Entenda como morte da jovem Mahsa Amini por causa de véu desencadeou protestos no Irã

Muitos iranianos veem caso da morte de Mahsa Amini em poder da polícia de costumes como mais uma evidência da repressão na república islâmica.Vídeos publicados em redes sociais mostram mulheres jogando seus hijabs em uma fogueira, cortando o cabelo, entre outras demonstrações que desafiam o regime.
Por Associated Press

Mahsa Amini em imagem sem data — Foto: Reprodução/Via Reuters

Protestos eclodiram em todo o Irã nos últimos dias depois que uma mulher de 22 anos morreu enquanto estava detida pela polícia dos costumes por violar o código de vestimenta islâmico estritamente aplicado do país.

A morte de Mahsa Amini, presa porque seu véu (ou hijab) estaria solto, desencadeou demonstrações de desafio às autoridades por parte da população nas ruas.

Muitos iranianos, particularmente os jovens, veem a morte de Amini como uma evidência da repressão do governo da república islâmica e do tratamento cada vez mais violento da polícia dos costumes às mulheres jovens.

O que está acontecendo no Irã?

Protestos tomam conta de ruas de Teerã, capital do Irã — Foto: Associated Press
Protestos tomam conta de ruas de Teerã, capital do Irã — Foto: Associated Press

Nos protestos de rua, algumas mulheres tem arrancado seus hijabs, girando-os no ar. Vídeos publicados em redes sociais mostram mulheres jogando seus hijabs em uma fogueira, cortando o cabelo e várias outras demonstrações de protesto.

Os Basij, voluntários da Guarda Revolucionária paramilitar do Irã, reprimiram violentamente protestos no passado, incluindo os direitos à água e a economia do país.

No entanto, alguns manifestantes ainda gritam “morte ao ditador”, visando tanto o líder supremo aiatolá Ali Khamenei quanto a teocracia do Irã, apesar da ameaça de prisão e até mesmo a possibilidade de sentença de morte.

Como foi a morte de Mahsa Amini?

A polícia dos costumes do Irã prendeu a jovem curda chamada Mahsa Amini em 13 de setembro, em Teerã. Ela desmaiou em uma delegacia e morreu três dias depois.

Os oficiais a detiveram por usar seu hijab muito frouxo. O Irã exige que as mulheres usem o véu de uma forma que cubra completamente os cabelos quando estiverem em público. Apenas o Afeganistão, agora sob o domínio do Talibã, aplica ativamente uma lei semelhante. Até mesmo a ultraconservadora Arábia Saudita diminuiu a pressão sobre como as mulheres se vestem nos últimos anos.

A polícia nega que Amini tenha sido maltratada e diz que ela morreu de ataque cardíaco. O presidente Ebrahim Raisi prometeu uma investigação.

A família de Amini diz que ela não tinha histórico de problemas cardíacos e que foram impedidos de ver seu corpo antes de ela ser enterrada. As manifestações eclodiram após seu funeral na cidade curda de Saqez, no sábado, e rapidamente se espalharam para outras partes do país, incluindo Teerã.

O que é o ‘hijab’ e por que ele é importante?

O “hijab” tem origem na palavra árabe “hajaba”, que significa esconder, se ocultar dos olhares, estabelecer distância. Este véu esconde os cabelos, as orelhas e o pescoço, e só deixa visível o rosto.

Seu uso é disseminado no mundo muçulmano, onde substitui roupas tradicionais que remontam à época romana como o “haik”, do norte da África, uma grande peça de lã ou algodão de 5 m por 1,6 m, que disfarça as formas do corpo e esconde o rosto.

Conheça os diferentes tipos de véus islâmicos. — Foto: Arte G1
Conheça os diferentes tipos de véus islâmicos. — Foto: Arte G1

O véu também se chama “litham” (esconde nariz) ou “khimar”, termo genérico que designa tudo o que cobre a cabeça e que em geral chega até a cintura, como o xale, a echarpe e a mantilha.

A ideia é manter a mulher longe de qualquer objetificação sexual, por isso seu corpo fica coberto.

Como as mulheres são tratadas no Irã?

Iranianas torcem em estádio em Teerã durante partida eliminatória para a Copa do Mundo de 2022, entre Irã e Camboja, na quinta-feira (10). Esta foi a primeira vez que torcedoras tiveram permissão para assistir jogo em estádio em quase 40 anos — Foto: Atta Kenare/AFP
Iranianas torcem em estádio em Teerã durante partida eliminatória para a Copa do Mundo de 2022, entre Irã e Camboja, na quinta-feira (10). Esta foi a primeira vez que torcedoras tiveram permissão para assistir jogo em estádio em quase 40 anos — Foto: Atta Kenare/AFP

As mulheres iranianas têm pleno acesso à educação, trabalham fora de casa e ocupam cargos públicos. Mas elas são obrigadas a se vestir modestamente em público, o que inclui usar o hijab, bem como túnicas longas e folgadas. Homens e mulheres solteiros são impedidos de se misturar socialmente.

As regras, definidas após a Revolução Islâmica de 1979, são aplicadas pela polícia dos costumes. A força, oficialmente conhecida como Patrulha de Orientação, fica geralmente patrulhando áreas públicas. É formada por homens e também por mulheres.

A aplicação foi relaxada sob o ex-presidente Hassan Rouhani, um líder relativamente moderado que a certa altura acusou a polícia dos costumes de ser excessivamente agressiva. Em 2017, o chefe da força disse que não prenderia mais mulheres por violar o código de vestimenta.

Imagem de Ebrahim Raisi, presidente do Irã, em junho de 2021 — Foto: Atta Kenare/AFP
Imagem de Ebrahim Raisi, presidente do Irã, em junho de 2021 — Foto: Atta Kenare/AFP

Mas sob Raisi, um líder mais linha-dura eleito no ano passado, os agentes da polícia dos costumes parecem ter sido mandados de novo às ruas. O escritório de direitos humanos da ONU diz que mulheres jovens foram esbofeteadas no rosto, espancadas com cassetetes e empurradas para dentro de veículos da polícia nos últimos meses.

Como o Irã respondeu aos protestos?

Protestante devolve bomba de gás lacrimogênio durante protesto em Teerã — Foto: Associated Press
Protestante devolve bomba de gás lacrimogênio durante protesto em Teerã — Foto: Associated Press

Os líderes iranianos prometeram investigar as circunstâncias da morte de Amini enquanto acusam países estrangeiros não identificados e grupos de oposição exilados de aproveitá-la como pretexto para fomentar divergências. Esse tem sido um padrão comum durante os protestos nos últimos anos.

Os clérigos governantes do Irã veem os Estados Unidos como uma ameaça à república islâmica e acreditam que a adoção dos costumes ocidentais prejudica a sociedade.

As tensões têm sido especialmente altas desde que o então presidente Donald Trump se retirou do acordo nuclear de 2015 com o Irã e impôs duras sanções. O governo Biden vem trabalhando com aliados europeus nos últimos dois anos para reviver o acordo.

As negociações parecem estar em um impasse, já que especialistas em não proliferação alertam que o Irã tem urânio altamente enriquecido suficiente para uma bomba nuclear, se optar por construir uma. Os iranianos insistem que seu programa é pacífico.

UNIQLO lança “Essentials for Life” em antecipação à abertura da sua nova loja em Madrid

by Fucking Young!

Clara Díez – Empresária gastronômica

A UNIQLO lança a campanha “Essentials for Life” antecipando a abertura da nova loja UNIQLO Gran Vía Madrid na próxima quinta-feira, 6 de outubro, às 10h. Cinco embaixadores da marca em Madrid foram selecionados para expressar a ligação entre a simplicidade e o design refinado da LifeWear com a atmosfera criativa e cultural da capital.

“Essentials for Life” simboliza a filosofia LifeWear da UNIQLO; simplicidade, máxima qualidade e roupas acessíveis que atendem às necessidades do dia a dia. Como mostram os embaixadores da marca, os essenciais UNIQLO, como Ultra-Light Down (ULD), cashmere, polar e jeans, são o “match” perfeito para explorar as ruas da capital espanhola, proporcionando conforto e funcionalidade a tudo. duração do dia. Koh Kobayashi, COO da UNIQLO Espanha, declarou: “ Estamos orgulhosos de abrir a Gran Vía, nossa segunda loja em Madri e a maior da Espanha até o momento. Estou ansioso para receber muitos moradores e visitantes em nossa nova loja em 6 de outubro ”, acrescentou.

A nova campanha abrange visualmente alguns dos locais mais emblemáticos da cidade, bem como os espaços criativos dos embaixadores. Cultura, gastronomia, criatividade, cinema e arte são representados na perspectiva descontraída da LifeWear pela escritora e poetisa Elvira Sastre, a empresária gastronômica Clara Díez, a diretora criativa Gavina Ligas, o ator Álvaro Cervantes e o artista Misterpiro. As imagens são uma celebração de diferentes estilos de vida e como LifeWear se encaixa, complementa e aprimora cada um.

Dê uma olhada abaixo:

Álvaro Cervantes – Ator de teatro, tela e televisão. Álvaro foi indicado duas vezes aos Prêmios Goya, !El juego del ahorcado” (2007) e “Adú” (2020), e acaba de lançar “42 segundos”, filme no qual co-estrela com Jaime Lorente. Assim como a LifeWear, Álvaro prioriza a simplicidade e a funcionalidade no seu dia-a-dia; na campanha foi fotografado com a parka de penas sem costuras, o jeans e a camisola de lã 100% premium no Auditório do Parque Enrique Tierno Galván, um enclave e um look alinhados com o espírito vibrante e cosmopolita de Madrid.

Gavina Ligas – Diretora criativa e fundadora do Atelier Aletheia. Por mais de duas décadas, Ella Gavina trabalhou e projetou para Sybilla, o que a levou a viajar pelo mundo e principalmente para o Japão. Gavina e UNIQLO compartilham o conceito de circularidade. Na Aleteia, os tecidos restantes são reciclados em acabamentos únicos e outros itens exclusivos, enquanto a UNIQLO promove uma iniciativa chamada “RE.UNIQLO” para reciclar seus próprios produtos doados pelos clientes. Firme defensora de um modelo de negócios mais consciente, Gavina foi fotografada em seu ateliê vestindo jaqueta e calça de veludo cotelê, um look versátil e adequado para a meia-estação.

Clara Díez – Empresária gastronômica. Clara é queijeira artesanal e fundadora da Formaje, plataforma de projeção da cultura de excelência queijeira com loja em Madrid. A partir de sua loja e de seu perfil no Instagram, ela transformou esse produto aparentemente humilde em objeto de culto gastronômico e até tendência estética. A aposta na qualidade e nos produtos locais é uma das características que Clara partilha com a LifeWear; O empresário aposta em projetos e produtos artesanais e locais, um ofício comprometido com o meio ambiente que entende a matéria-prima como principal ponto de geração de valor. Na campanha, Clara foi fotografada no espaço Formaje e veste uma camisola 3D 100% caxemira, uma peça suave e quente que a acompanha sempre que entra no seu espaço.

Misterpiro – Andrés Sánchez-Ocaña, mais conhecido como Misterpiro, é um dos mais talentosos jovens artistas plásticos. Ele tem seu estúdio em Madri, embora seu trabalho o tenha levado a muitas cidades da Espanha e do mundo, como Nova York e Londres. Começou sua carreira como grafiteiro, mas vem definindo e expandindo seu trabalho para além do urbano. Misterpiro é retratado com um visual urbano cercado por telas nas quais expressa toda a sua criatividade.

Elvira Sastre – Escritora, tradutora e filóloga. Aos quinze anos abriu o blog “Relocos y Recuerdos”, dando a conhecer os seus versos através das redes sociais. É autora de cinco livros de poesia e publicou outros dois que combinam ilustração e poesia. Na campanha, Elvira veste o novo modelo Ultra Light Down com acabamento brilhante, mostrando onde a autora encontra a calma necessária para continuar criando. Os básicos da UNIQLO, como o suéter 3D 100% cashmere, também a acompanham em momentos de reflexão e inspiração, proporcionando aconchego e conforto.

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Príncipe Harry conforta funcionária em aeroporto pela morte da rainha Elizabeth

Duque de Sussex agradeceu as condolências da mulher e envolveu seu braço nela, em carinho por agradecimento

Príncipe Harry agradece funcionária de aeroporto após receber condolências (Foto: Getty Images)

Príncipe Harry foi o primeiro a deixar Balmoral, na Escócia, na manhã desta sexta-feira (9), após o anúncio da morte da Rainha Elizabeth II. O Duque de Sussex foi clicado entrando no avião e ainda confortando uma funcionária, abraçando-a sutilmente depois de palavras de condolências.

Após o voo, ele desembarcou em Londres, na Inglaterra, no aeroporto de Heathrow, para encontrar a mulher, Meghan Markle. O príncipe Harry ficou por aproximadamente 12 horas com seus familiares em Balmoral, em luto pela morte da monarca.

Príncipe Harry desembarcou em Londres na manhã desta sexta-feira (Foto: Getty Images)
Príncipe Harry desembarcou em Londres na manhã desta sexta-feira (Foto: Getty Images)


Com o acontecido, Harry e Meghan deverão ficar na Grã-Bretanha por pelo menos dez dias até o funeral. Ele foi o último a chegar em Balmoral nesta quinta-feira (8), no castelo de Aberdeenshire.

O Rei Charles e a Rainha Consorte, Camila, também partiram para Londres na manhã desta sexta-feira. Ele se prepara para encontrar Liz Truss antes de se dirigir à nação como novo Rei.

Rainha Elizabeth II morreu aos 96 anos de idade, na Escócia, e a Casa Real britânica disse que: “A rainha morreu pacificamente em Balmoral esta tarde. O rei e a rainha consorte permanecerão em Balmoral esta noite e retornarão a Londres amanhã”.

Rainha Elizabeth 2ª morre aos 96 após reinado mais duradouro da Inglaterra

Discreta, soberana deixa como maior legado preservação da confiança na monarquia; Charles deve assumir o trono
João Batista Natali

A rainha morreu pacificamente em Balmoral esta tarde. The Royal Family @RoyalFamily

SÃO PAULO – A rainha Elizabeth 2ª, que por sete décadas ocupou o trono britânico e se tornou um símbolo da monarquia em todo o mundo, morreu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos. Seu filho mais velho, o príncipe Charles, deve sucedê-la no trono.

A morte foi confirmada pelo Palácio de Buckingham depois da informação de que ela estava sob cuidados médicos e que a família mais próxima havia sido chamada a Balmoral, na Escócia, onde a rainha passava o verão. Dias antes, em uma de suas últimas aparições, Elizabeth deu posse à nova primeira-ministra britânica, Liz Truss. Segundo comunicado oficial, ela morreu em paz; a nota chama Charles de rei e sua mulher, Camila, de rainha consorte.

Preocupações com sua saúde vinham se avolumando havia meses, principalmente desde que ela passou uma noite no hospital, em outubro de 2021, por motivos não totalmente esclarecidos pela monarquia. Desde então, a rainha chegou a cancelar a participação em diversos eventos públicos —inclusive alusivos à celebração de seu Jubileu de Platina— e mesmo virtuais em decorrência de “problemas de mobilidade”.

Em fevereiro de 2022, ela chegou a receber o diagnóstico de Covid-19, mas se recuperou.

De maneira discreta, Elizabeth deixa como trunfo a preservação da confiança na coroa, ainda que a mídia tenha destrinchado —de forma quase impiedosa— as crises internas da família real em seu longo reinado.
Em 1992, em discurso comemorativo aos 40 anos de sua coroação, afirmou que aquele ano fora um “annus horribilis” (horrível, em latim), referindo-se aos divórcios quase simultâneos do príncipe Andrew, seu segundo filho, com Sarah Ferguson, e da princesa Anne, sua única filha mulher, com Mark Phillips.

A rainha já tivera tempo para se acostumar aos escândalos. Sua irmã, a princesa Margaret (1930-2002), fora amante de um plebeu divorciado e pai de dois filhos, Peter Townsend, casando-se depois com o fotógrafo Antony Armstrong-Jones, de quem se divorciou. Depois, passou a colecionar namorados.

O pior viria em 1996, com o divórcio de Charles e Diana Spencer, que no ano seguinte morreria em um acidente de carro, em Paris, junto com o companheiro Dodi Fayed. A comoção gerada pela morte de Lady Di, que recém-completou 25 anos, contrastou com os cinco dias de silêncio da rainha, o que fez despencar sua popularidade.

Mais recentemente, viu seu filho tido como favorito, o príncipe Andrew, envolvido em um escândalo sexual ao vir à tona denúncias de que manteve relações sexuais com uma adolescente de 17 anos, em 2001, vítima do esquema de tráfico sexual do bilionário Jeffrey Epstein.

Elizabeth não nasceu para ocupar o trono. Sua vida mudou quando tinha dez anos. Seu tio, Eduardo 8º, renunciou para se casar com a socialite americana Wallis Simpson. O irmão dele, George 6º, tornou-se rei, e a princesa, caso não nascesse um irmão de sexo masculino, seria a sucessora da dinastia de Windsor.

Foi o que aconteceu na abadia de Westminster, em 2 de junho de 1953. Pela primeira vez, no Reino Unido, uma coroação era transmitida pela TV. Elizabeth assumia também como chefe de Estado de um grupo de países historicamente vinculado ao antigo Império Britânico, como Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

Com funções políticas apenas simbólicas —nomear como primeiro-ministro o líder do partido majoritário—, Elizabeth 2ª assistiu passivamente à desintegração do império e à transformação em república de antigos territórios coloniais. Foi um longo e contínuo sopro de história que não a afetou.

Apoiou em 1983 a Guerra das Malvinas —reconquista do arquipélago ocupado pela à época ditadura argentina. Orgulhava-se de ter seu filho Andrew entre os militares enviados ao Atlântico Sul.

Também, e sempre discretamente, preocupou-se com o desapego à monarquia do primeiro-ministro canadense Pierre Trudeau (1919-2000) e teria ficado furiosa quando os Estados Unidos invadiram Granada, em 1983. É um arquipélago do Caribe do qual Elizabeth 2ª era a chefe de Estado.

As poucas exceções a essa regra de comportamento político vieram com discrição, como o elogio que fez à União Europeia, ao visitar Berlim em junho de 2015, no mesmo momento em que o então primeiro-ministro David Cameron se dispunha a convocar um plebiscito pela saída do Reino Unido do bloco.

Realizado no ano seguinte, a votação acabou levando ao brexit.

Foi casada com Phillip, nobre greco-alemão de pouca fortuna, com quem teve três filhos e uma filha: além de Charles, o primogênito, a princesa Anne e os príncipes Andrew e Edward. Elizabeth disse ter se apaixonado pelo futuro duque de Edimburgo na primeira tarde que passaram juntos. Ela tinha 13 anos, e ele, 18. O pedido de casamento foi feito em 1946, e ela aceitou na hora, sem consultar os pais. O rei permitiu, desde que eles só anunciassem a união depois que ela completasse 21 anos.

Phillip morreu em abril de 2021, dois meses antes de seu centésimo aniversário e pouco depois de passar por procedimentos cardíacos, para os quais ficara quatro semanas hospitalizado.

Posteriormente, a decisão se revelou uma crise maior: em entrevista a Oprah Winfrey, em março de 2021, o casal afirmou que havia preocupações sobre quão escura seria a cor da pele do primeiro filho deles, Archie, o que levou a acusações de racismo contra a família real —Meghan é negra.

Ainda que Harry não tenha revelado publicamente o autor das declarações, Oprah descartou o envolvimento de Elizabeth 2ª e do príncipe Phillip, já que teria insistido nos bastidores para saber quem fez tal comentário. A rainha, diante da repercussão explosiva da entrevista, disse que as acusações seriam “levadas muito a sério”. “As questões levantadas, particularmente as de raça, são preocupantes.”

A morte de Phillip foi seguida de uma série de questões relacionadas à saúde de Elizabeth, que recebeu a recomendação de deixar de ingerir álcool diariamente. De acordo com a revista Vanity Fair, a rainha gostava de beber, quase todas as noites, um dry martini.

Antes, ela foi vista usando uma bengala pela primeira vez sem motivo médico específico em um grande evento público —em 2003 e 2004, após uma operação no joelho, ela já tinha aparecido com o item.

O ápice desse período foi a noite que passou em um hospital para, segundo o Palácio de Buckingham, realizar exames preliminares. A internação relâmpago só foi anunciada quando ela já havia retornado ao castelo de Windsor, mas foi o bastante para que ela cancelasse uma viagem oficial à Irlanda do Norte.

Todos esses problemas, no entanto, não a faziam se sentir velha. Aos 95 anos de idade, recusou o prêmio de “Oldie of the Year” (velho do ano), concedido por uma publicação britânica a membros das gerações mais velhas que contribuíram com a sociedade, porque “uma pessoa é tão velha quanto se sente”.

O título não fará nenhuma falta à soberana do mais longo reinado da história do Reino Unido.

A partir deste domingo (04/09) Programação DW! 2022: Feira na Rosenbaum | Refúgio Design | ESTAR MÓVEIS

FEIRA NA ROSENBAUM NO BIXIGA
HOTSPOT DW! 2022

FEIRA NA ROSENBAUM NO BIXIGA

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EXPOSIÇÃO

“MÃOS DO BRASIL, A FORÇA DA CRIAÇÃO”

CURADORIA CRIS ROSENBAUM E TAÍSSA BUESCU

04 A 11 DE SETEMBRO | 11H ÀS 20H

SMARTSTORAGE | RUA JOÃO PASSALAQUA 66 | BIXIGA | SP

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FEIRA NA ROSENBAUM NO DW! 2022 | EVENTO GRATUITO

EXPOSIÇÃO “MÃOS DO BRASIL, A FORÇA DA CRIAÇÃO”

SMARTSTORAGE | RUA JOÃO PASSALAQUA 66 |  BIXIGA | SP

04 A 11 DE SETEMBRO | DAS 11H ÀS 20H

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REFÚGIO DESIGN OCUPA O EMBLEMÁTICO EDIFÍCIO 7 DE ABRIL

PROJETADO PELO ICÔNICO ESCRITÓRIO TÉCNICO RAMOS DE AZEVEDO & SEVERO VILLARES

E APRESENTA A EXPOSIÇÃO GABINETE SETE

PARCERIA COM O PROJETO KURADORIA 177

* INAUGURAÇÃO PARA MÍDIA E CONVIDADOS | DOMINGO | 04 DE SETEMBRO | DAS 15H ÀS 20H *

RUA BASÍLIO DA GAMA 177, REPÚBLICA, SÃO PAULO

ABERTO AO PÚBLICO | 05 A 20 DE SETEMBRO | DAS 11H ÀS 20H | GRATUITO

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SERVIÇO

REFÚGIO DESIGN NO DW! 2022 | OCUPAÇÃO DO EDIFÍCIO 7 DE ABRIL  REFÚGIO DESIGN APRESENTA: GABINETE SETE

RUA BASÍLIO DA GAMA 177, REPÚBLICA, CENTRO

*EVENTO DE INAUGURAÇÃO | DOMINGO | 04 DE SETEMBRO | DAS 15H ÀS 20H* (EVENTO FECHADO PARA CONVIDADOS E MÍDIA)

ABERTO AO PÚBLICO: 05 A 20 DE SETEMBRO | DAS 11H ÀS 20H | GRATUITO | AGENDAMENTO PELA PLATAFORMA SYMPLA

https://www.sympla.com.br/kuradoria-177–refugio-design-apresentam-gabinete-sete__1683021

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ESTAR MÓVEIS NO DW! 2022

EXPOSIÇÃO

“TUDO QUE NÃO FOI DITO”

DIREÇÃO DE ARTE POR FELIPE MOROZINI

PRESS PREVIEW

SEGUNDA-FEIRA | 05 DE SETEMBRO | 10H

ESTAR MÓVEIS NO DW! 2022

05 A 10 DE SETEMBRO

Alameda Gabriel Monteiro da Silva 1080

SEGUNDA A SEXTA, DAS 10H ÀS 19H | SÁBADO, DAS 10H ÀS 16H

SERVIÇO

ESTAR MÓVEIS NO DW! | “TUDO QUE NÃO FOI DITO “ | 05 A 10 DE SETEMBRO

PRESS PREVIEW | 05 DE SETEMBRO | 10H

05 A 09 SETEMBRO, DAS 10H ÀS 19H | 10 DE SETEMBRO, DAS 10H ÀS 16H

AL GABRIEL MONTEIRO DA SILVA 1080 | DE 05 DE A 10 DE SETEMBRO

Na nova lei de consentimento sexual da Espanha, só ‘sim’ quer dizer sim

Aprovada nesta quinta-feira, a legislação prevê que o silêncio ou a passividade das vítimas não serão mais aceitos como sinais positivos
Por Clara Hernanz Lizarraga, Bloomberg — Madri

Foto de arquivo de maio de 2018 mostra manifestantes gritando palavras de ordem em Pamplona durante um protesto contra a absolvição de cinco homens acusados de estuprar uma jovem de 18 anos Ander Gillenea / AFP

Uma nova lei na Espanha exige uma expressão explícita de consentimento nas relações sexuais, numa tentativa de remover a ambiguidade dos casos de estupro e agressão no país. O consentimento deve ser transmitido por meio de ações que “expressem claramente a vontade da pessoa” e o silêncio ou a passividade não serão mais aceitos como sinais positivos.

A nova legislação foi aprovada pelo Congresso nesta quinta-feira, com 205 parlamentares votando a favor e 141 contra.

O Ministério da Igualdade da Espanha, que está por trás da medida, vem impulsionando uma série de iniciativas — incluindo um projeto de lei de direitos transgêneros e uma licença-paternidade de 16 semanas, além de uma licença de três dias para mulheres no período menstrual —, apesar da forte oposição dos conservadores que consideraram as medidas desnecessárias e paternalistas.

Ainda assim, a maioria dos partidos no Parlamento fragmentado tem apoiado a legislação mais recente, conhecida como a lei “Só ‘sim’ significa sim”. Também houve apoio público em meio a vários casos de estupro e abuso, incluindo um em 2016 que ganhou as manchetes em todo o mundo.

Na ocasião, cinco homens foram condenados por abuso sexual, mas não por estupro, porque a sobrevivente estava “silenciosa e passiva” durante a agressão e, portanto, a Justiça na época não considerou que ela tivesse se oposto ao ato. A Suprema Corte revogou o veredito em 2019 e os homens foram condenados por estupro, com sentenças subindo de nove para 15 anos cada.

Agora, a nova lei remove essa distinção entre abuso e estupro. Os sobreviventes de estupros não serão mais obrigados a provar que foram coagidos por meio de violência ou intimidação, ou que resistiram a uma agressão. Também estabelece multas por assédio nas ruas e por compartilhar imagens e vídeos íntimos de uma pessoa sem consentimento.

O número de estupros relatados à polícia espanhola aumentou 34% em 2021 em relação a 2020, uma tendência que o Ministério da Justiça atribui a uma maior conscientização social, que torna os sobreviventes mais dispostos a denunciar seus casos às autoridades.

TERÇA, 23/08 I GALERIA TEO + AMDMB convidam para visita guiada + Palestra | Exposição Centenário Jorge Zalszupin

Em parceria com a Associação Mobiliário e Design Moderno Brasileiro – AMDMB, a GALERIA TEO convida para a visita guiada à Exposição Centenário Jorge Zalszupin e para a palestra “Zalszupin 100 anos”, a serem realizadas no dia 23 de agosto, às 15h, na Rua João Moura 1298.

O evento cultural tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre o legado do mestre modernista e a valorização do Design Moderno Brasileiro. A palestra “Zalszupin 100 anos” conta com as participações de Jayme Vargas, Sergio Campos e Teo Vilela Gomes, galerista e curador da exposição.

Com diversas publicações sobre Mobiliário Moderno Brasileiro, Jayme Vargas é historiador, pesquisador, colecionador e preside a AMDMB. Formado em Sociologia pela USP, Sergio Campos é escritor, curador, colecionador e galerista, proprietário da Artemobilia. Com livros publicados sobre o design moderno brasileiro,  atua como diretor-cultural da AMDMB. A GALERIA TEO é membro associado da Associação Mobiliário e Design Moderno Brasileiro.

Com expografia realizada por Teo Vilela Gomes e pelo arquiteto e designer gráfico Claudio Novaes, a mostra reúne 70 valiosos móveis e objetos, originais e certificados, parte acervo da própria galeria e outra parte gentilmente cedida por colecionadores para a exposição.

EXPOSIÇÃO CENTENÁRIO JORGE ZALSZUPIN
Crédito das imagens fotos por Nelson Kon e Ramanaik Cunha Bueno

As peças que estão em exibição, por si só, revelam as ideias e o processo criativo de Jorge Zalszupin. Foram selecionados móveis  em jacarandá maciço da Bahia e outros em jacarandá curvado, feito de compensado laminado, técnica que Zalszupin aprimorou em suas criações. Nos detalhes, notam-se acabamentos em metal cromado e latão. Vale ressaltar a elegante execução da tapeçaria de todas as peças, muitas delas são finalizadas com botões em jacarandá, costuras e pespontos. Além do mobiliário, a mostra exibe a linha Putskit, com objetos confeccionados em poliestireno nos anos 70.

Com término previsto para o dia 03 de setembro, a Exposição Centenário Jorge Zalszupin é a primeira ação da recém-inaugurada GALERIA TEO. Em comemoração aos 15 anos da marca TEO, a iniciativa exalta o patrimônio cultural do mobiliário moderno brasileiro, em novo espaço dedicado exclusivamente às preciosidades assinadas pelos maiores nomes do design do Modernismo, das décadas de 30, 40, 50, 60 e 70.

JORGE ZALSZUPIN

(Varsóvia, 1º. de junho de 1922 — São Paulo, 17 de agosto de 2020
Um dos maiores ícones do modernismo brasileiro, Zalszupin chegou ao Rio de Janeiro na década de 1950, fugindo do nazismo. Viveu na França, formou-se arquiteto na Romênia e desembarcou em definitivo no Brasil por conta de sua paixão pela arquitetura e pelo design local.

Os anos 50 marcavam a consolidação do moderno no Brasil, e foi nesse período que o artista inovou com algo extraordinário para a época: a união da qualidade e da sofisticação com uma fabricação seriada de móveis para residências e escritórios. Nascia a L’Atelier, empresa que marcou a transição de uma criação artesanal e sob encomenda de Zalszupin para uma produção industrial.

Além da sofisticação, o arquiteto tinha enorme atenção aos detalhes e soube ousar com a aplicação de diversos materiais e técnicas em um mesmo item: do jacarandá ao plástico, do metal à fibra de vidro, da costura ao cromado. Tudo poderia ser misturado.

Com uma produção extremamente longeva, Zalszupin faleceu aos 98 anos, na cidade de São Paulo.

Texto

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SERVIÇO

GALERIA TEO + AMDMB – Associação Mobiliário e Design Moderno

CONVIDAM: VISITA GUIADA + PALESTRA “ZALSZUPIN 100 ANOS”

23 DE AGOSTO | 15H | GRATUITO

*Confirmações de presença por mensagem no Direct do Instagram @galeriateo ou pelo WhatsApp da Galeria Teo (11) 3063-1939

EXPOSIÇÃO CENTENÁRIO JORGE ZALSZUPIN | GALERIA TEO

https://casateo.com.br/ @ galeriateo

PERÍODO DA EXPOSIÇÃO | 15 DE JUNHO A 03 DE SETEMBRO

Segunda à sexta das 09h às 18h – sábado das 10h às 14h

Galeria Teo | Rua João Moura 1298, São Paulo SP 05412-003 Brasil

+55 11 3063-1939

Talibã reprime protesto de mulheres no Afeganistão com coronhadas e tiros para o ar

Manifestação em Cabul, que reivindicava direito ao trabalho e à educação, foi interrompida em cerca de cinco minutos

Integrantes do Talibã atiram para o ar para dispersar manifestantes afegãs em Cabul – Wakil Kohsar – 13.ago.22/AFP

CABUL | AFP – O Talibã, grupo fundamentalista islâmico que voltou a governar o Afeganistão há um ano, dispersou um protesto de mulheres em Cabul neste sábado (13) com tiros para o ar e coronhadas. A manifestação exigia o direito ao trabalho e à educação, mas foi interrompida violentamente após cinco minutos.

Cerca de 40 mulheres, que gritavam “Pão, trabalho e liberdade!”, caminhavam em frente ao Ministério da Educação, quando integrantes da facção, vestidos com uniforme militar e armados com rifles de assalto, bloquearam a passagem e começaram a disparar rajadas por vários segundos.

Segundo a agência AFP, um dos membros simulou um tiro contra as manifestantes, que buscaram proteção em lojas próximas, mas foram agredidas com coronhadas. Jornalistas que cobriam o movimento também foram reprimidos.

As participantes do protesto carregavam uma faixa que dizia: “15 de agosto é um dia sombrio“, referindo-se à data da tomada de Cabul em 2021 pelo Talibã.

“Infelizmente, os talibãs que fazem parte dos serviços de inteligência vieram e atiraram para o ar”, disse Zholia Parsi, uma das organizadoras da manifestação. “Eles dispersaram as meninas, arrancaram suas faixas e confiscaram os celulares de muitas delas”, acrescentou.

Munisa Mubariz, que também estava no momento, prometeu continuar lutando pelos direitos das mulheres. “Se o Talibã quiser silenciar esta voz, não conseguirá. Vamos protestar de nossas casas”.

Mulheres afegãs seguram cartazes enquanto marcham e gritam ‘Pão, trabalho, liberdade’ durante protesto em Cabul, dias antes do primeiro aniversário do retorno do Talibã ao poder – Wakil Kohsar – 13.ago.22/AFP

​As manifestações de mulheres para exigir direitos estão cada vez mais raras na capital afegã, especialmente após a prisão no início do ano de algumas organizadoras.

Depois de retornar ao poder em agosto de 2021, os fundamentalistas islâmicos acabaram gradualmente com as liberdades que as mulheres conquistaram nos últimos 20 anos, após a queda de seu regime anterior. Na primeira vez em que estiveram no poder, de 1996 a 2001, os extremistas proibiram mulheres e meninas mais velhas de estudar e de trabalhar. Agora, elas estão sendo expulsas da maioria dos empregos públicos ou recebendo cortes salariais e ordens para ficar em casa.

Apesar da narrativa de moderação no começo, o Talibã retornou impondo uma série de restrições à sociedade, muitas das quais destinadas a submeter as mulheres à sua concepção fundamentalista.

Na última restrição, anunciada no início de maio, o governo publicou um decreto, aprovado pelo líder supremo do Talibã, o mulá Hibatullah Akhundzada, tornando obrigatório que as mulheres cubram totalmente seus corpos e rostos em público.

O Talibã disse que preferia a burca, o véu geralmente azul que cobre o rosto inteiro com uma malha para esconder os olhos, que já era obrigatório em seu primeiro governo. No entanto, indicou que toleraria outros tipos de véus mostrando apenas os olhos.

O grupo também determinou que, a menos que tenham uma razão convincente para sair, é “melhor que as mulheres fiquem em casa“.

As Nações Unidas e grupos de direitos humanos criticaram as restrições. A organização Human Rights Watch pediu, na última quinta-feira (11), que o Talibã “reverta sua decisão horrível e misógina” de banir as mulheres da educação. “Isso enviaria uma mensagem de que o Talibã está disposto a reconsiderar suas ações mais hediondas”, disse Fereshta Abbasi, pesquisadora da ONG sobre o Afeganistão.

Adidas Skateboarding e Fucking Awesome revelam novas colorways do experimento por Jason Dill

Após o Skate Jam Invitational co-organizado por Thrasher em Hollywood, a adidas Skateboarding e a Fucking Awesome (FA) estão lançando novas colorways experimentais do lendário skatista profissional Jason Dill, que se inspirou em clássicos icônicos da adidas de sua juventude, o Pro global. O ícone do piloto e do skate da equipe oferece novas cores para as silhuetas do Experimento 01 e do Experimento 02.

“ Para esta versão da silhueta do Experimento 01, eu realmente queria fazer algo diferente ”, diz o skatista da adidas global Pro Team Jason Dill. “ O cáqui verde-escuro com laranja é definitivamente uma referência aos sapatos que eu gostava de andar de skate quando era adolescente nos anos 90. A camuflagem com os olhos olhando através termina tudo muito bem. Há tantas maneiras de usar este modelo, estou ansioso para fazer mais com ele em um futuro próximo .”

A distinta arte inspirada na camuflagem de Dill é destacada no Experiment 01 com o logotipo 3Fucking Awesome” estampado na parte inferior do calcanhar, enquanto o Experiment 02 chega em uma parte superior de couro premium preto triplo com uma distintiva colcha de retalhos da marca FA de bandeiras internacionais na língua.

O adidas Skateboarding x Fucking Awesome Experiment 01 já está disponível para compra exclusivamente via fuckawesomestore.com com um lançamento mais amplo em 13 de agosto via www.adidas.com/skateboarding e em alguns varejistas especializados em skate. O Experimento 02 também estará disponível em todas as plataformas mencionadas a partir de 13 de agosto.