Conheça a cozinha de três chefs britânicos

Já desejou veproduzida pela marca Miele, os espaços de três cozinheiros britânicos são apresentados.

Anna Hansen

Reprodução | Dezeen

2-cozinha-de-tres-chefs-britanicosNa cozinha da chef Anna Hansen, do restaurante The Modern Pantry, em Londres, uma ilha com bancada branca e madeira clara é destaque. Nela, há pia, fogão elétrico e a gás. O projeto foi criado com a ajuda da tia arquiteta. A estrutura da ilha comporta três banquetas e alguns nichos que guardam livros de cozinha e o que mais for necessário. No filme, Anna explica que sua tia está acostumada a trabalhar com espaços pequenos e fazer bom proveito de cada centímetro dos ambientes.
Reprodução | Dezeen
1-cozinha-de-tres-chefs-britanicosEm sua cozinha, o espaço ao redor da ilha é importante para que ela possa tirar e colocar as comidas dentro do forno e levar de um lugar ao outro sem o perigo de bater em alguém. Um verde claro foi escolhido para cobrir a parede e, no piso, uma geometria em forma de espinha de peixe. Um quadro negro na parede em cima do forno, logo atrás da ilha, serve para anotação de ideias e portas de correr de vidro permitem que luz natural em abundância invada o espaço.
Monica Galetti

Reprodução | Dezeen
3-cozinha-de-tres-chefs-britanicosMonica Galetti, jurada do Master Chef e dona do restaurante Mere, em Londres, queria uma cozinha aberta que permitisse que ela olhasse a filha pequena e a cachorra brincarem do lado de fora enquanto ela cozinhasse. A grande ilha no centro do ambiente permite que a chef desempenhe várias tarefas ao mesmo tempo, é prática e funcional.

O espaço amplo permite que ela teste receitas, receba amigos e ainda conta com uma máquina de café, adega e três fornos diferentes. A paleta de cores é neutra, com cinzas e branco. A presença de uma claraboia e de portas de vidro dobráveis, permite que o espaço se encha de luz.

Sven-Hanson Britt

Reprodução | Dezeen

4-cozinha-de-tres-chefs-britanicosA cozinha de Sven-Hanson Britt, proprietário do Hardley Hill Farm, está localizada no canto do cômodo principal da casa. É uma área pequena, fazendo com que a eficiência do espaço seja a prioridade. Todos os equipamentos e aparelhos cabem nos armários e gabinetes.

Para o ambiente parecer maior, os armários da cozinha são todos brancos, assim como as paredes. Há também uma pequena ilha no centro com espaço para armazenar utensílios.

Miele é uma empresa alemã familiar, fundada em 1899, que fabrica aparelhos domésticos premium e equipamentos comerciais. Todos os aparelhos da marca são testados para durarem cerca de 20 anos. [Mariana Conte]
Fonte: Dezeen

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BFF publica fotos de aniversário de 16 anos de Kim Kardashian, com direito a BMW de presente

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O aniversário de 16 anos de Kim Kardashian (Foto: Reprodução)
A celebridade Kim Kardashian comemora hoje seu aniversário de 36 anos e ganhou uma homenagem de sua melhor amiga e assistente pessoal. A também socialite Allison Statter divulgou no site pessoal de sua amiga várias fotos da festa de aniversário de 16 anos de Kim, em 1996. Além da presença de todos os membros do clã Kardashian muito mais novos, as imagens ainda mostram o BMW branco que a celebridade ganhou de presente de seus pais, Robert (1944-2003) e Kris.
“É difícil acreditar que já foram 20 anos que eu e Kim completamos 16 anos e aprendemos a dirigir. Lembro muito bem dessa festa: fomos a um restaurante italiano. A Kim era a mais nova das nossas amigas e não deixamos de dar carona pra ela quando ela ganhou o carro”, contou Allison. Depois a assistente disse que o carro foi uma surpresa e parabenizou sua amiga: “Tenho ótimas memórias dessa época em que não tínhamos tanta responsabilidade. Feliz aniversário, Kimmie. Te amo mais do que você pode imaginar!”.

A homenagem foi feita em um momento atípico da vida de Kim. A celebridade está afastada das redes sociais e reclusa desde o início do mês de outubro, quando foi vítima de um assalto a mão armada em Paris. Recentemente foi noticiado que Kanye West chegou inclusive a cancelar uma imensa festa de aniversário planejada para sua esposa por ela ainda estar bastante abalada e sem clima para qualquer celebração.

Cinema I Zelda | Jennifer Lawrence será esposa de F. Scott Fitzgerald em cinebiografia

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Jennifer Lawrence vai estrelar Zelda, cinebiografia de Zelda Fitzgerald que está sendo desenvolvida por Ron Howard (que pode dirigir o longa). A informação é do Hollywood Reporter.
O roteiro de Emma Frost foca na história de Zelda Fitzgerald, esposa, musa e rival de F. Scott Fitzgerald. A trama deve abordar o histórico de doenças mentais da escritora.
O projeto vai reunir Lawrence com Allison Shearmur, ex-executivo do Lionsgate que trabalhou na franquia Jogos Vorazes. A atriz também vai produzir o longa ao lado de Justine Ciarrocchi. [Natália Bridi]

“A porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Charlie Brooker, criador de Black Mirror

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Cena do trailer da terceira temporada da série Black Mirror, produzida pela Netflix
Entre os horrores da tecnologia e as delícias de uma história bem contada (e, às vezes, o o inverso), 
Black Mirror conquistou fãs no mundo todo, ao ponto de ter sido resgatada pela Netflix depois que a série foi cancelada na Inglaterra. A série antológica (com cada episódio trazendo uma trama totalmente nova, com personagens e atores diferentes de um capítulo para o outro) de ficção especulativa ganha seis episódios a partir desta sexta, 21.

“Tem mais diversidade, porque agora que vamos fazer seis episódios [as temporadas anteriores tiveram três episódios cada uma] podemos variar os tipos de história, os aspectos visuais e até o tom. Temos vários gêneros: uma história de amor doce, uma história de guerra, brutal, uma trama de detetive, tem muito mais alcance”, conta a produtora executiva Annabel Jones. “Não somos sempre implacavelmente apavorantes”, complementa o produtor executivo e criador Charlie Brooker.

A série continua a mesma, apenas dobrou de tamanho e renovou sua verve desafiadora (“a porcaria do mundo real estava alcançando a gente!”, brinca Brooker). Mas o cerne continua o mesmo: “É sobre como é viver no nosso mundo moderno, sempre em modificação e evolução”, resume Annabel com dificuldade. “Uma seleção de histórias bizarras, inquietantes e, espero, divertidas, sobre ‘e se’”, define Brooker. “A tecnologia nunca é usada como vilã nas nossas histórias, é usada no lugar de mágica, basicamente. É sobre os dilemas humanos.”

“O que eu gosto de fazer essa série é que ela te obriga a se reinventar sempre, então, não queremos que ela vire um clichê dentro dela mesma”, reflete ele, que se recusa a se restringir diante das expectativas. “Muita gente reclamou: ‘Se a série vai para a Netflix, vai ficar toda americanizada’. Pensei: ‘Ah, é? Então vamos fazer um episódio que se passa bem na Califórnia, em 1987’!”, se diverte. [Stella Rodrigues]

“Black Mirror” explora mau uso da tecnologia para expor “falhas” humanas

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Cena de “Nosedive”, episódio da terceira temporada de “Black Mirror”

Imagem: Divulgação/Netflix
Mesmo que secretamente, que eleitor resistiria a ver o presidente de seu país ser obrigado, em rede nacional de TV, a passar por uma situação muito vexatória e humilhante como… transar com um porco, por exemplo?

A imagem, ao mesmo tempo perturbadora e atraente, aparece no primeiro episódio da série britânica “Black Mirror”, lançada em 2011. E imagens perturbadoras são a especialidade deste programa. Encerrado em 2012, ficou pouco conhecido fora do Reino Unido, mas se tornou cult. Em boa parte, devido a eventos mostrados na série que estranhamente se tornaram ou estão se tornando realidade.

“Já li que tem gente inventando uma ferramenta para você tuitar depois de morto, que foi tema de um episódio. As lentes de contato que funcionam como câmeras são de certa forma o que é o Google Glass” diz o criador Charlie Brooker, que conversou com a reportagem do UOL junto com Annabel Jones, que produz a terceira temporada, disponível a partir desta sexta (21), no Netflix.
Para eles, a pecha de “profética” que a série ganhou entre seus admiradores, se deve ao fato de que o roteiro usa tecnologias e comportamentos muito contemporâneos para contar histórias absurdas — ou nem tão absurdas assim.
Ano passado, o primeiro-ministro britânico David Cameron teve de negar publicamente que tenha participado de um ritual de iniciação na universidade de Oxford que consistia em simular sexo com a cabeça de um porco.
A história/fofoca foi contada, pasmem, por um lorde, contemporâneo de Cameron em Oxford, que teria presenciado o fato e que afirma haver evidências fotográficas — que nunca chegaram a público.
“Ficamos surpresos e achamos que não é verdade, mas que é engraçado é”, dizem, aos risos, os “profetas” por trás de “Black Mirror”.

Espelho negro

O nome da série, explica seu criador, é uma referência às telas dos smartphones, das TVs, dos tablets, dos laptops e dos monitores em geral. Quando desligados, elas se tornam um “espelho negro”, onde vemos nossa imagem projetada. O programa materializa esse espelho negro da nossa alma. Como a tecnologia potencializa nossa maldade ou nossos delírios de imortalidade.
Foi assim nas duas primeiras temporadas, com apenas três e quatro episódios, respectivamente. Nos vemos nos reunindo em um bar com amigos para assistir à lastimável situação do primeiro ministro. Nos vemos pagando por um serviço que nos permite filmar prisioneiros sendo torturados em uma cadeia-reality show. Nos vemos no casal em crise que usa lentes de contato com câmeras para remoer cada cena de seu relacionamento fracassado.
Brooker e Jones, no entanto, refutam qualquer discurso antitecnológico: “Primeiramente queremos entreter as pessoas, muito mais que mandar uma mensagem, mas se isso ressoa nas conversas, melhor ainda. É reação emocional e relaxamento”, explica Brooker.  “Mas como a tecnologia é usada no nosso show? Ela nunca é a vilã. São as falhas humanas que são instrumentalizadas pela tecnologia. É o ser humano que ferra com tudo.”

“Big Brother”

De entretenimento e tecnologia os dois entendem. Tanto Broker quanto Jones trabalharam na Endemol, a empresa que tem os direitos sobre o “Big Brother”, aquele programa que nós brasileiros adoramos odiar. A experiência com a TV na era do reality show também se reflete nos episódios.
“Embora a série mostre as falhas humanas potencializadas por novas possibilidades de erro, a gente tenta não vilipendiar as pessoas. O segundo episódio desta temporada, por exemplo, fala desse menino, que cresceu tendo acesso a todo o tipo de imagem. E nós estamos criando filhos neste ambiente, que embora saibam distinguir o certo do errado, podem não ter algum guia moral pelo caminho”, afirma Jones.
“Antes a TV era uma experiência familiar, em que todos sentavam ao redor para assistir e você aprendia sua moral através da discussão daquilo que estava sendo mostrado. Hoje as pessoas estão mais isoladas em seus computadores, smartphones. Não tem mais essa discussão”, explica.
Os dois também garantem que nestes seis novos episódios haverá espaço para a doçura e para a exploração do lado bom da tecnologia. “Há outros episódios que mostram como a tecnologia oferece outras oportunidades de como manejar sua vida, como o quarto episódio, que acontece em 1987.”

 

Executivo Stephane Reboud da Dell EMC defende maior diversidade de gênero na área de TI

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De Charlotte Jee – Computerwold UK
Os homens precisam fazer mais para encorajar e apoiar a diversidade de gênero dentro das empresas de tecnologia, de acordo com  Stephane Reboud, diretor de Serviços de Vendas da Dell EMC para Europa, Oriente Médio e África. A proporção de mulheres ingressando em funções técnicas, segundo ele, está caindo. “Quando estudei engenharia, 22% da turna na escola francesa eram mulheres. Passados 20 anos, são apenas 12%”, disse Reboud em entrevista ao ComputerworldUK.

“Precisamos continuar a nos engajar – os homens, especialmente – nas questões relacionadas a diversidade de gênero. Dentro da Dell, eu promovo o Programa Marc – Men Advocating Real Change (ou homens que defendem mudanças reais, em português). Trata-se fazer com que os homens se deem conta de que há outro ponto de vista, outras formas de encarar as coisas”, acrescentou.

Como a maioria dos estudantes de tecnologia são homens, uma solução, na opinião de Reboud, poderia ser expandir as pesquisas na hora do recrutamento de pessoal para o setor. Em vez de apenas indicar aqueles que já têm habilidades e capacitações técnicas, as empresas deveriam ser mais abertas em relação à seleção de pessoas que podem chamar e treinar, sugere o executivo.

Fusão Dell EMC
Reboud defendeu a recente fusão de US$ bilhões da Dell com a EMC, que finalmente concluída no último mês.

Pode esta nova mega-empresa de TI ter sucesso em um mundo onde as companhias de tecnologia estão se dividindo, separando ou reduzindo sua escala (como a HP, por exemplo)?

“Esta é uma das primeiras vezes na indústria de serviços de TI em que vemos alguma que é complementar. Em termos de produtos e segmentação de clientes, há uma sobreposição muito pequeno…Em geral, temos na divisão de serviços 6 mil pessoas, o que nos permite atender 165 países, para entregar algo consistente, eficaz e superior em termos de mercado. Acredito que isso é um poder inagualável de entrega”, afirmou.

De todo modo, em qualquer fusão desse porte, sempre há corte de empregos. A Dell EMC anunciou recentemente que 50 demissões estavam previstas nos escritórios de Cork, na Irlanda. Um número pequeno, mas um sinal do que está por vir?

“São 140 mil empregados ao todo. Haverá uma pequena [redundância], em ordem de grandeza, se formos comparar com o quadro global. Tratamos todo o nosso staff com muito respeito”, disse.

Na nuvem
A Dell EMC observa que a maior parte dos seus clientes ainda tem preferido adotar estratégias de nuvem híbrida, em vez de ir totalmente para uma nuvem pública, de acordo com Reboud.

“Isso não é uma bala de prata. As pessoas dizem que nuvem é a resposta, mas trata-se mais de aproveitar a nuvem para o ambiente específico de cada cliente em particular”, avalia.

Um pesadelo especial para Reboud é a moda de fazer referência ao Uber, Airbnb e Spotify em eventos de TI para demonstrar o poder da tecnologia da nuvem. Ele explica: “Para eles, é óbvio estar totalmente na nuvem. É diferente. Nasceram na indústria digital, são companhias digitais nativas. Não têm legado, nada. De todo modo, para nossos clientes, é preciso cuidar do legado. Eles sabem que a nuvem é parte da resposta, mas a questão é como integrá-la ao legado, mover parte dele para a nuvem e criar o ambiente híbrido.”

Goldman Sachs usa Spotify para recrutar jovens

Os anúncios em áudio e banners, que aparecem nos EUA e no Reino Unido, têm link com o aplicativo do Goldman e apresentam partes diferentes da instituição aos potenciais recrutados.
Um dos maiores bancos de investimento de Wall Street, o Goldman está tentando seduzir possíveis candidatos ressaltando a oportunidade de provocar um impacto positivo na sociedade.
“Trata-se de um lugar ao qual pessoas talentosas com formações diversas vêm para fazer a diferença — desde a criação de um novo aplicativo até o gerenciamento de um IPO”, diz o áudio.
“Nós estudamos Humanas, Ciências, Matemática – e muito mais. Quando você quiser gerar impacto de maneiras inesperadas, pense no Goldman Sachs.”
Neste ano, o Goldman reformulou a maneira de recrutar estudantes universitários para evitar ideias preconcebidas e atrair um grupo mais diversificado em um momento que o setor financeiro como um todo enfrenta concorrência cada vez maior do Vale do Silício pelos formados mais talentosos.
O banco recentemente usou o Snapchat para mirar candidatos jovens, anunciando em cerca de 50 universidades.

A Vox Media, editora web dona do site de tecnologia The Verge e do site de alimentos Eater, também postou conteúdo do Goldman durante alguns anos e o New York Times trabalhou com a instituição em gráficos de negócios.
O Goldman também usa o Twitter e o Linkedln. A instituição não informou quanto está investindo nos anúncios no Spotify.
Escolhas não convencionais
“O Spotify e o Snapchat são opções de mídia não convencionais para nós”, disse Amanda Rubin, codiretora global de marca e estratégia de conteúdo da instituição, em entrevista na quinta-feira.
“Estamos tentando ser úteis e ajudar os jovens a entenderem o Goldman.”
Além de investir no Spotify, o Goldman assessorou a empresa em uma rodada de financiamento de US$ 1 bilhão em março, disseram pessoas com conhecimento do assunto na ocasião.