A Target também tem lingerie com diferentes tons de nude

Resultado de imagemConsiderando as incontáveis tonalidades que a pele humana pode ter, pensar na existência de só um tom de nude, parece um pouco anacrônico, não? Pois a Target também pensa dessa maneira. Ela acaba de entrar para o time de etiquetas que produz lingerie neutra para diferentes cores de pele.

A estratégia faz parte do novo posicionamento global da marca que foca cada vez mais em diversidade. Quem se lembra da campanha plus-size de moda praia 100% livre de retoques de photoshop? “Nós sabemos que as mulheres têm vários corpos, tamanhos, etnias e é nossa obrigação refletir isso nas roupas”, disse Michelle Wlazlo, vice-presidente da Target.

Os preços, super-acessíveis, ficam entre US$ 10 e US$ 17 e tudo indica que o projeto ainda vai se estender para a linha de meias e sapatos. Estamos de olho!  [ELLE]

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Crise do Google por conteúdo de ódio no YouTube se aprofunda

youtube-logotipoLondres – Propagandas de grandes anunciantes da Europa e da Ásia continuam aparecendo ao lado de vídeos extremistas no YouTube dias após o gigante do setor tecnológico Google ter afirmado que estava tomando medidas para evitar que seus clientes respaldem inadvertidamente conteúdos de ódio.

Um vídeo antissemita que alega a existência de uma “ordem mundial judaica” apareceu junto com propagandas da seguradora Axa na Alemanha, da companhia de petróleo Total na França, de veículos Range Rover na África do Sul, da loja de calçados Skopunkten e do site Tradera na Suécia, de acordo com pesquisas realizadas pela Bloomberg no YouTube em cada um desses países na quinta-feira.

O vídeo também foi vinculado a marcas na Ásia — lubrificantes Castrol na Índia e fórmula infantil Cow & Gate em Hong Kong.

Um outro sermão do pastor Ahmad Musa Jibril, que, de acordo com promotores dos EUA uma vez atribuiu-se o mérito de um atentado terrorista com bomba na Arábia Saudita, pode ser visto ao lado de propagandas da Nissan na Suécia e da operadora wireless MTN Group na África do Sul.

Por sua vez, a English Defence League, islamofóbica, conta com o respaldo de anúncios de Total, Netflix, IBM e Tag Heuer International na França.

A polêmica em torno da colocação de anúncios, agora em sua segunda semana, está se espalhando por todo o planeta a um ritmo que a reação do Google, da Alphabet, não está conseguindo acompanhar.

Na quinta-feira, enquanto o presidente do conselho da Alphabet, Eric Schmidt, dizia que o Google poderia “chegar bem perto” de garantir que as propagandas das empresas não seriam colocadas perto de materiais com conteúdo de ódio, anunciantes em toda a Europa encontravam mais de uma dúzia de novos exemplos e lutavam para proteger suas marcas.

“Não sabíamos que nossas propagandas eram veiculadas nesse contexto”, disse a porta-voz da Axa, Anja Kroll, por e-mail.

“Nós tomamos providências imediatas para atualizar os filtros e acabar com a veiculação” dos anúncios junto com esses vídeos porque “diversidade, tolerância e receptividade são valores de importância fundamental para nós e os praticamos diariamente”.

Polêmica global
Embora a Axa não tenha retirado suas propagandas do YouTube, a unidade alemã está usando filtros de “lista negra” para evitar que seus anúncios apareçam perto de conteúdos extremistas, racistas ou de caráter não desejável, disse Kroll.

Neste caso, disse ela, os filtros aparentemente falharam.

“Não fazemos comentários sobre vídeos individuais, mas, conforme anunciado, iniciamos uma análise ampla de nossas políticas de publicidade e nos comprometemos publicamente a implementar mudanças que darão às marcas mais controle sobre onde suas propagandas aparecem”, disse um porta-voz do Google.

“Também estamos aumentando as exigências a nossas políticas de publicidade para proteger melhor as marcas de nossos anunciantes.”

O leque global de companhias envolvidas na polêmica ilustra a magnitude do problema para o Google, que corre o risco de sofrer danos em suas finanças e em sua reputação.

A companhia já é acusada em um processo judicial aberto pela família de uma vítima de um ataque terrorista de lucrar com anúncios vinculados à propaganda terrorista que fomenta a violência.

A crise recente eclodiu depois que uma investigação do jornal The Times, de Londres, revelou na semana passada que propagandas estavam sendo veiculadas junto com conteúdos ofensivos.

O valor de mercado da Alphabet diminuiu cerca de US$ 24 bilhões nesta semana. [Joe Mayes, da Bloomberg]

Loja da Adidas usa lasers para rastrear seu corpo e criar roupas que encaixam perfeitamente

Você com certeza já achou a peça de roupa perfeita e não encontrou o seu tamanho, ou ainda nenhum deles te encaixou da maneira correta. A Adidas abriu a Knit For You, uma loja na cidade de Berlim, equipada com um dispositivo que escaneia o comprador e desenvolve um suéter milimetricamente ideal. Veja o vídeo acima.

Toda a experiência acontece dentro de uma sala escura. Nela, lasers escaneiam o corpo do indivíduo, dizendo o tamanho correto da peça. Após isso, uma projeção da estampa é criada sobre o comprador, que pode alterá-la usando somente as mãos. Todos os dados são enviados para um computador, contendo ainda mais customizações, como diversas combinações de cor.

Com todas essas informações, máquinas industriais de costura, assim como um time de costureiros, os materiais são manuseados e transformados em um suéter. Depois de lavado e secado, os consumidores podem voltar à loja para retirar a peça customizada. Sim, voltar à loja, pois o processo pode demorar por volta de quatro horas.

Digamos que o suéter não é dos mais bonitos, nem dos mais baratos. A peça custa por volta de US$ 215, mas provavelmente vale a experiência. Não existem planos próximos da empresa expandir o projeto para outros países, mas a possibilidade não é descartada para o futuro. []

Google anuncia morte do Talk e reforça Hangouts e Android Messages

gtaA área de messaging nunca foi um dos pontos fortes do Google. Além de conviver com uma grande variedade de apps Android dos fabricantes de smartphones, a empresa também tem seus próprios problemas, com um grande número de superposições de aplicativos com funções similares: Allo, Android Messages,  Hangouts, Duo, Google Voice, e Google Talk.

Tinha, porque hoje a empresa anunciou algumas medidas necessárias para consolidar seus esforços nessa área. A começar pela morte do Talk, programada oficialmente para o dia 26 de junho. O serviço de mensagens instantâneas, que é carinhosamente conhecido como Gchat, é um dos apps de mensagens mais antigos do Google, já que está em atividade desde 2005.

Desde 2013, a Google vem estimulando os usuários do Talk a mudar para Hangouts. No dia 26 de junho a transição estará completa e as portas do Talk se fecharão para sempre. A partir desse dia, todos os usuários do Talk serão automaticamente passados para o Hangouts, de onde poderão continuar a bater papo com seus amigos.

Também como parte das mudanças, o anúncio inclui a remoção do suporte a SMS no Hangouts. Essa mudança acontece mais cedo, em 22 de maio, e tem como objetivo empurrar os usuários interessados em texting para usar o Android Messages. “Isso não é nenhuma surpresa, já que a Google anunciou uma versão revisitada para negócios do Hangouts há duas semanas e recentemente anunciou o Android Messages, um novo nome para o antigo Messenger”, comenta o editor do site Greenbot da IDG, Michael Simon.

Simon lembra que o resto da estratégia deverá ser mais detalhado durante o Google I/O (evento para desenvolvedores que o Google fará em maio). No comunicado sobre a mudança do Talk e do Hangout, a empresa diz que está focada “em fazer do Android Messages o lugar primário de acesso para SMS” e que está trabalhando com as operadoras e fabricantes de smartphones para incluir o Android Messages nativamente nos dispositivos Android.

“Usualmente, quando a Google faz uma mudança desse tipo em seus apps de messaging, isso é motivo de preocupação, mas nesse caso é uma boa coisa”, diz Simon. “o Google Talk não recebeu nenhum suporte oficial por anos e o Hangouts pode tornar-se agora o que deveria ser: um substituto moderno ao Gchat. Perder o suporte ao SMS no Hangouts também não é grande coisa, porque a Google parece comprometida a fazer do Android  Messages o cliente padrão de texting”, avalia Simon. [IDG Now!]