Três respostas sobre as novas caronas pagas no Waze

Di-Ann Eisnor, diretora do Waze, veio ao Brasil para dar mais explicações sobre o novo serviço que a empresa vai oferecer aos seus mais de 3 milhões de usuários em São Paulo. Confira a seguir os três principais pontos sobre a novidade.

Como será definido o preço de cada viagem no Waze?
Como o preço do combustível pode variar de região para região, o Waze vai adotar um sistema de definição de preços baseado em quilometragem.

Nesse ponto, a política de preços é parecida com a Cabify, concorrente do Uber. No entanto, não há planos de aumentar o preço em horário de rush, apesar do consumo de combustível ser mais alto ao ficarmos parados no trânsito.

Como fica a questão da segurança?
O Waze vai usar um sistema de avaliação de motoristas e passageiros, ao estilo Uber. Aliás, a ideia da empresa é que você encontrará com o mesmo motorista com regularidade, se suas rotinas forem compatíveis – o que ajuda a criar um vínculo de confiança e aumentar a segurança no uso do app.

Além disso, ele terá um recurso de combinação de gêneros. Por exemplo, se você é mulher, será possível escolher pegar caronas somente com mulheres e vice-versa.

Como os pagamentos serão recebidos?
A política de pagamentos do Waze ainda está em fase de definição. Provavelmente, o dinheiro será pago aos motoristas por meio. É por isso que ainda não há uma data de lançamento oficial do Carpool no Brasil.

A princípio, a empresa não pretende cobrar por conectar os passageiros aos motoristas. No futuro, isso pode acontecer.

Você não vai poder usar o Waze para trabalhar como no Uber ou no Cabify. O limite de viagens será de duas por dia.

O serviço de caronas do Waze, por enquanto, funciona somente nos Estados Unidos e em Israel. No Brasil, ele deve estrear até o final do ano. [Lucas Agrela]

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Isay Weinfeld assina o projeto de interiores do restaurante vegetariano The Green Spot, em Barcelona

isay-weinfeld-green-spot-restaurant-barcelona-interiors-designboom-02Barcelona ganhou um novo hot spot. O restaurante vegetariano The Green Spot, do renomado restaurateur Tomás Tarruella, recebeu projeto de interiores do arquiteto brasileiro Isay Weinfeld. Localizado no bairro de Barceloneta, os espaços são caracterizados pelo uso peculiar dos materiais, como o contraste entre diversas tonalidades de madeira.

A partir da entrada chega-se por um longo corredor revestido de madeira. Em um dos lados deste hall, um átrio envidraçado revela um belo jardim. O salão principal é completamente aberto e revela os arcos e abóbadas originais do edifício. Aqui, o décor exalta uma atenção cuidadosa do arquiteto com os interiores. O mobiliário foi selecionado de forma criteriosa; as escolhas estão em consonância com a arquitetura do espaço.

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O restaurante faz parte do grupo “Compañía de Lobos”, um projeto pessoal do empresário Tomás Tarruella. O grupo é proprietário de uma série de espaços semelhantes em Barcelona – cada qual com uma personalidade e arquitetura singulares. No The Green Spot os ambientes aconchegantes e confortáveis abrigam, inclusive, shows de música ao vivo. [Marcos Zeitoune / Arkpad]

Fotos: © Iñigo Bujedo-Aguirre / Divulgação