Harper’s Bazaar República Tcheca Agosto 2018 Paige Reifler by Andreas Ortner

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Google projeta sucessor do sistema Android

O projeto Fuchsia foi criado a partir do zero para superar as limitações do Android
Por Bloomberg

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Google Fuchsia, o Novo Sistema Operacional

Há mais de dois anos, uma discreta equipe de engenheiros do Google trabalha em software que eventualmente substituirá o Android, o sistema operacional para dispositivos móveis mais usado no mundo. A equipe vem crescendo, mas precisa enfrentar um debate interno acalorado sobre o funcionamento do software.

O projeto Fuchsia foi criado a partir do zero para superar as limitações do Android, diante da expansão das modalidades de dispositivos pessoais. O sistema foi elaborado para acomodar melhor interações de voz e atualizações de segurança frequentes e para ter a mesma aparência em diferentes aparelhos — de laptops a minúsculos sensores conectados à internet. O presidente do Google, Sundar Pichai, determinou como foco da empresa os serviços de inteligência artificial que atendem consumidores em qualquer lugar. No entanto, seus principais sistemas operacionais, que dependem de numerosos parceiros fabricantes de hardware, deixam a desejar.

O que já se sabe sobre o Fuchsia: O Google, controlado pela Alphabet, começou a divulgar sem alarde linguagens de código online em 2016 e permitiu que desenvolvedores de aplicativos fizessem experiências com partes do código aberto. O Google também começou a testar aplicações para o sistema, como telas interativas e comandos de voz para o YouTube.

Porém, integrantes do Fuchsia discutem um plano mais amplo, divulgado agora pela Bloomberg em primeira mão: criar um único sistema operacional capaz de rodar em todos os dispositivos desenvolvidos pela empresa, como telefones Pixel e alto-falantes inteligentes, e em aparelhos de terceiros que atualmente rodam com Android, além de um outro sistema chamado Chrome OS. As informações foram passadas por pessoas a par das conversas.

Segundo uma das fontes, dentro de três anos, os engenheiros pretendem embutir o Fuchsia em eletrodomésticos conectados, como alto-falantes controlados por voz, e então avançar para máquinas maiores, como laptops. De acordo com as pessoas, que pediram anonimato porque essas discussões são internas, o objetivo final da equipe é substituir o Android, software presente em mais de três quartos dos smartphones no mundo. A ideia é que isso aconteça em até cinco anos, segundo uma delas.

No entanto, Pichai e Hiroshi Lockheimer, o responsável por Android e Chrome, ainda não deram sinal verde para qualquer plano do Fuchsia, disseram as fontes. Os executivos precisam de cautela para decidir sobre qualquer grande alteração no Android porque o software é usado por dezenas de fabricantes de hardware, milhares de desenvolvedores de aplicativos e gera bilhões de dólares em anúncios em dispositivos móveis. O Android também está no centro de investigações por órgãos reguladores e problemas jurídicos para a empresa. Qualquer mudança no software será acompanhada de perto.

Na quarta-feira, autoridades europeias anunciaram uma multa antitruste no valor recorde de US$ 5 bilhões contra a companhia por usar o software móvel para disseminar seus serviços. Internamente, há muita discórdia sobre como o Fuchsia deve ser montado e aplicado, especialmente no tocante a privacidade.

Publicamente, a empresa cita o Fuchsia como exemplo da liberdade com que aborda produtos criativos. “O Google vê essas experiências com código aberto como investimento em inovação”, afirmou um porta-voz por email. Em 2015, Lockheimer escreveu em um blog que a companhia não tinha planos de substituir o sistema operacional Chrome pelo Android. O porta-voz afirma que essa posição ainda é válida.

Ainda assim, o Fuchsia é muito mais do que um projeto de menor importância dentro da empresa. Pichai expressou seu apoio internamente, de acordo com fontes. Agora trabalham no Fuchsia mais de 100 pessoas, incluindo engenheiros de software de grande prestígio, como Matias Duarte, executivo de design que encabeçou diversos projetos pioneiros dentro e fora do Google. Duarte não trabalha no projeto em tempo integral, de acordo com uma fonte.A iniciativa visa fortalecer o Google na concorrência com a Apple. Embora o Android domine 85 por cento do mercado, o sistema operacional da concorrente, com os 15 por cento restantes, está à frente em termos de desempenho, privacidade, segurança e integração com outros dispositivos Apple.

Outra vantagem importante: a maioria dos usuários do iPhone atualiza rapidamente seus aparelhos quando a Apple lança uma nova versão do sistema operacional, comparado a menos de 10 por cento dos usuários de Android. Isso significa que os serviços mais recentes lançados pelo Google só alcançam uma parcela mínima dos usuários do sistema.

O segredo de Meghan Markle para parecer sexy em looks formais

Duquesa de Sussex aposta em truque para parecer sexy e moderna enquanto respeita o protocolo real

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Meghan Markle em visita à Irlanda (Foto: Getty Images)

Meghan Markle pode ter entrado para a família real britânica há poucos meses, mas já construiu seu estilo próprio. A duquesa de Sussex, conforme mostrou em várias ocasiões desde o casamento com o príncipe Harry, é fã da gola bateau.

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Meghan Markle no centenário das Força Aérea britânica (Foto: Getty Images)

Somente na semana passada ela usou três vestidos com esta característica no intervalo de três dias. Exemplo disso são a peça verde da Ralph Lauren que escolheu para o batizado do príncipe Louis, e o look cinza da Roland Mouret com o qual surgiu durante a primeira viagem oficial à Irlanda.

Sua escolha, dizem experts ouvidos pelo Daily Mail, não é aleatória. A gola bateau deixa seu look sexy e moderno enquanto respeita o protocolo real.

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Meghan Markle no batizado do príncipe Louis (Foto: Getty Images)

Meghan também optou pela gola bateau durante seu casamento, quando entrou na capela de Windsor com um vestido da Givenchy desenhado por Clare Waight Keller.

Ela ainda usou um Prada rosa em um evento no Palácio de Buckingham no final do mês passado e escolheu um look da Dior no centenário das Força Aérea britânica. [Marie Claire]

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Meghan Markle usa Givenchy e tiara emprestada da rainha Mary (Foto: Getty Images)

Após multa de R$ 19,4 bi, Google pode passar a cobrar pelo sistema Android

Sistema para dispositivos móveis do gigante das buscas, usado em mais de 80% dos smartphones no mundo, pode deixar de ser gratuito na Europa por conta de penalidades impostas pela União Europeia
Por Andrei Netto – de Paris, Bruno Capelas e Mariana Lima – O Estado de S. Paulo

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O presidente executivo do Google, Sundar Pichai, fala na abertura do evento Google I/O, em Mountain View: foco em inteligência artificial

A multa de € 4,3 bilhões (cerca de R$ 19,4 bilhões) que a União Europeia impôs ontem ao Google pode ter impacto direto no Android, sistema operacional móvel mais usado do mundo. A União Europeia acusa o Google de obrigar fabricantes de smartphones a pré-instalar aplicativos, como o de busca e o YouTube, nos telefones em troca de usarem o sistema. Após o anúncio, o presidente executivo do Google, Sundar Pichai, disse que a empresa vai recorrer.

A decisão pode mudar o modelo de negócios do Android, que hoje é usado gratuitamente por 1,3 mil fabricantes em todo o mundo – segundo o Google, são 24 mil modelos de dispositivos com a plataforma, que hoje possui mais de 1 milhão de aplicativos. Criado em 2008 para competir com o iPhone, da Apple, o Android ganhou mercado por ser de código aberto e gratuito e hoje é usado em mais de 80% dos dispositivos móveis.

“O Google investiu bilhões de dólares para fazer do Android o que ele é hoje”, disse Pichai, no blog oficial. “Esse investimento faz sentido porque podemos oferecer aos fabricantes a opção de pré-instalar um conjunto de aplicativos populares, alguns que geram receita para o Google.” Se esse tipo de acordo for proibido na Europa, é possível que o gigante das buscas passe a cobrar pelo software, num modelo similar ao do Windows, da Microsoft.

Maiores multas em tecnologia da UE

Google recebeu multa recorde, mas ranking conta com outras empresas de tecnologia como Microsoft, Intel e Qualcomm

Sem título.jpgIsso pode fazer o preço dos smartphones nos países europeus subir. “Pela falta de opção, os fabricantes podem optar por pagar pelo Android, caso seja necessário”, disse o gerente de pesquisas da consultoria IDC, Reinaldo Sakis, ao Estado. “A estimativa mais plausível é de que esse valor seja repassado aos consumidores.”

Para o professor de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), Fernando Meirelles, o Google vai “espernear” por conta da decisão, mas o impacto será pequeno, já que a instalação dos aplicativos poderá ser sugerida de outra forma. “O Google vai ter que dar um jeito, porque não dá para levar multa de US$ 5 bilhões toda semana”, afirma.

A multa aplicada pela União Europeia atinge em cheio a principal fonte de receita do Google: a publicidade exibida em resultados de busca. Hoje, os dispositivos móveis já representam mais da metade das buscas realizadas na ferramenta. “Se os fabricantes não puderem instalar os aplicativos num grande número de dispositivos, isso pode prejudicar o equilíbrio do ecossistema do Android”, diz Pichai.

Investigação. A multa divulgada ontem é resultado de uma investigação iniciada há três anos pela comissária de concorrência da União Europeia, Margrethe Vestager. A suspeita inicial era de que o Google constrangia fabricantes como Samsung, Sony, Motorola e Huawei, a pré-instalar a busca da empresa nos dispositivos com Android. Só assim, os aparelhos poderiam oferecer também a loja de aplicativos do Android, chamada de Play Store.

A investigação também apontou que o Google fez pagamentos a alguns fabricantes e a operadoras de telecomunicações para que transformassem o navegador de internet Chrome e a busca do Google em padrão.

“O Google aplicou práticas ilegais para consolidar sua posição dominante sobre o mercado de pesquisa online. Isso prejudica os consumidores e é ilegal”, advertiu Margrethe. “O Google deve cessar suas práticas nos próximos 90 dias, caso contrário corre o risco de novas penalidades.”

Beauty Blender, marca famosa pelas esponjas, lança primeira base

Internautas criticaram a gama de 32 tons do produto

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A base da Beuaty Blender promete 24 horas de duração Foto: Instagram.com/Beautyblender

A marca Beauty Blender, famosa por suas esponjas em formato de gota, que dão uma cobertura mais natural a base e viraram queridinhas dos amantes de beleza, acaba de lançar sua primeira base.

O produto é vegano, cruelty free, tem o acabamento aveludado e promete duração de 24 horas – além de vir dentro de uma embalagem pensada para facilitar o uso junto com a esponja.

Porém, os internautas estão criticando a gama de 32 tons do produto, que parecia uma promessa para atender pessoas de diferentes cores de pele, mas que possui muitas cores parecidas que atendem só a peles claras.

“Claro que não vai existir uma base que seja exatamente do tom da sua pele, mas ela deve ser o mais próximo possível. Vocês não estão entendendo o ponto que, de 32 tons, apenas 7 são para peles escuras, o que é inaceitável”, comentou uma internauta no Instagram da marca. “Fazem 32 tons para agradar a todos, mas nem um quarto é para pessoas de cor”, escreveu outro.

Ao portal Refinery 29, a Beauty Blender se explicou: “Das 32 cores, metade (16) foram formuladas para tons de pele oliva e marrons. Realmente queremos que todos encontrem a sua base perfeita e nossa fundadora, Rea Ann Silva, não é só latina, mas também uma maquiadora que trabalha principalmente com mulheres de cor, então ela é uma expert em tonalidades. As pessoas mais bronzeadas e de tons de pele mais escuros sabem que para encontrar sua cor ideal é fundamental analisar o subtom da pele, e essa é a principal falha que Rea Ann detectou no mercado – pensando nela e em sua família multicultural.”

A base lança no dia 24 na Sephora dos Estados Unidos e custa 40 dólares. Não há previsão da chegada do produto no Brasil.

Gisele Bündchen divulga capa de seu livro de memórias

Com a obra, intitulada ‘Lessons’, a modelo quer falar sobre superação de desafios

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Gisele Bündchen vai lançar livro de memórias em outubro

O aguardado livro de memórias de Gisele Bündchen acaba de ter sua capa divulgada. Com o título de Lessons – My Path to a Meaningful Life (Lições – Meu caminho para uma vida cheia de sentido, em tradução livre), a obra também já tem data de lançamento: 2 de outubro. Em pré-venda na Amazon (US$ 27, a versão impressa e US$ 9,99 para Kindle), o livro de 265 páginas promete mostrar um retrato íntimo da supermodelo, reunindo memórias de sua infância, família e momentos marcantes de seus mais de 20 anos de carreira.

“Escrever esse livro foi uma experiência transformadora e intensa para mim”, disse ela em seu perfil no Instagram. “Lembrar de várias histórias que estavam adormecidas dentro de mim me fez sentir vulnerável e emotiva, mas, ao olhar para minhas sombras e inseguranças, aprendi a me aceitar e me amar de uma maneira mais profunda. Minha intenção, ao escrever este livro, é compartilhar como eu superei certos desafios em minha vida, com a esperança de que possa ajudar de alguma forma outras pessoas que estivessem passando por experiências semelhantes”.

Ainda na publicação, Gisele conta que a renda das vendas será revertida ao projeto Água Limpa, fundado por sua família com o objetivo de preservar fontes de água para futura gerações na região de Horizontina, no Rio Grande do Sul.