Com quase 3 milhões de downloads em 24 horas, “Super Mario Run” já é o maior lançamento da App Store

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Os empecilhos não são pequenos. Conexão constante e valor de 9.99 dólares para desbloquear o jogo completo. Nada disso, porém, foi suficiente para impedir “Super Mario Run” de se tornar o maior lançamento da história da App Store da Apple.

Segundo a consultoria Apptopia, o aplicativo foi baixado 2.85 milhões de vezes nas primeiras 24 horas. Para efeito de comparação, “Pokémon Go” contabilizou “apenas” 900 mil downloads no primeiro dia (ultrapassou a marca de 100 milhões cerca de um mês depois).

Além do hype pelo primeiro jogo da Nintendo para smartphone e uma ampla campanha na mídia, com comercial de TV e tudo, contou a favor de “Super Mario Run” o fato de estar disponível de cara em 150 países.

A expectativa é de que o aplicativo bata mais recordes nos próximos dias na loja da Apple. O lançamento para Android deve acontecer no ano que vem. [Carlos Merigo]

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Amber Heard acusa Johnny Depp de não honrar acordo de divórcio

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Anunciado em agosto, o acordo que selou o fim da batalha judicial entre Johnny Depp e Amber Heard ainda não foi honrado pelo ator. Na época, Depp concordou em pagar para à ex a quantia de US$ 7 milhões (R$ 23,8 milhões) para tirar o caso dos tribunais, cifra que Amber prometeu doar integralmente para obras de caridade.

O problema é que o dinheiro ainda não foi depositado por ele e os advogados da atriz registraram uma queixa na Corte Superior de Los Angeles, nesta quinta-feira, para resolver a questão de uma vez por todas.

Além do dinheiro, Amber também obteve o direito de receber mais de US$ 35 mil (R$ 118,8 mil) para cobrir os gastos que teve com advogados e a posse de uma Range Rover que ela ganhou de Depp mas que está registrada no nome dele. Em ambos os casos, as dívidas também continuam abertas. (Por Anderson Antunes)

Aplicativo RoomScan calcula as medidas de ambientes e até desenha a planta

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Por Gabriela Domingues Fachin
Tirar as medidas de um cômodo com a trena – seja para comprar um móvel novo, calcular a quantidade de tinta para pintar as paredes ou anotar a metragem do piso – não é muito fácil.

Para facilitar a tarefa, o aplicativo RoomScan faz esses cálculos em instantes. Os sensores internos do iPhone – o app está disponível somente para iOS – reconhecem superfícies planas verticais e medem cada uma.02-aplicativo-calcula-as-medidas-de-ambientes-e-ate-desenha-a-planta

É só encostar o smartphone em uma parede e o aparelho vai calcular o tamanho dela. Com as medidas de cada parede, o app desenha uma planta do local. O aplicativo permite baixar a planta finalizada em formato PDF ou DXF.

O RoomScan é vendido pela AppleStore por 2,99 dólares. Há também uma versão gratuita, mas com possibilidades limitadas. [Hypeness]

Azuma Hikari, a inteligência artificial holográfica que mora dentro de um pote de vidro

A Gatebox Labs desenvolveu mais um assistente virtual, mas dessa vez muito mais pessoal, e com uma personificação visual. O objeto que parece uma capsula de filmes sci-fi apresenta um holograma que simboliza a assistente. Você pode assistir um vídeo de apresentação acima.

A Gatebox inclui diversos sensores que detectam movimento e temperatura. Além de poder ver uma representação de Azuma Hikari, o nome dado à assistente. Tudo começa a ficar estranho quando ela pode enviar mensagens durante o dia para seu dono via iOS e Android, e até estabelecer conversas.

Tudo começa a ficar ainda mais estranho quando é possível assistir filmes com a personagem, que reage aos acontecimentos e se assusta em filmes de terror. A Hikari por enquanto só fala japonês, e ainda não há previsão para outras línguas.

Para ter praticamente sua “namorada” virtual, o usuário deve desembolsar por volta de US$2,525. A companhia só irá vender 300 unidades que serão enviadas em dezembro de 2017. []

Conheça o Galpão 833, espaço que abriga eventos culturais e ensaios de moda

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Espaço do Galpão 833 para shootings; Espaço multicultural abriga diversos eventos da indústria criativa em Barra Funda ©Divulgação

Foi de um encontro em fevereiro deste ano que três sócios resolveram tirar do papel o Galpão 833, idealizado há quatro anos. Amigos, o fotógrafo Adriano Damas, o produtor Marcelo Nascimento e o publicitário Gabriel de Moura contam ao FFW como foi projetar o espaço que hoje é sede de diversos projetos artísticos na Barra Funda.

Com o objetivo de fomentar produções nas mais diversas áreas, o trio ambientou o espaço de 300 m2, que ainda conta com anexo de mesmo tamanho que pode ser moldado para uma série de possibilidades. Desde então, o local virou hot spot para sediar a produção de ensaios de publicações como a FFWMAG, Vogue Brasil, além de clipes musicais e campanhas de marcas como Helô Rocha e Melissa.

A forte relação com a moda não fica só por conta das grandes sessões de fotos. Os sócios pretendem lançar, já no ano que vem, a revista digital “SCAPE”, com imagens conceituais de moda. “O Galpão 833 é um espaço para materializar ideias”, diz Marcelo.

No melhor clima slow fashion, o Galpão segue em fase de amadurecimento e os sócios pretendem abrir as portas para artistas independentes a partir do ano que vem. “Ainda precisamos solidificar o Galpão e, para esse passo, temos muito a ampliar. Começaremos a fazer testes para ver como isso será formatado”. [FFW]

Para mais informações, acompanhe o Galpão 833 no site oficial, instagram e facebook do espaço.
Endereço: Avenida Rudge, 833, Barra Funda – São Paulo, SP.

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Lounge do Galpão 833, que também pode ser alugado para eventos ©Divulgação

Um papo com a estilista senegalesa Selly Raby Kane

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Estética moderna direto de Dakar, Senegal: é a moda de Selly Raby Kane
Selly Raby Kane, quando criança, era uma ativista pelos direitos da infância na sua cidade natal, Dakar, no Senegal. E ela inclusive foi estudar direito na França. Mas em algum momento começou a desenhar, e aquele desenho virou vestido, e o vestido virou coleção, tudo de maneira bem orgânica… Aos 30 anos, Selly é uma estilista bem criativa que faz parte da efervescente cena cultural do seu país. Ela não só estimula a produção local como atualiza as referências estéticas senegalesas com o coletivo criativo do qual participa, o Les Petites Pierres Crew. Foi convidada pra participar da edição paulistana do What Design Can Do, evento que pensa o design como ferramenta de transformação e que rolou nessa semana na Faap. O Blog LP aproveitou pra bater um papo com ela – confira, e abaixo conheça mais do trabalho da Selly!

Você era uma ativista quando criança e se transformou em uma estilista com um interesse muito grande no mundo da fantasia e do sonho. Qual é a sua visão sobre essa sua mudança? Pra algumas pessoas o sonho pode não soar muito… ativista. (Risos)
Pra mim o sonho vem antes de qualquer ação. Você precisa visualizá-lo, mergulhar nele, e assim saber onde vai agir antes da ação em si. Sonhar pra mim é um processo ativista que uso em qualquer projeto, coleção ou outras coisas que faço. Sempre preciso criar uma história e personagens pra entrar naquele espaço ficcional e aí transformar tudo em realidade.

Mas você acha que deixou o seu lado ativista pra trás?
Não, de forma alguma. Faço parte de um coletivo de artista com muitas ações pelas ruas de Dakar, criamos um museu de arte urbana juntos em um dos bairros mais populares da cidade. Sempre pensamos em uma ligação entre o que estamos criando e como isso pode impactar na cidade, como podemos transformá-la com arte e cultura. Isso também é uma forma de ativismo.

Você tem um lado bem streetwear nas suas criações. E o mercado de luxo tem capturado essa energia street também. Por que você escolheu o streetwear como uma das bases do seu trabalho?
Primeiro porque, claro, vivo na cidade, na área urbana. Trombo sempre com tribos urbanas, com tudo o que acontece na cidade, e tem muita vida outdoor no meu país. Você sempre vai ver algo engraçado acontecendo; alguma maluquice, algo menos maluco… Essa energia, essa dinâmica, isso que me inspira mais, sempre evoluindo e mudando.

Qual é o conselho que você daria pra alguém que trabalha com moda… e que não mora em Paris? (Risos)
Bom… Se você estiver em Dakar, ou Abidjan [Costa do Marfim], ou Acra [em Gana], ou em outro lugar do mundo que não seja Paris, o meu conselho é lembrar que a moda é feita pras pessoas pra quem você quer criar. Num contexto onde pessoas não podem pagar uma certa quantia, é você que tem que se adaptar enquanto estilista. Nesse momento o sonho pode ficar meio amargo: quando alguém quer criar como um nova-iorquino, mas vive e vende em Dakar… Não faz sentido! Não é o mesmo contexto, nem valores, nem perspectiva da vida. Totalmente diferente. Se você exporta é ainda outra história, mas sempre pense em quem são as pessoas pra quem você está criando, e no que você pode fazer pra essas criações serem vestidas, amadas, abraçadas por elas.

E a gente precisa fazer a pergunta que batiza esse evento pro qual você foi convidada: o que o design pode fazer?
O design pode mudar, transformar, fazer sonhos se tornarem realidade. Pode parecer que estou exagerando mas o design provê soluções. Na minha cidade, ele faz com que as pessoas tenham uma experiência melhor no ambiente em que vivem. Existe também o design em termos de aplicação tecnológica, em aparelhos, em espaços públicos… Pra mim ele está no coração de tudo, desenhar coisas te ajuda a viver a vida que você quer, a acessar as informações que você quer. É fundamental.

Conheça Josephine Skriver, a angel com “o corpo” da temporada

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Josephine Skriver (Foto: Reprodução/Instagram)

Apesar de ter apenas 23 anos, Josephine Skriver já tem uma ilustre carreira na moda.  A dinamarquesa é queridinha dos estilistas (ela marcou presença nos desfiles de grifes como Fendi, Moschino e Balmain na última temporada) e ganhou os holofotes ao riscar, a bordo de um look inteirinho coberto por cristais Swarovski, a passarela do Victoria’s Secret Fashion Show 2016. Mas foram as suas curvas esculturais e mais ainda o dèrriere positivo com direito a impressionante covinha (ou culote negativo) que fez a modelo ganhar o título de “o corpo” da estação.

Nascida e criada em Copenhague, Josephine iniciou sua carreira como modelo aos 15 anos de idade ao assinar um contrato com a Unique Models. Como a demanda  por trabalhos cresceu, ela decidiu fazer uma pausa na moda até terminar os estudos em 2011. Uma vez formada, ela estreou em desfiles de moda importantes na temporada de inverno  2011, cruzando as passarelas da Gucci, Dolce&Gabbana, Yves Saint Laurent, Givenchy e Prada.

Desde então, foram mais de 350 desfiles contabilizados em seu portfólio para marcas como Louis Vuitton, Roberto Cavalli, Victoria Beckham, Paco Rabane e Stella McCartney. Josephine também emprestou sua beleza para campanhas, incluindo de Tom Ford, H&M, MAC, Tommy Hilfiger e Gucci, e capas e ensaios de revistas Vogue em todo o mundo.

O trabalho para a Victoria’s Secret começou em 2013, quando apareceu no emblemático Victoria’s Secret Fashion Show. Em fevereiro deste ano ela foi anunciada oficialmente uma das angels da marca.

O lado politizado da modelo também chama atenção em sua tragetória: vira e mexe ela sai a público mostrando o seu  apoio aos direitos LGBT, uma vez que cresceu como parte da comunidade. Ambos seus pais são abertamente gays e conceberam ela e seu irmão mais novo, Oliver, através de uma série de tratamentos de fertilização in vitro.
Em entrevista à revista iD, em maio passado, Josphine declarou: “Quando as pessoas olham para mim e sabem que sou uma criança FIV (fertilização in vitro), espero eles vejam um ser humano como qualquer outro. Eu não sou um experimento científico, não sou sintético, sou um ser humano real, sou tão real quanto você.”. E acrescentou:  “Eu só espero que algum dia o conceito de ‘família’ signifique muito mais do que o casal heterossexual tradicional, com dois filhos e uma casa com uma cerca de piquete branco. Para mim, a família é um grupo de pessoas ligadas pelo amor! O amor é o que faz uma família! “.