Calendário de taxistas de Nova York é vendido em ação de caridade

Sétima e última edição do produto irá beneficiar uma organização voltada para famílias de imigrantes e pessoas com baixa renda
JOÃO PEDRO MALAR* – O ESTADO DE S.PAULO

Calendário com fotos de 12 taxistas passou a ser vendido em novembro Foto: Shannon Kirkman

Com a chegada de dezembro, é comum que calendários para o ano seguinte passem a ser vendidos e dentro do grupo dos mais inusitados está o calendário de taxistas de Nova York, lançado no dia 19 de novembro. 

O calendário, que retrata 12 taxistas da cidade estadunidense, foi criado em 2013 pelo casal Philip e Shannon Kirkman. Philip é responsável pela direção de arte, enquanto que Shannon é quem fotografa todos os taxistas. Dos 12 motoristas, dez são imigrantes. Pela primeira vez foram retratados um haitiano e um peruano.

Assim como em anos anteriores, o dinheiro arrecadado com a venda dos calendários será destinado para uma organização de caridade. Com as edições anteriores do calendário, já foram doados mais de 70 mil dólares para instituições.

Arminda é uma das taxistas retratada no calendário
Arminda é uma das taxistas retratada no calendário Foto: Shannon Kirkman

 A escolhida de 2019 é a University Settlement, a casa de acolhimento mais antiga dos Estados Unidos e que realiza projetos sociais voltados para famílias de imigrantes e pessoas com baixa renda.

O casal anunciou que a edição de 2020 será a última da série de calendários, que busca fotografar taxistas em poses divertidas e, até, sexys. 

Ideia do calendário é fotografar taxistas em posições engraçadas
Ideia do calendário é fotografar taxistas em posições engraçadas Foto: Shannon Kirkman

É possível comprar o calendário e diversos itens decorativos usados nas fotos ao longo das sete edições no site oficial do projeto.

A edição de 2020 será a última do projeto
A edição de 2020 será a última do projeto Foto: Shannon Kirkman

A David Bowie Tribute By Etnia Barcelona

Aqui está tudo o que você precisa saber sobre a coleção de cápsulas inspiradas no Bowie do Etnia Barcelona
by Chidozie Obasi

Etnia Barcelona, A marca sempre inspirada em mudanças culturais está revelando uma coleção exclusiva de óculos de sol, em homenagem ao eterno legado de David Bowie e sua influência proeminente na moda e no estilo. A coleção foca em duas proposições principais: Ziggy Stardust e The Thin White Duke.

David Bowie é conhecido por compartilhar uma caricatura empoderadora que é extremamente simbólica da marca sediada em Barcelona. E, apesar do falecimento do artista, várias décadas depois ele continua sendo um verdadeiro pioneiro, liderado por pensadores avançados e um talento sem desculpas. Bowie nunca deixou de se encantar com sua variedade de personas e estilos que sempre mudavam, mas ele claramente deixou um status-quo sólido ao viver uma vida puramente por quem ele era: Bowie.

Na última campanha da marca, a mensagem é muito importante, clara e autêntica, aqui para abordar uma mensagem muito importante: I’MPERFECT. A mensagem mistura as maiores influências de Bowies, e Etnia Barcelona aproveitou a oportunidade para criar pares de vanguarda, definindo o ego alinhado com as estrelas da carreira de Bowie: Ziggy Stardust e The Thin White Duke.

Ziggy Stardust é o modelo mais ousado da coleção, inspirado nas roupas usadas por Bowie durante seu tempo. Desenvolvidas em três tons, as formas complementam seu estilo icônico. Por outro lado, The Thin White Duke serve como um modelo mais sofisticado e tradicional, disponível em rosa, azul e preto.

O tributo de David Bowie por Etnia já está disponível para compra na flagship store de Barcelona, ​​on-line e em lojas selecionadas em todo o mundo.

www.etniabarcelona.com

David Bowie Tribute By Etnia Barcelona
David Bowie Tribute By Etnia Barcelona
David Bowie Tribute By Etnia Barcelona
David Bowie Tribute By Etnia Barcelona

Avaliado em US$ 1,3 bi, estúdio de games Wildlife se torna o 10º unicórnio brasileiro

Fundada em 2011, startup paulistana faz jogos para celulares; rodada de aportes liderada pelo fundo Benchmark, que já investiu no Uber e no Twitter, será usada para expansão de equipe pelo mundo
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Victor Lazarte, da Wildlife: jogos com 2 bilhões de downloads e topo do ranking em mais de 100 paíse

O Brasil já pode se gabar de ter mais de dez startups avaliadas em pelo menos US$ 1 bilhão – os chamados unicórnios. Nesta quinta-feira, 5, a empresa de games para smartphones Wildlife Studios se torna a décima empresa a pertencer a este seleto clube. Ao receber uma rodada de aporte de US$ 60 milhões liderada pelo fundo americano Benchmark Capital (investidor de UberTwitter Snapchat), a companhia dos irmãos Arthur e Victor Lazarte, de 35 e 33 anos, respectivamente, será avaliada em US$ 1,3 bilhão no mercado privado. 

A empresa tem trajetória discreta até aqui: nasceu com o investimento inicial de US$ 100, na casa dos pais dos Lazarte na capital paulista. “Eu trabalhava no (banco de investimentos) JP Morgan em Londres e meu irmão na (consultoria) Boston Consulting Group (BCG), mas não estávamos felizes. Voltamos para a casa dos pais porque não tínhamos dinheiro para pagar aluguel ou escritório na época”, conta Victor, que é formado em engenharia mecânica pela USP. Já Arthur, é formado em engenharia aeroespacial. “Na época, os smartphones estavam começando a se popularizar e achamos que as pessoas iriam querer jogar nesses computadores de bolso”, diz Lazarte, ao Estado.  

Chamada inicialmente de Top Free Games (TFG), a Wildlife se dedica a criar games gratuitos para smartphones e recebe agora apenas sua primeira rodada de investimentos. Os números, no entanto, chamam a atenção: com cerca de 500 funcionários espalhados em seis escritórios e quatro países (EUA, Brasil, Irlanda e Argentina), a empresa está prestes a alcançar a marca de 2 bilhões de downloads, divididos entre seus mais de 60 títulos já lançados. Ao todo, mais de 1 bilhão de dispositivos já baixou algum game da companhia. 

Seus principais títulos são o jogo de tiro Sniper 3D, o esportivo Tennis Clash ou o “livro de colorir digital” Colorfy – os três são presença frequente no ranking de jogos mais baixados dos sistemas iOS e Android. Para ganhar dinheiro, a Wildlife fatura com anúncios e também com as chamadas microtransações, vendendo itens dentro dos games que auxiliam o desempenho do jogador ou melhoram o visual de seus personagens. “É um modelo em que a maioria das pessoas não paga nada, mas há um grupo de 10% dos jogadores que sustentam o resto da base”, explica Victor. 

Segundo os empreendedores, o novo aporte se deve mais à formação de uma parceria estratégica e menos a uma necessidade financeira – a empresa “sempre deu caixa”, nas palavras de Victor. Além do Benchmark, que já fez aportes também na brasileira Peixe Urbano, participaram da rodada cinco investidores individuais. Entre eles, estão Javier Olivan, líder de produtos do Facebook, e Hugo Barra, brasileiro que passou por Google e Xiaomi e hoje cuida de parcerias na área de realidade virtual e aumentada na empresa de Mark Zuckerberg

Arthur Lazarte, de 35 anos: engenheiro aeroespacial deixou BCG para criar estúdio de games na casa dos pais, em 2011

Com os recursos, a Wildlife deve aumentar seu time em 60% ao longo do próximo ano, chegando a 800 pessoas, em diversas áreas e países. A maior parte do time da empresa está em São Paulo, mas, no futuro, essa proporção deve se equilibrar pela metade. “O Brasil é um lugar com muito talento em tecnologia, mas pouca experiência, por isso buscamos pessoas fora”, diz Victor. Na visão do empreendedor, as habilidades pessoais são os principais diferenciais de uma empresa de tecnologia. “No mais, todo mundo utiliza os mesmos softwares e os mesmos computadores.” 

Segundo André Pase, pesquisador em games da PUC-RS, a caça a bons profissionais é uma disputa global. “O Brasil tem bons profissionais e cursos interessantes, mas há competição forte com o mercado externo: quem tem experiência encontra proposta em países de economia e política estáveis. A briga não é só por salários, mas também por condição de vida.” 

Outra parte dos recursos do aporte será utilizada para fechar parcerias com estúdios menores, que poderão utilizar as ferramentas de distribuição da Wildlife. “Um dos maiores desafios de fazer um jogo hoje é distribuí-los. Nós temos um bom canal que são os games anteriores, mas empresas pequenas não possuem essa vantagem”, diz Victor. Não estão descartadas também aquisições de games de outras companhias. 

Nova fase

Fãs dos games da Nintendo, como Mario, os irmãos Lazarte se espelham no exemplo da japonesa para o futuro. “Ainda não há uma empresa icônica para os jogos de celular como foi a Nintendo para os consoles. Podemos ocupar esse espaço”, ambiciona o irmão mais novo da família Lazarte. 

Mas a competição será dura: além dos milhares de jogos que chegam todos os anos às lojas de aplicativos de Apple e Google, a Wildlife terá de enfrentar a concorrência das duas gigantes de tecnologia. Ambas – com o Apple Arcade e o Google Stadia – passaram a oferecer bibliotecas de games para smartphones nos últimos meses, por assinaturas a partir de R$ 10. 

Na visão de Pase, da PUC-RS, a Wildlife tem a seu favor um catálogo “de jogos que serve como um bom cartão de visitas, com qualidade visual e que entende o funcionamento das mecânicas de compra”. Para o especialista, porém, a empresa tem o desafio de seguir criando novos tipos de jogo, evitando os tropeços de outras companhias de games para celular – nos últimos anos, Zynga (Farmville), Rovio (Angry Birds) e King (Candy Crush) tiveram problemas ao lançar títulos com características muito parecidas. “A Rovio, por exemplo, até hoje não consegue tornar populares seus games que não são parecidos com Angry Birds”, afirma o professor da PUC-RS. 

Outra dificuldade do mercado de games para dispositivos móveis, segundo de Pase, é conseguir criar atrativos para manter o jogador engajado e, se possível, pagando pela experiência. “Como o jogo tem a presunção de ser gratuito e há forte competição, o usuário baixa uma vez e deleta assim que precisa liberar espaço na memória do celular”, afirma. “A competição entre o que você guarda no telefone e o que fica de fácil acesso na tela é muito forte.” 

Para isso, a Wildlife investe não só na criação de jogos, mas também em tecnologias como aprendizado de máquina e análise de dados, buscando entender o comportamento de seus usuários – e como fazê-los consumir mais moedinhas dentro dos jogos. 

É um trabalho silencioso, talvez até pouco glamouroso e longe de holofotes – ao Estado, Victor diz que “não é importante que a gente seja conhecido, mas sim que as pessoas gostem dos jogos.” Ele lamenta, porém, estar um pouco distante do sonho que o levou a criar o décimo unicórnio brasileiro. “Com o crescimento da empresa, tenho ficado com as decisões de negócios e não consigo colocar a mão na massa nos jogos, que é a parte mais legal do trabalho”, diz. “Mas faz parte da vida, não é?”.

Princesa Leia terá papel central no encerramento da saga 'Skywalker' em 'Star Wars'

Spoiler foi dado por J.J. Abrams, diretor do novo filme da saga; ele e parte do elenco estão confirmados para a CCXP 2019
Lisa Richwine, Reuters

O diretor J.J. Abrams está confirmado na CCXP 2019 Foto: Mário Anzuoni/ Reuters

LOS ANGELES – O muito aguardado capítulo final da saga Skywalker terá um papel crucial para a princesa Leia, personagem amada de Star Wars interpretada pela atriz Carrie Fisher, que morreu em 2016.

O roteirista e diretor J.J. Abrams disse ter imagens inéditas suficientes de Fisher —sobras da filmagem de O Despertar da Força, de 2015— para fazer de Leia um presença central em A Ascensão Skywalker, que estreia nos cinemas do Brasil no dia 19 de dezembro. Fisher morreu em dezemnbro de 2016, aos 60 anos.

“Não poderíamos contar a história sem Leia”, disse Abrams em uma entrevista concedida na quarta-feira. “Ela é a mãe do vilão. Ela é, em certo sentido, a mãe da resistência, da rebelião, a líder, a general”, afirmou.

“Seu papel é, eu diria, integral”, acrescentou. “Isso não é só uma coisa cosmética em que estamos meio que encaixando Leia”. A Ascensão Skywalker é o nono filme da celebrada franquia espacial, que estreou em 1977 e hoje é de propriedade da Walt Disney.

Nos filmes mais recentes, Leia chegou ao posto de general na liderança do combate à maligna Primeira Ordem na galáxia muito, muito distante. Seu filho é Kylo Ren (Adam Driver), o guerreiro que assumiu o comando da Primeira Ordem no final de Os Últimos Jedi, de 2017.

Se Fisher estivesse viva, “não há dúvida de que teríamos feito, tenho certeza, filmagens adicionais e outras coisas”, disse Abrams. “Mas o fato de que tínhamos o material para fazer o que fizemos é incrivelmente gratificante”.

Daisy Ridley, que vive a combatente da resistência Rey, gravou cenas para A Ascensão dos Skywalker nas quais sua personagem interage com as imagens previamente gravadas de Fisher.

“Eu estava basicamente reagindo a imagens que tinha visto dela, então foi bastante comovente, muito estranho”, disse Ridley. “Mas acho que você tem uma sensação verdadeira do amor entre Leia e Rey neste filme, e Leia é uma grande parte da história”.

O piloto Poe Dameron (Oscar Isaac) e a mecânica Rose Tico (Kelly Marie Tran) também têm cenas que incluem diálogos com Leia, disseram membros do elenco.

Abrams disse que a filha de FisherBillie Lourd, que aparecerá pela terceira vez como tenente das forças da resistência, também será vista na tela com a mãe.

Vale lembrar que Star Wars: A Ascensão Skywalker tem um painel confirmado na CCXP 2019 já para o próximo sábado, 6, às 17h, no Auditório do Cinemark XD. Estarão representando o filme o diretor J.J. Abrams, a produtora Kathleen Kennedy, e os atores Daisy RidleyJohn Boyega e Oscar Isaac. O evento já está com todos os ingressos esgotados.

Confira a programação completa da CCXP e fique por dentro de tudo sobre um dos maiores festivais de cultura do pop do mundo.

Ator sul-coreano Cha In-ha é encontrado morto na mais recente tragédia do K-pop

Ele é a terceira jovem celebridade a morrer no país; assessoria disse que não haviam sinais de ataques pessoais ou cyberbullying
Sangmi Cha, Reuters

Asessoria disse que não haviam sinais de que o jovem estaria sofrendo ataques pessoais ou algum tipo de cyberbullying. 

SEUL – O ator sul-coreano Cha In-ha foi encontrado morto em sua casa, informou a polícia nesta quarta-feira, 5. Ele é a terceira celebridade jovem do país a morrer nos últimos dois meses, aumentando a preocupação com as intensas pressões sociais que os artistas enfrentam.

Em um caso não relacionado, a Konnect Entertainment, agência de gerenciamento do cantor de K-pop (gênero musical sul-coreano) Kang Daniel, disse que o ex-integrante da boy band Wanna One estava dando um tempo nos shows devido a “depressão e ataques de pânico”.

A agência também informou que o jovem de 22 anos recentemente tinha mostrado “sinais frequentes de agravamento da saúde e da ansiedade”.

Embora a cultura pop da Coreia do Sul projete principalmente uma imagem saudável no palco e na tela, ela foi marcada por uma série de mortes prematuras e casos criminais que revelaram um lado sombrio da indústria.

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다들 캄기조심⛄️

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Um policial disse que Cha, 27 anos, foi encontrado morto na terça-feira, 4, e que a causa da morte não era imediatamente conhecida. O jovem, cujo nome real é Lee Jae-ho, estreou no cinema em 2017 e já foi integrante da boy band Surprise U, de cinco membros, que lançou dois álbuns.

O cantor e ator deixou um post no Instagram um dia antes de ser encontrado morto, com uma mensagem de apenas uma linha para seus fãs: “Todo mundo tenha cuidado para não pegar um resfriado”.

Não havia relatos que sugerissem que ele era alvo do tipo de ataques pessoais e cyberbullying que outros artistas do K-pop receberam.

A morte de Cha ocorre depois que a popular cantora de K-pop Goo Hara, 28 anos, foi encontrada morta em sua casa no mês passado. Ela sofreu ataques pessoais nas mídias sociais.

Em outubro, outra estrela do K-popSulli, ex-integrante do grupo feminino f (x), aparentemente cometeu suicídio. Sulli, de 25 anos, havia se manifestado contra o cyberbullying.

CINEMA I Estreias: Feliz Aniversário, Ainda Temos a Imensidão da Noite, O Juízo, Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe, Diante dos Meus Olhos, Dois Papas, Western Stars

Feliz Aniversário
Fête de Famille. Bélgica/França, 2019. Direção: Cédric Kahn. Com: Catherine Deneuve, Emmanuelle Bercot, Vincent Macaigne. 101 min. 14 anos.

Ainda Temos a Imensidão da Noite
Brasil/Alemanha, 2019. Direção: Gustavo Galvão. Com: Ayla Gresta, Gustavo Halfeld 
e Steven Lange. 98 min. 16 anos.

Uma instrumentista brasiliense, integrante de uma banda de rock, se cansa de não ter reconhecimento e vai tentar a vida na Alemanha. 

Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe
Motherless Brooklyn. EUA, 2019. Direção: Edward Norton. Com: Edward Norton, Bruce Willis e Willem Dafoe. 144 min. 16 anos.
Um detetive com síndrome de Tourette —transtorno que causa descontrole motor e verbal— investiga o assassinato de seu mentor. Sua busca o leva a mergulhar na realidade das populações marginalizadas em Nova York nos fim dos anos 1940. Inspirado em livro do escritor Jonathan Lethem.

Diante dos Meus Olhos
Brasil, 2018. Direção: André Félix. 81 min. 12 anos.
O documentário recupera a história da banda Os Mamíferos 45 anos após sua separação. Hoje com vidas comuns, os ex-integrantes relembram momentos que marcaram a trajetória do grupo do qual hoje poucos se lembram.

Dois Papas
The Two Popes. Argentina/EUA/ Itália/Reino Unido, 2019. Direção: Fernando Meirelles. Com: Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. 125 min. 14 anos.
Produzido pela Netflix, o filme mostra a amizade e os conflitos entre o papa Bento 16 e seu sucessor, o papa Francisco. Do mesmo diretor de “Cidade de Deus” (2002).

Feliz Aniversário
Fête de Famille. Bélgica/França, 2019. Direção: Cédric Kahn. Com: Catherine Deneuve, Emmanuelle Bercot, Vincent Macaigne. 101 min. 14 anos.
Reunida para celebrar o aniversário da matriarca, uma família é surpreendida pela chegada de sua irmã mais jovem, desaparecida há anos. Inicialmente recepcionada como a filha pródiga, ela causa confusão e desacordos naquele que deveria ser um dia de festa.

As Golpistas
Hustlers. EUA, 2019. Direção: Lorene Scafaria. Com: Constance Wu, Jennifer Lopez, Julia Stiles e Cardi B. 110 min. 16 anos.
Um grupo de ex-strippers decide aplicar golpes em seus clientes de Wall Street. Baseado em reportagem de publicada na revista norte-americana New York Magazine. Exibido no Festival de Toronto de 2019.

O Juízo
Brasil, 2019. Direção: Andrucha Waddington. Com: Felipe Camargo, Fernanda Montenegro, Lima Duarte e Criolo. 98 min. 14 anos.
Ao se mudar para uma fazenda abandonada, um homem é tomado pelo desejo de riqueza induzido pelo espírito de um escravo traficante de diamantes que ali vivia.

Western Stars
Idem. EUA, 2019. Direção: Bruce Springsteen e Thom Zimny. 83 min. 10 anos.
O filme mostra o processo de criação e as apresentações do último álbum do músico norte-americano Bruce Springsteen.