Eddie Redmayne by Greg Williams para Esquire UK Dezembro 2016

IMG_0106-1.jpgFotografia : Greg Williams
Styling : Catherine Hayward
Grooming : Lee Machin
Talent : Eddie Redmayne

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Zanini de Zanine no Philadelphia Museum Of Art

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Zanini de Zanine (Foto: Rodrigo Fanti/RPDois)

Odesign brasileiro alcança um novo patamar nesta sexta-feira (18.11). É que, em um feito inédito nos seus 25 anos de existência, o Design Excellence Award irá premiar o trabalho de um artista nacional. E o nome escolhido para receber o titulo de New Generationé  Zanini de Zanine. Ele foi eleito por estar revolucionando o design ao empregar materiais que utilizam técnicas industriais e artesanais, criando móveis e objetos funcionais com qualidade emocional, traçando novos caminhos para móveis e objetos que desenha.

Aos 38 anos de idade, o designer carioca, filho de José Zanine Caldas, também participa da exposição Design Currents. Tudo isso acontece no Philadelphia Museum Of Art, na Pennsylvania, Estados Unidos.

As 18 peças do artista (Poltrona Serfa, Luminaria Flora, Poltrona Quadri, Castiçal Escoras, Banco Disco, Poltrona Moeda, Poltrona Moeda Berger, Cavalinho Gioco, Poltrona Trez, Banco Prisma, Cadeira Face, Banco Bigorna, Poltrona Espasso, Saleiro e Pimenteiro, Poltrona Tiss, Banco Jacaranda, Banco Puxado, Poltrona Nandaficam entre elas)  ficam em cartaz até 12 de março de 2017.

Vestido usado por Marilyn Monroe é vendido por mais de R$ 16,2 milhões

Aficcionados pela história de Marilyn Monroe, uni-vos: o icônico vestido nude usado pela atriz ao cantar Happy Birthday para o ex presidente dos EUA, John F. Kennedy, em maio de 1962, acaba de ser leiloado.
O valor? Nada menos que U$ 4,8 milhões (cerca de R$ 16,2 milhões). Quando adquiriu o look, Marilyn pagou U$ 12 mil (cerca de R$ 40,5 mil).

Na cor nude e coberto de cristais, o modelito icônico foi a leilão pela casa Julien’s Auction, em Los Angeles, que também reuniu outras peças do arquivo pessoal de Marilyn.


Criado sob medida para a bombshell, o vestido foi adquirido há 17 anos pelo milionário Martin Zweig – e, durante todo o tempo que a relíquia permaneceu em sua cobertura em Nova York, o look ficou posicionado em um manequim especial, que reproduz cada centímetro das formas de Monroe. Desde então, o vestido não foi tirado da boneca.

Taís Araújo e Lázaro Ramos falam de empoderamento e igualdade racial

Se perguntarmos para jovens atores negros brasileiros quais são suas inspirações, a resposta quase sempre será a mesma: Lázaro Ramos e Taís Araújo. Também, pudera, o casal, é referência na dramaturgia e na militância pelo empoderamento e igualdade do povo negro. Na televisão, eles protagonizam a série Mr Brau. Já no teatro, os dois estão em cartaz com o espetáculo ‘O Topo Da Montanha’, que reinventa a última noite de vida de Martin Luther King. Ambos os textos trazem reflexões para o público e a questão do empoderamento dos negros.

Na semana em que é festejado o dia consciência negra – comemorado em 20 de novembro – o site EGO conversou com os atores, que falaram sobre os objetivos já alcançado, as metas que ainda têm pela frente e a relação delas com os dois trabalhos artísticos atuais. Para Taís Araújo, tanto ‘Mr Brau’ quanto ‘O Topo da Montanha’ faz com que as pessoas percebam que a história do negro foi distorcida ao longo dos anos.

“Sempre foi uma história mal contada, acho que a gente agora já entendeu que o objetivo das pessoas era quase a extinção de um povo, era não dar poder a esse povo. O que a gente está tentando fazer é reverter essa situação. Falar: ‘Ô, calma, a gente está aqui, a gente existe e merece respeito, amor, compaixão. Já fomos muito maltratados pelo mundo ate, então e estamos aqui pra reverter essa situação. E mais do que isso, a gente não está aqui para lutar contra, queremos lutar com vocês por um mundo melhor para todos nós, inclusive para vocês, que sempre foram beneficiados’. Nosso objetivo maior é sensibilIzar o outro e mostrar como nossa história foi mal contada, como nosso povo sofreu até então, como a gente tem uma história linda na construção desse pais. O objetivo é sensibilizar todas as pessoas. Vivemos em sociedade, em elo, um é fundamental para a existência do outro”, diz.

Para Lázaro, que também é diretor da peça,  é um privilégio trazer empoderamento através da alegria de Mr Brau e do orgulho, presente no texto de ‘O topo’. “É uma satisfação enorme poder ser escutado, ainda mais depois de tanto tempo de experiência no trabalho, onde você vai só ampliando seus desejos. Poder falar nos tons e conteúdos que a gente fala é um privilégio. Através da comédia a gente sabe que transforma muitas coisas, o Mr Brau traz esse empoderamento através da alegria, que é também uma bandeira. E o orgulho que a gente tem de fazer o ‘Topo’ é inimaginável. Foi uma experiência muito importante dirigir esse espetáculo, a gente consegue levar esse assunto para que pessoas que nunca pensaram sobre isso se sintam motivadas e se identificam”, comemora. “É muito gratificante porque a gente acredita que a autoestima gera segurança, que a segurança gera poder e que o poder vai fazer com que as pessoas caminhem, acreditem em si e partam para as suas vidas com mais coragem e ousadia”, completa Tais.

Teatro, TV, casamento, filhos…
Em cartaz neste fim de semana no teatro Pedro II, em Ribeirão Preto, Taís e Lázaro contam ainda como estão fazendo para equilibrar o trabalho da TV com o teatro, o casamento e o cuidado com os filhos João Vicente e Maria Antônia. “Na verdade fico tentando equilibrar os pratinhos. Me sinto um artista do circo, são muitas coisas e a gente tem conseguido. Às vezes algumas coisas se perdem um pouco, às vezes a gente vê pouco os meninos, mas tem a nossa família que está ali dando essa segurança para que a gente consiga trabalhar. Tem semana que gravo menos e quando não gravo meu tempo é 100% dos meus filhos, a gente vai tentando equilibrar”, explica Tais.

Os atores estão gravando a terceira temporada de Mr Brau, com previsão de estreia para março de 2017 e querem levar a peça para outros estados. Lázaro, que quase chegou a desistir do texto, também falou da importância de que todos possam ter acesso ao teatro. Para isso, os atores fizeram algumas sessões gratuitas para estudantes de escola pública e militantes do movimento negro.

“Foram dias muito emocionantes, parto da crença que o teatro é pra todos, que todos tem que ir e nosso desejo é fazer pra plateias distintas que dá mais sentido a existência dessa peça que fala sobre justiça, igualdade e coragem”. Já Taís, tem o sonho de lotar um dos maiores teatros do país. “Meu maior sonho – mas pra isso eu preciso de patrocínio – é fazer essa peça no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, de graça. Só que o teatro é caro, levar essa peça não é barato. Eu precisava de algum patrocinador que se sensibilizasse com a causa e quisesse proporcionar isso para o público do Rio. Queria fazer de graça, encher o municipal de pessoas que nunca tiveram a chance de entrar no municipal, que nunca nem sonharam com isso, para que elas entrem e assistam essa peça que tem um grande poder de transformação”, sonha Lázaro.

Sean Lennon homenageia Andy Warhol na música “Love and Warhol”

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Recentemente, Sean Lennon lançou uma canção em homenagem ao artista plástico Andy Warhol. A faixa foi gravada para divulgar a exposição Letters to Andy Warhol, que abriu na última segunda, 14, em Nova York. “Como fui criado por uma mãe solteira, sempre procurei algum tipo de figura paterna”, disse o cantor e compositor em entrevista à Rolling Stone EUA. “Andy era como um tio excêntrico para mim. Ele me ensinou muita coisa sobre arte e humor.”

Apesar da familiaridade com o tema abordado na canção – Lennon conheceu Warhol quando era criança –, o intérprete estava, a princípio, relutante de escrever uma música homenageando o artista. “Quando me pediram para compor uma canção sobre ele, eu fiquei um pouco hesitante, uma vez que [David] Bowie escreveu uma das canções mais importantes sobre ele”, explicou. (Bowie incluiu “Andy Warhol” no disco Hunky Dory, de 1971). Quando Lennon concordou em compor a faixa, ele chamou a namorada e colaboradora musical Charlotte Kemp Muhl e tentou fazer algo que se parecesse com “uma biografia surreal”.

O resultado foi a balada psicodélica “Love and Warhol”. A canção traz inúmeras referências biográficas de Warhol, entre elas a compulsão que ele tinha por colecionar autógrafos e assinaturas, além de uma menção ao local de nascimento dele (Pittsburgh) e a relação entre o artista plástico e o famoso clube noturno de Nova York Studio 54.

Letters to Andy Warhol é uma exposição gratuita que acontece na Cadillac House, em Nova York, até 24 de dezembro. Em seguida, a mostra irá para a 101/Exhibit Gallery, em Los Angeles. Em fevereiro, a exposição migrará para Miami para em seguida viajar pelo mundo.

Jennifer Garner cancela divórcio com Ben Affleck por estar grávida, diz site ‘Radar Online’

jg3z-zJennifer Garner e Ben Affleck podem ter decidido paralisar o processo do divórcio. De acordo com site “Radar Online“, a atriz desistiu de se separar do ator após descobrir que está gravida dele. “A Jen não poderia estar mais feliz. Tudo o que ela sempre quis era que o Ben parasse de beber e sair à noite”, disse uma fonte próxima ao casal.

Jennifer Garner e Ben Affleck anunciaram a separação no dia 30 de junho de 2015, ao fim de dez anos de casamento. O motivo apontado pela mídia internacional para o divórcio teria sido o vício de Ben em bebidas, jogos de azar e um possível relacionamento entre ele e a babá do casal.

Desde que anunciaram a separação, Affleck continuou seu estilo de vida festeiro. No início de agosto, ele foi flagrado saindo de uma festa em Londres com sua camisa desabotoada e a calça com zíper aberto.

“Quando a Jennifer disse que estava tudo acabado, ela nunca quis realmente o divórcio”, contou a mesma fonte. Recentemente, o casal tem sido fotografado junto e deixa claro uma reaproximação. Ben Affleck chegou a dar um anel de diamantes para Jennifer como prova de uma provável reconciliação, e foram votar juntos nestas últimas eleições presidenciais norte-americanas.

Os amigos dos atores falam mesmo nos planos de Garner em renovar os votos de matrimonio. Jennifer Garner e Ben Affleck são pais de Violet, de 10 anos, Seraphina, 7, e Samuel, com 4.

Decoração: aposte em itens que colocam o passado e o presente em perfeita sintonia

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Paloma Danemberg, de conjunto Maria Filó e brincos LOOL, no antiquário da família, cercada de peças da AD (Foto: Foto Thiago Justo, Styling: Patricia Tremblais )

Na  parede do antiquário, instalado em uma das lojas na lateral do edifício Chopin, vizinho ao icônico Copacabana Palace, escadas de um outro tempo dão vida a improváveis estantes e baús vintage viram mesas de centro. Para iluminar, peças de maquinário antigo são usadas num abajur. “São móveis de ofício”, situa Paloma Danemberg.

Filha do carioca Arnaldo Danemberg, do tradicional antiquário que leva seu nome, ela é a grande preciosidade do negócio do pai. A prova disso é o lançamento da linha AD Studio, com foco na nova geração.
“Trata-se de uma renovação do próprio antiquário”, explica ela, que vem sendo lapidada desde o berço. Na infância, enquanto as amigas iam à Disney, Paloma frequentava os leilões da Christie’s e da Sotheby’s. “Eu tinha 12 anos quando vi meu pai arrematar um lance de cadeiras pela primeira vez. Dei um grito, o que não é uma atitude muito comum naquele ambiente sóbrio”, ri.

Olhar bem treinado: 1. Poltrona portuguesa de pinho, R$ 8.800 2. Cabideiro de parede francês dos anos 20, R$ 3.480 3. Baú francês, R$ 10.800 4. Abajur com base de teodolito, R$ 12.800 (Foto: Divulgação)Olhar bem treinado: 1. Poltrona portuguesa de pinho, R$ 8.800 2. Cabideiro de parede francês dos anos 20, R$ 3.480 3. Baú francês, R$ 10.800 4. Abajur com base de teodolito, R$ 12.800 (Foto: Divulgação)

Jornalista, Paloma recebeu o convite para trabalhar com o pai aos 27 anos, assim como ele, há 35, havia aceitado a proposta do pai dele. Primeiro, fez uma revolução digital, modernizando arquivos e imagens. Depois, levou o business da família para São Paulo. Agora deu seu lance principal. “A AD fala com um novo público.”

A curadoria tem peças compostas por couro, ferro, pedra, vidro e, sobretudo, madeira clara, mantendo a estética que consagrou Arnaldo. Tudo garimpado em viagens a Portugal, França, Bélgica e Espanha. “A consciência ecológica desta geração é grande. Comprar em antiquário é também uma ação sustentável”, encerra, com a propriedade de quem sabe colocar passado e futuro no presente. [Rosana Rodini]
Arnaldo Danemberg: Avenida Atlântica, 1.782, Copacabana, RJ