Apple vai compartilhar localização de usuários para serviços de emergência nos EUA

Novidade estará disponível no iOS 12, novo sistema operacional do iPhone que será lançado até o fim do ano

apple fba1d98688ca5d04a0940229d553d7a6A Apple vai compartilhar a localização automática de quem usar seu iPhone para ligar para o serviço de emergência nos Estados Unidos. A nova função estará disponível no próximo sistema operacional, o iOS 12, que será lançado nos próximos meses.

A fabricante disse que o novo serviço será possível por conta da integração de seu serviço de localização de emergência lançado em 2015, o HELO, com os softwares já existentes em vários centros de emergência dos Estados Unidos.

A ideia agradou quem presta emergência no país. Rob McMullen, presidente da Associação de Número de Emergência disse que a novidade “vai acelerar um novo modelo de atendimento emergencial, além de salvar vidas”.

A empresa também disse, em um comunicado, que a novidade não deve afetar a privacidade dos usuários, pois as informações de localização não poderão ser usadas para nenhum outro motivo além de emergência.

A Apple anunciou o novo sistema operacional no início do mês, com funcionalidades para melhorar o bem estar dos usuários. Entre as novidades está uma nova configuração de notificações e um monitoramento de como e por quanto tempo se usa um iPhone diariamente.

Outras novidades do sistema são as melhorias no desempenho de smartphones. Segundo a empresa, a abertura de aplicativo será 40% mais rápida, o teclado será 70% mais veloz e a câmera deixará o dispositivo 70% mais rápido.

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Elon Musk vai construir sistema de transporte da Boring Company em Chicago

Boring Company fechou parceria com a prefeitura da cidade para lançar seu meio de transporte de massa de alta velocidade
Por Agências – Reuters

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Elon Musk é presidente da Boring Company

A Boring Company, empresa de Elon Musk, vai construir seu sistema de transporte subterrâneo de alta velocidade em Chicago. O novo modelo irá transportar pessoas do centro da cidade ao Aeroporto Internacional de O’Har, um dos mais movimentados do mundo.

Com o novo sistema, a empresa promete transportar pedestres em carros que comportam até 16 usuários. Os veículos são acoplados a placas de metais que viajam até 240 km/h por meio de um túnel. A empresa estima que o trajeto de Chicado será feito em até 12 minutos, quando atualmente a mesma viagem demora entre 30 e 45 minutos.

A Boring Company promete que os carros saiam da plataforma a cada 30 segundos e funcionem 20 horas por dia, em todos os dias da semana. Os valores do transporte ainda não foram divulgados, mas a empresa diz que a tarifa será ainda mais barata que metade do valor pago em uma viagem de táxi, mas mais caro que o preço pago em uma viagem de trem.

O projeto será financiado pela empresa sem subsídios do contribuinte, disse Collins e a empresa. O plano será anunciado formalmente pelo prefeito Rahm Emanuel na quinta-feira à tarde.

Jovens estão consumindo notícias no WhatsApp em vez de no Facebook

Estudo, realizado pelo Instituto Reuters e divulgado nesta semana, mostra migração de usuários para outras plataformas privadas nos Estados Unidos
Por Agências – Reuters

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Facebook recentemente fez mudança em algoritmo que priorizou postagens de amigos e família em vez de notícias e outros conteúdos

O uso de redes sociais como o Facebook para consumir notícias começou a cair nos Estados Unidos, conforme muito jovens migram para aplicativos de mensagens instantâneas, como o WhatsApp, para discutir fatos. O uso do Facebook para notícias caiu 9 pontos porcentuais em relação a 2017, e 20 pontos porcentuais considerando os jovens. As informações estão num estudo publicado nesta semana pelo Instituto Reuters, centro de pesquisas sobre jornalismo dentro da Universidade de Oxford, e financiado pela Fundação Thomson Reuters — braço filantrópico por trás do grupo que mantém a agência de notícias de mesmo nome.

“O uso de redes sociais para consumir notícias começou a cair em vários países-chave depois de anos de crescimento contínuo”, afirmou o pesquisador do Instituto Reuters, Nic Newman, no relatório. A pesquisa considerou 74 mil pessoas em 37 diferentes mercados pelo mundo. “Nós continuamos a ver um crescimento do uso de aplicativos de mensagens para notícias, conforme os consumidores procuram por espaços mais privados (e com menos confronto) para se comunicar”, completa o pesquisador.

Apesar disso, o Facebook e o Twitter ainda são muito usados para descobrir notícias, mas a discussão sobre elas tem migrado para aplicativos como o WhatsApp, pois são ambientes em que as pessoas se sentem menos vulneráveis.

“Usar redes sociais é como usar uma máscara”, afirmou uma das entrevistadas pelo Instituto Reuters no Reino Unido. “Quando eu estou nos grupos de mensagens com meus amigos, a máscara é retirada e sinto que posso ser eu mesma.”

O WhatsApp, fundado em 2009 e adquirido pelo Facebook em 2014 por US$ 19 bilhões, é mais popular que o Twitter para notícias em vários países, segundo o relatório. Alguns entrevistados postam as notícias em grupos no WhatsApp para iniciar uma discussão com grupos de amigos.

Notícias falsas. Menos da metade dos entrevistados em todo o mundo disseram que eles acreditam na imprensa a maior parte do tempo, embora nos Estados Unidos somente 34% das pessoas disseram que confiam nas principais notícias, 4 pontos porcentuais abaixo da pesquisa divulgada no ano passado.

Nos Estados Unidos, as emissoras de TV locais e o jornal The Wall Street Journal foram apontados como as marcas de mídia mais confiáveis, enquanto a BBC foi apontada como a mais confiável no Reino Unido.

Comercial do HomePod dirigido por Spike Jonze leva prêmio de “excelência em publicidade”

Em março passado, a Apple veiculou um novo comercial do HomePod, intitulado “Bem-vindo ao Lar” (“Welcome Home”).

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FKA Twigs em comercial da Apple

O vídeo, dirigido por Spike Jonze — do filme “Ela” — e estrelado pela cantora britânica FKA Twigs, levou para a casa o prêmio de excelência em publicidade durante a premiação da Association of Independent Commercial Producers (AICP), conforme divulgou o site Ad Age.

No comercial, FKA Twigs é uma secretária que está, perceptivelmente, cansada do trabalho e da rotina. Ao chegar em casa, ela pede à Siri que toque uma música que ela possa gostar, através do HomePod. Enquanto a faixa “‘Til It’s Over” do cantor Anderson .Paak toca, Twigs dança e devaneia pela casa expandindo paredes e objetos, numa clara alusão à vontade de se afastar da realidade por um momento.

Além de Jonze, os membros da produção incluem grandes nomes como o diretor de fotografia Hoyte Van Hoytema, que recebeu uma indicação ao Oscar por seu trabalho em “Dunkirk”, de Christopher Nolan. Também já mostramos um vídeo da produção do comercial — no estilo por trás das câmeras —, revelando como os cenários foram montados e como foi trabalho entre Jonze e Twigs.

A premiação da AICP ocorreu ontem (14/6), no Museu de Arte Moderna de Nova York.[MacMagazine]

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Senado vai convocar desenvolvedor Aleksandr Kogan envolvido no caso Cambridge Analytica, diz fonte

Aleksandr Kogan, ex- pesquisador da Universidade de Cambridge criou o aplicativo que coletou dados de usuários do Facebook; informações foram repassadas para consultoria
Por Agências – Reuters

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Aleksandr Kogan criou aplicativo usado para coletar dados do Facebook e vendeu informações para Cambridge Analytica

Depois de ouvir o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, o Senado americano quer agora convocar Aleksandr Kogan. Considerado personagem chave do escândalo da Cambridge Analytica, o pesquisador deve ser chamado para comparecer ao Comitê do Comércio já na próxima semana, segundo informou uma fonte à agência de notícias Reuters.

O comitê, o mesmo que questionou Zuckerberg em abril, quer saber sobe os impactos do uso de dados de 87 milhões de usuários do Facebook, coletados por meio de um jogo que prometia traçar o perfil dos jogadores, desenvolvido por Kogan. À época, o pesquisador trabalhava na Universidade de Cambridge.

O Facebook diz que 270 mil pessoas jogaram a brincadeira criada por Kogan. Por meio dele, além dos dados pessoais de quem jogava, o pesquisador tinha acesso às informações pessoais dos amigos dos jogadores.

A empresa alega que Kogan violou as políticas da rede social ao passar os dados para a Cambridge Analytica. As informações, segundo as investigações, foram usadas durante a campanha eleitoral de Donald Trump.

Em abril, Kogan disse aos legisladores britânicos que todos os dados que ele coletou foram excluídos. E garantiu que confirmaria se não havia nenhuma informação armazenada.

À época, o pesquisador disse que acreditava que o Facebook era um aliado em suas pesquisas. “Eu pensava que isso [o jogo] seria útil para minha carreira acadêmica e para meu relacionamento com o Facebook. Mas o impacto foi totalmente o oposto”, disse.

Também deve comparecer a audiência John Battelle, um dos fundadores da Wired Magazine e membro do conselho da empresa de marketing de bancos de dados Acxiom Corp, além de Ashkan Soltani, ex-chefe de tecnologia da Comissão Federal de Comércio durante a administração de Barack Obama.

Impactos. Quase dois meses depois de o escândalo vir à tona, por meio de reportagens publicadas em jornais, a empresa de consultoria Cambridge Analytica fechou às portas. A empresa justifica que o encerramento das atividades se deu por conta de pressões da imprensa, que teria atrapalhado os negócios da companhia.

Com sede na Inglaterra, as filias da empresa nos Estados Unidos também declararam falência. Elas alegam não ter recursos para continuar o trabalho, visto que o escândalo espantou a clientela.

Fundos ‘gringos’ ajudam startups brasileiras a decolar

Número de aportes estrangeiros no País disparou em 2017 e tem ajudado empreendedores a acelerar crescimento

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Vinícius Roveda, da startup Conta Azul, teve ‘ajuda’ do fundo americano 500 Startups

O catarinense Vinícius Roveda tentou colocar a startup Conta Azul de pé pela primeira vez há dez anos. Naquela época, ela oferecia um “rascunho” do produto atual, um software de gestão de pequenas empresas vendido por assinatura. Mas os fundadores desistiram da ideia quando perceberam que o produto não estava “pronto”. Tentaram outra vez em 2010 e deram com os burros n’água. “Percebemos que a única forma de a empresa dar certo era investir pesado”, explica Roveda, hoje presidente executivo da Conta Azul. A saída foi buscar investimento de grandes fundos estrangeiros, estratégia que tem ganhado cada vez mais força entre as startups brasileiras.

MacBook Pro sem Touch Bar lançado em 2017 pode apresentar falhas no SSD/na placa lógica

Apple-MacBook-Pro-MPXR2D-A-Notebook-13-i5-23G-8GB.jpgMacRumors informou hoje que, segundo um memorando interno distribuído para as lojas oficiais e os Centros de Serviço Autorizados Apple, a Maçã identificou um problema de hardware bem limitado que afeta os modelos mais recentes (lançados em 2017) de MacBooks Pro de 13 polegadas sem Touch Bar (com teclas de função).

O documento — distribuído no fim de semana passado — informa que, quando o SSD1 ou a placa lógica da máquina apresentam alguma falha, ambos os componentes precisam ser substituídos simultaneamente. A Apple não especifica a possível razão para que as duas peças necessariamente sejam trocadas (ou o motivo de elas falharem em conjunto), nem mesmo a porcentagem das máquinas que podem estar sofrendo com isso.

Ainda segundo o memorando, o problema não afeta outros modelos da linha MacBook Pro com Touch Bar — nem mesmo o MacBook Pro sem Touch Bar lançado em 2016; o foco está mesmo no modelo 2017 sem Touch Bar.

A substituição do SSD e da placa lógica não é necessária quando outros problemas afetam a máquina, como tela defeituosa, trackpad que não responde, etc. A troca dos componentes está autorizada desde que o MacBook Pro não tenha sido danificado por líquidos ou outros danos acidentais; o tempo de reparo, é claro, varia de acordo com o local/estoque das peças.

Caso você esteja enfrentando esse problema, pode iniciar o processo para troca das peças pela página de suporte da Apple, por telefone ou até mesmo pelo chat.

Vale notar que essas máquinas também podem sofrer com um problema relacionado a baterias que estufam — para este caso, há um programa de substituição global o qual foi lançado em abril passado. [MacMagazine]