Calorias camufladas podem sabotar sua dieta; saiba como evitá-las

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Calorias não intencionais (Foto: Giampaolo Sgura/ Arquivo Vogue)

Quantas calorias você imagina ter consumido ao longo do dia de ontem? Pois adicione a esse número outras 400, segundo estudo britânico o número médio de calorias não intencionais que uma mulher ingere diariamente ao beliscar e sair, à primeira vista discretamente, do roteiro da dieta.

Provenientes daquele quadradinho de chocolate, bolachinha, balinha ou mordidinha de sanduíche considerados insignificantes demais para serem contabilizados no consumo calórico diário, as chamadas “calorias camufladas” são capazes de fazer um estrago e tanto na balança – e sem você sequer se dar conta disso.

“São pequenos consumos alimentares feitos ao longo do dia ou da semana que parecem não comprometer o VET (valor energético total), porém o seu somatório pode afetar o plano alimentar e favorecer o ganho de peso corporal”, resume a nutricionista funcional Ludimila Gouvêa, da Clínica Andrea Santa Rosa, no Rio de Janeiro.

De acordo com a pesquisa realizada com 1.500 mulheres do Reino Unido, apesar de tentarem (e alegarem) ingerir apenas 1.800 calorias/dia, o consumo médio observado foi de 2.200 calorias, levando a somatória desse “extra” a uma assombrosa média anual de 146 mil calorias ingeridas de forma não intencional – se considerarmos que o VET recomendado às mulheres é de 2.000 calorias/dia e que 3.500 calorias extras a isso equivalem ao ganho de 1kg, ao fim de 365 dias o ponteiro da balança acusará assombrosos 18kg a mais.

E a chegada das celebrações do fim do ano e são um prato cheio para se esbaldar nas calorias camufladas. “Nas festas e férias geralmente as pessoas aproveitam para consumir o que o local oferece. Por estarem mais descontraídas, selecionam menos os alimentos”.

Qual o estrago real que essas calorias podem fazer na dieta de quem está tentando emagrecer? “Por ofertarem mais calorias que nutrientes, desequilibram o metabolismo. Aumentam a carga glicêmica das refeições, bloqueiam a queima de gordura e dificultam o emagrecimento”, alerta a profissional, que a seguir dá 5 dicas práticas para não cair nessa armadilha. VICTORIA MARCHESI

1. Evitar o consumo de açúcar, doces e fast food. Eles não ajudam nunca!
2. Ao participar das festividades, realizar a refeição habitual antes de sair de casa, para não arriscar ir com fome;
3. Nos eventos, selecionar quais os alimentos que menos comprometem os objetivos;
4. Entender que o que se consome fora do previsto eventualmente não gera danos, mas o que é ingerido regularmente sim;
5. Ao consumir bebida alcoólica, usá-la com moderação e aumentar a hidratação para eliminá-la mais rapidamente.

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Com quilinhos a mais, Kesha curte férias com namorado Brad Ashenfelter em Miami

A cantora Kesha está aproveitando seus dias de folga em Miami, Flórida. Ao lado do namorado Brad Ashenfelter, ela apareceu com uns quilinhos a mais e lábios bem carnudos. Para aproveitar o dia, a cantora escolheu um biquíni floral e camiseta largona, bem confortável.spn_kcuhbb161119_33.jpgKesha continua em uma enorme batalha judicial com Dr. Luke, seu empresário, mas parece que, aos poucos, a cantora está recuperando o direito de usar a própria voz. A cantora está trabalhando em um novo álbum — sendo este seu quarto ano de hiato.
No começo do ano, a justiça negou o pedido para que Kesha fosse liberada do contrato com o produtor. Ela acusa Dr. Luke de abuso físico, emocional e sexual.

A missão deles é diminuir o abismo racial no mundo do trabalho

001viccharlotte.jpgPor Camila Pati
São Paulo – Quando o executivo Leizer Pereira foi fazer trabalho voluntário na Educafro, entidade sem fins lucrativos no Rio de Janeiro voltada ao acesso dos jovens negros a educação superior e mercado de trabalho, descobriu que estava ali a sua missão profissional.

“Larguei minha vida corporativa, minha causa hoje é servir esses jovens”, conta o agora diretor da Educafro e responsável pelo projeto Empodera, que tem foco na empregabilidade do jovem negro no mercado corporativo. Hoje dedica-se exclusivamente a conectar jovens talentos negros a grandes empresas como White Martins, Ambev e Coca-Cola. “Sou um olheiro de jovens”, diz.

O propósito de Pereira é compartilhado por Luana Génot, diretora executiva do Instituto Identidade Brasil (ID_BR), entidade que lançou recentemente um selo para incentivar o debate e a aplicação de ações de igualdade racial nas empresas brasileiras.

A vontade de agir diretamente para engajar as empresas nas ações para maior diversidade racial surgiu com as dificuldades que ela mesma enfrentou no mercado de trabalho, sobretudo na época em que trabalhou como modelo na Europa.

A cor da sua pele era sempre uma questão e definia os trabalhos para que era chamada “Oitenta por cento dos trabalhos que eu fiz tinham a ver com a temática racial”, diz ela, que chegou a ouvir de um representante de uma agência na França que ela era muito bonita mas o “problema” era ser negra. Mais tarde, ao estudar publicidade, entendeu de maneira mais ampla o tamanho da distância até a igualdade racial no trabalho.

A longa jornada a ser percorrida não quer dizer que o avanço até agora no Brasil não foi significativo. “O desafio do acesso ao ensino superior foi conquistado e melhorou também no serviço público”, diz Pereira. Quinze anos depois da implementação da política de cotas raciais em universidades públicas, temos uma geração negra definitivamente mais escolarizada que a de seus pais: metade dos universitários que aderem ao ProUni e ao Fies são negros.

E, no entanto, o mundo corporativo segue unicolor. Apenas 5% dos executivos são negros, e só 0,05% são negras. Somente 2% dos cargos de alto escalão do funcionalismo público são negros – no judiciário, são só 3% dos juízes, por exemplo.

“Mesmo com significativos avanços, a quantidade de pessoas negras que conseguem efetivamente alcançar uma formação altamente qualificada, no mesmo nível de pessoas brancas das classes média e alta, ainda é pequena”, diz Paulo Baraúna, diretor de negócios medicinais da White Martins para a América do Sul.

Desde a época universitária ele viu o número de colegas negros diminuir. “Fui o único do curso técnico de eletrotécnica que decidiu seguir para a universidade. Muitos colegas, que eu inclusive acho que eram mais inteligentes do que eu, não tiveram a possibilidade e oportunidade de abrir mão de um emprego do curso técnico pelo ideal de ingressar no curso superior”, conta.

As barreiras para a empregabilidade no mundo corporativo

Se o acesso à universidade já é uma realidade, a conclusão do curso ainda não é tão simples. Custos de transporte, alimentação e livros são obstáculos para a formatura de muitos. E àqueles que conseguem ultrapassar as dificuldades da permanência na faculdade, o desafio imposto é em relação ao emprego qualificado.

“Estamos em situação melhor do que estávamos há dez anos, mas, para virar o jogo e oferecer oportunidades iguais, tem que oferecer um bom emprego e gerar renda”, diz Pereira.

Nesse sentido, mais barreiras. Se o conhecimento acadêmico foi, em certo nível, equalizado, os jovens negros ainda têm desvantagens em relação ao domínio do inglês e em competências comportamentais, segundo Luana e Pereira.

“Muitos jovens quando veem as exigências de inglês da vaga nem se candidatam. Também não sentem que uma empresa que só usa brancos em anúncios seja para ele trabalhar”, diz Luana.

Daí a importância da atuação de entidades como a Educafro e o Instituto Identidade Brasil. “O que eu falo para as empresas é: você cria critérios que excluem e deixam de fora gente talentosa e com uma gana de crescer enorme”, diz Leizer.

Como solução, ele sugere que uma empresa exija, por exemplo, inglês intermediário e ofereça um curso. “Se ele não aprender, aí manda embora. É essa flexibilização necessária para que não perca talentos”, afirma Pereira.

“Em breve teremos uma história mais sólida para contar”, diz diretora da White Martins

Não abrir mão de talentos, de forma geral, é uma das máximas que guiam a promoção da diversidade na White Martins, uma das organizações parceiras da Educafro. Há seis anos, a empresa tem focado na questão racial e de gênero dentro do tema da diversidade, porque já percebeu, segundo Anna Paula Rezende, diretora executiva de talentos e sustentabilidade da White Martins, que essa é uma condição fundamental para a sustentabilidade e inovação nos seus negócios.

“Negros são 46% da população economicamente ativa e 35% dos lares são chefiados por mulheres. Como vamos entender o mercado se não tenho pessoas dele dentro da empresa? ”

Atualmente, 30% dos funcionários da empresa são negros. Entre os estagiários da companhia, eles são 25% e o objetivo é que a diversidade se aproxime dos cargos executivos. No nível de diretoria, Baraúna ainda é o único negro na empresa.

“Nossa intenção é trabalhar para formar líderes os estagiários. Em breve teremos uma história ainda mais sólida para contar”, diz Anna.

sarita-marques-estagic3a1riaA estagiária da área de Saúde Segurança e Meio Ambiente (SSMA) Sarita Marques (foto acima), estudante de engenharia ambiental, é um dos jovens com potencial para escrever essa história na liderança White Martins. Segundo ela, o apoio e os cursos de formação que encontrou na Educafro foram fundamentais nesse começo de carreira.

Em três meses de treinamento pelo projeto Empodera da Educafro, aprendeu desde fazer um currículo à postura esperada em uma entrevista de emprego.

Depois que ela concluiu o curso, a Educafro encaminhou o seu currículo à White Martins e depois de 4 meses e algumas entrevistas, foi contratada para o estágio. “Cheguei com mais segurança, o que foi fundamental para que eu conseguisse demostrar o que eu queria durante a entrevista”, diz.

No fim do dia, é a atitude dos talentos o que tem feito a diferença, segundo Leizer. “Nesse aspecto que eu sensibilizo a empresa. O jovem pode não ter inglês fluente, mas batalhou, é líder comunitário e aproveitou absolutamente todas as oportunidades que teve até agora. Digo para o empresário: você vai deixar ele de fora?”

Confira um roteiro de arquitetura por alameda de SP

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Terraço da FAS Iluminação, de Alameda Gabriel Monteiro da Silva, na zona oeste de São Paulo Foto: Christian Maldonado/Divulgação

Com lugar garantido na geografia da cidade como ponto de encontro dos aficionados por design e decoração, a alameda Gabriel Monteiro da Silva, no bairro do Jardim Paulistano, em São Paulo, começa a ser reverenciada também por outros atributos. Apenas no último trimestre, três novas lojas com projetos dignos de nota acabam de ser inauguradas por lá, atraindo para a região uma nova categoria de frequentadores: a dos entusiastas da arquitetura contemporânea.

O público vai do leigo ao estudante, passando pelos profissionais, a quem interessa não só o que algumas lojas guardam por dentro. Mas também o que mostram por fora. “De dentro se pode ver o jardim e, de fora, as salas ambientadas”, comenta o arquiteto Isay Weinfeld, que assina o projeto da nova loja Dpot.

“As condicionantes de projeto foram apenas relativas à legislação. Isay teve total liberdade de concepção, a partir de nosso desejo inicial: gostaríamos de uma loja com clima de casa, onde as pessoas pudessem sentir e perceber os móveis como se estivessem em casa”, afirma Baba Vacaro, diretora criativa da marca, que reúne atualmente uma das maiores coleções de mobiliário de autor do país.

Com mais de 1000 m², trata-se do primeiro projeto do gênero assinado pelo arquiteto paulistano, o que acentua ainda mais a curiosidade em torno da obra. “A proposta resultou em uma casa transparente e fluida, com um exuberante jardim que a abraça e que se abre para a cidade. Totalmente adequada à função de abrigar nossa coleção de móveis”, resume Baba.

A poucos passo dali, outra loja tem atraído a atenção mais pelo o que provavelmente esconde, do que pelo o que mostra: uma fachada seca, monocromática, com uma única abertura no centro. “O projeto começa na rua, já que o acesso é sinalizado por luminárias de piso que começam na calçada, atravessam um túnel e chegam até o salão”, conta a empresária Arystela Paz, da FAS Iluminação.

Loja que abriga a coleção completa do lighting designer alemão Ingo Maurer, distribuída em três pavimentos e um terraço, além de um hall com pé direito triplo de 14 m, construído especialmente para abrigar criações do artista. Um projeto de retrofit, executado pelo escritório Rizoma, de Belo Horizonte e que levou 4 anos para ser concluído, devido à agenda apertada do designer e atrasos decorrentes de tramitações de aprovações.

“Do ponto de vista arquitetônico, a ideia foi conjugar a atmosfera do ateliê de Ingo, em Munique, com algumas características marcantes da edificação. Tudo, sempre, com total aval dele e de sua equipe”, conta Arystela, que há mais de uma década representa com exclusividade o designer alemão no Brasil.

Passo decisivo para qualquer marca, abrir uma loja conceito em plena Gabriel Monteiro da Silva costuma exigir um projeto à altura. Com a mineira Líder, recém-chegada à alameda, não foi diferente. Diante do desafio de se perfilar lado a lado com grandes marcas do cenário nacional e internacional, a arquitetura surgiu como grande trunfo.

Com a assinatura do escritório FGMF, dos arquitetos Fernando Forte, Lourenço Gimenes e Rodrigo Marcondes, loja de 800 m² é dividida em três ambientes: o primeiro, fazendo a transição entre o espaço público e os interiores, com destaque para os jardins suspensos da fachada. Depois, em um espaço intermediário, um mezanino parece flutuar, servindo como ponte entre os dois prédios do showroom. Finalmente, nos fundos, uma área descoberta hospeda as coleções outdoors da marca.

“Queríamos fazer do prédio uma vitrine da Líder contemporânea. E, ao mesmo tempo, queríamos dispor de um espaço que valorizasse o nosso produto, que o mostrasse da melhor forma possível e ao mesmo tempo agregasse identidade à marca. E acreditamos que a arquitetura do FGMF atingiu todos esses objetivos”, considera Tiago Nogueira, diretor de marketing da marca, que se manifesta recompensado com o investimento feito até aqui.

Segundo ele, a nova casa tem repercutido sim nas vendas e na relação com seus clientes. “Ganhamos uma arquitetura fresca que atrai e faz com que as pessoas sintam-se convidadas a entrar e a observar melhor nossos móveis.” [Marcelo Lima – O Estado De S.Paulo]

Nicole Scherzinger chama atenção por lábios carnudos e decote

nicole2.jpgNicole Scherzinger, ex-integrante da girl band Pussycat Dolls, foi clicada saindo de hotel em Londres, sexta-feira (19), e chamou atenção pelo look decotado.
A cantora, atualmente com 38 anos, que também é jurada do reality musical The X Factor britânico, ainda exibiu lábio supercarnudos.

Richard Quinn é o vencedor do H&M Design Award 2017

aaunnamed (6).jpgRichard Quinn é o vencedor do H&M Design Award 2017 (Foto: Divulgação)

De olho em novos talentos da moda internacional, a H&M organizou mais uma edição do prêmio acadêmico H&M Design Award, na noite de quarta-feira (16.11), em Londres.  Este ano, o grande vencedor foi Richard Quinn, formado pela Central Saint Martins, que foi selecionado entre os oito finalistas pelo juri composto por experts da moda, além de Ann-Sofie Johansson.
O estilista ganhou €50,000 e a chance de criar peças que serão vendidas em lojas selecionadas da rede fast fashion no outono 2017.

Richard Quinn é o vencedor do H&M Design Award 2017 (Foto: Divulgação)

RGirls NOW! Angolana Maria Chantal enaltece autoestima da comunidade negra – vem ver!

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A angolana Maria Chantal tem muitas coisas pra dizer ao mundo – a frase da camiseta é só uma delas.
A angolana Maria Chantal se considera muitas coisas: estilista, designer (de formação), modelo, ilustradora… Cansada de sofrer com o racismo, ela buscou exorcizar isso de alguma forma: criou a marca Maria Chantal, que tem, entre seus produtos feitos à mão, turbantes e camisetas com frases como “Duro é seu racismo” e “Cabelo crespo é lindo”. Com estampas étnicas incríveis e muito respeito à sua cultura, Maria Chantal contou um pouquinho mais pra gente da sua marca! Dá uma olhada:

Seu trabalho é muito importante em questão de representatividade. O que te inspirou pra criar a marca?
A inspiração veio da necessidade de externar todo o repúdio ao racismo diário que sofria. Na época em que comecei a idealizar e criar a marca, estudava design gráfico em Ipanema, na zona sul do Rio. Por causa da minha estética inegavelmente negra, passava por cada situação que comecei a pensar em formas de lidar com isso, por o dedo na ferida e denunciar o racismo da forma que podia. Era uma forma de me ajudar e ajudar meus amigos também.
Que conceitos gostaria de abordar com a marca?
A primeira missão é valorizar a autoestima negra a partir do conhecimento da nossa própria história. Mas tenho a missão de fazer tudo isso de forma ecológica, tenho em mente que meus ancestrais sempre tiveram uma relação com a natureza de muito respeito; me esforço e corro atrás pra reciclar tudo o que seria considerado lixo e ressignificar. Não uso sacolas de plástico, por exemplo, ou utilizo tecidos doados de marcas de outros empreendedores pra fazer as sacolas de tecido, ou uso papel, que é biodegradável. Com as sobras das peças customizadas faço os chaveiros ou outros acessórios. E no momento estou estudando fornecedores de matérias-primas que também sejam sustentáveis.
Conta pra gente uma pessoa que adoraria ver usando uma peça da sua marca!
Adoraria ver Lázaro Ramos e Taís Araújo vestindo uma blusa minha. Seria lindo.
Quais são os planos pro futuro?
Os planos são passar a vender presencialmente em SP e Bahia. E ter um ou uma ajudante, gerenciar tudo sozinha às vezes é bem complicado.
E sobre apropriação cultural? Qual é a sua posição sobre o assunto?
Acho um assunto muito delicado, precisa de uma conversa acompanhada de estudos, muito aprofundada, sobre respeitar a cultura alheia e de como é possível admirar sem usar. Vivemos em uma sociedade que aprendeu a não respeitar cultura. Onde tudo teve que virar produto, até coisas sagradas e que tinham um significado profundo. Tudo virou apenas produto. Digo apenas que busquemos sempre respeitar a cultura alheia e entender que podemos admirar sem usar, e quando persistir o uso, veja se não está ofendendo ninguém ou tirando todo o significado daquilo. Muita coisa nessa sociedade foi apropriada, parece fazer parte do costume do colonizador pra desvalorizar a cultura que ele está colonizando. Dessa forma ele mostra ser “superior”. [Lilian Pacce]
Maria Chantal: lojamariachantal@gmail.com