Sem protesto, Lady Gaga desce do teto e empolga no show do intervalo do Super Bowl 51

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Um dos momentos mais esperados todos os anos no Super Bowl é o show do intervalo. Neste domingo, durante a edição de número 51 da final do futebol americano entre Atlanta Falcons e New England Patriots, foi a vez da cantora pop Lady Gaga levantar o público em Houston, no Texas. Apesar da expectativa, ela não fez protestos contra o recém-eleito presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Logo após a eleição do republicano, Gaga protestou pelas ruas de Nova York.

A cantora começou a apresentação do teto no NRG Stadium, que estava fechado durante a partida e foi aberto somente para o espetáculo, com uma mensagem de igualdade e patriotismo. Ao fundo, cerca de 300 drones luminosos formaram a bandeira dos EUA. Depois disso, ela desceu pendurada em cabos de aço. Em um show bastante animado com duração de 15 minutos, o repertório incluiu diversas músicas de sucesso, como “Poker Face”, “Born this way”, “Telephone”, “Just Dance”, “Million Reasons” e “Bad Romance”. O espetáculo também contou com muitos bailarinos, uma coreografia bem ensaiada, luzes, pirotecnia e uma grande produção musical e visual.

O show deste domingo na decisão da NFL começou com um vídeo pré-gravado com Lady Gaga no teto do NRG Stadium, do lado de fora do estádio, com uma bandeira dos Estados Unidos formada por drones. Neste momento, ela mandou uma mensagem de igualdade do juramento da bandeira americana.

– Eu prometo lealdade à minha bandeira e à república para a qual ela está, uma nação, indivisível, com liberdade e justiça para todos – disse a cantora.

Apesar do recado, não houve uma manifestação direta relacionada às medidas de Trump, que deu ordem para restringir a entrada de refugiados e viajantes oriundos de sete países de maioria muçulmana aos EUA.

O show do Super Bowl deste ano parece ter empolgado mais o público do que no ano passado, quando Coldplay, Bruno Mars e Beyoncé se apresentaram em Santa Clara, na Califórnia, no intervalo de Denver Broncos e Carolina Panthers. Naquela ocasião, Lady Gaga cantou o hino nacional americano antes da partida.

Lady Gaga encerrou sua performance jogando o microfone no chão e pulando de uma estrutura para fazer uma “recepção”, após lançarem uma bola prateada para ela. [Por GE, Houston, Estados Unidos]
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Experimentação narrativa é o forte de ‘Legion’

1486328305512.jpgMemória ou delírio. Do hospício para o espaço.


PASSADENA – Depois de dominar os cinemas, os super-heróis e seus vilões começaram a tomar também a televisão, com produtos mais acessíveis e leves (Agents of S.H.I.E.L.D., Supergirl) e outros mais sombrios e realistas (as parcerias da Marvel com a Netflix, como Demolidor e Luke Cage). Mas na quinta-feira, 9, às 22h30, no canal FX, estreia uma que jura ser diferente: Legion, baseada nos quadrinhos de Chris Claremont e Bill Sienkiewicz da série X-Men e comandada por Noah Hawley (Fargo). É o que promete a produtora Lauren Shuler Donner, experiente no assunto: mulher de Richard Donner (diretor dos clássicos Superman com Chistopher Reeve), que foi fundamental na explosão das adaptações dos quadrinhos para o cinema com a série de filmes X-Men. “Acredite em mim: não vai ser nada parecido com nada que você viu. É uma série revolucionária em muitos aspectos”, disse em entrevista ao Estado em Pasadena, na Califórnia.

De fato, o piloto da série em oito episódios anima, com cenas visualmente elaboradas e influências de Stanley Kubrick, Terrence Malick e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças. O protagonista David Haller (Dan Stevens) está internado em um hospital psiquiátrico, diagnosticado com esquizofrenia paranoide. “Li bastante Oliver Sacks e falei com pessoas com essa condição e cuidadores também”, contou Stevens. “Muita gente não tem o diagnóstico correto e tem de viver nessa situação em que não há distinção entre o que é real e o que não é.” A chegada de Syd (Rachel Keller) muda sua perspectiva: os dois se apaixonam, mesmo que ela não permita ser tocada por ninguém. “Estando preso em um hospital psiquiátrico, é preciso ter esperança”, explicou Stevens. “No caso dele, pode ser uma falsa esperança. O amor, claro, tem poder transformativo, mas também provoca uma espécie de loucura. Para David, é ainda pior, algo a mais em uma mente já perturbada.”

A narrativa pula no tempo, mostrando David sendo interrogado depois do desaparecimento de Syd, e também no espaço, já que não dá para saber o que é memória ou delírio do personagem principal. “Temos narrativas fragmentadas, memórias dentro de memórias e um narrador em quem não dá para confiar, em um mundo de fantasia”, disse Donner. Em dado momento, ele passa a ser tratado por uma terapeuta adepta de métodos pouco convencionais, Melanie Bird (Jean Smart). Mas, na verdade, a condição de David é uma mutação. “Em X-Men, todos são incompreendidos, não se encaixam nem são tratados direito pela sociedade”, diz Donner. “David foi empurrado para o lado e colocado em um hospital. Por causa de seus poderes mutantes, disseram que era louco.”

A experimentação narrativa de Legion permite que, de repente, haja um número de dança ao estilo Bollywood. “A série tem espaço para coisas bem malucas, mudanças de estilo e gênero”, disse Dan Stevens. “É um playground de fantasia, na verdade, todos os departamentos estão brincando e testando coisas novas que nunca tinham sido feitas.” O ator, que ficou conhecido por pedir para sair de Downton Abbey, em que interpretava Matthew Crawley, acabou voltando à televisão por ter a sensação de ser algo um pouco ambicioso. A combinação de tantos elementos pode inspirar certo ceticismo, mas faz diferença a assinatura de Noah Hawley. Ele também foi recebido com desconfiança no anúncio de uma série baseada no filme Fargo (1996), dos irmãos Ethan e Joel Coen, vencedor de dois Oscars (roteiro e atriz). E Fargo, a série, tornou-se uma das melhores coisas da televisão nos últimos anos. [Mariane Morisawa]

Bilheteria EUA: Fragmentado, O Chamado 3, Quatro Vidas de Um Cachorro, Estrelas Além do Tempo, La La Land

split.jpgFragmentado (Split), novo longa de M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, Sinais, A Visita) segue no topo das bilheterias dos EUA pela terceira semana seguida. O longa dessa vez arrecadou US$ 14,6 milhões e bateu a sua maior concorrência que era o terror O Chamado 3. No total, o suspense tem quase US$ 100 milhões.

No longa, seguimos um homem chamado Kevin, interpretado por James McAvoy (X-Men: Apocalipse) que tem impressionantes 24 personalidades. No filme, Kevin já compartilhou 23 destas personalidades com sua terapeuta, vivida no filme por Betty Bucley (Oz) mas que tem uma 24ª e ela é extramemente perigosa, ao ponto que convence ele a sequestrar três adolescentes e mantê-las no seu porão. As meninas, então, lutam para sobreviver.

O filme estreia em 23 de março no Brasil.

O Chamado 3 ficou em segundo lugar e levou cerca de US$ 13 milhões na estreia. Este é o terceiro filme da franquia O Chamado, que tem como vilã e protagonista a menina Samara. Agora, a trama será centrada no casal Holt (Alex Roe) e Julia (Matilda Lutz) e sua relação com a famosa fita de vídeo. Aviva GoldsmanDavid Loucka e Jacon Aaron Estes escrevem o roteiro dirigido por  F. Javier Gutiérrez (Tres Días). Chamados estreia em 2 de fevereiro no Brasil.

A terceira colocação ficou com Quatro Vidas de Um Cachorro que arrecadou U$S 10,8 milhões. Alvo de polêmica sobre maltratos aos cães que estavam na filmagem, o longa foi inocentado recentemente por uma insituição que defende os animais.

O longa acompanha as quatro vidas de Bailey (voz de Josh Gad) e sua busca pela razão de continuar voltando à Terra quando seu tempo nela acaba. Britt Robertson (O Maior Amor do Mundo), Josh Gad (Pixels), Dennis Quaid (Vegas), Peggy Lipton (Crash), Juliet Rylance (The Knick) e Logan Miller (Como Sobreviver a um Ataque Zumbi) também estão no elenco. O filme estreou nos cinemas brasileiros no último dia 26.

Estrelas Além do Tempo (Hidden Figures) ficou em quarto lugarForam mais US$ 10,4 milhões arrecadados no fim de semana.

O longa adapta o livro Estrelas Além do Tempo e conta a história de Katherine Johnson (Taraji P. Henson), uma matemática que, junto com suas amigas, foram o cérebro por trás de uma das maiores operações dos EUA – o lançamento do astronauta John Glenn em órbita e seu retorno em segurança. Octavia Spencer e Janelle Monáe completam o elenco principal, que tem ainda Kirsten DunstKevin Costner e Jim Parsons.

O filme já está em cartaz no Brasil.

La La Land – Cantando Estações fecha o top 5 arrecadando US$ 7,45 milhões e chegando a um total de US$ 118 milhões nas bilheterias.

O longa explora uma versão contemporânea do sonho de fazer sucesso em Los Angeles. Focando no romance entre uma aspirante à atriz (Emma Stone) e um pianista (Ryan Gosling), a ideia é passar uma noção mais real de quem são as pessoas que vão à cidade para tentar dar certo no showbusiness. J.K. Simmons, Jessica Rothe, Sonoya Mizuno e Callie Hernandez completam o elenco. Damien Chazelle, de Whiplash: Em Busca da Perfeição, é o diretor. O lançamento no Brasil foi no último 19 de janeiro.

O conceito por trás das fotos da gravidez de Beyoncé

beyonce4-a.jpgQuando estava grávida de Blue Ivy, Beyoncé deu a notícia ao mundo depois de uma performance de Love On Top no VMA, em que termina jogando o microfone no chão, desabotoando o colete e acariciando a barriga. Dessa vez, a cantora anunciou que espera gêmeos por meio de um photoshoot em que mostra sua barriga.b-venus_new-01_final_04_2Quando o assunto é Beyoncé há sempre muito do que se falar. Em sua primeira gravidez, muitos pensaram que a Mrs. Carter estava fingindo e usando espumas na barriga. A escolha de de deixar a parte do corpo à mostra nesse ensaio pode ser um indício de que ela não desejava nenhum tipo de boato dessa vez. Outra polêmica que circulou na internet desde o anúncio, foi a respeito da qualidade do ensaio, com centenas de críticas à estética das fotos.screen-shot-2017-02-02-at-114605.jpgO que não foi revelado é que toda a proposta das fotos segue um conceito consistente. Como todos sabem, Bey vem inserindo assuntos políticos em sua arte, como o seu álbum visual Lemonade, que fala desde feminismo até os direitos dos negros. É também de conhecimento de todos que ela é extremamente cuidadosa quando se trata da sua imagem, colocando na mídia tudo o que quer de forma bastante planejada, inclusive preferindo adotar uma postura low-profile na maioria das vezes. Com o ensaio da gravidez, não poderia ser diferente.(beyonce.com/)bebe2_u5y0dv8

Ao que tudo indica, o escolhido para clicá-la foi Awol Erikzu, um fotógrafo da Etiópia que se tornou um queridinho da cena artística de Nova York com seu trabalho. Suas fotos tratam de examinar a cultura negra americana, conectando-se inclusive com membros de coletivos de hip-hop norte-americanos. Beyoncé procurou o jovem artista para uma sessão de fotos que tivesse algum cunho histórico e os dois, juntos, chegaram à ideia de colocá-la como uma mãe Flamenga (da região da Holanda) do século 15. Erikzu concentra sua carreira em representar pessoas negras e ficou conhecido, justamente, por recriar clássicos da pintura com imagens de negros. O uso do enquadramento de três quartos com a a expressão calma da cantora, faz com que ela pareça mais maternal e menos autoritária.

B-VENUS_NEW-03_FINAL_02.2-1.gifBeyoncé surpreende a todos mais uma vez mostrando que cada parte de seu trabalho é muito elaborada e, normalmente, possui ricos significados, que podem não ser captados em um primeiro olhar. O resultado disso foi uma menção no Guiness Book ao quebrar o recorde de foto mais curtida em 12 horas, colecionando o total de 1.4 milhões de likes na rede social.

Relembre a apresentação em que a cantora anunciou que estava grávida de Blue Ivy

Brasileiro Hugo Barra chega ao Facebook unindo lado nerd e talento para comunicação

1702645Brasileiro Hugo Barra deixa Xiaomi para assumir área de realidade virtual no Facebook


Era 1h30 quando a polícia chegou para dispersar a festa de formatura do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) no ano 2000.

Mais de 200 estudantes estavam na pista de atletismo da universidade, tomando cerveja e champanhe servidas por dois caminhões. Muita gente fugiu quando a polícia chegou, mas Hugo Barra, o presidente da turma naquele ano, foi detido enquanto estava “tentando dar partida em um dos veículos e fugir”, segundo uma reportagem no jornal da universidade.

Passados 17 anos, Barra deixou as travessuras estudantis no passado e se tornou um dos mais admirados executivos no setor mundial de tecnologia.

Depois de ascender na hierarquia do Google e assumir um posto sênior na fabricante chinesa de smartphones Xiaomi, o engenheiro brasileiro foi escolhido agora para comandar a área de realidade virtual do Facebook.

“As pessoas que são muito inteligentes de verdade em geral são tediosas, mas ele tem estilo”, diz Robin Chan, amigo de Barra.

Visitar a página de Barra no Facebook oferece um vislumbre desse estilo. Ele é visto andando de hoverboard no escritório da Xiaomi e posando para selfies coletivos com os “fãs da Mi” (adoradores dos aparelhos da empresa).

Nos três anos e meio em que comandou as vendas mundiais da empresa, Barra falou em hindi em lançamentos da Xiaomi e cantou caraoquê em chinês.

No entanto, amigos dizem que, apesar da personalidade gregária que exibe on-line, Barra é “uma pessoa tímida e muito carinhosa, mas excelente em apresentar e divulgar o que ele faz”.

O talento para comunicação, somado à formação em engenharia, faz de Barra uma raridade no setor, em que nerds balbuciantes e especialistas em marketing bem falantes são em muitos casos espécies distintas.

As duas capacidades são vitais para o Facebook, já que, a despeito de bilhões de dólares de investimento na unidade Oculus VR, as vendas continuam fracas.

Chan, cofundador e presidente-executivo da Operator, uma empresa de comércio eletrônico de San Francisco que tem Barra como um de seus conselheiros, diz que o amigo tem a combinação certa entre visão e determinação necessária a levar a realidade virtual às massas.

No Google, onde no final de sua passagem comandava a área da plataforma Android para smartphones e outros aparelhos, “ele desenvolveu a reputação de ser um gestor fenomenal, muito cuidadoso”, diz Chan.

“Ele não é uma pessoa fofa –tem um lado bem duro–, mas é capaz de levar o pessoal a novas alturas.”

Contratar Barra em 2013 foi visto como grande vitória para a Xiaomi. No entanto, a despeito de ter encontrado sucesso na Índia, a empresa enfrentou dificuldades para manter seu crescimento inicial no mercado de origem.

Os esforços para conquistar espaço em outros mercados emergentes, como o Brasil, não avançaram muito.

Barra, de 40 anos, já estava ansioso por voltar à Califórnia quando Mark Zuckerberg começou a tentar atrai-lo para o Facebook.

“O que Hugo aprendeu em sua jornada na Xiaomi foi como construir um negócio com base em tecnologia ainda crua”, diz Chan. Embora a realidade virtual ainda não tenha se tornado um sucesso comercial, “se há alguém capaz de fazê-lo, é ele”. [Financial Times]

Banco Ratoeira, de Mariana Betting e Roberto Hercowitz, do estúdio carioca em2 Design, conquista um iF Design

1486147723754Os designers Mariana Betting e Roberto Hercowitz, do estúdio carioca em2 Design  Foto: RHODINEI PEDROSO/DIVULGAÇÃO


Após conquistar a primeira colocacão no Prêmio Design MCB e do Salão Design, de 2015, o banco Ratoeira, de Mariana Betting e Roberto Hercowitz, do estúdio carioca em2 Design, conquista um iF Design: espécie de Oscar do setor, concedido anualmente pela feira de Hannover, na Alemanha.

Para Mariana Betting e Roberto Hercowitz, do estúdio carioca em2 Design, um móvel conquista sua excelência quando, para além da sua forma, traz evidenciado seu aspecto funcional. Se ainda conter uma grande sacada, bom, aí, já se torna um campeão. Ao menos é o que comprova a trajetória de uma das mais ilustres criações da dupla: o banco Ratoeira, primeiro colocado do Prêmio Design MCB e do Salão Design, de 2015, e agraciado, na semana passada, com um iF Design: espécie de Oscar dos setor, concedido anualmente pela feira de Hannover, na Alemanha. “Claro que a simplicidade formal pesou. Mas acredito que foi a solução de travamento que deve ter contado pontos”, afirma Mariana, que ao lado do sócio, falou ao Casa sobre a mais recente conquista.

Como o desenho da ratoeira inspirou a criação do banco?
Roberto Hercowitz: Primeiro pelo desenho, propriamente dito, que prende o rato e, depois, pela pressão que a peça exerce sobre ele no instante em que é capturado. No banco, a solução de travamento parte deste princípio elementar e descomplicado. Os pés são travados ao assento, através da “alavanca” ocasionada pela divisão dos tubos metálicos, aproveitando-se do próprio peso das pessoas sentadas nele, de forma que, quanto maior o peso exercido, maior a trava.

1486147093794.jpgO banco Ratoeira, de Mariana Betting e Roberto Hercowitz do estúdio em2 Design, agraciado com um iF Design Award 2017 Foto: RHODINEI PEDROSO/DIVULGAÇÃO


Foram dois primeiros lugares em conceituados concursos aqui e, agora, o iF Design. Para vocês, o que fez do Ratoeira um móvel tão premiado?
Mariana Betting: A partir de nossa experiência podemos dizer que um móvel se destaca em um concurso quando traz a questão da funcionalidade bem resolvida, para além da abordagem formal ou estética. É importante ainda que ele apresente uma boa sacada, seja do ponto de vista da produção ou dos materiais utilizados. O que é válido, inclusive, para a sua solução de transporte. No caso do Ratoeira, acreditamos que a peça se destacou por sua simplicidade. Temos uma prancha de madeira que se une a dois pés de aço, resultando em um banco. Outro aspecto interessante é que ele pode ser desmontado em três partes e colocado dentro de uma caixa fina, o que resulta em uma expedição mais barata. A escolha dos materiais nos parece também bastante apropriada: a calidez da madeira em contraposição à frieza do metal. Os dois materiais interagindo e viabilizando tecnicamente a solução pretendida.

O que uma premiação no iF representa para designers e consumidores?
O iF não identifica primeiros lugares. Em vez disso, ele certifica o bom design. Atesta a qualidade de um desenho aliado à capacidade de sua produção de maneira diferenciada, singular. Para o designer, representa a certeza de que seu produto foi escolhido por um time competente de profissionais, de várias partes do mundo. Aos olhos dos consumidores, um selo de qualidade que indica um produto com excelência em design e de alto valor agregado.

1486147393583.jpgDetalhe do encaixe do Ratoeira, um dos pontos altos do banco Foto: RHODINEI PEDROSO/DIVULGAÇÃO