Goldman Sachs usa Spotify para recrutar jovens

Os anúncios em áudio e banners, que aparecem nos EUA e no Reino Unido, têm link com o aplicativo do Goldman e apresentam partes diferentes da instituição aos potenciais recrutados.
Um dos maiores bancos de investimento de Wall Street, o Goldman está tentando seduzir possíveis candidatos ressaltando a oportunidade de provocar um impacto positivo na sociedade.
“Trata-se de um lugar ao qual pessoas talentosas com formações diversas vêm para fazer a diferença — desde a criação de um novo aplicativo até o gerenciamento de um IPO”, diz o áudio.
“Nós estudamos Humanas, Ciências, Matemática – e muito mais. Quando você quiser gerar impacto de maneiras inesperadas, pense no Goldman Sachs.”
Neste ano, o Goldman reformulou a maneira de recrutar estudantes universitários para evitar ideias preconcebidas e atrair um grupo mais diversificado em um momento que o setor financeiro como um todo enfrenta concorrência cada vez maior do Vale do Silício pelos formados mais talentosos.
O banco recentemente usou o Snapchat para mirar candidatos jovens, anunciando em cerca de 50 universidades.

A Vox Media, editora web dona do site de tecnologia The Verge e do site de alimentos Eater, também postou conteúdo do Goldman durante alguns anos e o New York Times trabalhou com a instituição em gráficos de negócios.
O Goldman também usa o Twitter e o Linkedln. A instituição não informou quanto está investindo nos anúncios no Spotify.
Escolhas não convencionais
“O Spotify e o Snapchat são opções de mídia não convencionais para nós”, disse Amanda Rubin, codiretora global de marca e estratégia de conteúdo da instituição, em entrevista na quinta-feira.
“Estamos tentando ser úteis e ajudar os jovens a entenderem o Goldman.”
Além de investir no Spotify, o Goldman assessorou a empresa em uma rodada de financiamento de US$ 1 bilhão em março, disseram pessoas com conhecimento do assunto na ocasião.

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Diversidade no ambiente corporativo é tema de evento da CA Technologies em São Paulo

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Marcado para dia 25, o Diversity Empowered by Software terá a participação de Meghan Stabler, transgênero e mãe, integrante do Conselho da empresa

Meghan Stabler, transgênero, mãe, integrante do Conselho de Administração da CA Technologies nos Estados Unidos, vai contar sua experiência em evento que a empresa promove no próximo dia 25, em São Paulo, o Diversity Empowered by Software. O evento vai reunir profissionais do setor para debater formas de promover um ambiente corporativo mais diverso e um setor de tecnologia capaz de desenvolver soluções que atendam a toda a sociedade.

A participaçãode Meghan está prevista para o painel ‘Como a indústria de TI pode se tornar mais aberta à diversidade e à inclusão de minorias e por que a diversidade é importante para o setor”, junto com Cláudia Vásquez, presidente da CA para América Latina, e Edson Mackeenzy, especialista em desenvolvimento de negócios digitais.

Para Meghan, que também faz parte do Conselho Consultivo para LGBTs do Democratic National Committee, as empresas devem se responsabilizar pela contratação de pessoas com perfis profissioniais diversificados, o que, na sua opinião, é essencial para a inovação.

Outro debate do evento terá como tema “Como a educação pode estimular a diversidade e influenciar a próxima geração de líderes”, com a presença de Maria José de Freitas, professora e consultora sobre gênero, diversidade sexual, relações étnico-raciais, direitos sexuais e reprodutivos; de Juliana de Faria, fundadora da ONG Think Olga e co-fundadora do Think Eva; e Viviane Duarte, fundadora do Plano Feminino. A moderação dos paineis será feira por Alexandre Assis, diretor na CA Technologies.

O evento está programado para as 19h, com tradução simultânea para o Português. A participação é gratuita e aberta ao público. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo link :https://www.eventbrite.com/e/diversity-empowered-by-software-tickets-284…. [CW]

Lady Gaga alfineta Madonna: ‘Não fico só ensaiando para show’

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Desde quando Lady Gaga explodiu no mundo da música pop, no longínquo 2008, ela já foi comparada com Madonna diversas vezes. Mas a cantora, que está lançando o disco Joanne nesta sexta-feira, está cansada de ouvir isso. Durante uma entrevista à Beats1, rádio online da Apple, nesta quinta, o assunto voltou à tona, e a artista falou que ela e a veterana são bem diferentes, apesar de as duas virem de uma família ítalo-americana de classe trabalhadora. “Eu não faria essa comparação de jeito nenhum. O que faço é diferente. Não fico só ensaiando sempre para montar um show”, declarou.

Na entrevista, Gaga explicou que não quer desrespeitar Madonna, mas que não quer mais ser comparada com outras artistas. “Madonna e eu somos muito diferentes. Ela é uma mulher legal e tem uma carreira fantástica, é a maior estrela pop de todos os tempos. Mas eu toco vários instrumentos, escrevo todas as minhas músicas, passo horas e horas no estúdio, sou uma produtora, compositora. Há uma espontaneidade no meu trabalho, eu me permito falhar, me permito ser frágil, não tenho medo dos meus defeitos. Eu sou quem eu sou. Minha história de vida é minha, assim como a sua história é a sua”, completou.

Lady Gaga lança Joanne, disco com participações de Beck, Florence Welch e Mark Ronson

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Além deles, a cantora conta com a ajuda de Josh Homme (Queens of the Stone Age), Father John Misty e Kevin Parker (Tame Impala), entre outros, para o quinto álbum da carreira
Nesta sexta, 21, Lady Gaga lançou seu quinto álbum de estúdio, Joanne. Com 11 faixas, o disco é o primeiro solo da cantora em três anos, desde Artpop (2013), que saiu depois do trabalho Cheek to Cheek (2014), no qual a cantora faz duetos com Tony Bennett.

Produzido por Gaga e Mark Ronson, Joanne é uma homenagem e leva o nome de uma tia da cantora, que morreu em 1974, de lúpus, aos 19 anos. Joanne também é o nome do meio de Stefani Germanotta, como foi batizada Lady Gaga.

Participações
O produtor BloodPop, que trabalha com Justin Bieber, chegou a ajudar com efeitos para que a música “Joanne”, que dá nome ao álbum, não soasse muito retrô. Jeff Bhasker, conhecido por produzir Fun. e Kanye West, fez parte da produção de “Diamond Heart”.

Josh Homme (Queens of the Stone Age) foi chamado para coproduzir e tocar bateria e guitarra em “John Wayne”, canção que, segundo Gaga, explora “minha necessidade incessante de correr atrás de homens selvagens e como eu acabo ficando de saco cheio do velho John de sempre.”

Em “Sinner’s Prayer”, Father John Misty teve papel na composição, sendo também o criador do riff da música. O single (e já hit) “Perfect Illusion”, que ganhou videoclipe, surgiu de uma demo de Kevin Parker (líder do Tame Impala), que foi expandida por Ronson e Gaga

Participações
A cantora ainda teve a oportunidade de trabalhar com outro ídolo dela (além de Homme), Beck, na canção “Dancin’ In Circles”. Já para a música “Hey Girl”, Gaga promoveu o mais badalado dueto do trabalho, dividindo os vocais com Florence Welch (da banda Florence + the Machine).

Mini-turnê por bares
Lady Gaga, que se apresentará no intervalo da 51ª edição do Super Bowl, estreou as músicas de Joanne na turnê Bud Light x Lady Gaga Dive Bar, que teve shows no dias 5 e 20 de outubro em pequenos bares norte-americanos. O mais recente show da turnê aconteceu no dia 20 e a última apresentação está marcada parao dia 27 deste mês.Lady GagaLady Gaga em foto de divulgação da turnê dela por bares norte-americanos, de 2016

Assista à íntegra do show de Gaga em Nova York, no último dia 20, pela turnê Bud Light.

Gastronomia I Chef israelense Michael Katz desembarca em São Paulo. Aos detalhes!

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Na próxima semana, entre os dias 25 e 27 de outubro acontece a edição 2016 da Semana Mesa, que tem como principal objetivo promover o debate e workshops com chefs estrelados. Desta vez, o israelense Michael Katz, chef executivo do Grupo Adom, que inclui os restaurantes Colônia, Adom e Lavan em Jerusalém, dos mais renomados de Israel, estará em São Paulo e fará ao lado de outros chefs como Cecília Judkowitch, Monica Dajcz, Morena Leite e Alessandra Divani, o cocktail de abertura da Semana Mesa no Studio Sergio Coimbra, na Vila Olímpia.

Michael dará uma palestra já no dia 25 no Congresso Mesa Tendências – ele é embaixador de Israel para falar sobre a gastronomia do país ao redor do mundo – e além disso, vai dar detalhes de como funcionam seus projetos e restaurantes. O chef tem um blog em inglês e hebraico no qual dá consultoria a jovem chefs. No momento, Michael está envolvido em três grandes projetos: a abertura de um novo restaurante, inauguração de uma rede de fast food e uma cooking school. Cool! [Glamurama]

Making of: Zendaya, Cameron Dallas e mais millennials estrelam campanha da Dolce & Gabbana

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Making of Dolce & Gabbana (Foto: Divulgação)

As ruas de Capri fervem na tarde desta sexta-feira (21.10) graças à Dolce&Gabbana, que fotografa sua campanha de verão 2017 na cidade italiana.
No time de modelos, um time de millenials fresh e cheio de vida que foi escolhido a dedo por Stefano Gabbana e Domenico Dolce. Zendaya, Cameron Dallas, Presley Gerber, Gabriel Kane Day Lewis, Thylane Blondeau, Sonia Ben Ammar e Luka Sabbat são os nomes que estrelam o shooting da grife.
Enquanto a campanha não sai do forno, o site da Vogue mostra com exclusividade as fotos de making of. Dê um giro pelos bastidores com os cliques ao longo desta página!

Com crescimento de serviços de nuvem, Microsoft divulga receita acima de previsões

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A Microsoft anunciou nesta sexta-feira, 21, que as vendas de seu principal serviço de nuvem, o Azure, dobraram durante o seu primeiro trimestre, impulsionando os lucros da companhia acima das estimativas de analistas. Com isso, ações da Microsoft chegaram ao ponto mais alto da história da empresa, alcançando valores vistos pela última vez em 1999, quando companhias de tecnologia viviam a bolha da internet.

De acordo com a Microsoft, as vendas de seu principal produto de nuvem Azure, que as empresas podem utilizar para hospedar os seus sites, aplicações ou dados,aumentou 116%. Com isso, a receita para seus negócios de nuvem subiu 8,3%, chegando a  US$ 6,38 bilhões, superando a estimativa média de $ 6,27 bilhões.

Na base ajustada, a Microsoft teve receita de US$ 22,3 bilhões, acima da previsão média de US$ 21,7 bilhões. As ações da empresa quase dobraram desde agosto de 2013, quando o presidente executivo Satya Nadella restaurou a confiança dos investidores, ao dar maior foco sobre computação móvel e em nuvem.

Cabeça nas nuvens. Muito conhecida por seu sistema operacional Windows, a Microsoft mudou o foco para a nuvem, duelando com a gigante do comércio eletrônico Amazon para controlar este mercado ainda incipiente.  O salto na receita ressalta como as empresas ao redor do mundo estão se voltando para novas aplicações na nuvem.

Durante a década de 1990, a Microsoft tinha um monopólio na área de softwares para computadores, tornando a companhia uma das mais valiosas do mundo. Entretanto, seu poder diminuiu na década de 2000 depois de duras batalhas com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, quando foi discutida a forma como ela usou seu poder de monopólio contra concorrentes.

Cofundador da Microsoft, Bill GatesN deixou o cargo de presidente executivo no início de 2000. Na década seguinte, a empresa passou a ter um dilema estratégico ao não saber para qual caminho seguir no segmento da computação. [Reuters]