminho para experiências mais amplas e outras servem apenas como aprendizados importantes. No momento, não temos informações para compartilhar a respeito de planos para o futuro”, diz a nota enviada para a imprensa dos EUA. 

Nos últimos dois anos, o Spotify vem apostando alto em podcasts, o que inclui contratos exclusivos com personalidades como Michelle Obama e Kim Kardashian. No Brasil, a companhia também realziou uma série de investimentos com programação exclusiva. 

‘Os sete de Chicago’, ótimo filme da Netflix, retrata julgamento histórico

Cena de ‘Os sete de Chicago’, da Netflix (Foto: Niko Tavernise/Netflix)

Quem ainda está na espuma dos acontecimentos da política americana da última semana vai gostar de “Os sete de Chicago”, filme de Aaron Sorkin que acaba de chegar à Netflix. A trama retrata um conflito histórico ocorrido em 1968. O governo Nixon fora recém-empossado. Dr. Martin Luther King Jr. havia sido assassinado alguns meses antes. O movimento pacifista fervia entre os estudantes, que tinham como palavra de ordem: “O mundo inteiro está assistindo”. Nesse ambiente, um protesto contra a Guerra do Vietnã durante a Convenção Nacional do Partido Democrata, em Chicago, acabou em violência. As autoridades queriam punição. E os representantes de diversas organizações foram parar no banco dos réus. Eram membros do International Party (os Yippies); do Students for a Democratic Society; e do National Mobilization Committee to End the War in Vietnam.

O racismo, a polarização política, o ódio e as manifestações nas ruas de então podem facilmente ser associados às injustiças e convulsões sociais de hoje. Os sete do título, de saída, eram oito. O líder dos Panteras Negras, Bobby Seale (Yahya Abdul-Mateen II), foi incluído sem estar de fato envolvido nos choques. As acusações contra ele, felizmente, acabaram rejeitadas. Antes de isso acontecer, porém, ele apanhou e foi amordaçado e amarrado no tribunal, criando um espetáculo trágico à parte. Acompanhamos os mais de seis meses pelos quais o julgamento se arrastou. O júri se reuniu inúmeras vezes e ouviu cerca de 200 testemunhas, com reviravoltas emocionantes. É uma daquelas histórias reais que parecem boa ficção. Foi um jogo de cartas marcadas liderado por um juiz debochado, Julius Hoffman (Frank Langella). Ele fez um papelão e não conseguiu enxergar o óbvio: seria, por sua vez, julgado à luz da História. Dito e feito: não é lembrado com glórias.

Um dos líderes do movimento pacifista era Abbie Hoffman, interpretado lindamente por Sacha Baron Cohen. Visto com tanta frequência em personagens cômicos, ele se consagra aqui num papel dramático, ao qual atribui uma carga de emoção. Ao lado dele, está Jeremy Strong, o Kendall de “Succession” (HBO). É outro ator soberbo. Ele interpreta o ativista Jerry Rubin. O elenco conta ainda com Michael Keaton, como o ex-procurador Ramsey Clark, responsável por grandes momentos na trama.

A produção tem um problema de ritmo e demora a engrenar. Isso se resolve no terço final e a calibragem sobe até o desfecho, apoteótico. Não desista, portanto. Vale lembrar, finalmente, que Sorkin foi criador de “The West Wing”, um clássico. “Os sete de Chicago” tem, claro, outro formato e ainda mais ambição. O filme é candidato, desde já, a muitos prêmios importantes. Vale conferir. [PATRÍCIA KOGUT]

O Gambito da Rainha: o que é real na série da Netflix?

História é baseada no livro de Walter Tevis, publicado em 1983
JULIA SABBAGA

Desde sua estreia na Netflix, e cada vez mais (já que segue crescendo na lista de popularidade da plataforma), O Gambito da Rainha tem intrigado o público com um questionamento: a história de Elizabeth Harmon é real? A resposta é não. Apesar de um contexto histórico factual, se passando durante a Guerra Fria, a personagem vivida por Anya Taylor-Joy nunca existiu. O Gambito da Rainha é baseado em um livro homônimo, publicado por Walter Trevis em 1983. 

Mesmo assim, a série da Netflix explora o cenário dos anos 60 nos Estados Unidos e na União Soviética de modo preciso. Além de revelar as tensões entre as duas nações – principalmente no campo do xadrez – O Gambito da Rainha também retrata competições de modo certeiro. Relatos de mestres como a campeã estadunidense Jennifer Shahade à Vanity Fair ou de Garry Kasparov, ex-campeão mundial de xadrez ao NYT sugerem que a produção da Netflix acertou quando se trata do mundo competitivo: “É o mais próximo possível da atmosfera autêntica de torneios de xadrez”, disse Kasparov. 

A protagonista Elizabeth Harmon, apesar de fictícia, também rendeu comparações com o mestre de xadrez americano Bobby Fischer. Além de ter demonstrado habilidade no jogo desde seus 13 anos, Fischer também recebeu o título de campeão mundial após derrotar o então campeão e soviético Boris Spassky, no meio da Guerra Fria, em 1972. Aos interessados na história de Fischer, o enxadrista foi interpretado por Tobey Maguire no longa de 2014, O Dono do Jogo.

O Gambito da Rainha conta também com Thomas Brodie-Sanger (Game of Thrones), Harry Melling (Harry Potter) e Bill Camp (The Outsider) e está disponível na Netflix.

Disney+ anuncia promoção de assinatura da plataforma no Brasil

O serviço de streaming da Disney chega no dia 17 de novembro e quem assinar até o dia 16 vai pagar menos

‘Vingadores – Ultimato’ é uma das grandes atrações na chegada da Disney+ no Brasil; filme teve a maior bilheteria da história do cinema Foto: Foto: Disney/ Marvel

Com data marcada para chegar no Brasil, Disney+ — o serviço de streaming da Disney — anunciou uma promoção para o público que antecipar a assinatura da plataforma, já que o lançamento está marcado para o dia 17 de novembro de 2020.

O valor mensal de assinatura é R$ 27,90, e anual de R$ 279,90. Mas para quem assinar até o dia 16/11, véspera do lançamento, vai pagar 237,90 no plano anual, o que equivale a R$ 19,82 por mês. Uma economia de 16%.

Disney+ vai concentrar o catálogo da empresa na plataforma, ou seja: conteúdos Disney, MarvelPixarStar Wars e National Geographic só poderão ser acessados ali.