Superfoods: cinco alimentos da moda que ajudam a emagrecer

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Aliado dos cardápios infantis, o mingau de aveia ganha nova roupagem e vira mania da turma fitness. O que muda é a preparação: sai o leite de vaca, entra em cena o de amêndoas, que é uma “fonte de gordura boa e capaz de modular a carga glicêmica da aveia, evitando um pico de glicemia”, explica a nutricionista funcional carioca Patricia Davidson Haiat. Além disso, devido ao seu perfil nutricional, o mingau garante saciedade prolongada e evita boquinhas entre as refeições principais.

Mingau de gente grande (Foto: Thinkstock)Mingau de gente grande (Foto: Thinkstock)

Dica: prefira a aveia em farelo, que possui menos açúcar que a em flocos. Para garantir uma versão gente grande e saudável do prato, finalize com frutas vermelhas, cardamomo e nuts tostadas.

But first, coffiest (Foto: Thinkstock)But first, coffiest (Foto: Thinkstock)

Nova mania das californianas, o Coffiest é uma nova versão do cafezinho turbinado – o incensado bulletproof coffee, que leva café orgânico, manteiga e extrato de óleo de coco. A receita, criada pela marca americana especializada em nutrição Soylent, consiste em café, proteína de soja isolada, óleo de algas e de canola, fibra de aveia, e l-teanina (aminoácido presente no chá-verde, que induz o relaxamento, quebrando as agitações decorrentes do consumo de cafeína).

O resultado é uma bebida cremosa que se assemelha a um caffè latte – mas sem nenhum ingrediente animal. Com 400 calorias e a mesma dose de cafeína que uma “xicrinha” (150 mg), o Coffiest promete um café da manhã balanceado e completo em uma garrafa de 414 ml.

A nova quinoa (Foto: Thinkstock)A nova quinoa (Foto: Thinkstock)

Boa notícia para quem enjoou da quinoa: o sorgo, quinto cereal mais produzido no mundo (atrás de arroz, trigo, milho e cevada), começa a despontar no cardápio de restaurantes antenados, como o nova-iorquino Marc Forgione.

Antes utilizado como ração animal, o sorgo ganhou o aval da turma saudável graças às suas propriedades nutritivas – rico em antioxidantes e fibras, controla os níveis glicêmicos e colesterol, além de regular a função intestinal. “Ele também é riquíssimo em vitamina B e minerais como ferro, fósforo, potássio, magnésio e zinco”, completa Patricia Davidson Haiat. Sua textura ainda ganha pontos por garantir maior sensação de saciedade.

Pãozinho do bem (Foto: Thinkstock)Pãozinho do bem (Foto: Thinkstock)

“Cortar o pão” costuma ser uma das primeiras diretrizes ouvidas em qualquer tipo de dieta de emagrecimento. A boa notícia é que não é preciso mais viver sem ele, graças às versões low carb do sagrado alimento.

Para isso, você vai ter que colocar literalmente a mão na massa e “substituir a farinha de trigo pela de amêndoas”, ensina a health e wellness coachVanessa Kryss, especialista na confecção de pães com baixo teor de carboidratos.

Uma de suas receitas hit leva farinha de amêndoas, ovos, azeite extravirgem ou óleo de coco, sal do Himalaia, ervas e canela. Leva 30 minutos no forno. Mas circulam pelo Instagram outras versões do pão permitido, que pode ser feito tanto na frigideira como no grill, com ingredientes que vão de batata-doce a grão-de-bico.

O hype do abacate  (Foto: Thinkstock)O hype do abacate (Foto: Thinkstock)

Depois da mania da avocado toast, que consagrou de vez a fruta, o óleo de abacate desbanca o boom do óleo de coco e promete substituir até o funcional azeite. Com uma lista de propriedades exemplares – alto poder antioxidante, proteção cardiovascular, gorduras monoinsaturadas que reduzem o índice glicêmico -, ele tem a vantagem de não carregar o gosto pronunciado do óleo de coco.

Outro plus: a presença de beta-sitosterol, que bloqueia a absorção das gorduras saturadas de outros alimentos pelo corpo. Ou seja, além de reduzir gorduras ruins no sangue, ajuda na perda de peso. “Consuma a frio, já que esse não é um óleo que deve ser levado a altas temperaturas”, explica Vanessa Kryss. O ideal é utilizá-lo na finalização de saladas e legumes. [Vitória Guimaraes]

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Andrea Müller lança marca homônima de acessórios

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Andrea Müller (Foto: Arte Vogue Online)

Ex-Maria Bonita Extra, a carioca Andrea Müller lançou marca homônima de acessórios com o objetivo de criar bolsas e sapatos feitos de texturas naturais como ráfia e palha que fugissem do óbvio e atendessem também a vida urbana, vide a original plataforma com salto bordado de linha. À venda no Gallerist.

Atriz Zosia Mamet da série ‘Girls’ se casou de PRETO e o vestido é incrível

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Vestido branco? Já é tão 2015… Bem, pelo menos para Zosia Mamet! Assim como a personagem dela no seriado “Girls”, a peculiar Shoshanna, a atriz gosta mesmo é de surpreender quando o assunto é moda e não foi diferente quando trocou alianças com, o também ator, Evan Jonigkeit, em outubro. Para o grande dia, escolheu um modelo Givenchy preto!

“Quando fui comprá-lo, eu estava me sentindo uma garotinha dentro do guarda-roupa da mãe. Devo ter experimentado uns 40 modelos diferentes. Eu queria algo confortável e não queria mesmo usar branco. O último vestido que eu escolhi foi um da Givenchy, e foi ele o último que provei – e nesse momento todas as minhas amigas engasgaram. Ele não era o mais incrível, mas me vestiu tão perfeitamente que, eu sabia, sem dúvida, era o meu vestido. E foi isso, comprei direto da arara da loja”, contou ela em entrevista para a Vogue norte-americana.

De acordo com ela, antes de escolher o look do grande dia, só sabia de uma coisa: não queria nada tradicional. “Sabe, eu nunca sonhei com o dia do meu casamento, eu só sonhei em encontrar uma pessoa com quem eu gostaria de ter um dia de casamento”, disse.

Com a escolha nada óbvia, Zosia entra para o pequeno clube das “famosas que casaram de preto”. Entre elas, Marilyn Monroe, Avril Lavigne e Sarah Jessica Parker. Góticas! Lucas Castilho

Twitter nomeia terceiro diretor de produtos em menos de um ano

Twitter HQ_960.pngO Twitter nomeou Keith Coleman, fundador da startup Yes, diretor da sua equipe de produtos. Ele será o terceiro executivo indicado para a divisão em menos de um ano.

A rede social informou nesta quinta-feira, 1, ter adquirido a Yes, criadora de aplicativos como o Frenzy e o WYD-What you doing, que permitem aos usuários se conectar com amigos. Os detalhes financeiros do acordo não foram revelados.

“Sim! Keith e equipe estão se juntando ao Twitter para ajudar a liderar e fortalecer nossos serviços”, escreveu o presidente Jack Dorsey em sua conta no Twitter na quinta-feira.

Jeff Seibert, que recentemente liderou a equipe de produtos, ocupou a posição por cerca de cinco meses antes de renunciar em junho. Kevin Weil, que agora dirige a divisão de produtos do Instagram no Facebook, ficou no cargo por mais de cinco anos e foi vice-presidente de desenvolvimento de produtos antes de Seibert. [Reuters]

Massa Branca lança coleção de pratos assinados por artistas plásticos

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Massa Branca lança coleção de pratos assinados por artistas plásticos (Foto: Divulgação)

Na próxima segunda-feira (05.12), a executiva Silvia Finotti lança o projeto Massa Branca, que trará, de três em três meses, coleções de pratos de barro e porcelana assinadas por artistas renomados.
mb_celsoO pontapé inicial fica por conta de Celso Orsini, que pintou 30 peças em faiança (cerâmica branca), uma a uma. Além disso, haverá também uma coleção em porcelana, limitada e numerada. Uau!

Alice, papai vai exportar a gente para a Finlândia

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Guz e Alice: ele conta como, desde a notícia de que seria pai de uma menina, empreendeu uma jornada em busca do melhor futuro para ela. E foi parar na Finlândia.
Quando eu e sua mãe soubemos que ela estava grávida de você, a sensação foi de muita alegria. Bom, ao menos pra mim, porque sua mãe despirocou o cabeção (“Ah meu deeeeeus, o que que eu vou fazeeer, eu to grááávida, como assim etc”). Mas, depois do baque, não tinha mãe mais apaixonada pela própria barriga que ela.

Nossa ingenuidade era tanta que fomos a um pronto socorro na mesma madrugada para fazer um ultrassom que confirmasse o que o teste de gravidez já nos afirmava. O médico de plantão, coitado: um puta dum sono, ranzinza, inconformado da gente estar lá na emergência para fazer um simples ultrassom, soltou: “Tá aí. Tá vivo, era isso que vocês queriam saber?” E em seguida mostrou na tela uma imagem que até hoje fica na minha cabeça como um feijãozinho. Um feijãozinho com um ponto luminoso pulsante. Sim, era você ali. A partir daquele dia, meus pés nunca mais tocaram o chão. Até mais ou menos a 15ª semana não sabíamos que você seria a Alice. Quando o médico informou seu sexo, fui tomado de alegria — e de uma preocupação iminente: você iria nascer no Brasil.

Filha, esse país é lindo. Mas minha experiência de 35 anos vivendo aqui foi com um o povo em sua maioria machista, misógeno e preconceituoso com as minorias.

Sabe, está muito errado eu me preocupar por você nascer menina. No Brasil, você teria que crescer com pessoas dizendo que você fica melhor de rosa. Que você precisa casar. Teria que observar calada meninos levando a melhor fatia do bolo, e ai se falasse alguma coisa. Teria que entrar numa sala de aula onde teria um professor lá na frente ditando o que você tem que aprender, numa sala fechada apinhada de crianças — e, se eu quisesse diferente, teria que pagar, e muito, ao longo dos anos. Porque aqui, a lei funciona na base do “quer rir tem que fazer rir, parceiro”. E isso seria só pela escola — não teria muito o que fazer em relação ao machismo e sexismo, a não ser te preparar para o que estava por vir.

Isso ficou na minha cabeça. Foi quando me deparei com alguma notícia sobre a Finlândia ter a maior equalidade de gêneros do mundo, ou algo muito próximo disso. E para melhorar, assisti a um documentário chamado “Where to invade next”, do Michael Moore, que entre os vários países que visita, ressalta o sistema de educação finlandês como o melhor do mundo. Aí, fiz minha cabeça: precisava dar um jeito de levar você pra lá.

Pode parecer “mambo jambo” de auto-ajuda: mas em minha vida, meus pensamentos e atitudes fizeram com que meus objetivos se concretizassem ou falhassem completamente. E foi assim com o “caso Finlândia” —  só que neste em particular eu conscientemente caminhei o percusso todo com uma atitude positiva.

Comecei a pesquisar sobre moradia, sobre emprego, sobre educação, tudo! E enviei muitos, muitos currículos. Para a minha surpresa, vieram muitas respostas e convites para entrevistas de trabalho no período de um mês. Uma das empresas me interessou bastante e, ainda bem, me contrataram, após um processo de umas cinco entrevistas ao longo de um mês.

Portanto leve para a sua vida essa fórmula: pensamento positivo = sentimentos positivos = ações positivas = resultados positivos

Vá caçar seus desejos e aspirações com uma atitude positiva, sempre. Agora, um novo capítulo em nossas vidas começa. Para você, acho que não vai lembrar muito do que aconteceu daqui uns anos. Para mim e para a sua mãe, está sendo um turbilhão de emoções deixar a família, emprego estável, a “segurança” que sempre achamos que temos em tudo — para vivermos a uns 11 000 quilômetros de distância.

Vamos aprender juntos uma nova cultura, uma nova língua, teremos um monte de desafios! Tô com medo? Opa. Mas coragem é definida pela nossa capacidade de agir e seguir em frente apesar do medo e insegurança do que se poderia ser. Nada é melhor nessa vida do que crescer com os desafios que a vida oferece — e oferecermos de volta ao mundo o que ele nos dá.   Gustavo Forster, o Guz, 35, é maker, UX designer, co-fundador da Experimentoria e da produtora de filmes animados Nelumbu. Exportou-se para a Finlândia.

Escritório de arquitetura FGMF lança livro sobre seus 15 anos de atuação

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Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz e Fernando Forte, o trio à frente do FGMF Arquitetos (Foto: Divulgação)

Por Thaís Lauton e Stéphanie Durante
Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz e Fernando Forte, o trio à frente do FGMF Arquitetos, transformaram os mais de 15 anos de atuação do escritório em um livro. FGMF – 1999-2015 (Editora Acácia Cultural, 356 págs., R$ 180) contém informações, desenhos, dados técnicos e imagens dos projetos mais emblemáticos em edição bilíngue. Os arquitetos conversaram com Casa e Jardim sobre o lançamento:
Ao longo desses 15 anos, do que mais se orgulham? Há algo que fariam diferente?
Orgulho é uma palavra forte. Ainda estamos construindo um percurso, e o livro serve para criarmos uma perspectiva crítica sobre o que fizemos até aqui. Mas ficamos muito contentes, é claro, em termos desenvolvido um trabalho autoral e investigativo ao longo desses anos, com grande diversidade de programas, soluções e materiais.
Como vocês definiriam o estilo do FGMF?
Não acreditamos em “estilo”. O que procuramos fazer é ter uma resposta específica para cada problema, de maneira a adequá-la ao nosso tempo e tecnologia. Enfim, uma arquitetura contemporânea e investigativa. Buscamos mais a solução de um desafio do que criar uma “marca” ou uma estética que nos identifique.

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FGMF – 1999-2015 (Editora Acácia Cultural, 356 págs) (Foto: Divulgação)