Laura Pausini lança novo single de álbum indicado ao Grammy Latino 2018

Canção faz parte da trilha sonora da novela ‘O Sétimo Guardião’, da TV Globo

A cantora italiana Laura Pausini, indicada ao Grammy Latino 2018 pelo álbum ‘Fatti Sentire’, na versão em espanhol. Foto: Instagram/@laurapausini

Laura Pausini está na expectativa para a cerimônia de premiação do Grammy Latino 2018, que será nesta quinta-feira, 15, em MGM Grand Arena, em Las Vegas, nos Estados Unidos.

Isso porque o novo álbum da cantora, Fatti Sentire, na versão em espanhol, foi indicado na categoria ‘Melhor Álbum Vocal Pop’.

No início da semana, Laura Pausini lançou uma nova música de trabalho. Frasi a Metà faz parte da trilha sonora da novela O Sétimo Guardião, da TV Globo. 

Nas redes sociais, Laura Pausini comemorou a indicação ao Grammy Latino 2018 por Fatti Sentire. “Estou orgulhosa e independentemente de como será na quinta-feira, devo admitir que, depois de 25 anos, me emociona muito me sentir tão amada e respeitada. Levo vocês comigo”, escreveu a italiana no perfil oficial no Instagram

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Meghan Markle e príncipe Harry quebram mais um protocolo em foto da realeza

Casal quebrou mais um protocolo da monarquia britânica em foto pelos 70 anos do príncipe Charles

O príncipe Charles aparece ao lado da mulher, Camilla, dos filhos, William e Harry, das noras, Kate e Meghan, e dos netos, George, Charlotte e Louis em foto divulgada na terça-feira (13), véspera de seu 70º aniversário — Foto: Chris Jackson/Clarence House

Meghan Markle e Harry já estão mais do que acostumados em quebrar protocolos da realeza em aparições públicas, como demonstrações de carinho, divulgação de apelidos carinhosos e até com relação aos looks em eventos oficiais.

Na divulgação da foto mais recente da realeza britânica, não foi diferente! O duque e a duquesa de Sussex posaram com Kate Middleton e William (com os filhos George, de 5 anos, Charlotte, de 3, e Louis, de 6 meses), assim como Camilla Parker Bowles e o príncipe Charles. O clique, feito por Chris Jackson, fotógrafo oficial da realeza, foi em comemoração aos 70 anos de Charles.

Além da fofura da criançada e do momento de descontração dos monarcas, outro detalhe chamou a atenção: mais uma demonstração de afeto pública. Em uma das imagens, Harry aparece com a mão esquerda na cintura de Meghan, o que é considerado uma quebra de protocolo na realeza.

Recentemente, quem também “burlou” a regra da monarquia britânica foi Kate Middleton, que foi fotografada com a mão direita sobre a coxa do marido, William, durante o casamento de princesa Eugenie de York – nona na linha de sucessão ao trono britânico – com Jack Brooksbank, no dia 12 de outubro. [Léo Gregório]

Realeza britânica posa para foto oficial pelos 70 anos do príncipe Charles (Foto: Chris Jackson)

iFood recebe aporte de US$ 500 mi e mira em crescimento global

Maior empresa de entrega de refeições no País, iFood aposta em pedidos por voz e em serviços para restaurantes
Por Mariana Lima – O Estado de S. Paulo

iFood, comprado em 2013 pela Movile de Fabrício Bliosi, vale mais de US$ 1 bilhão

Maior empresa de delivery de refeições no Brasil, o iFood anunciou nesta terça-feira, 13, que recebeu um aporte de US$ 500 milhões, a maior rodada de investimentos já alcançada por uma empresa de tecnologia da América Latina. O app revelou ainda que, desde março do ano passado, faz parte do seleto grupo de unicórnios do País – nome dado às startups avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. 

A operação conta com a participação de três sócios do aplicativo: a Movile, empresa que controla o app, o fundo americano de tecnologia Naspers Ventures e a brasileira Innova Capital – mantido por Jorge Paulo Lemann. O valor pode ficar ainda maior, já que a empresa está aberta a propostas de outros investidores globais que sejam estratégicos para o crescimento da companhia. Até então, a maior rodada de investimentos da região tinha sido a do Nubank, de cartões de crédito, que recebeu em outubro US$ 180 milhões da chinesa Tencent

Para Felipe Matos, empreendedor e autor do livro 10 Mil Startups, o investimento é emblemático porque funciona como um símbolo do desenvolvimento do mercado brasileiro de startups. “O iFood é um unicórnio, que está dentro de outra empresa que também vale US$ 1 bilhão, e que está recebendo meio unicórnio de investimento. Isso, num País que até o fim do ano passado nunca tinha tido nenhuma startup digital chegando a essa cifra, diz muita coisa sobre o amadurecimento do setor.”

O montante será usado para ajudar a companhia, em 14 meses, a duplicar o número de cidades em que atua e a triplicar o total de restaurantes. Para isso, a companhia vai investir principalmente em tecnologias, como inteligência artificial, e na fusão e aquisição de novas empresas.

Fogão como rival. Hoje, a companhia comemora que gasta, em média, 35 minutos entre o momento em que uma refeição é escolhida no iFood e a entrega na casa do cliente. A média já é menor que o tempo de preparo de um jantar simples – salada verde de entrada e macarrão com molho branco –, mas a empresa quer melhorar a experiência dos usuários para que deixem de cozinhar. “Nosso maior concorrente é o fogão. Queremos convencer as pessoas a cozinharem menos e terem mais comodidade”, explica Carlos Moyses, presidente do iFood.

 Para ganhar fôlego e ter ideias, a startup brasileira tem buscado inspiração nos gigantes de tecnologia do Vale do Silício e da China, como Amazon, Facebook e Tencent.

Entre as inovações previstas para entrar no aplicativo, está a possibilidade de pedir uma refeição por voz. “A ideia é que após dizer ‘quero um frango com salada’ para seu celular ou dispositivo de voz, a pessoa receba a refeição na sua porta minutos depois. Nós teríamos todo o trabalho por trás depois do pedido”, explica Fabrício Bloisi, fundador da Movile e presidente do conselho do iFood

Outra aposta de crescimento é a criação de soluções para facilitar o dia-a-dia nos restaurantes. Hoje, a empresa já oferece o iFood Shop, uma plataforma que vende insumos para os estabelecimentos de acordo com a demanda de pedidos feitos no aplicativo. O serviço está disponível em São Paulo e Rio de Janeiro.

A startup também ajuda os restaurantes a administrarem os próprios pedidos, ao indicar as refeições que devem ser atendidas primeiro, os dias de maior demanda e os produtos mais vendidos. Para isso, o dono do estabelecimento precisa desembolsar um valor de licenciamento de R$ 100, mais uma taxa de comissão não revelada pela empresa.

“Hoje, existe toda uma cadeia de tarefas por trás de um pedido que não é atendida no mercado. Se tornarmos os restaurantes mais inteligentes nesse aspecto, temos certeza de que aumentaremos os pedidos no iFood”, diz Moyses, presidente do iFood.

Origem. Fundado em 2011 pelo empresário Felipe Fioravante, que comandou a empresa até o ano passado, o iFood foi comprado pela Movile em 2013, e cresceu por meio de uma estratégia agressiva de aquisições. Além do aplicativo de delivery de comida, a Movile (que nasceu no início dos anos 2000 como uma empresa de mensagem de texto criada por dois recém-formados da Universidade de Campinas, Maurício Bloisi e Fábio Póvoa) também é dona do aplicativo infantil PlayKids. 

Na época em que foi comprado, o iFood tinha 10 funcionários. Cinco anos depois, a startup tem mil colaboradores, metade do número total de funcionários do grupo Movile, que atualmente tem sete startups no portfólio. De um ano para cá, o aplicativo de comida cresceu 110% no Brasil, o que se significa um total de 100 milhões de pedidos por mês em 483 cidades do País, além de México e Colômbia. 

Futuro. A ambição da Movile é transformar o iFood em uma referência mundial no mercado de foodtechs, mas sem perder o foco na América Latina. “Somos uma empresa global, pensamos para além do Brasil e região, mas queremos nos manter como referência aqui”, diz Bloisi, da Movile, que tem como meta para o grupo transformar a Movile em uma empresa de 1 bilhão de usuários e US$ 10 bilhões em valor de mercado até 2020.

Para Matos a meta é audaciosa, mas possível. “Observando o quanto o iFood tem crescido, mantendo uma taxa constante desde que foi comprado, é muito possível da Movile chegar nesse valor de mercado em dois anos”, diz. “Precisamos lembrar que o iFood ainda não está presente em muitas cidades e em muitos restaurantes, há espaço para crescer tanto no Brasil como no mundo.”

Vinicius Machado, da consultoria de inovação Startora, acredita que a grande carteira de investimentos da Movile ajudará a atingir esse objetivo. “A Movile é peculiar porque tem várias startups de sucesso dentro do seu conjunto de negócios”, diz Machado. “Além do iFood e da PlayKids, a startup de venda de ingressos Sympla cresce cada dia mais. No ritmo que estão, a própria Movile vai lançar mais unicórnios no mercado em breve.” / COLABOROU BRUNO ROMANI

Cam | Suspense frenético da Netflix sobre camgirls ganha trailer

Cam, suspense frenético situado no mundo das camgirls, ganhou o seu primeiro trailer

Cam | Official Trailer [HD] | Netflix

No filme, Madeline Brewer é uma camgirl que é substituída por uma réplica. Daniel Goldberg dirige o roteiro de Isa Mazzei.

A produção é da Blumhouse e a Netflix cuida da distribuição. O filme estará no serviço de streaming em 16 de novembro. [Natália Bridi]

Qual é o futuro do trabalho?

É mandatório que estejamos mais estratégicos do que nunca, apoiados nos dados e usando a tecnologia a nosso favor

Automação em algumas áreas já é realidade

“Líderes não serão substituídos pela inteligência artificial. Mas quem não utilizá-la em seu trabalho, será”. A frase é de Erik Brynjolfsson, professor do MIT que há décadas estuda a correlação entre tecnologia, produtividade e trabalho. Há poucos dias, o estudioso reuniu em Boston centenas de executivos para discutir como a inteligência artificial está transformando as empresas e seus processos, e quais os desafios para o mercado de trabalho. 

O cerne da discussão foi exatamente este: quais adaptações teremos que passar para aproveitar o melhor dessa nova onda tecnológica. Por muito tempo, décadas atrás, povoou o imaginário coletivo a ideia de que em pleno século 21, carros seriam voadores e os robôs estariam por toda parte, como mostravam “Os Jetsons”. Nada disso aconteceu, mas o que começa a ser visto na prática é a transformação do escopo do trabalhador. 

Funções puramente operacionais ou mecânicas começam a ser repensadas e automatizadas para atender à orientação estratégica das empresas. O WalMart traz um exemplo crítico e está pivotando algumas das funções exclusivas de lojas de seus colaboradores para atender às necessidades da nova forma de consumir de seus clientes. Becky Schmitt, da área global de pessoas da empresa, revelou que a crescente substituição dos operadores de caixa pelo modelo de auto-checkout deslocou muitos desses funcionários para a função de “personal shopper”, que é justamente o ponto de contato da rede entre os clientes que compram online e retiram na loja. Segundo Becky, mais de 25 mil postos de trabalho como esse já foram criados, à medida que o modelo de venda remota começa a se popularizar. 

Por outro lado, a automação de algumas dessas funções não será indolor. Ela acontecerá por fases, segundo a consultoria PriceWaterhouseCoopers (PwC), sendo que neste primeiro momento, cerca de 3% dos postos de trabalho serão afetados. As segunda e terceira ondas serão mais profundas, levando até 30% de automação das funções até a metade da década de 2030. O fenômeno será visto em praticamente todos os setores, mas os maiores impactados pela automação serão profissionais com baixo nível educacional: 4 em cada 10 deles perderão suas posições para máquinas.

Nesse contexto, líderes de negócio estão cada vez mais pressionados a tomar medidas rápidas para responder a essas novas necessidades de negócio e, para isso, precisam ter ferramentas capazes de trazer informações capazes de orientar decisões de forma rápida e assertiva. É nesse contexto que as ferramentas de inteligência artificial se mostram críticas aliadas, de forma a complementar as competências humanas. 

Passamos, assim, pela reinvenção da forma de trabalhar. É mandatório que estejamos mais estratégicos do que nunca, apoiados nos dados e usando a tecnologia a nosso favor. Como trabalhadores, precisamos nos capacitar para aproveitar o melhor dessa onda. Assim como disse Brynjolfsson em seu painel no MIT, não existe nenhuma garantia de que todas as empresas serão beneficiadas pela inteligência artificial, mas aquelas que saírem na frente estarão mais perto de abocanhar uma fatia significativa dos mais de US$ 15 trilhões adicionado ao PIB mundial em produtividade. Sem dúvida, um movimento sem volta. [Camila Farani]

*É INVESTIDORA ANJO E PRESIDENTE DA BOUTIQUE DE INVESTIMENTOS G2 CAPITAL

Ophelia | Daisy Ridley estrela versão alternativa de Hamlet; veja o trailer

Ophelia, longa que reconta a história de Hamlet, de Shakespeare, sob a perspectiva de Ofélia, ganhou o seu primeiro trailer

A produção é baseada no livro homônimo de Lisa Klein e tem Claire McCarthy (The Waiting City) na direção. Além de Daisy Ridley no papel-título, o filme conta com Naomi WattsClive OwenGeorge MacKay Tom Felton no elenco. [Natália Bridi]