Uber expande programa de fidelidade para mais cinco capitais

Com o programa, chamado de Uber Rewards, passageiros podem ganhar descontos, corridas gratuitas e preferência por carros em aeroportos

O Uber anunciou também uma parceria com a plataforma digital de venda de vinhos Evino

O Uber anunciou nesta segunda-feira, 11, que está expandindo seu programa de fidelidade para as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba. Chamado de Uber Rewards, a iniciativa é inspirada em programas de milhagem de companhias aéreas e permite que os passageiros ganhem descontos, corridas gratuitas e preferência por carros em aeroportos.  

Até então, o programa estava disponível apenas em Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Natal, Brasília, Goiânia, Vitória, Santos, São José dos Campos e Florianópolis. 

Cada real gasto com Uber Eats, UberX, UberX VIP e Uber Juntos se converte em um ponto do programa. No Uber Select e no Uber Black, cada real se converte em dois pontos. Assim como ocorre com as companhias aéreas, o acumulo de pontos resulta na entrada em diferentes categorias do programa. Serão quatro:  Azul (até 400 pontos), Ouro (a partir de 400 pontos), Platina (a partir de 1.500) e Diamante (a partir de 4.000 pontos). Todos que se cadastrarem no programa já começam na categoria Azul e a participação é gratuita.  

O Uber anunciou também uma parceria com a plataforma digital de venda de vinhos Evino: quem juntar pontos no Uber Rewards receberá descontos no site. A empresa afirma que está negociando outras parcerias. 

Abaixo, confira os benefícios de cada categoria. 

Azul

Parabéns, você está acumulando pontos se está cadastrado. 

Ouro

Ao atingir 500 pontos, poderá pedir escolher entre um desconto de 10% em viagens da UberX durante três dias ou um desconto de 20% na seu próximo pedido no Uber Eats. Além disso, terá acesso aos motoristas parceiros mais bem avaliados no Uber e atendimento prioritário no suporte.

Platina

Além dos benefícios acima, terá direito a consistência de preço em sua rota favorita. Ou seja, você poderá escolher o caminho entre a sua casa e o trabalho, por exemplo, e o preço será menos variável, mesmo em momentos de demanda. A empresa explica que se a demanda estiver extremamente alta, e o preço se alterar muito, você ganhará 25% de desconto na corrida. Além disso, o platina dá prioridade de carros em aeroportos e uma entrega gratuita no Uber Eats no período de seis meses. 

Diamante

Todos os benefícios acima. Além disso terá upgrade de categoria. Ou seja, poderá viajar de Uber Black ou Uber Select pagando o preço de UberX. Você ganha também três entregas gratuitas do Uber Eats. 

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Google Nest Mini chega ao Brasil por R$ 350; dispositivo é feito a partir de garrafas PET 100% recicladas

Dispositivo já estará no varejo a partir desta terça, 12
Por Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Google Nest chega ao Brasil por R$ 350

Menos de um mês após apresentar a segunda geração de sua caixa conectada, o Google anunciou nesta segunda, 11, a chegada ao País do Nest Mini (sucessor do Google Home). Ele estará à venda por R$ 350 a partir desta terça, 12, no varejo físico e online, incluindo nomes como Lojas Americanas, Casas Bahia e Fast Shop. O valor é o mesmo do principal concorrente do Nest no Brasil, o Amazon Dot, lançado por aqui no último mês de outubro. 

A novidade deve esquentar não apenas o mercado de caixas conectadas, mas também o de casas conectadas. A empresa falou de parcerias com diferentes fabricantes de eletrônicos para para produtos de casas conectadas, como Sony, Positivo, LG, JBL, TCL e Bose.

Além disso, o Google vê o Nest como mais uma peça na engrenagem para tornar o Google Assistant, o assistente digital da empresa, ainda mais presente na vida dos usuários. “O Nest complementa o ecossistema de Assistant no Brasil”, disse na Maia Mau, diretora de de marketing de hardware da empresa, na apresentação do produto. O dispositivo tem também parcerias digitais, como Spotify, Netflix e iFood. 

A principal novidade do Nest é que ele terá botões para ajuste de volume e pausa – essas opções de controle foram eliminadas da versão anterior porque o recurso acidentalmente gravava áudios. Ele terá alto-falantes 40% mais graves e a melhoria de 80% na velocidade do Google Assistente. O aparelho terá um suporte para ser fixado na parede. 

O dispositivo é feito a partir de garrafas PET 100% recicladas e terá duas cores no País: giz (cinza) e carvão (preto).

Google Nest Mini no Brasil 

Privacidade

Ao lançar o Nest, o Google prometeu utilizar um chip que faz todo o processamento do áudio no próprio aparelho, em vez de encaminhar essas informações para a nuvem – uma medida vista por especialistas como fator de aumento de privacidade. O chip, porém, não estará ativo na sua chegada ao Brasil. Segundo Larissa Rinaldi, especialista em linguística do português no Google, ainda é necessária uma adaptação, que não foi feita ainda, pois a companhia considerou que isso atrasaria a chegada do produto ao País. 

Em julho, o Google encontrou polêmica ao ser revelado que funcionários da companhia escutavam os áudios de usuários do Assistant. Na indústria, o papel de humanos para treinar máquinas a conversar é amplamente conhecido – são eles que transcrevem áudio e indicam ao sistema se estão entendendo corretamente as informações. Na época, o Google reforçou isso em sua resposta: “Essa é uma parte fundamental do processo de construir tecnologia de voz”, escreveu no blog do Google David Monsees, gerente de produto do Google Search. 

Rinaldi confirmou que humanos ouvem pequenos fragmentos de áudio para saber se a máquina está entendendo corretamente as palavras. Isso, porém, não significa que o autor possa ser identificado – na verdade, nem frases inteiras podem ser identificadas, já que as frases são fragmentadas. A partir disso, o áudio é convertido em texto e informações como nomes e localizações são anonimizados.

Segundo ela, é a partir deste momento que funcionários podem ter acesso a frases maiores para que possam garantir que o sistema está atendendo corretamente os comandos. A executiva comanda uma equipe de cinco pessoas no Brasil, que trabalham na versão do Assistant voltado para o nosso português. Outras cinco pessoas em Portugal trabalham na versão local do sistema. Todas as informações enviadas ao sistema ficam armazenadas com criptografia por um período entre sete e 60 dias, diz a executiva.  

FreeBuds Lite: Huawei lança seus primeiros fones de ouvido sem fio no Brasil

O aparelho, que tem design semelhante aos AirPods da Apple, é sincronizado com o celular por meio de conexão bluetooth
Por Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Segundo a Huawei, o FreeBuds Lite é capaz de reproduzir três horas de música apenas com uma carga

Os fones de ouvido FreeBuds Lite chegam nesta sexta-feira, 8, aos quiosques da fabricante chinesa Huawei por R$ 800. São os primeiros fones de ouvido sem fio que a empresa lança no Brasil. O aparelho, que tem design semelhante aos AirPods da Apple, pode ser controlado por toque e é sincronizado com o celular por meio de conexão bluetooth. 

Segundo a empresa, o FreeBuds Lite é capaz de reproduzir três horas de música apenas com uma carga. Os fones de ouvido sem fio da Huawei também têm um sistema de microfones duplos em cada fone de ouvido, que ajudam a cancelar ruídos durante ligações de telefone. 

Para que o usuário use o fone durante atividades físicas ou dias chuvosos, o FreeBuds Lite oferece proteção contra água e suor. Além disso, ele tem um sistema que pausa automaticamente a música quando percebe que os fones foram retirados do ouvido. 

Até então, a Huawei vendia apenas dois fones de ouvido no Brasil: o FreeLace, que funciona com conexão bluetooth mas tem um fio unindo os dois fones, e o Active Noise Cancelling, que se conecta com o celular por fio. Os dois aparelhos custam, respectivamente, R$ 600 e R$ 400. 

No Brasil, a Huawei tem quiosques nas cidades de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Brasília.

‘A magia acontece nos encontros’, diz fundador do Badoo

Em entrevista exclusiva ao Link, o russo Andrey Andreev explica porque decidiu vender sua participação na empresa de apps de namoro MagicLab: voltar a construir ‘novas e grandes ideias’
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Andrey Andreev, ex-presidente executivo da Magic Lab: ‘livre’ para voltar a criar

O russo Andrey Andreev é um pioneiro da internet: desde o final dos anos 1990, ele construiu negócios digitais de publicidade e que rastreavam os hábitos dos usuários, antes de gigantes americanas como o Google fazerem isso. Também é o fundador do Badoo, um dos primeiros serviços de namoro online. É uma história iniciada em 2006 e que ganhou uma nova página nesta sexta-feira, 8, quando ele decidiu vender sua participação na MagicLab, holding que controla o Badoo e também o Bumble à gestora de investimentos Blackstone, em um negócio que avaliou o conglomerado em US$ 3 bilhões.

“O setor de apps de namoro se tornou um dos mais bem-sucedidos da indústria e a Blackstone entendeu o potencial do nosso negócio”, explica Andreev, em entrevista exclusiva ao Estado. “Agora, tenho a oportunidade de voltar para algo que pessoalmente amo: construir novas e grandes ideias.” 

Na entrevista a seguir, ele fala mais sobre o negócio em si, explica o que fazem os apps do grupo – além do Bumble, que tem um perfil “feminista”, o MagicLab tem os serviços Chappy e Lumen – e poetiza sobre o mercado de relacionamentos. “A magia acontece nos encontros”, diz. 

O que gerou o interesse da Blackstone no negócio? 

O setor de apps de namoro se tornou um dos mais bem-sucedidos da indústria. Estávamos procurando um parceiro para crescer nossos negócios de forma sem precedentes. A Blackstone é uma empresa global com meio trilhão de ativos em quase todas as indústrias. Senti que eram o parceiro certo por entender o potencial do nosso negócio. Ao mesmo tempo, percebi que era uma ótima oportunidade para ceder o controle dos negócios que criei enquanto eles estão em seu melhor momento. Com a negociação, tenho a oportunidade de voltar para algo que pessoalmente amo: construir novas e grandes ideias. 

O que faz a MagicLab um negócio de US$ 3 bilhões? 

Nós temos mais de 500 milhões de usuários e somos pioneiros no namoro online. Nosso modelo gratuito, mas com microtransações, superou os sites de “encontros”, com funcionalidades como a possibilidade de ter álbuns de fotos e conversar com as pessoas em uma ferramenta de mensagens. Era bem melhor que os sistemas de e-mail da época. Também fomos os primeiros a estar nos smartphones de forma massiva – estamos no iOS e no Android desde 2009. Com tecnologia, fizemos a função de encontrar “pessoas próximas” do usuário, o que revolucionou o mercado. Além disso, eu inventei várias grandes funções da indústria, como a possibilidade de “votar” em outros usuários ou permitir que usuários paguem para aparecer mais na plataforma. 

Como o sr. define a diferença entre os negócios da empresa? 

O Bumble é um aplicativo que busca acabar com a misoginia, empoderando as mulheres e dando a elas o espaço para dar o primeiro passo. O Badoo é um lugar onde as pessoas para namoros honestos. Já o Chappy e o Lumen são dois aplicativos com “missões” dentro da MagicLab: o Chappy quer acabar com os esterótipos gays e ser um espaço seguro para este público, enquanto o Lumen foi criado para ajudar maiores de 50 a conhecer novas pessoas. 

O mercado de apps de namoro é complicado: se ele atinge seu objetivo, que é conectar pessoas, ele perde público. Como o sr. lida com isso? 

Acreditamos que a magia acontece nos encontros. Quanto mais conseguirmos criar relacionamentos para a comunidade, mais seremos recomendados pelos usuários para seus amigos. As pessoas estão no centro do que fazemos. 

Dona dos apps de namoro Bumble e Badoo é comprada pela Blackstone

Fundado em 2006 pelo empresário russo Andrey Andreev, o Badoo foi um dos primeiros sites de relacionamentos da internet e ajudou a mudar a forma como as pessoas se conhecem na internet

Whitney Wolfe, fundadora do Bumble

A gestora de investimentos Blackstone anunciou nesta sexta-feira, 8, que vai adquirir uma participação majoritária na MagicLab, uma holding que controla alguns dos principais aplicativos de namoro do mundo – o pioneiro Badoo e o Bumble. A empresa não revelou qual será sua participação exata no conglomerado, mas a transação avaliou a companhia em US$ 3 bilhões. 

Fundado em 2006 pelo empresário russo Andrey Andreev, o Badoo foi um dos primeiros sites de relacionamentos da internet e ajudou a mudar a forma como as pessoas se conhecem na internet. Hoje, o Badoo está presente em 190 países e é usado por 450 milhões de pessoas. 

Ao longo dos anos, Andreev acumulou investimentos em outros serviços do gênero – no início deste ano, decidiu consolidá-los em uma única marca. Foi a forma encontrada pelo executivo para rivalizar com outro conglomerado dos apps de namoro, o Match, que concentra serviços como Tinder, OkCupid e Hinge, além da plataforma que lhe dá nome. Em comunicado, a MagicLab afirmou que já ajudou a “transformar a vida de 500 milhões de pessoas com encontros, contatos sociais e de negócios”. 

Já o Bumble foi criado em 2014 por Whitney Wolfe Herd, uma ex-funcionária do Tinder que decidiu criar seu próprio serviço com uma atenção específica às mulheres – no app, apenas as mulheres podem iniciar uma conversa depois que há uma combinação entre perfis de usuários (o chamado “match”). Hoje, o aplicativo tem 75 milhões de usuários em todo o mundo. Como parte do acordo com a Blackstone, Whitney assumirá o posto de presidente executiva do MagicLab, substituindo Andreev, que venderá suas ações em totalidade à gestora de recursos. 

Em nota, o russo afirmou que o investimento representa “uma grande oportunidade para desenvolver mais as marcas e a plataforma, levando o MagicLab a novos níveis de crescimento e expansão”. Já Whitney reforçou a missão da empresa de realizar encontros que respeitem a diversidade dos usuários. “Seguiremos trabalhando com o objetivo de recalibrar as normas de gênero e permitir que as pessoas se conectem em nível global”, afirmou a executiva, por meio de nota. 

Diretor da área de crescimento da Blackstone, Jon Korngold expressou no mesmo comunicado seu entusiasmo em “investir no MagicLab, por uma equipe talentosa e um conjunto sólido de plataformas como o Bumble, que tem o compromisso da inclusão e do empoderamento feminino”, afirmou. 

Após o anúncio da negociação, a notícia mexeu com o mercado – as ações do Match Group operavam com queda de 2,5% na bolsa de valores Nasdaq nesta sexta-feira, 8. 

Disney gasta menos que o esperado em serviço de streaming

O Disney+ será lançado inicialmente nos Estados Unidos na próxima terça-feira, 12; empresa vai rivalizar com a Netflix
Por Agências – Reuters

O serviço de streaming da Disney chegará ao Brasil em 2020

Dias antes de lançar seu serviço de streaming Disney+ nos Estados Unidos, a Disney divulgou nesta quinta-feira, 7, seu balanço do último trimestre. O relatório mostra que a empresa gastou menos do que o esperado no seu serviço de streaming, que vai chegar ao mercado competindo com a Netflix.  Além disso, os populares parques temáticos da Walt Disney e um remake do filme O Rei Leão impulsionaram os lucros para além das metas de Wall Street. 

“Estamos fazendo uma grande declaração sobre o futuro da mídia e do entretenimento e nossa capacidade contínua de prosperar nesta nova era”, disse o presidente executivo da Disney, Bob Iger, a analistas em uma teleconferência. 

O Disney+ será lançado inicialmente nos Estados Unidos, Canadá e Holanda no dia 12 de novembro. Em 19 de novembro, estreará na Austrália e na Nova Zelândia, seguido por vários países da Europa Ocidental em 31 de março, disse Iger.

Buscando um amplo público de todas as idades, o Disney+ oferecerá uma biblioteca de programas de TV e filmes da Disney, da Pixar, da Marvel, da franquia Star Wars e do National Geographic, além da programação original, como a nova série de High School Musical e um remake de A Dama e o Vagabundo. O serviço custará US$ 7 por mês, menos que os US$ 13 do plano mais popular da Netflix. O Disney+ deve chegar ao Brasil em 2020, mas ainda não há data e preço definidos.

Excluindo itens, a Disney lucrou US$ 1,07  por ação no trimestre encerrado em setembro, acima da média estimada por analistas de US$ 0,95, segundo dados da Refinitiv. A receita total aumentou 34%, para US$ 19,10 bilhões, superando a estimativa média dos analistas de US$ 19,05 bilhões. A unidade direta ao consumidor e a internacional da Disney, que também inclui ESPN + e Hulu, registrou um prejuízo operacional de US$ 740 milhões, acima dos US$ 340 milhões do ano anterior, mas menos que os US$ 900 milhões previstos pela Disney.

Apple demite funcionário de loja que roubou foto pessoal de cliente

Apple Valley Plaza

Que tal preencher a tarde desta sexta-feira com uma história assustadora? Pois vamos para a cidade de Bakersfield, na Califórnia (EUA), onde uma cliente da Apple passou por uma situação extremamente inapropriada após levar seu iPhone para um simples reparo na tela.

A história ocorreu na última segunda-feira (4/11). Gloria Fuentes levou seu iPhone à Apple Valley Plaza para uma substituição do vidro frontal, que estava quebrado. Em um relato no Facebook, a jovem afirmou que foi atendida por um empregado chamado “Nic” (embora ela não tenha certeza do nome) e que ele passou alguns minutos manuseando o telefone; nesse meio-tempo, ele pediu a senha de acesso duas vezes — e foi atendido em ambas, já que a jovem acreditou que estaria segura sendo atendida pela própria Apple.

No fim das contas, o reparo não ocorreu, já que ela teria de levar o iPhone à operadora para um conserto por meio de um seguro realizado por ela. Aí veio a parte assustadora: ao chegar em casa e abrir o seu aplicativo de mensagens, Gloria percebeu que uma SMS1 tinha sido enviada para um número desconhecido com uma foto “extremamente pessoal” dela. Pior: a foto tinha sido tirada quase um ano antes, o que dá a entender que o funcionário passou bons minutos analisando a galeria de imagens da jovem.

Gloria voltou à loja e confrontou o funcionário, o qual confirmou que o número de telefone para o qual a mensagem tinha sido enviada era dele, mas afirmou não ter ideia de como aquela imagem tinha sido enviada. O gerente, por sua vez, afirmou que investigaria o caso.

Ao jornalístico Eyewitness Newsa Apple afirmou que “iniciou imediatamente uma investigação interna e determinou que o empregado em questão agiu muito longe das diretrizes de privacidade estritas que guiam todos os funcionários da empresa”. A Maçã confirmou ainda que o suspeito foi demitido.

Gloria, por sua vez, prestou queixa no Departamento de Polícia de Bakersfield, e uma investigação está em curso para determinar se o funcionário sofrerá ações criminais.

A situação é horrível e obviamente a culpa não é da vítima — atribuir uma fração da responsabilidade à jovem, por menor que seja, seria de extrema insensibilidade. Ainda assim, é bom deixar o lembrete: sempre apague seus dados pessoais sensíveis antes de entregar um dispositivo eletrônico para reparos. Nunca se sabe quem estará manipulando seus aparelhos do outro lado, afinal — mesmo que seja na própria Apple.

VIA CULT OF MAC