Categoria: urban

Jovens ‘acampam’ em porta da loja Adidas Originals em Ipanema para comprar tênis de R$ 1,2 mil assinado por Kanye West

loja adidasJovens acamparam na frente da loja da Adidas, em Ipanema, para comprar tênis de R$1,2 mil (Foto: Elisa Soupin / G1)


Cerca de 130 pessoas passaram a madrugada deste sábado (24) “acampadas” na frente da loja da Adidas Originals em Ipanema na Zona Sul do Rio, para comprar um novo tênis da marca, assinado pelo rapper americano Kanye West.

O tênis “Yeezy Boost” foi lançado no Brasil neste sábado e custa R$ 1.199. Ao mesmo tempo em que os jovens aguardavam pela abertura da loja, moradores de rua dormiam ao lado, bem no fim da fila.

De acordo com o gerente da loja, muitos jovens já estavam na porta da loja deste a manhã de sexta-feira (23). O modelo tem uma edição limitada de pares para serem vendidos e, por isso, o desespero dos jovens.

teTênis assinado pelo rapper Kanye West custa R$1,2 mil (Foto: Reprodução)


“São pares limitados no Brasil e no mundo. No lançamento tem esse burburinho. O lançamento estava programado para às 8h, mas ontem de manhã, quando eu cheguei, já tinham umas 10 pessoas na fila. São jovens entre 17 e 24 anos”, disse o gerente da loja, Thiago Sidrão, ao G1.

Os cerca de 100 pares que foram disponibilizados na loja de Ipanema foram vendidos em 1h30. Ainda de acordo com o gerente, os jovens fizeram uma lista que, na hora da abertura da loja, tinha 128 nomes. “Quando os pares acabaram ainda tinham 40 pessoas esperando”, disse Thiago. [Fernanda Rouvenat e Elisa Soupin, G1 Rio]

Dona do Johnnie Walker compra tequila de George Clooney por US$ 1 bi

2c18b84237b7f30023e1240321ef96b3A fabricante inglesa de bebidas Diageo — dona de marcas como Smirnoff, Guinness e Johnnie Walker — chegou a um acordo definitivo para adquirir a marca de tequila Casamigos. A operação avalia a Casamigos em US$ 1 bilhão, com um preço inicial de US$ 700 milhões e um potencial adicional de US$ 300 milhões, a ser pago com base no desempenho da companhia em dez anos. A aquisição será financiada por meio de recursos de caixa e financiamentos já existentes.

A Casamigos foi fundada em 2013 pelo ator George Clooney e seus sócios Rande Gerber e Mike Meldman. A marca Casamigos recebeu inúmeros prêmios de especialistas em tequila e é a marca com crescimento mais rápido de vendas nos Estados Unidos atualmente.

Em 2016, a Casamigos vendeu 120 mil caixas, a maior parte do volume vendida nos Estados Unidos. Nos últimos dois anos, a marca cresceu, em média, 54% ao ano. A expectativa ára 2017 é de vendas de 170 mil caixas da bebida.
A expectativa da Diageo é concluir a compra no segundo semestre. A transação depende da aprovação de autoridades regulatórias.

A Diageo informou que espera que a transação tenha efeito neutro no lucro por ação da companhia nos primeiros três anos de atividade e apresente ganhos no lucro por ação a partir do quarto ano.

A compra pode favorecer a expansão da Diageo no mercado americano de tequilas, atualmente em expansão. Os Estados Unidos são o maior e mais lucrativo mercado para a Diageo. A empresa tem trabalhado para melhorar o seu desempenho no mercado americano.

No primeiro semestre fiscal (encerrado em dezembro), a Diageo registrou alta de 7,7% no lucro líquido global, para 1,51 bilhão de libras (US$ 1,9 bilhão). A receita líquida cresceu 14,5%, para 6,42 bilhões de libras. Nos EUA, a receita aumentou 3,6%, impulsionadas pelo crescimento das vendas de bourbon, scotch e tequila. [Valor Online]

Enquanto aguarda espaço nos EUA, casa da ativista Rosa Parks é levada a Berlim

caxaGuardião.Mendoza e a família: ‘Gostaria de ver a casa instalada no jardim da Casa Branca’ Foto: Gordon Welters/The New York Times)


Rosa Louise McCauley Parks (1913-2005) tem seu nome inscrito como uma das mais importantes ativistas pela igualdade racial na história. Tudo começou com um corajoso ato de desobediência civil: em 1.º de dezembro de 1955, uma quinta-feira, Parks se recusou a atender à ordem do motorista do ônibus em que viajava para dar seu lugar a um passageiro branco.

A cidade era Montgomery, no Alabama, no coração do sul dos Estados Unidos, então dominado por racismo e segregação. Parks acabaria presa e condenada a pagar uma multa. Mas o episódio levaria a um bem-sucedido boicote e a uma articulação nacional e internacional de movimentos pela igualdade racial. A lei de segregação em ônibus no Alabama, em vigor desde 1900, cairia pouco mais de um ano depois.

Parks se mudaria pouco depois para a casa de um irmão em Detroit, onde viveria por alguns anos ao lado de 16 pessoas – um destino similar ao de muitos negros que tentaram fugir do sul nessa época. Pois justamente essa casa, 60 anos depois, estava na lista de imóveis a serem demolidos pela cidade de Detroit, na esteira de uma crise que dizimou a cidade e a região economicamente. Foi então que entrou em cena Rhea McCauley, uma das sobrinhas de Parks. Ela comprou a casa por US$ 500 e a pôs sob guarida do artista americano Ryan Mendoza, há anos radicado em Berlim.

“A ideia era impedir que a casa fosse simplesmente destruída. Nós temos um pedaço da história aqui e isso tem que ser preservado”, afirma Mendoza, ao pé da casa, que agora se ergue no quintal de seu estúdio, no bairro de Wedding. “Eu não sou dono dessa casa, sou apenas um guardião. Essa casa tem que um dia voltar para os Estados Unidos. É difícil acreditar que até agora nenhuma instituição americana manifestou o menor interesse na preservação dessa casa.”

Impossível ignorar a dose de surrealismo que parece emanar enquanto se contemplam as tábuas de madeira descascadas (a casa só pode ser vista por fora) repousando tranquilamente numa rua calma no norte da capital alemã. A casa não só viajou quase sete mil quilômetros, em dois contêineres, como foi remontada por Mendoza sozinho, ao longo de quatro meses sob o gélido inverno berlinense.

A escolha de Mendoza como guardião da casa por parte de McCauley não foi por acaso. Desde 2013, ele vinha estreitando laços com a cidade de Detroit com projetos artísticos, despertando tanto admiração como controvérsia. Sua primeira grande “instalação” foi desmontar uma casa abandonada na cidade (que lhe foi doada) e levar para a feira Art Rotterdam, na Holanda. Esta casa, cujo projeto chamava The White House, está em exposição permanente em Antuérpia, na Bélgica, sob posse da Fundação Verbeke.

A obra fez o prefeito de Detroit torcer o nariz e classificá-la como sendo de “mau gosto”. E não só ele: Mendoza recebeu críticas pesadas e foi acusado, principalmente, de estar promovendo ruin porn, ou “pornografia de ruínas”: lucrar e obter prestígio a partir do colapso de uma cidade. “Foi uma longa discussão”, conta Mendoza. “Mas acredito que, o que aparentemente pode ser visto como exploração, quando visto mais a fundo, revela uma conexão, uma ligação.”

Esse projeto desembocou em outro, The Invitation (O Convite), em que duas outras residências abandonadas de Detroit foram iluminadas formando os nomes Clinton e Trump, então concorrendo pelo posto de presidente dos Estados Unidos. Ambos foram convidados a passar uma noite nas casas brancas do subúrbio de Detroit. Tanto Hillary Clinton como Donald Trump, como era de se esperar, declinaram o convite. A história dos três projetos está contada no documentário The White House Film, recém-lançado por Fabia Mendoza, mulher de Ryan.

Quando McCauley procurou Mendoza, a ideia era atrair atenção internacional para a causa. “A memória e o legado de Rosa Parks são imortais”, afirmou McCauley durante a inauguração do novo endereço da casa em Berlim, em abril. “Mas nós não podemos descansar enquanto o futuro dela não estiver assegurado.”

Tanto McCauley quanto Mendoza têm muito claro que Berlim não é nem pode ser o destino final da casa. “Estamos completamente abertos a instituições que se mostrem interessadas em preservar esse pedaço tão importante da história e devolva a casa aos Estados Unidos, que é onde ela deve estar”, diz Mendoza. Ele conta que o sonho é que a ex-primeira-dama Michelle Obama se torne embaixatriz do projeto. “Gostaria de ver a casa um dia instalada no jardim da Casa Branca, em Washington. Ali seria um lugar digno para ela estar.”

As perspectivas, no entanto, seguem obscuras. Mendoza conta que até agora recebeu a proposta de um milionário chinês, para levá-la a Pequim. “Já imaginou um troço desses? A casa de Rosa Parks exposta em Pequim? Os EUA vão deixar a casa escapar mais uma vez?” Enquanto seu futuro permanece incerto, a casa pode ser vista em seu endereço atual: Wriezener Straße, 19. Resta saber até quando. Guilherme Conte / ESPECIAL PARA O ESTADO, Berlim

Mais informações sobre a casa e o artista podem ser vistos em http://www.ryan-mendoza.com

Kate Middleton faz visita surpresa às vítimas de ataque terrorista em Londres

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Duquesa de Cambridge conversou com os funcionários do hospital   Foto: AFP/ Dominic Lipinski


Kate Middleton fez uma visita surpresa ao hospital King’s College Hospital nesta segunda-feira, 12, para ver as vítimas do ataque terrorista de Londres no dia 3 de junho.

Das 48 vítimas, 14 estão no hospital visitado por Kate. Ela conversou com Nick Moberly, chefe executivo da instituição, e com a professora Julia Wendon.

Segundo a People, Malcolm Tunnicliff, diretor clínico do departamento de emergência, disse que a duquesa foi muito afetiva com os funcionários. “Eles ficam muito orgulhosos de trabalhar para o King’s College Hospital”, disse.

img_af5acf5d2a38787117e48fe40c133703207390No hospital estão 14 das 48 vítimas do atentado terrorista Foto: AFP/ Dominic Lipinski

Startup de ex-consulesa da França Alexandra Loras faz ponte entre negros e empresas

17161229A ex-consulesa da França no Brasil Alexandra Loras durante evento nos Jardins, em São Paulo


À justificativa de que não há negros em altos postos porque não há profissionais qualificados com esse perfil no mercado a ex-consulesa da França em São Paulo Alexandra Loras rebate com uma cifra: 2.000.

Esse é o número de currículos cadastrados até agora na Protagonizo, start-up lançada por Loras em parceria com Anderson Carvalho para fazer a ponte entre o departamento de recursos humanos de grandes empresas e trabalhadores negros poliglotas e egressos de universidades como USP, PUC e FGV.

“Trago profissionais numa bandeja de prata para os RHs não falarem mais que não contratam negros porque não encontram candidatos qualificados”, afirma Loras, rindo.

A Protagonizo tem parceria com 56 empresas, como Carrefour e Bayer. São companhias envolvidas em políticas de promoção de diversidade.

Não é só a defesa do direito à igualdade. A diversidade é boa para os negócios, diz Loras. “Pesquisas apontam que empresas com diversidade étnico-racial aumentam a rentabilidade de 35% a 40%.”

Uma equipe diversa dialoga melhor com o consumidor brasileiro –em sua maioria, negro– e tem sensibilidade para evitar que ações preconceituosas se repitam.

Loras oferece também palestras e coaching para profissionais e empresas. O serviço é gratuito, mas ela pensa em lançar um selo de diversidade para empresas. Outro plano é organizar uma feira da diversidade em São Paulo.

“Nas contratações, sempre valorizam pessoa branca, que estudou na mesma escola, com o mesmo padrão social. Vivemos nessa zona de conforto que acaba sendo uma forma de discriminar”, diz.

Loras sofreu com esse estranhamento ao circular pela “zona de conforto” da elite paulistana. Quando consulesa, diz ter sido confundida com babá e doméstica e quase ter sido barrada num hotel de luxo em Salvador –escapou pelo sotaque francês.

JK Rowling responde a homem misógino nas redes sociais

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Atitude da escritora incentiva as mulheres a não aceitarem atitudes misóginas

As mulheres se deparam com comentários misóginos constantemente. Algumas ficam intimidadas e não conseguem reagir, já outras não se acanham e tratam de colocar os preconceituosos em seus devidos lugares. JK Rowling, definitivamente, pertence ao segundo grupo.

Ela usou suas redes sociais para relatar que deixou de seguir um homem, sem dizer seu nome, porque ele chamou a primeira-ministra britânica de vadia. “Deixei de seguir um cara, que eu achava ser um cara inteligente e legal, porque ele chamou Theresa May de vadia”, disse.

Ela ainda completou: “Se você não pode discordar de uma mulher sem recorrer desses velhos insultos sujos, dane-se você e sua política”.

Confira a mensagem completa, dividida em 14 tweets, dela para o, como ela ironicamente se refere, “Sr. Cara Liberal Legal”:

“Deixei de seguir um cara, que eu achava ser um cara inteligente e legal, porque ele chamou Theresa May de vadia. Se você não pode discordar de uma mulher sem recorrer desses velhos insultos sujos, dane-se você e sua política.

Estou cheia de homens “liberais” cujas máscaras caem toda vez que uma mulher os desagrada, utilizam palavras cruéis e humilhantes associadas ao corpo feminino, agem como velhos misóginos e depois se passam por corajosos.

Quando você toma uma atitude dessas, Sr. Cara Liberal Legal, você se coloca do lado daqueles que enviam imagens pornográficas violentas para mulheres e ameaças de estupro, que tentam de toda forma intimidar as mulheres para que saiam da política e dos espaços públicos, tanto físicos quanto digitais.

“Vagina”, “vadia” e, naturalmente, estupro. Nós somos feias demais para sermos estupradas ou precisamos ser estupradas ou, ainda, precisamos ser estupradas e mortas. Toda mulher que eu conheço que já tentou expressar uma opinião publicamente, já sofreu algum desses tipos de violência pelo menos uma vez, aparentemente com a determinação de humilhá-la ou intimidá-la pelo simples fato dela ser mulher.

Eu não me importo se estamos falando da Theresa May, Nicola Sturgeon, Kate Hooey, Yvette Cooper ou Hillary Clinton: a condição da mulher não é um erro de design.

Se sua resposta imediata a uma mulher que lhe desagrada é chamá-la de algum nome que remeta a seu órgão reprodutor ou compará-la a uma prostituta, então encare o fato: você não é um liberal.

Você está a poucos passos de ser a charge de um sapo”. [Reuters]

IED apresenta Festival GIF

Luis Bueno- Pelé Beijoqueiro com MonalisaO IED [Istituto Europeo di Design] apresenta o Festival GIF, seu primeiro festival de Interações, Design e Comunicação, com uma série de atividades interativas gratuitas para o público mergulhar no universo gráfico digital. O Festival GIF – uma alusão ao formato de interação gráfica – reunirá uma intensa programação, aberta a todos os públicos. O pátio será ocupado por experiências interativas e o público poderá jogar o premiado projeto de realidade virtual Lila´s Tale, ou comemorar a festa junina em um ambiente virtual do Skullfish Studios, e manipular a famosa cadeira Girafa em tempo real através de um microfone, projeto do Estúdio Requena e Meta-d, entre outros projetos de realidade aumentada, wearable (tecnologia para vestir) e livro interativo.

Ainda no pátio uma seleção de aberturas de filmes com curadoria do animador Daniel Grizante. “Nesta mostra podemos ver um panorama histórico desse importante laboratório que são as aberturas de filmes para a hoje onipresente área do Motion Design”, explica.

Haverá também a abertura da exposição individual do artista urbano Luís Bueno, e a inauguração do lambe-lambe “Pelé beijoqueiro com Monalisa”.
Completando a programação terão as salas de experiências, espaços “mão na massa” com diferentes propostas: tipografia em sabão, animação com flipbook, ilustração digital, prototipagem de app, linguagens urbanas com lambe-lambe e o lançamento do projeto “O Retratista” fotografia do analógico ao digital.

O Festival GIF propõe algumas questões: Design e Comunicação se misturam de um jeito novo? Quais as novas formas de interação e como transformam conteúdos e experiências? Quais os desafios e oportunidades para os futuros profissionais e para os profissionais do futuro?

SERVIÇO: Festival GIF

10 de junho de 2017, das 14h às 19h
IED
Rua Maranhão, 617, Higienópolis
Telefones: 11 3660 8000
Classificação: livre

Entrada e atividades gratuitas
As inscrições são feitas através de: https://www.eventbrite.com.br/e/festival-gif-tickets-34582949533

Espaço Quadrado I Conheça os lançamentos

espaçoO recém-aberto Espaço Quadrado, dos sócios Mareu Nitschke e Carlos Bertuol, é uma galeria de arte, design e de moda que aposta na intersecção dos trabalhos de seus sócios, onde a produção artística de um interfere na criação do outro e vice-versa e gera conjuntos de peças e obras a partir destas influencias mútuas. O mesmo conceito se dá no convite a outros criadores (de moda, arte e design) que criam peças exclusivas que dialogam com a produção do estilista Mareu Nitschke e do artista plástico Carlos Bertuol.

COLEÇÃO DE ABERTURA (MODA E CASA) do Espaço Quadrado
A questão de todo criador é encontrar um
a linguagem própria, um caminho que o identifique dentro da enorme quantidade de informação que é produzida a cada dia. Na moda não é diferente. Quando Mareu Nitschke retomou a produção da marca que leva seu nome, depois de um intervalo de 10 anos onde criou para outrem, optou por trabalhar seus modelos a partir de um quadrado, com uma fenda no meio.

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Nesta nova coleção, que também já tem uma casa para chamar de sua – O Espaço Quadrado, o estilista desafia a forma e produz peças tão variadas a partir da figura geométrica que vão desde uma simples t-shirt, que combina 2 deles,  até elaborados vestidos onde este se multiplica por 10.

O resultado deste exercício são peças únicas, de modelagem mais distante do corpo e caimento fluido onde, além do uso do quadrado, Mareu “brinca” com o peso dos tecidos, usando, por exemplo, a seda lavada em versão pura e dublada na mesma peça. Em contrapartida surgem peças em moletom stoned, bem mais pesadas. No meio do caminho estão a organza em versões de seda e algodão e as malhas em fio torcido de viscose.

A maior coleção é a feminina, com vestidos, casacos, calças, macacões, camisetas e shorts, mas os homens também ganham seu espaço com peças amplas que vão de bermudas e t-shirts a tricots lisos e de manga longa.

Dentro da proposta do Espaço, que é buscar uma área de intersecção entre sua criação de moda e a produção artística de seu sócio, Carlos Bertuol, as peças da coleção ganham estampas de corvos – a principal inspiração de Carlos. Por vezes tomando todo o tecido como no Chiffon impresso digitalmente, em outras, localizada. Mas a cartela predominante minimalista composta basicamente de pretos, cinzas, brancos e um amarelo queimado. Os detalhes ficam por conta das amarrações feitas em couro mestiço, que também é bastante presente nos quadros dos corvos do artista plástico.

CAMISETAS E GRAVURAS da artista plástica e grafiteira Rafa Mon –www.rafailustra.com

A casa se enche de um ar mais colorido e feminino com a chegada da artista plástica e grafiteira Rafa Mon. Ela criou 5 camisetas exclusivas que passam a integrar a cartela de produtos do Espaço Quadrado. Rafa também criou gravuras handmade para a sua chegada à galeria.

Rafa Mon é mineira e mora no Rio de Janeiro. Desde março de 2014, desenvolve um trabalho mais autoral de ilustrações e pinturas em várias superfícies depois de se arriscar como figurinista, estilista, artista gráfica e designer. Seu traço delicado, colorido e apaixonado, pode ser visto em várias partes do Rio de Janeiro e também nos quadros, garrafas, bolsas e estampas que desenvolve.

LENÇOS POR UMA BOA CAUSA da marca americana Arrivals Gate www.arrivalsgate.com/our-story/

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O Espaço passa a ser o ponto de vendas oficial da marca de lenços Arrivals Gate, feitos em cashmere manualmente, através de um projeto social que coloca os centros de produção em pequenas fábricas nos países em desenvolvimento. A renda da venda destas peças manuais é destinada aos coletivos que produzem as peças mundo afora.

ACESSÓRIOS E BOLSAS da marca Atelier Watson – www.atelierwatson.com.br

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Os produtos em couro do Atelier Watson – resgate de uma marca da família de sua proprietária – cujo trabalho minucioso em couro de grossa textura, com cerca de 1 cm. de espessura pode ser visto em bolsas, malas e acessórios exclusivamente produzidos neste material e numa cartela de cores muito elegante.

Espaço Quadrado – galeria de moda, arte e design.
De Terça a Sábado – das 11h às 19h.
Rua Tupi, 836 – Higienópolis – SP – Fone 11-3443-9356 I 11-97178-2200
Manobristas no local
quadradoespaco@gmail.com
Facebook: ESPAÇO QUADRADO / Instagram: @espacoquadrado

Mentiras, sexo e videotape: ‘agências de talentos’ forçam mulheres a participar de filmes pornôs no Japão

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Em 2013, Aroma Kurumin foi forçada a gravar um filme pornô com a promessa de virar uma estrela da música

Ela tinha 23 anos e sonhava em ser uma estrela da música quando foi abordada por um homem em uma movimentada rua de Tóquio oferecendo trabalho de modelo. Ao aceitar, caiu na armadilha de uma rede de coerção que arrasta milhares de jovens do Japão a participar de filmes pornôs todos os anos.

Aroma Kurumin, cujas cenas gravadas em 2013 ainda circulam na internet, apesar de seus esforços para tirar as imagens do ar, é uma das muitas vítimas das produtoras nipônicas de filmes eróticos. Trata-se de um fenômeno antigo, mas só agora começou a ser revelado, e o governo tem tentado inibi-lo.

“Pensei que era a oportunidade para realizar o meu sonho”, contou a jovem à Agência Efe.

O pesadelo começou com uma entrevista e uma sessão de fotos sem roupa – na promessa de que só teria que posar assim apenas uma vez – para uma famosa revista sensacionalista. A “agência de modelos”, então, a convidou para outra sessão de fotos e filmagens em Saipan, no Oceano Pacífico. Lá, se viu cercada de homens e pressionada a aceitar a rodar as cenas quentes pelas quais depois recebeu um pagamento ínfimo.

“Tudo aconteceu muito rápido. Quando me recusava a fazer alguma coisa, eles diziam que essa era a melhor forma de começar uma carreira musical e insistiam até eu ceder”, lembrou ela, educada em um país onde a mulher nunca deve dizer “não”, ainda mais quando jovem.

Aroma Kurumin é o apelido que agora ela usa como youtuber e ativista para conscientizar outras meninas sobre essa situação e evitar que mordam a isca da poderosíssima indústria pornô japonesa, na qual conglomerados que monopolizam redes de TV, gravadoras, editoras de livros, agências de “talentos” e produtoras de filmes são máquinas de sugar aspirantes ao estrelato, que se tornam presas fáceis nas mãos de charlatões.

“O problema existe há anos, mas só agora começamos a falar dele”, diz à Efe a coordenadora e advogada da ONG que apoia vítimas do tráfico sexual Lighthouse, Aiki Segawa, acrescentando que o fenômeno “continua sendo um tabu no Japão”.

Com sede na capital, a organização recebeu só neste ano mais de 40 pedidos de ajuda de meninas obrigadas fazer pornô e que anualmente vê crescer o número de atendimentos. Em geral, a vítima é mulher, tem entre 18 e 25 anos – ainda que também existam homens – e tem o sonho de brilhar em uma carreira no mundo da moda, música ou cinema.

Além dos “caça-talentos”, que abordam meninas na rua, a indústria do pornô se vale de anúncios em revistas, na internet e até publicidade em caminhões, prometendo excelentes salários para trabalhar meio expediente como modelo ou comissária de bordo.

As interessadas vão a entrevistas onde são convencidas a assinar contratos nada claros, e depois são chantageadas de diversas formas para participar das filmagens. Algumas são ameaças fisicamente e estupradas. As cenas são gravadas e distribuídas como filmes, segundo Aiki Segawa.

Em um relatório recente, a ONG Human Rights Now revelou o caso de uma jovem que se matou depois de ver seus vídeos espalhados na rede e não conseguir impedir a distribuição. “As vítimas se sentem muito envergonhadas e assustadas para pedir ajuda ou relatar sua experiência”, destaca a coordenadora da Lighthouse, destacando que quase sempre elas “se culpam e acreditam ser as responsáveis por aquela situação”.

Uma pesquisa feita no início deste ano pelo governo com 2.500 aspirantes ao estrelado revelou que 27% das jovens contratadas por “agências de talentos” foram chamadas para gravar cenas de sexo, e 8% delas aceitaram. Diante disso, foi decidido fazer uma campanha de conscientização.

As ONGs exigem leis de trabalho mais rígidas – para prevenir os abusos -, maior controle sobre as “agências de talentos” e que os filmes sejam supervisionados – para garantir que todos os atores participam com pleno consentimento.

Aiki Segawa, no entanto, admite ser “difícil” controlar a gigantesca indústria do pornô japonês, uma das maiores do mundo, com faturamento de US$ 4,4 bilhões por ano e uma crescente projeção mundo afora. [Antonio Hermosín | Agência Efe | Tóquio]

Vicky Cornell, esposa de Chris Cornell, do Soundgarden, chama suicídio de “inexplicável”

0043.jpgA esposa do vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, disse nesta sexta-feira não acreditar que o cantor teve a intenção de se matar, sugerindo que os remédios para ansiedade que ele estava tomando podem ter desempenhado um papel em sua morte.

Cornell, de 52 anos, foi encontrado morto no banheiro de seu quarto de hotel em Detroit na noite de quarta-feira após tocar na cidade com a banda de grunge. Inicialmente, o escritório legista do condado de Wayne determinou a causa da morte do cantor como suicídio por enforcamento.

“O que aconteceu é inexplicável, e eu tenho esperança de que relatórios médicos adicionais vão fornecer mais detalhes”, disse Vicky Cornell em comunicado. “Eu sei que ele amava nossos filhos e que ele não iria machucá-los tirando sua própria vida intencionalmente”.

Vicky disse que o cantor, um dependente em recuperação, estava tomando o medicamento sob prescrição Ativan, que trata ansiedade e insônia. Um dos efeitos colaterais listados é que o remédio pode aumentar a depressão e causar problemas de julgamento.

Kirk Pasich, advogado da família, disse que eles ficaram perturbados com a conclusão de que Cornell “conscientemente e intencionalmente tirou sua própria vida” antes de serem liberados os resultados de testes de toxicologia.

“A família acredita que se Chris tirou sua vida, ele não sabia o que estava fazendo, e que drogas ou outras substâncias podem ter afetado suas ações”, disse Pasich.

A fabricante do Ativan, a Pfizer Inc, não comentou imediatamente. [Reuters]