Já ouviu falar da Non? Não? Então vem!

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O carro-chefe é o jeans, mas tem outros básicos e finos na Non
Pensar no design mais funcional, limpo e atemporal em matéria de roupa é pensar também em um esquema slow-fashion, valorizando a durabilidade acima de tendencinhas do momento. E é assim que nasce a Non, marca que acabou de sair do berço e atende os públicos masculino e feminino com muito jeans mais camiseta, sapato e meia – tipo guarda-roupa básico. O segredo está nesse desprendimento com “o fashion da vez”: garante uma elegância nonchalance pra quem veste. Quem curtiu pode ver mais (e comprar!) no site que conta com e-commerce – vai lá!
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Bilheteria EUA: Rogue One: Uma História Star Wars, Moana, A Última Ressaca do Ano, Beleza Oculta, Animais Fantásticos e Onde Habitam

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Grande estreia do fim de semana em todo o mundo, Rogue One: Uma História Star Wars provou a força da saga criada por George Lucas nos cinemas americanos. O filme estreou em primeiro lugar nos Estados Unidos com arrasadores US$ 155,7 milhões, tornando-se a segunda melhor estreia do mês de dezembro (atrás apenas de outro Star Wars, O Despertar da Força) e a 12ª melhor estreia na história do país.

Com desempenho acima das expectativas da DisneyRogue One já se encaminhava para os US$ 150 milhões na pré-estreia, quando desbancou Batman vs Superman e arrecadou US$ 29 milhões. Na sexta, o filme fez mais US$ 71 milhões e, no sábado, mais US$ 46,25 milhões.

O longa se passa pouco antes do Episódio IV – Uma Nova Esperança e conta a história de um grupo de Rebeldes que parte em missão para roubar os planos da Estrela da Morte. Felicity Jones (Jyn Erso), Diego Luna (Capitão Cassian Andor), Donnie Yen (Chirrut Imwe), Jiang Wen (Baze Malbus), Riz Ahmed (Bohdi Rook), Alan Tudyk (K 2SO), Ben Mendelsohn (Diretor Orson Krennic) e Forest Whitaker (Saw Gerrera) também estão no elenco, entre outros. Gareth Edwards (Godzilla) é o diretor.

Rogue One finalmente conseguiu tirar o primeiro lugar de Moana – Um Mar de Aventuras, que caiu para o segundo lugar após três finais de semana no topo da bilheteria, com um resultado nos seus 19 primeiros dias em cartaz que supera o desempenho de outro sucesso da casa, Frozen. Foram estimados US$ 12,5 milhões para Moana de sexta a domingo, e o longa já tem US$ 162,7 milhões ao todo no país.

A trama de Moana é situada em um antigo mundo no Pacífico Sul. Em sua jornada em busca de uma lendária ilha, a adolescente Moana (Auli’i Cravalho) une forças ao seu herói, o semideus Maui (Dwayne Johnson). No caminho, eles encontram criaturas marinhas, mundos submersos e uma antiga cultura.

A animação é dirigida por Ron Clements e John Musker (dupla de A Pequena SereiaAladdin e A Princesa e o Sapo) e chega aos cinemas nacionais em 5 de janeiro.

A Última Ressaca do Ano ficou em terceiro lugar. A comédia com censura R (17 anos nos EUA) fez mais US$ 8,45 milhões. Na trama, a filial de Chicago de uma companhia de tecnologia planeja a maior festa de fim de ano já feita, como parte de um plano para impedir um corte de funcionários. Will Speck e Josh Gordon dirigem o filme, que já está em cartaz no Brasil.

O quarto lugar é do também estreante Beleza Oculta (Collateral Beauty), novo filme do diretor David Frankel (Marley e Eu, O Diabo Veste Prada) com Will Smith e Keira Knightley. O filme arrecadou apenas US$ 7 milhões e é a pior bilheteria de estreia de um filme estrelado por Smith.

Escrita por Allan Loeb (Esposa de Mentirinha, Quebrando a Banca), a trama gira em torno de um executivo de anúncios de Nova York que cai em depressão após uma tragédia e embarca em um método não convencional para sair da situação. Helen Mirren, Michael Pena, Edward Norton Kate Winslet estão no elenco.
A estreia no Brasil é prevista para 26 de janeiro de 2017.

O quinto lugar ficou com Animais Fantásticos e Onde Habitam, que arrecadou mais US$ 5 milhões e agora acumula US$ 207,7 milhões. Animais Fantásticos e Onde Habitam adapta o livro do mundo de Harry Potter que cataloga 75 espécies de criaturas mágicas pelos cinco continentes, escrito pelo excêntrico magizoologista Newt Scamander (Eddie Redmayne).

Gigi Hadid mostra porção mais sexy em 15 fotos hot da carreira de modelo

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Gigi no calendário Pirelli de 2015 (Foto: Reprodução)
Gigi Hadid é, desde 2010, um dos nomes mais marcantes da nova geração de modelos norte-americanas. O histórico ajuda: além de herdar a beleza da mãe, Yolanda Hadid, modelo requisitada nos anos 1990, ela segue, desde cedo, a vocação familiar.

Antes de estourar, posou como modelo infanto-juvenil em um de seus primeiros trabalhos, como rosto da Guess (a mãe também acumula campanhas antigas da marca), e experimentou o primeiro gosto da fama nas participações pontuais no reality show estrelado por Yolanda, The Real Housewives of Beverly Hills, que exibia os desafios do começo da trajetória profissional.

Dois trabalhos importantes coroaram seu lançamento oficial: a entrada na passarela de Jeremy Scott durante a semana de moda de Nova York de inverno 2014 – primeiro desfile de projeção aberto pela neotop – e o editorial de capa da revista CR Fashion Book, sua estreia no posto. A capa da Vogue Brasil viria na sequência, em nossa edição de julho de 2015.

Além dos traços perfeitos e da habilidade frente às câmeras, o corpaço também revelou-se, ao longo do começa da trajetória profissional, como um de seus fortes atributos. Não faltaram oportunidades para que ela exibisse as curvas de fazer inveja em desfiles, editoriais e campanhas.

De porte atlético, a boa forma mais curvilínea que suas colegas de trabalhos já lhe rendeu polêmica ao se tornar alvo de críticas depois de uma entrada sensual na passarela da Versace. Tire a discussão em torno do corpaço a limpo nos 15 cliques mais sexy de sua carreira até agora.

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Por cachê de US$ 1 mi, Jennifer Lopez vai virar o ano trabalhando

Television Academy Event For NBC's "Shades Of Blue" - Arrivals

Jennifer Lopez vai trabalhar no Ano Novo em troca de um cachê de US$ 1 milhão (R$ 3,4 milhões). A cantora americana será a estrela do show da virada organizado pelo clube E11even, de Miami. A cifra é bem maior do que os cerca de US$ 350 mil (R$ 1,2 milhão) que ela embolsa por noite em Las Vegas, onde apresenta desde o início do ano o show “All I Have”, no Planet Hollywood.

Quem também estará em Miami na passagem do ano é Marc Anthony, com quem ela foi casada entre 2004 e 2014. Desde que se separou do dançarino Casper Smart, em agosto, J-Lo e seu ex-marido estão mais próximos do que nunca, e até anunciaram uma parceria profissional alguns meses após o rompimento. (Por Anderson Antunes)

Jennifer Lawrence: “Prefiro ser Mística em Guardiões da Galáxia do que no próximo filme dos X-Men”

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Jennifer Lawrence já demonstrou indisposição para retornar como Mística nos próximos filmes de X-Men e, agora, fez até brincadeira com a situação dizendo que prefere interpretar a personagem em um filme dos Guardiões da Galáxia.

Durante entrevista à MTV para a divulgação de seu próximo filme, Passageiros, Lawrence foi perguntada se gostaria de ter uma participação em Guardiões da Galáxia 2 e respondeu: “Adoraria. Escolheria isso em vez de outro filme dos X-Men, talvez.”

Par de Lawrence em passageiros e astro de Guardiões da GaláxiaChris Pratt estava ao lado da atriz e também brincou com a situação: “Isso acabou de acontecer. È um contrato”, disse, firmando um aperto de mãos com Lawrence.

As chances de isso acontecer, claro, são próximas a zero devido à relação entre a Fox (detentora dos direitos dos filmes dos X-Men) e o Marvel Studios, mas você poderá ver Lawrence e Pratt juntos em Passageiros, que estreia em 5 de janeiro no Brasil. [Bruno Silva]

Conheça o japonês Shigetaka Kurita que criou os emojis, incorporados à coleção do MoMA

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Japonês Shigetaka Kurita, o homem que criou os emojis
Shigetaka Kurita ainda não acredita: quando no final dos anos 1990 este japonês rabiscou 176 símbolos rudimentares no papel não imaginava que um dia seus “emojis” apareceriam em mensagens do mundo inteiro.

Os emojis acabam de entrar para a história da arte por serem incorporados à coleção do famoso MoMA (Museu de Arte Moderna de Nova York), onde estão expostos atualmente em sua versão original.

“Criei o que eu mesmo queria ter, algo que acrescentasse sentimentos às curtas e frustrantes mensagens escritas’, explica o criador de 44 anos, que na época trabalhava na NTT Docomo, pioneira da internet móvel.

MoMA, em Nova York, expõe emojis criados pelo japonês Shigetaka Kurita

Para Kurita, “ter a honra” de estar exposto no MoMA é mais do que poderia imaginar, admite em entrevista em Tóquio.

Os emojis, termo que significa, literalmente, “imagem-letra” em japonês, são de certa forma “uma evolução dos Kanji (ideogramas), transformados em pictogramas coloridos na era digital”, considera Kurita, que também disse ter se inspirado nos desenhos de mangás.

“Por sua origem japonesa, não esperava que as pessoas no exterior adotassem os emojis”, afirma, ainda surpreso pelo sucesso de sua criação.
Do coração ao guarda-chuva, da taça de Martini ao “smiley”, “essas modestas obras de arte plantaram as sementes que permitiram o incrível desenvolvimento de uma linguagem visual”, resume Paul Galloway, um dos responsáveis do MoMA.16301189

O conjunto de 176 emojis originais que foram doados ao MoMA

“REAFIRMAR O LADO HUMANO”

Doze anos depois de seu nascimento no Japão, a febre emoji tomou conta do mundo quando a Apple os integrou à biblioteca de caracteres do iPhone.

Desde então, eles se multiplicaram até superar os 1.800 símbolos, além de alegrar as conversas escritas. Um exemplo é o tenista Andy Murray, que contou sobre seu casamento no Twitter apenas usando emojis.

Este recurso das imagens parece mais necessário com a chegada da comunicação eletrônica “para reafirmar o lado humano em um universo profundamente impessoal e abstrato”, destaca Galloway.

Os emojis “permitem que uma mensagem informal transmita emoções e sentimentos que são difíceis de passar em conversas escritas”, confirma Marcel Danesi, professor de semiótica na Universidade de Toronto e autor de um livro sobre o tema.

“Permitem também comprimir a informação, ganhar espaço e, sobretudo, acrescentam um tom não conflituoso à mensagem”, como se “apaziguasse as relações, acabando com potenciais tensões”.

ETERNOS

“Um smiley no início e no final de uma mensagem garante que ela será lida em um estado de ânimo positivo, inclusive se a intenção é irônica ou de acusação”, continua. “Com um coração que mensagem poderia ser negativa?”, concorda Kurita.

Especialmente apreciados pelos mais jovens, os emojis se enriquecem a cada ano sob a égide do consórcio Unicode, com sede no Vale do Silício, responsável por codificar cada caractere para que possa ser lido em qualquer dispositivo eletrônico, “seja qual for a plataforma, programa ou idioma”.

Mas Danesi adverte que em alguns casos há uma “certa ambiguidade”, até o ponto de uma agência de tradução londrina decidir contratar um especialista para decifrar seu uso de acordo com o país.

Sobre sua perenidade, o semiólogo admite não estar “seguro de que os emojis como conhecemos hoje irão durar para sempre”. Entretanto, o nascimento de “uma escrita híbrida” que mistura signos clássicos e símbolos visuais é um “marco”, afirma.

O homem por trás dos emojis, que atualmente ocupa um alto cargo na empresa japonesa de serviços on-line Dwango, quer acreditar que suas criações ficarão para a posteridade.

“Me pergunto como serão em 50 ou 100 anos. Mas não acredito que desaparecerão.” [AFP]