Conheça a maior suíte de hotel de Barcelona, no Majestic Hotel e Spa

conheca-a-maior-suite-de-hotel-de-barcelona-no-majestic-hotel-e-spa.jpegO Majestic Hotel e Spa, localizado no Passeig de Gràcia é dono de cinco estrelas e abriga a maior suíte de hotel de Barcelona, Espanha.

Divulgação Majestic Hotel e Spa
02-conheca-a-maior-suite-de-hotel-de-barcelona-no-majestic-hotel-e-spaCom mais de 464 metros quadrados, a cobertura recém inaugurada oferece de dois a três quartos para até seis hóspedes. Além dos quartos, a suíte ainda conta com salas de estar e de jantar e bar e terraços com vista para a igreja da Sagrada Família, do arquiteto Antoni Gaudí.

Divulgação Majestic Hotel e Spa
03-conheca-a-maior-suite-de-hotel-de-barcelona-no-majestic-hotel-e-spaA mesma decoração de parede com inspiração asiática aparece na sala de estar e no quarto.

Divulgação Majestic Hotel e Spa
04-conheca-a-maior-suite-de-hotel-de-barcelona-no-majestic-hotel-e-spaNo banheiro, a paleta de cores combina preto, vermelho e branco.
Fonte:  Architectural Digest

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Roupa de mergulhar é renovada e vira tendência entre fashionistas

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As roupas de mergulhadores têm aparecido com frequência na moda (Foto: Getty Images)
Se você pensa que não existe mais tempo para uma nova tendência aparecer na moda, pense novamente. Aos poucos, uma nova trend – um tanto quanto diferente – dá as caras no mercado fashion e começa a mostrar a sua força na moda.
Se você tem um mínimo de conhecimento sobre mergulho, sabe que na hora de ir para o mar explorar as suas profundezas é preciso usar uma roupa especial, muito justa e de um tecido emborrachado, que protege contra as temperaturas mais baixas e os possíveis perigos do alto mar.
Mas qual não foi a nossa surpresa ao perceber que essas roupas – ou pelo menos, o tecido – estava deixando esse ambiente marítimo para aparecer no red carpet e na moda de rua mundo afora, além das passarelas de Nova York.
Miranda Kerr, por exemplo, apareceu recentemente em um evento com uma blusa pink que lembra as roupas dos mergulhadores, e blusas de mangas compridas, no estilo jaquetas, foram combinadas com vestidos no estilo slip dress e saias jeans nas últimas semanas de moda.

O desfile de Alexander Wang, na última fashion week nova-iorquina, com certeza tirou inspiração do fundo do mar para a sua coleção, já que apresentou peças de roupa que lembram muito aquelas usadas pelos mergulhadores, em um tecido preto emborrachado em blusas e vestidos de comprimento médio. Resta saber se a moda pega de verdade e se, na próxima temporada, outras mulheres vão adotar o look nos seus closets.

Como os designers de “A Chegada” criaram (e desvenderam) um alfabeto alienígena

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por Carlos Merigo
Com “A Chegada”, Denis Villeneuve fez o que pra mim é o filme do ano, e certamente um sci-fi pra levar pro resto da vida, assim como outros clássicos do gênero. Não é a história de alienígena que parece, à primeira vista, pois trata-se uma metáfora sobre comunicação e a capacidade de entender os outros. Tem outro conceito importante também, mas esse fica pra você descobrir no cinema.

⚠️ Vale avisar que há pequenos spoilers pela frente, caso você, como eu, prefira não saber de nada antes de assistir.

Louise Banks, a personagem de Amy Adams, é uma linguista convocada pelo exército americano com a missão de encontrar alguma maneira de se comunicar com os aliens que estão estacionados em doze pontos da Terra. Os chamados heptapods “falam” através de glifos circulares, similares a manchas de tinta num papel.

Esses símbolos não são aleatórios, como qualquer cineasta preguiçoso pensaria em fazer. Assim como é mostrado no filme, eles realmente carregam um significado próprio, variando de palavras simples como “Olá” até frases completas como “Olá Luise, somos aliens mas viemos em paz”. Tudo depende da complexidade da mancha e também da ordem, já que os heptapods se comunicam de maneira não linear.

O designer de produção, Patrice Vermette, queria algo esteticamente interessante, mas que ao mesmo tempo parecesse uma linguagem completamente desconhecida para a nossa civilização. A esposa de Vermette, a artista Martine Bertrand, foi a responsável por desenhar os 15 rascunhos iniciais dos chamados logograms.

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A partir dos desenhos, a equipe de design de “A Chegada” desenvolveu um alfabeto com 100 símbolos. Até a intensidade da mancha pode carregar um significado, como senso de urgência, por exemplo. Dessa forma, foi possível expressar uma variedade de ideias sem nenhuma regra ou sintaxe tradicional.

Acontece que tudo isso era só metade do trabalho pronto. A linguagem estava criada, mas como nós, humanos, seríamos capaz de interpretá-la? É aí que entram Stephen Wolfram fundador do WolframAlpha e do software de codificação Mathematica, e seu filho, o programador Christopher Wolfram. Foi o Mathematica, aliás, que ajudou a criar o buraco negro visto em “Interestelar”, de Christopher Nolan.

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Juntos, pai e filho possibilitaram a dinâmica científica – exibida no filme – de reconhecimento e tradução dos glifos alienígenas. Além de provar a validade dos símbolos como um idioma, as cenas tornam críveis para o espectador o trabalho de Louise e do físico Ian Donnelly, interpretado por Jeremy Renner.

Os Wolfram’s dividiram cada símbolo em 12 partes, e através de software identificaram diversos padrões nas imagens. Ainda que se assemelhem a uma mancha, grande parte acaba tendo precisamente o mesmo tamanho e formato. A abordagem é a mesma que cientistas precisariam ter para desvendar a linguagem. Segundo conta Stephen Wolfram em seu site, todo o trabalho computacional mostrado no filme é real, inclusive as transformações dos desenhos em palavras.

Apenas uma certa quantidade de logograms foram traduzidos para o filme, mas um vocabulário muito maior poderia ser construído através dessa lógica. Vale dizer que essa obsessão pela verossimilhança foi além da escrita alienígena. Até as apresentações e a lousa que aparece em cena trazem fórmulas de matemática e física que fazem sentido.

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Elas foram escritas pelo próprio Wolfram numa tentativa de explicar a viagem interplanetárias dos discos/conchas voadoras. Ele conta que foi chamado de última hora, vários meses das filmagens terem terminado, pois Denis Villeneuve tinha deixado claro: nada podia ser aleatório em “A Chegada”.

Casinhas em área medieval ganham novas caras em Portugal

01-joao-morgadoQuando o escritório Tiago do Vale Arquitectos foi convidado para comandar o projeto destas três casinhas em Braga, Portugal, os profissionais sabiam que era uma oportunidade especial que também exigiria um aprofundamento a mais. [Mariana Bruno]

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
02-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugal“O Chalé das Três Esquinas é um edifício único, documentando a história e a diáspora da região onde se insere e combinando a arquitetura e o desenho urbano portugueses do século XIX com uma inesperada influência alpina, que chega ao país por via de uma vaga histórica de portugueses regressados do Brasil e influenciados pela cultura centro-europeia”, explica a página do projeto.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
03-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalRealizada em 2012 e 2013, a obra tinha o objetivo de retomar a identidade do edifício, que sofreu, assim como a fachada, com intervenções errôneas ao longo de 120 anos. O escritório tinha que redistribuir os espaços e funções, delimitando escritório e casa.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
04-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugal“Simultaneamente, houve uma adequação às formas de viver contemporâneas, devolvendo-o à cidade e, potencialmente, alicerçando um modelo para intervenções de reabilitação futuras no bairro da Sé”, conta.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
05-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalPensado como um anexo para o palácio vizinho e situado entre as muralhas medievais, o Chalé tem iluminação mais que privilegiada, já que tem uma frente voltada para o oeste e uma para o leste, permitindo incidência solar durante todo o dia.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
06-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalDurante as reformas, a fachada foi recuperada. No interior, as escadas foram preservadas e hoje atuam como delimitador de ambientes em todos os andares, afunilando conforme chegam ao último andar.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
07-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalO espaço de trabalho, um dos requisitos do projeto, foi instalado no térreo. No interior, a base branca foi escolhida, assim como o uso do mármore.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
08-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalA área residencial fica voltada para a praça e aproveita a luz do sol nascente. Ali vivem diversas laranjeiras, que provêm sombra, aroma e cenário.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
09-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalNo primeiro andar, os espaços sociais prevalecem, com cozinha e sala divididos pelos degraus.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
10-tres-casinhas-medievais-ganham-novas-caras-portugalNo piso superior, o quarto ocupa uma espécie de sótão e, do outro lado, um closet minimalista deixa a maior parte do espaço livre.

João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
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João Morgado | Tiago do Vale Arquitectos
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Comercial de Natal mais anti-consumo do ano: “O presente mais belo é o seu tempo”

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por Carlos Merigo
No ano passado, a rede supermercados alemã Edeka lançou o que foi certamente o comercial mais viral da temporada de Natal. Só no YouTube, acumula mais de 52 milhões de views. Para efeito de comparação, a campanha de John Lewis do mesmo ano ficou “só” com 27 milhões de visualizações.

Agora, em 2016, a marca muda completamente o tom. Deixa o macabro de lado (não tem ninguém fingindo a própria morte) e aposta numa mensagem mais carinhosa. O objetivo, porém, é o mesmo no final das contas: lembrar que presente nenhuma vale mais do que o seu tempo.

Esse, aliás, é um tema recorrente este ano. Diversas campanhas com apelo anti-consumo, por mais irônico que isso possa parecer, principalmente vindo de grandes varejistas.

Criado pela Jung von Matt/Alster, o comercial da Edeka oferece até legendas em português, sinal de que estão de olho na viralização e na audiência que vem do Brasil.

FFWMAG 42: Jaden Smith fala sobre seu papel como porta-voz da geração genderless

mmgJaden Smith, fotografado por Patrick Demarchelier na capa da nova FFWMAG
Por décadas, o mercado inventou e construiu artistas pop com características bem marcantes: meninas lindas, femininas e sexy com suas roupas curtas e coreografias sensuais, perfeitas cheerleaders. Os meninos eram fortes e sedutores, sem fragilidade aparente.

Cenas como a em que Britney Spears pedia “hit me baby one more time”, vestida como uma Lolita colegial, hoje parecem tentativas preguiçosas de emplacar alguém apelando à uma única lógica de gênero.

E quando há cansaço na repetição, há também espaço para outros comportamentos surgirem, como é o caso da moda sem gênero que tem tomado passarelas, comércios e ruas mundo afora.

Todo movimento tem seu porta-voz, e Jaden Smith certamente fala para essa geração que se recusa a ser um estereótipo. O ator de 19 anos também passa por uma transição: de filho de estrelas de Hollywood a miniator prodígio e criança mais rica do mundo para um dos embaixadores de um novo momento da identidade de gênero. “Desde muito pequeno eu me questiono: quem criou todas essas regras? Quem estava aqui e inventou tudo isso? Porque posso pensar que sou tão esperto quanto eles e não necessariamente concordo com essas condições que eles impuseram”, disse Jaden em uma entrevista à FFWMAG.

Ao aparecer vestindo roupas femininas na campanha da Louis Vuitton Verão 16, com as modelos Jean Campbell, Sarah Brannon e Rianne Van Rompaey, Jaden e sua imagem de menino dos “novos tempos”, seguido por quase 5 milhões de pessoas no Instagram, ganharam força e o colocaram na ponta desse movimento. “Smith representa uma geração que assimilou os códigos da liberdade, livres de manifestos e questões sobre gêneros. Usar uma saia é tão natural para ele como para uma mulher”, disse Nicolas Ghesquière, diretor criativo da marca.

A roupa sempre foi parte importante para comunicar a identidade de uma pessoa e, ao usar saia, vestido ou flores atrás da orelha, Jaden só reafirma que gênero e sexualidade não têm o mesmo significado que tinham há dez anos. Masculinidade é algo bem mais flexível hoje. “Em relação às normas de gênero, acredito que não há mais necessidade de fazer distinções, mas as pessoas simplesmente não entendem isso. Eu não vejo roupas de mulheres e de homens, eu vejo apenas pessoas com medo e pessoas confortáveis com elas mesmas, fazendo do que gostam.”

Uma das estrelas da série The Get Down, da Netflix, Jaden sempre flertou com a moda por achar que é um campo aberto para experimentações. “Gosto de me divertir com a moda. Você tem que testar, sentir-se tranquilo fazendo coisas com as quais as pessoas não concordam e se sentir confortável em fazer coisas em que pode eventualmente falhar. No universo da moda, sinto que posso expressar tudo isso.”

Jaden é um dos jovens mais estilosos hoje e considerado um ícone não binário, termo em que se encaixam outras identidades de gênero que não sejam exclusivamente homem ou mulher.

Não é o caso dele. Jaden é um menino e namora uma menina (Sarah Snyder), porém discorda que tantas regras ainda sejam necessárias para definir quem somos. “A forma como me visto é apenas uma maneira de expressar como me sinto. E todos os dias posso mudar o que sinto em relação a mim e ao mundo. Então, faço o que tenho vontade e tenho orgulho de mim mesmo por isso”, diz. “Espero que, em uns cinco anos, quando um garoto for para a escola usando saia, ele não apanhe e as outras crianças não briguem com ele. Estou carregando o peso disso agora para que os meus filhos e as crianças das gerações por vir possam achar isso normal.”

Essa é uma questão que ainda tem vida longa, mas a semente já foi plantada: como as pessoas incorporam seus gêneros em um momento em que o significado disso está mudando tão rápido? Para Jaden, ser honesto com você mesmo já é uma conquista. “Acho que acabo sendo uma influência para as pessoas que estão ao meu redor. Posso desfrutar de trabalhos diversos, com pessoas diferentes, mas sempre sendo eu mesmo. Essa foi a melhor lição que aprendi com meus pais: ser eu mesmo, a qualquer custo, não importa o que os outros pensem.” [Camila YahnFFW]

*A FFWMAG é uma publicação semestral e a edição de número 42 com 4 capas especiais já está à venda nas principais bancas do Brasil, na rede da Livraria Cultura e loja online (www.livrariacultura.com.br)

Novas it bags Proenza Schouler chegam à NK Store

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Novas It Bags Proenza FW16 chegam a NK Store (Foto: Reprodução)

Dica de shops para o fim de semana: desembarcam nas araras da NK Store – do Rio de Janeiro e de São Paulo – as it bags do momento da Proenza Schouler FW16. A loja de Natalie Klein recebe com exclusividade novos modelos Hava, PS1 e PS11 nas cores preta e laranja, all black, preta e branca, dourada e multicolor.