Os Eternos | Angelina Jolie entra para a Marvel no papel de Thena

Longa estreia em 6 de novembro
JULIA SABBAGA

Estrela de ‘Os Eternos’, Angelina Jolie compareceu ao painel da Marvel neste sábado (20), terceiro dia de Comic-Con San Diego — Foto: Chris Pizzello/AP

Angelina Jolie foi anunciada no longa Os Eternos, futura produção da Marvel Studios. O anúncio foi feito durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con. Jolie interpretará Thena no longa, que tem lançamento previsto para 6 de novembro de 2020

A atriz apareceu de surpresa no painel, e comentou a responsabilidade de entrar no universo da Marvel: “Estou muito animada de estar aqui. Eu vou trabalhar dez vezes mais duro. Eu penso no que significa ser parte do MCU, o que é ser um dos Eternos, e parte desta família. Todos nós lemos o roteiro, sabemos o que é esta tarefa e o que vocês merecem, então todos nós vamos trabalhar muito muito duro”. 

Lauren Ridloff e Brian Tyree Henry e Salma Hayek também foram anunciados no elenco de ‘Os Eternos’, durante painel da Marvel na Comic-Con San Diego — Foto: Chris Pizzello/AP

Outros nomes no elenco incluem Richard Madden (Ikaris), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Macary), Brian Tyree Henry (Phastos), Salma Hayek (Ajax), Lia McHugh e Don Lee (Gilgamesh).

A cineasta Chloé Zhao também foi confirmada na direção da produção.

Criados em 1976, os Eternos são uma raça de super-humanos criados pelos alienígenas Celestiais durante sua visita à Terra. Porém, ao mesmo tempo que conceberam este grupo, os experimentos genéticos dos Celestiais originaram também os Deviantes, uma espécie de face corrompida das suas primeiras criações. 

Don Lee e Angelina Jolie falam durante painel da Marvel neste sábado (20), terceiro dia de Comic-Con San Diego — Foto: Chris Pizzello/AP

Entre os personagens já apresentados no cinema que têm alguma relação com essas raças destaca-se Thanos, que nas HQs é filho de um casal de Eternos e carrega os genes Deviantes.

San Diego Comic-Con acontece entre 17 e 21 de julho.

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Setor de serviços treina equipes para atender bem o público LGBT

Perguntar ao consumidor trans como prefere ser chamado é cuidado adotado por empresa inclusiva
Tatiana Vaz

Luiz Felipe Granata, em sua hamburgueria, Castro, na zona sul de São Paulo, com parede decorada com fotos de figuras como Elke Maravilha e Madonna – Lucas Seixas/Folhapress

Empresas de serviços têm investido em capacitação e feito mudanças em suas operações para melhorar o atendimento ao público LGBT e garantir que seus funcionários dediquem o mesmo tratamento a todos os clientes.

Valorizar e saber atender a diferentes consumidores é cada vez mais parte da estratégia das companhias do setor.

“As empresas enxergam que a diversidade é importante para a sociedade e que gera um lucro maior para o negócio”, afirma Alex Bernardes, que é diretor do Fórum de Turismo LGBT do Brasil.

Segundo Bernardes, grandes empresas, como as aéreas Gol e American Airlines, são exemplos por realizarem treinamentos constantes com as equipes, para que o público LGBT seja bem atendido.

Pequenos negócios podem seguir os passos dessas companhias maiores. Mas a qualidade do serviço tem mais chance de melhorar quando a iniciativa de oferecer o mesmo tratamento para todo tipo de pessoa parte do proprietário, opina Luiz Felipe Granata, 33, dono da hamburgueria Castro Burger. 

Quando abriu o estabelecimento com dois sócios, em 2016, na zona sul de São Paulo, Granata não pensou que montaria um ambiente “hetero-friendly” —amigável também ao público hétero, e não apenas ao público gay—, como hoje o lugar é definido por clientes em redes sociais.

Acabou que a hamburgueria foi definida assim por abrigar a todos de forma harmoniosa. “Meu objetivo era investir num lugar democrático, tanto pela comida que serve quanto por aceitar as pessoas da melhor forma possível”, afirma Granata.

A primeira iniciativa dos sócios, na abertura da casa, foi recorrer a uma empresa de marketing e treinamento especializada em diversidade. Em pouco tempo, perceberam que a melhor forma de capacitar a equipe era pela troca de experiência entre os funcionários, de perfis diversos.

“Conversamos sobre como gostaríamos de ser tratados nos lugares que frequentamos, e as sugestões e práticas surgiram disso”, conta o empresário.

Pequenas mudanças fazem a diferença. Hoje, as bebidas de teor alcoólico mais elevado e a conta são entregues sempre para quem as pede, e não para os homens da mesa, exemplifica ele. 

A decoração também faz diferença para deixar claro que todos são bem-vindos na casa: há exposições rotativas com imagens de ícones da comunidade LGBT, como Elton John e a atriz trans Laverne Cox, ou de artistas heterossexuais que sejam próximos desse público, como Madonna e Cher.

Os eventos também prezam pela diversidade: organizam exibições tanto do reality show RuPaul’s Drag Race quanto de séries como “Stranger Things”. Já fizeram saraus literários, noites do vinil e também shows de drags ou de comédia stand-up de um grupo LGBT.

No setor de turismo, bastante sensível à questão da diversidade, a demanda por treinamentos na área de diversidade tem crescido nos últimos anos, diz Clóvis Casemiro, profissional que trouxe a Associação Internacional de Turismo LGBT (IGLTA, na sigla em inglês) para o país em 1998.

“Há uma abertura maior tanto das empresas quanto dos profissionais que estão sendo treinados, do piloto de avião à camareira de hotel”, afirma ele.

Empresas que já investem na qualidade do serviço devem ter em mente que, dada a rotatividade dos funcionários, oferecer cursos e orientações a quem trabalha com atendimento é uma necessidade constante.

É o que faz a rede de hotéis Accor. A empresa começou instruindo sua equipe para atender um público com deficiência, como pessoas com baixa visão. 

Em 2017, passou a investir em um material específico para ensinar todos a receber os clientes gays nos 400 hotéis da marca.

“Incluímos as implicações jurídicas decorrentes de um atendimento discriminatório, explicações sobre diferenças de terminologias e formas de gênero e os cuidados com os detalhes do atendimento que esses clientes merecem”, diz Antonietta Valerse, vice-presidente de comunicação e responsabilidade social corporativa da Accor América do Sul.

Entre as orientações da rede há algumas específicas para o setor —como receber casais homossexuais com roupões de cores e tamanhos iguais nos quartos— e outras adaptáveis a qualquer tipo de negócio, como perguntar a um cliente trans como ele prefere ser chamado.

“Não são privilégios, mas respeito e tratamento igualitário”, diz Valerse.

Para o empresário Reinaldo Bulgarelli, da consultoria Txai, criada em 2001 com o intuito de adaptar negócios para, além de atender, contratar o público gay, a essência do treinamento é igual para empresas de todos os tamanhos.

“Todos deveriam se preocupar em seguir as mesmas regras, nem que seja pelas preocupações legais que isso pode acarretar ao negócio”, afirma Bulgarelli.

Para além do básico, as necessidades de cada companhia no que diz respeito ao atendimento variam de acordo com seu tipo de negócio. 

Quem conta com muitos prestadores de serviços terceirizados, por exemplo, deverá reforçar seus valores com mais frequência.

Roupa sem distinção de gênero chegou para ficar, diz especialista

Grifes fazem coleções com peças que vão do P ao GG usando as mesmas estampas e modelagens
Flávia G. Pinho

Jéssica Barros, na Samambaia, sua loja de moda sem gênero, em São Paulo – Lucas Seixas/Folhapress

​Lojas sem seções masculina e feminina, nas quais peças com cores, modelagens e estampas são oferecidas de forma indistinta a qualquer cliente, em grande variedade de tamanhos.

Essa é a proposta da nova geração de grifes que decidiu apostar na moda sem gênero, ou agênero. Trata-se do bom e velho unissex com uma cara mais moderna.

Criada oficialmente em 2016, a Samambaia nasceu como uma marca voltada exclusivamente para mulheres. Mas não demorou para que sua fundadora, a analista de sistemas Jéssica Barros, 29, enxergasse o mercado agênero como mais promissor.

Suas primeiras criações desse tipo eram para crianças. Em 2017, a Samambaia lançou uma coleção de camisas estampadas, bem coloridas, desenhadas por Jéssica e costuradas por sua mãe, Maria Aparecida Barros, 57. Para surpresa da dupla, as peças venderam bem tanto para meninos quanto meninas.

Jéssica Barros, 29, e sua mãe Maria Aparecida, 57, da grife paulistana Samambaia, que produz peças agênero Lucas Seixas/Folhapress

“Logo lancei camisas adultas com a mesma proposta. Elas viraram nosso carro-chefe. O público LGBT responde por 35% do faturamento, mas vendemos para héteros também. As pessoas estão realmente quebrando padrões”, diz Jéssica.

Das 200 peças que a marca produz por mês, com ajuda de costureiras parceiras, 150 são agênero. Uma peça infantil, ainda em linha, custa R$ 89, enquanto uma de adulto sai por R$ 149.

De neutras, as roupas da Samambaia não têm nada. Diferentemente do antigo unissex, são ousadas e coloridas.

A grande dificuldade da empresa, afirma Jéssica, é acertar na modelagem. Com as camisas é até simples, porque são largas e vão do tamanho P ao GG. Mas as calças, que já entraram em produção e serão lançadas em setembro, estão dando mais trabalho.

“Não tem jeito, o corpo do homem e da mulher têm medidas muito diferentes. Por isso as calças são largas e com elástico na cintura, com grade bem ampla”, diz ela.

Arara com camisas agênero da marca Samambaia, de Jéssica Barros Lucas Seixas/Folhapress

Fazer com que o público entenda que suas criações são para todos é outro desafio, na opinião de Jéssica.

A comunicação deve ser o mais clara possível —quem busca a Samambaia no Google logo vê a definição “roupas femininas e agênero”.

“Para nós, pode parecer óbvio, mas muita gente não entende assim de imediato.”

Já a empresa Insecta Shoes, fundada em São Paulo em 2014, não chama tanta atenção para a questão de gênero na apresentação em seu site. A grife se apresenta como “marca de sapatos e acessórios veganos e ecológicos”.

Basta uma navegada pelas coleções, no entanto, para reparar que há algo diferente ali. Não existe divisão entre sapatos femininos e masculinos. Todos os modelos são oferecidos do número 33 ao 45.

A administradora de empresas Barbara Mattivy, 34, criadora da marca, investiu no nicho agênero apenas como forma de otimizar a produção.

“Quando desenhei os primeiros sapatos, pensei em modelos que funcionassem para homens e mulheres para que eu não precisasse ter duas linhas, o que demandaria maior investimento”, explica Barbara.1 6

Deu certo. Hoje, a grife produz de 700 a mil pares por mês, metade vendida pelo ecommerce próprio. Pelas suas previsões, neste ano o faturamento da marca será de R$ 3,2 milhões.

Os preços dos sapatos vão de R$ 199 a R$ 349. Modelos clássicos, como o Scarabeus, um oxford, ou mais modernos, como o Apis, baixinho, em estilo mule, aparecem em estampas ultracoloridas de flores e frutas.

“É claro que há sapatos mais femininos, mas o homem que quiser uma mule de bico fino estampada vai encontrá-la aqui”, afirma a empresária.

O público, diz Barbara, é majoritariamente urbano, na faixa etária entre 20 e 40 anos, e altamente politizado, com uma forte consciência ambiental. As mulheres ainda são maioria, mas a empreendedora diz acreditar que é apenas uma questão de tempo.

“Estamos investindo em fotos com modelos masculinos usando os sapatos, postadas nas redes sociais, e em anúncios online, para que o consumidor entenda que vendemos para todos. É um novo formato que precisa ser comunicado”, diz ela.

Modelo do oxford Scarabeus, da Insecta Shoes, com tecido estampado –calçado tem numeração expandida, para atrair homens e mulheres Fabricio Remigio/Divulgação

Segundo Hannah F. Salmen, analista do Sebrae e especialista em mercados de nicho, as roupas agênero não são modismo, e sim uma tendência que veio para ficar.

Para se dar bem em um segmento tão cheio de sutilezas, no entanto, ela avisa que é preciso ter tato e saber falar a língua do público.

“O empreendedor não precisa ser andrógino ou LGBT, mas deve ter empatia, conhecer e compreender profundamente seu consumidor. O valor que ele vai oferecer deve ser real. Se for falso, não vai convencer ninguém.”

A equipe também deve refletir o conceito —quanto maior a diversidade, melhor. No treinamento, todos devem aprender a lidar com um mercado que foge de padrões e estereótipos.

“O mercado agênero passa pela valorização do indivíduo como ele é. Portanto, se uma senhora com colar de pérolas entrar na loja, deve ser igualmente bem recebida.”

Na opinião de Salmen, grifes como a Samambaia e a Insecta Shoes estão desbravando um mercado que ainda deve crescer muito, acompanhando as mudanças de comportamento da sociedade.

“Certamente vai aparecer muito mais gente querendo apostar nesse nicho, mas só vai sobreviver quem tem uma proposta de valor verdadeira”, afirma a analista do Sebrae.

Sapato tipo oxford Scarabeus, em tecido florido, da Insecta Shoes Fabricio Remigio/Divulgação

Quadrinista brasileira Adriana Melo ganha prêmio Eisner; confira os vencedores

Adriana Melo ganhou na categoria de melhor antologia; Tom King foi grande nome da noite

A quadrinista brasileira Adriana Melo Foto: Reprodução / Arquivo pessoal

A quadrinista brasileira Adriana Melo venceu na madrugada de sábado, 20, a categoria de melhor antologia do prêmio Eisner, considerado “o Oscar dos quadrinhos”. Ela é uma das autoras reunidas em Puerto Rico Strong, coletânea publicada para levantar fundos para auxiliar as vítimas do furacão Maria, que atingiu o Porto Rico em 2017.

Anunciado na San Diego Comic Con, o prêmio, que já passou pelas mãos de brasileiros como Fábio Moon, Gabriel Bá e Marcelo D’Salete, teve como grande destaque o quadrinista americano Tom King.

Ele ganhou quatro categorias: melhor história curta, por sua parceria com Jason Fabok em O Monstro do Pântano, da DC; melhor minissérie, por Senhor Milagre, parceria com Mitch Gerads, da DC; melhor reedição de graphic novel por Visão, com Gabriel Hernandez Walta e Michael Walsh, pela Marvel; e melhor roteirista por por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special, todos da DC. 

Cena de Puerto Rico Strong, melhor antologia no prêmio Eisner 2019 Foto: Eisner Awards

Confira a lista de vencedores do prêmio Eisner 2019:

MELHOR HISTÓRIA CURTA

The Talk of the Saints por Tom King e Jason Fabok, em Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

Get Naked in Barcelona de Steven T. Seagle e Emei Olivia Burrell, em Get Naked (Image)

The Ghastlygun Tinies de Matt Cohen e Marc Palm, em MAD magazine #4 (DC Comics)

Here I Am de Shaun Tan em I Feel Machine (SelfMadeHero)

Life During Interesting Times de Mike Dawson (The Nib) https://thenib.com/greatest-generation-interesting-times

Supply Chains de Peter e Maria Hoey, em Coin-Op #7 (Coin-Op Books)

MELHOR HISTÓRIA EM EDIÇÃO ÚNICA

Peter Parker: The Spectacular Spider-Man #310, de Chip Zdarsky (Marvel)

Beneath the Dead Oak Tree, de Emily Carroll (ShortBox)

Black Hammer: Cthu-Louise, de Jeff Lemire e Emi Lenox (Dark Horse)

No Better Words, de Carolyn Nowak (Silver Sprocket)

A Terrível Elizabeth Dumn contra os Diabos de Terno, de Arabson Assis (IHQ Studio/ Image)

MELHOR SÉRIE

Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julaa Madrigal (BOOM! Box)

Batman, de Tom King e vários artistas (DC Comics)

Black Hammer: Age of Doom, de Jeff Lemire, Dean Ormston, e Rich Tommaso (Dark Horse)

Gasolina, de Sean Mackiewicz e Niko Walter (Skybound/Image)

The Immortal Hulk, de Al Ewing, Joe Bennett, e Ruy José (Marvel)

Fugitivos, de Rainbow Rowell e Kris Anka (Marvel)

MELHOR MINISSÉRIE

Senhor Milagre, de Tom King e Mitch Gerads (DC Comics)

Batman: Cavaleiro Branco, de Sean Murphy (DC Comics)

Eternity Girl, de Magdalene Visaggio e Sonny Liew (Vertigo/DC Comics)

Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, de Mark Russell, Mike Feehan, e Mark Morales (DC Comics)

X-Men: Grand Design: Second Genesis, de Ed Piskor (Marvel)

MELHOR SÉRIE ESTREANTE

Gideon Falls, de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino (Image)

Bitter Root, de David Walker, Chuck Brown, e Sanford Green (Image)

Crowded, de Christopher Sebela, Ro Stein, e Ted Brandt (Image)

Isola, de Brenden Fletcher e Karl Kerschl (Image)

Man-Eaters, de Chelsea Cain e Kate Niemczyk (Image)

Skyward, de Joe Henderson e  Lee Garbett (Image)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (ATÉ 8 ANOS)

Johnny Boo and the Ice Cream Computer, de James Kochalka (Top Shelf/IDW)

Pétalas, de Gustavo Borges (KaBOOM!)

Peter & Ernesto: A Tale of Two Sloths, de Graham Annable (First Second)

This Is a Taco! de Andrew Cangelose and Josh Shipley (CubHouse/Lion Forge)

Tiger Vs. Nightmare, de Emily Tetri (First Second)

MELHOR PUBLICAÇÃO INFANTIL (DE 9 A 12 ANOS)

The Divided Earth, de Faith Erin Hicks (First Second)

Aquicorn Cove, de Katie O’Neill (Oni)

Be Prepared, de Vera Brosgol (First Second)

The Cardboard Kingdom, de Chad Sell (Knopf/Random House Children’s Books)

Crush, de Svetlana Chmakova (JY/Yen Press)

MELHOR PUBLICAÇÃO JUVENIL (13 A 17 ANOS)

The Prince and the Dressmaker, de Jen Wang (First Second)

All Summer Long, de Hope Larson (Farrar Straus Giroux)

Gumballs, de Erin Nations (Top Shelf/IDW)

Middlewest, de Skottie Young and Jorge Corona (Image)

Norroway, Book 1: The Black Bull of Norroway, de Cat Seaton and Kit Seaton (Image)

Watersnakes, de Tony Sandoval (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR PUBLICAÇÃO DE HUMOR

Dias Gigantes, de John Allison, Max Sarin, e Julia Madrigal (BOOM! Box)

Get Naked, de Steven T. Seagle e vários artistas (Image)

MAD magazine, editada por Bill Morrison (DC Comics)

A Perfect Failure: Fanta Bukowski 3, de Noah Van Sciver (Fantagraphics)

Woman World, de Aminder Dhaliwal (Drawn & Quarterly)

MELHOR ANTOLOGIA

Puerto Rico Strong, editado por Marco Lopez, Desiree Rodriguez, Hazel Newlevant, Derek Ruiz, e Neil Schwartz (Lion Forge)

Femme Magnifique: 50 Magnificent Women Who Changed the World, editada por Shelly Bond (Black Crown/IDW)

Twisted Romance, editado por Alex de Campi (Image)

Where We Live: A Benefit for the Survivors in Las Vegas, editado por Will Dennis, com curadoria de J. H. Williams III e Wendy Wright-Williams (Image)

MELHOR NÃO-FICÇÃO

Is This Guy For Real? The Unbelievable Andy Kaufman, de Box Brown (First Second)

All the Answers: A Graphic Memoir, de Michael Kupperman (Gallery 13)

All the Sad Songs, de Summer Pierre (Retrofit/Big Planet)

Monk! de Youssef Daoudi (First Second)

One Dirty Tree, de Noah Van Sciver (Uncivilized Books)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (INÉDITO)

My Heroes Have Always Been Junkies, de Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)

Bad Girls, de Alex de Campi e Victor Santos (Gallery 13)

Come Again, de Nate Powell (Top Shelf/IDW)

Green Lantern: Earth One Vol. 1, de Corinna Bechko and Gabriel Hardman (DC Comics)

Homunculus, de Joe Sparrow (ShortBox)

Sabrina, de Nick Drnaso (Drawn & Quarterly)

MELHOR ÁLBUM GRÁFICO (REPUBLICAÇÃO)

Visão, de Tom King, Gabriel Hernandez Walta, e Michael Walsh (Marvel)

Berlin, de Jason Lutes (Drawn & Quarterly)

Girl Town, de Carolyn Nowak (Top Shelf/IDW)

Upgrade Soul, de Ezra Claytan Daniels (Lion Forge)

Young Frances, de Hartley Lin (AdHouse Books)

MELHOR ADAPTAÇÃO DE OUTRA MÍDIA

Frankenstein de Mary Shelley, em Frankenstein: Junji Ito Story Collection, adaptado por Junji Ito (VIZ Media)

Anne Frank’s Diary: The Graphic Adaptation, adaptado por Ari Folman e David Polonsky (Pantheon)

Out in the Open de Jesús Carraso, adaptado por Javi Rey (SelfMadeHero)

Speak: The Graphic Novel, de Laurie Halse Anderson e Emily Carroll (Farrar Straus Giroux)

To Build a Fire: Based on Jack London’s Classic Story, de Chabouté (Gallery 13)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO

Brazen: Rebel Ladies Who Rocked the World, de Pénélope Bagieu (First Second)

About Betty’s Boob, de Vero Cazot e Julie Rocheleau (Archaia/BOOM!)

Herakles Book 1, de Edouard Cour, (Magnetic/Lion Forge)

Niourk, de Stefan Wul and Olivier Vatine (Dark Horse)

A Sea of Love, de Wilfrid Lupano e Grégory Panaccione (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR EDIÇÃO AMERICANA DE MATERIAL ESTRANGEIRO (ASIÁTICO)

Tokyo Tarareba Girls, de Akiko Higashimura (Kodansha)

Abara: Complete Deluxe Edition, de Tsutomu Nihei (VIZ Media)

Dead Dead Demon’s Dededede Destruction, de Inio Asano (VIZ Media)

Laid-Back Camp, de Afro (Yen Press)

My Beijing: Four Stories of Everyday Wonder, de Nie Jun (Graphic Universe/Lerner)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (TIRAS)

Star Wars: Classic Newspaper Strips, vol. 3, de Archie Goodwin e Al Williamson, editado por Dean Mullaney (Library of American Comics/IDW)

Pogo, vol. 5: Out of This World At Home, de Walt Kelly, editado por Mark Evanier e Eric Reynolds (Fantagraphics)

Sky Masters of the Space Force: The Complete Sunday Strips in Color (1959–1960), de Jack Kirby, Wally Wood e vários artistas, editado por Ferran Delgado (Amigo Comics)

The Temple of Silence: Forgotten Words and Worlds of Herbert Crowley, de Justin Duerr (Beehive Books)

Thimble Theatre and the Pre-Popeye Comics of E. C. Segar, editado por Peter Maresca (Sunday Press)

MELHOR COLEÇÃO DE ARQUIVO (QUADRINHOS)

Bill Sienkiewicz’s Mutants and Moon Knights… And Assassins… Artifact Edition, editado por Scott Dunbier (IDW)

Action Comics: 80 Years of Superman Deluxe Edition, editado por Paul Levitz (DC Comics)

Dirty Plotte: The Complete Julie Doucet (Drawn & Quarterly)

Madman Quarter Century Shindig, de Mike Allred, editado por Chris Ryall (IDW)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, editado por Joseph Melchior e Bob Chapman (Abstract Studio/Graphitti Designs)

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, editado por John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

MELHOR ROTEIRISTA

Tom King por Batman, Senhor Milagre, Heroes in Crisis e Swamp Thing Winter Special (DC Comics)

Alex de Campi por Bad Girls (Gallery 13) e Twisted Romance (Image)

Jeff Lemire por Black Hammer: Age of Doom, Doctor Star & the Kingdom of Lost Tomorrows e Quantum Age (Dark Horse); Descender, Gideon Falls e Royal City (Image)

Mark Russell por Exit Stage Left: The Snagglepuss Chronicles, Green Lantern/Huckleberry Hound e Lex Luthor/Porky Pig (DC Comics); Lone Ranger (Dynamite)

Kelly Thompson por Nancy Drew (Dynamite); Gaviã Arqueira, Jessica Jones, Mr. & Mrs. X, Rogue & Gambit, Fabulosos X-Men, Vingadores da Costa Oeste (Marvel)

Chip Zdarsky por Peter Parker: The Spectacular Spider-Man, Marvel Two-in-One (Marvel)

MELHOR ROTEIRISTA/DESENHISTA

Jen Wang por The Prince and the Dressmaker (First Second)

Sophie Campbell por Wet Moon (Oni)

Nick Drnaso por Sabrina (Drawn & Quarterly)

David Lapham por Lodger (Black Crown/IDW); Stray Bullets (Image)

Nate Powell por Come Again (Top Shelf/IDW)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR ARTE-FINALISTA OU TIME DE ARTE-FINALISTAS

Mitch Gerads por Senhor Milagre (DC Comics)

Matías Bergara por Coda (BOOM!)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Sonny Liew por Eternity Girl (Vertigo/DC Comics)

Sean Phillips por Kill or Be Killed e My Heroes Have Always Been Junkies (Image)

Yanick Paquette por Mulher Maravilha: Terra Um vol. 2 (DC Comics)

MELHOR DESENHISTA/ARTISTA MULTIMÍDIA (PÁGINAS INTERNAS)

Dustin Nguyen por Descender (Image)

Lee Bermejo por Batman: Damned (DC Comics)

Carita Lupatelli por Izuna Book 2 (Humanoids)

Gregory Panaccione por A Sea of Love (Magnetic/Lion Forge)

Tony Sandoval por Watersnakes (Magnetic/Lion Forge)

MELHOR CAPISTA

Jen Bartel por Blackbird (Image); Submerged (Vault)

Nick Derington por Senhor Milagre (DC Comics)

Karl Kerschl por Isola (Image)

Joshua Middleton por capas variantes de Batgirl e Aquaman (DC Comics)

Julian Tedesco por Gaviã Arqueira e A vida da Capitã Marvel (Marvel)

MELHOR COLORISTA

Matt Wilson por Black Cloud, Paper Girls, The Wicked + The Divine (Image); O Poderoso Thor, Fugitivos (Marvel)

Jordie Bellaire por Batgirl e Batman (DC Comics); The Divided Earth (First Second); Days of Hate, Dead Hand Head Lopper e Redlands (Image); Shuri e Doutor Estranho (Marvel)

Tamra Bonvillain por Alien 3 (Dark Horse); Batman e Patrulha do Destino (DC Comics); Moon Girl and Devil Dinosaur e Multiple Man (Marvel)

Nathan Fairbairn por Batman, Batgirl, Aves de Rapina e Mulher Maravilha Terra Um vol. 2 (DC Comics); Die!Die!Die! (Image)

Matt Hollingsworth por Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics): Seven to Eternity, Wytches (Image)

MELHOR LETRISTA

Todd Klein por Black Hammer: Age of Doom e Neil Gaiman’s A Study in Emerald (Dark Horse); Batman: Cavaleiro Branco (DC Comics); Eternity Girl e Livros da Magia (Vertigo/DC Comics); The League of Extraordinary Gentlemen: The Tempest (Top Shelf/IDW)

David Aja por Seeds (Berger Books/Dark Horse)

Jim Campbell por Dias Gigantes, Abbott, Alice: Dream to Dream, Black Badge, Clueless, Coda, Fence, Firefly, Grass Kings, Lumberjanes: The Infernal Compass, Low Road West e Sparrowhawk (BOOM); Breathless, Calexit, Gravetrancers, Snap Flash Hustle, Survival Fetish e The Wilds (Black Mask); Angelic (Image); Wasted Space (Vault)

Alex de Campi, Bad Girls (Gallery 13); Twisted Romance (Image)

Jared Fletcher por Batman: Damned (DC Comics); The Gravediggers Union, Moonshine, Paper Girls e Southern Bastards (Image)

MELHOR QUADRINHO RELACIONADO A JORNALISMO

Back Issue editado por Michael Eury (TwoMorrows)

PanelxPanel magazine, editado por Hassan Otsmane-Elhaou, panelxpanel.com

The Columbus Scribbler editado por Brian Canini, columbusscribbler.com

Comicosity, editado por Aaron Long e Matt Santori,  www.comicosity.com

LAAB Magazine #0: Dark Matter, editado por Ronald Wimberley e Josh O’Neill (Beehive Books)

MELHOR LIVRO SOBRE QUADRINHOS

Drawn to Purpose: American Women Illustrators and Cartoonists, de Martha H. Kennedy (University Press of Mississippi)

Comic Book Implosion: An Oral History of DC Comics Circa 1978, de Keith Dallas e John Wells (TwoMorrows)

The League of Regrettable Sidekicks, de Jon Morris (Quirk Books)

Mike Grell: Life Is Drawing Without an Eraser, de Dewey Cassell e Jeff Messer (TwoMorrows)

Yoshitaka Amano: The Illustrated Biography—Beyond the Fantasy, de Florent Gorges (Dark Horse)

MELHOR TRABALHO ACADÊMICO

Sweet Little C*nt: The Graphic Work of Julie Doucet, de Anne Elizabeth Moore (Uncivilized Books)

Between Pen and Pixel: Comics, Materiality, and the Book of the Future, de Aaron Kashtan (Ohio State University Press)

Breaking the Frames: Populism and Prestige in Comics Studies, de Marc Singer (University of Texas Press)

The Goat-Getters: Jack Johnson, the Fight of the Century, and How a Bunch of Raucous Cartoonists Reinvented Comics, de Eddie Campbell (Library of American Comics/IDW/Ohio State University Press)

Incorrigibles and Innocents, de Lara Saguisag (Rutgers Univeristy Press)

MELHOR DESIGN DE PUBLICAÇÃO

Will Eisner’s A Contract with God: Curator’s Collection, design de John Lind (Kitchen Sink/Dark Horse)

A Sea of Love, design de Wilfrid Lupano, Grégory Panaccione e Mike Kennedy (Magnetic/Lion Forge)

The Stan Lee Story Collector’s Edition, design de Josh Baker (Taschen)

The Temple of Silence: Forgotten Worlds of Herbert Crowley, design de Paul Kepple e Max Vandenberg (Beehive Books)

Terry Moore’s Strangers in Paradise Gallery Edition, design de Josh Beatman/Brainchild Studios/NYC (Abstract Studio/Graphitti Designs)

MELHOR QUADRINHO DIGITAL

Umami, by Ken Niimura (Panel Syndicate)

Aztec Empire, de Paul Guinan, Anina Bennett e David Hahn 

The Führer and the Tramp, de Sean McArdle, Jon Judy, e Dexter Wee

The Journey, de Pablo Leon (Rewire)

The Stone King, de Kel McDonald e Tyler Crook (comiXology Originals) 

MELHOR WEBCOMIC

The Contradictions, de Sophie Yanow

Lavender Jack, de Dan Schkade (WEBTOON)

Let’s Play, de Mongie (WEBTOON)

Lore Olympus, de Rachel Smythe, (WEBTOON)

Tiger, Tiger, de Petra Erika Nordlund, (Hiveworks)

Casa com arquitetura orgânica exibe parede que se transforma em telhado

Com traços marcantes e graduais, projeto é localizado à beira do lago Türlersee, na Suíça

Em meio ao visual arrebatador da região serrana da Suíça, uma casa desponta na paisagem com sua arquitetura orgânica e traços suaves que parecem interagir com as árvores e o lago Türlersee. Dinâmico, o projeto assinado pelo escritório WAFAI exibe uma parede na fachada que flui gradualmente até dar lugar ao telhado. 

Os traços marcantes não foram um mero acaso. Os arquitetos idealizaram uma casa que se encaixasse com o entorno da floresta. Assim, fachadas de vidro e curvas graciosas foram os recursos utilizados pela equipe na construção.

A sensação orgânica continua ao longo de todo projeto. Nos interiores, uma grande escada escultural copia o desenho de fora, evidenciando os ambientes amplos e arejados. O projeto ainda propõe uma piscina flutuante no lago que confunde as fronteiras entre natural e artificial.

Décor do dia: instrumentos musicais decoram sala de estar

Atmosfera rocker e jovem deixa a casa com personalidade
POR PAULA JACOB | FOTOS URBAN OUTFITTERS/DIVULGAÇÃO

Nada mais pertinente para a musicista Tessa Barton do que aproveitar os instrumentos que toca na decoração da sua casa. A atmosfera rústica e vintage ganha destaque com o toca discos antigo, usado como aparador e organizador dos discos de vinil. Na parede, a combinação de quadros de tamanhos variados acompanha a guitarra preta usada como item decorativo – o mesmo efeito acontece com os charmosos amplificadores. A mesa lateral de vidro com astes em ouro velho guarda livros e revistas. A madeira nas paredes e o tapete fofinho imprimem jogo de texturas no ambiente. Uma decoração musical inspiradora com um quê boho!