Apple quer registrar a palavra “Slofie” (e pagou US$400 para isso)

Pode ficar para você, Tim (e de preferência nunca use)

Apple Slofies (Internet)

Se você acompanhou a keynote da última semana, provavelmente vai se lembrar da palavra “Slofie” — até porque a Apple passou um tempo um pouco acima do aceitável destacando o quão engraçadinho é o termo criado por ela para uma coisa tão comum: selfies em vídeo slow-motion, proporcionados pela câmera frontal dos novos iPhones (que permite a gravação em câmera lenta).

Imaginamos que a gracinha da Maçã ficaria por isso mesmo e por uma ou outra menção à palavra no seu site, mas não: como informou o The Verge, a gigante de Cupertino tem intenções reais de registrar o termo como uma marca própria — ou seja, a Apple realmente está levando essa história de selfie em câmera lenta a sério.

O pedido de registro do termo já está no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (United States Patent and Trademark Office, ou USPTO), e a Apple gastou US$400 somente para entrar com o pedido — dinheiro de bala (ou menos) para uma das empresas mais ricas do mundo, claro, mas ainda assim, fica a informação.

Slofies

Como ninguém no mundo tinha pensado anteriormente em uma palavra tão feia quanto “Slofie”, é bem provável que a Maçã receba os direitos sobre ela e continue jogando sua ideia genial na nossa cara. Ainda assim, nada indica que a empresa incorpore o termo de fato no iOS: ao abrir a câmera frontal nos novos iPhones, o modo de câmera lenta ainda é indicado, no inglês, como “Slo-mo”. [MacMagazine]

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Marjorie Estiano comemora indicação ao Emmy: “Muito orgulho”

Atriz concorre a prêmio por trabalho na série ‘Sob Pressão’

Marjorie Estiano como Carolina, seu papel na série Sob Pressão (Foto: Raquel Cunha/TV Globo)

Marjorie Estiano comemorou a indicação ao prêmio de melhor atriz no Emmy Internacional. Ela concorre pelo trabalho na série Sob Pressão, uma produção da TV Globo com a Conspiração Filmes, em que interpreta a médica Carolina.

“Muito orgulho. Muito agradecida por essa indicação. O Sob Pressão é realmente um projeto muito especial, muito sensível e muito necessário. Eu vejo isso, eu ouço e eu sinto em mim, na equipe, no público. É uma luz muito forte, de largo alcance. Me sinto muito honrada em fazer parte dele e da equipe mais inacreditável do mundo. Honrada em ter a oportunidade de me servir de todos os inúmeros ensinamentos que ele proporciona. Eu agradeço sempre e quando a gente percebe o olhar de pessoas de outra cultura, que tem outras questões, outra realidade, vem junto uma esperança, uma sensação de acolhimento, de pertencimento. A gente percebe que não está sozinho. Que estamos sendo vistos e ouvidos! A saúde é um tema muito importante no mundo todo e um espelho de cada país. O Brasil é lindo, com gente muito trabalhadora, bem-humorada, criativa, forte, perseverante. Acho que a nossa indicação fortalece ainda mais esse processo de apropriação das questões do nosso país. É mais um sopro a empurrar o barco pra frente. Parabéns! Parabéns! Parabéns! Parbéns aos profissionais da saúde!”, disse a atriz, que protagoniza a série ao lado do ator Júlio Andrade.

A indicação foi motivada pela segunda temporada da atração, que soma 11 episódios. O texto é assinado por Jorge Furtado e redação final de Lucas Paraizo. No Emmy Internacional 2019, Marjorie concorre com atrizes da Hungria, Índia e Reino Unido.

Equipe de Sob Pressão (Foto: Reprodução/Instagram)

CINEMA I Estreias: A Música da Minha Vida, Asterix e o Segredo da Poção Mágica, Branca Como a Neve, Longe da Árvore, Dafne, Rambo – Até o Fim

Novo ‘Rambo’ e filme com músicas de Bruce Springsteen estão entre as estreias da semana

Branca Como a Neve
Blanche Comme Neige. França/Bélgica, 2019. Direção: Anne Fontaine. Com: Lou de Laâge, Isabelle Huppert e Charles Berling. 112 min. 16 anos.

Asterix e o Segredo da Poção Mágica
Astérix – Le Secret De La Potion Magique. França, 2019. Direção: Louis Clichy e Alexandre Astier. 85 min. Livre.Os guerreiros gauleses precisam encontrar um novo guardião para a fórmula da poção mágica preparada por Panoramix. Durante sua busca, eles lutam para evitar que a receita seja descoberta por inimigos.

Dafne
Idem. Itália, 2018. Direção: Frederico Bondi. Com: Stefania Casini, Antonio Piovanelli e Carolina Raspanti. 94 min. 10 anos.
Após sua mãe morrer, uma jovem com síndrome de Down tenta se reconciliar com seu pai. No processo, precisa lidar com o luto dele, que se transforma em depressão.

Depois do Casamento
After The Wedding. Estados Unidos, 2019. Direção: Bart Freundlich. Com: Michelle Williams, Julianne Moore e Abby Quinn. 110 min. 12 anos.
A administradora de um orfanato na Índia viaja aos EUA para conhecer uma mulher que doará à sua instituição. Ao chegar lá, se encontra com a benfeitora e seu marido, com quem a visitante possui laços antigos. Refilmagem americana do homônimo dinamarquês de 2006.

Longe da Árvore
Far From The Tree. Estados Unidos, 2017. Direção: Rachel Dretzin. 93 min. 12 anos.
Baseado em livro homônimo de Andrew Solomon, o documentário acompanha famílias com relações complexas. Buscando compreender tanto a ótica dos filhos quanto dos pais, a produção valoriza a diversidade.

Branca Como a Neve
Blanche Comme Neige. França/Bélgica, 2019. Direção: Anne Fontaine. Com: Lou de Laâge, Isabelle Huppert e Charles Berling. 112 min. 16 anos.
Uma jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai é odiada pela madrasta, que herda a propriedade. Um dia, o amante da viúva se apaixona pela enteada e eles fogem juntos. Na fazenda para onde se mudam, sete príncipes se apaixonam por ela.

O Maior Presente
El Mayor Regalo. Espanha, 2018. Direção: Juan Manuel Cotelo. Com: Santi Rodríguez, Daniel Ruizar e Joe Gómez. 105 min. 12 anos.
Insatisfeito com a forma vingativa como seu filme termina, o diretor de uma sequência de faroeste passa a viajar o mundo a cavalo em busca de uma verdadeira história de perdão para acrescentar a seu roteiro.

O Mal Não Espera a Noite – Midsommar
Midsommar. Estados Unidos, 2019. Direção: Ari Aster. Com: Will Poulter, Florence Pugh e William Jackson Harper. 157 min. 18 anos.
Após uma tragédia familiar, um casal em meio a tensões no relacionamento viaja a uma vila na Suécia para participar de uma cerimônia que marca o início do solstício de verão. Porém, o evento se revela mais macabro do que os participantes esperavam. Do mesmo diretor de “Hereditário” (2018).

Meu Mundial – Para Vencer Não Basta Jogar
​Mi Mundial. Uruguai, 2018. Direção: Carlos Andrés Morelli. Com: Facundo Campelo, Verónica Perrotta e Roney Villela. 102 min. 12 anos.
Após receber uma proposta para jogar futebol fora do Uruguai, um jovem tem de lidar com as consequências do estrelato e a exigência de seus pais para que não abandone os estudos. Exibido no Festival de Gramado de 2018.

A Música da Minha Vida
Blinded By The Light. Inglaterra, 2019. Direção: Gurinder Chadha. Com: Viveik Kalra, Kulvinder Ghir e Meera Ganatra. 114 min. 12 anos.
Confuso com o processo de amadurecimento, um adolescente paquistanês que vive no Reino Unido descobre as músicas de Bruce Springsteen. Seus pais tradicionalistas, porém, se opõem ao gosto do jovem pelo astro da música norte-americana.

Rambo – Até o Fim
No quinto filme da franquia, Rambo, um veterano de guerra, precisa sair de sua reclusão em um rancho isolado para resgata r a sobrinha, sequestrada por um violento cartel de drogas mexicano.
Rambo V – Last Blood. Estados Unidos, 2019. Direção: Adrian Grunberg. Com: Sylvester Stallone, Paz Vega e Louis Mandylor. 89 min. 12 anos.

Torre das Donzelas
Brasil, 2019. Direção: Susanna Lira. 92 min. 12 anos.
Documentário traz relatos da ex-presidente Dilma Rousseff e de suas ex-companheiras de cela que ficaram detidas no Presidio Tiradentes, em São Paulo, durante a ditadura militar. Vencedor do prêmio especial do júri no Festival de Brasília de 2018.

iPhone 11: bateria e câmera se destacam nas primeiras análises

Para a imprensa americana, porém, aparelhos não trazem inovações que justificam compra para quem tem iPhone recente; celulares começam a ser vendidos nos EUA na sexta-feira, 20
Por Victor Pinheiro – O Estado de S. Paulo

Os dois novos iPhones 11 Pro: câmera com três lentes

Uma bateria que dura bastante e um conjunto de câmeras traseiras potente: essas são as principais qualidades dos novos modelos de iPhone, segundo as primeiras análises da imprensa americana. Anunciada pela Apple na última semana, a nova geração do iPhone começará a ser vendida nesta sexta-feira, 20, nos Estados Unidos – antes de chegar às lojas, os aparelhos foram enviados para testes dos jornalistas. 

Além da bateria e da câmera traseira, não sobraram elogios também para a evolução da câmera frontal nos três modelos. Por outro lado, diversas publicações questionaram o impacto de novas funcionalidades no uso cotidiano do aparelho e colocaram em dúvida o custo-benefício dos produtos, que serão vendidos a partir de US$ 700 nos EUA. 

Bateria duradoura

A bateria é com certeza um grande diferencial da nova geração do iPhone. No evento de lançamento, a Apple anunciou o aperfeiçoamento do tempo de duração de bateria principalmente na versão Pro Max. Chris Velazco, em resenha para o Engadget, confirmou a evolução. O jornalista afirma ter usado intensamente o iPhone 11 Pro Max por 14 horas sem a necessidade de recarga. Na versão Pro, a durabilidade cai para 12 horas. O potencial de ambos os modelos superam a média de 10 horas do iPhone XS, lançado em 2018 pela Apple.

Em compensação, para garantir mais eficiência, a Apple precisou aumentar o tamanho da bateria, o que conferiu peso adicional de 50 gramas aos produtos. A diferença em relação à linha XS é imperceptível, porém, dizem as análises. Usuários de iPhones mais antigos, porém, podem estranhar a mudança. 

Outro ponto positivo destacado pela crítica foram os carregadores de 18W, com promessa de carregamento mais rápido. Segundo Nilay Patel, do The Verge, o impacto positivo é nítido. O equipamento, porém, acompanha somente os iPhones 11 Pro e 11 Pro Max, enquanto o modelo 11 segue com adaptadores de 5W.

Qualidade de captação

Embora a disposição e o design das lentes tenha dividido opiniões, o desempenho e as novas funcionalidades da câmera dos novos aparelhos foram bem recebidas – são duas lentes no iPhone 11 e três nos modelos Pro. Para Matthew Panzarini, do TechCrunch, os dispositivos apresentam as melhores câmeras da história da marca.

A nova geração garante imagens com cores mais vivas e resoluções menos “achatadas” em comparação a modelos anteriores. Destaque principal para a captação de sombras mais naturais e detalhes de cabelo.

A câmera grande angular, principal novidade da linha Pro, aumenta a capacidade panorâmica das fotos e apresenta menos distorções de imagens se comparada ao conjunto de câmeras do iPhone X, avaliou Chris Velazco, do Engadget. No entanto, a lente ainda distorce alguns elementos da paisagem. 

Em relação às selfies, Nilay Patel, do The Verge, ressaltou o aprimoramento da câmera frontal de 7 para 12 megapixels. O modo noturno também marcou pontos positivos. Na opinião de Patel, as imagens são “realmente impressionantes e preservam tons de cores mais detalhados que a Pixel”, linha de aparelhos do concorrente Google.

Telas mais bonitas

Os iPhones Pro e ProMax foram equipados com a tecnologia de tela Super Retina XDR. A  Apple afirma que o recurso deve aprimorar o brilho de imagens no display dos aparelhos, assim como a resolução ao assistir vídeos 4k em HDR (High Dynamic Range). 

Vale lembrar que a nova geração tem tamanhos de tela diferentes: o iPhone 11 mede 6,1 polegadas, enquanto as versões Pro e ProMax têm 5,8 e 6,5 polegadas, respectivamente. Além disso, o display dos dois últimos modelos são construídos com tecnologia OLED. O iPhone 11, por outro lado, conserva a tela LCD presente nos modelos mais baratos dos últimos anos, como o iPhone XR, de 2018.

Para Velazco, do Engadget, as imagens dos iPhones Pro apresentam qualidade superior ao iPhone XS, mas as diferenças podem passar despercebidas. Apesar das qualidades, Velazco minimiza a disrupção. Nilay Patel discorda. Para ele há diferenças óbvias de brilho e beleza entres as imagens da linha Pro e a geração X, principalmente ao assistir vídeos 4K. 

Performance

A novidade na performance é o processador A13 Bionic, presente nos três novos modelos. Embora a melhoria no desempenho seja unânime entre os jornalistas, eles discordam quanto a dimensão desse aperfeiçoamento.  

O jornalista do The New York Times, Brian Chen, aponta uma performance até 50% superior ao iPhone X. No TechCrunch, Matthew Panzarino relata uma evolução mais modesta, de aproximadamente 20%. Já Chris Velazco diz existir um abismo entre os novos iPhones e qualquer outro modelo anterior ao X, de 2017. Porém, as diferenças de performance no dia a dia são pontuais. 

“No uso cotidiano, iniciar aplicativos é um pouco mais rápida nos Pros que nos modelos XS. Não percebi nenhuma diferença significativa no desempenho com games, mas aplicativos que demandam recursos gráficos carregaram um pouco mais rápido e funcionaram sem travar”, escreve Velazco. 

Vale a pena?

Os preços do iPhone 11 nos Estados Unidos variam de U$ 699 pelo modelo, mais simples, com armazenamento de 64 GB, até US$ 1.449 pela versão Pro Max, com 512 GB de espaço. No Brasil, as cifras devem ser ainda maiores. Por isso, apesar dos elogios da crítica especializada, alguns jornalistas ainda questionam o investimento na nova geração. 

Velazco ressalta que os iPhone Pro e Pro Max oferecem o melhor da Apple atualmente. Mas, segundo ele, em quase todos os aspectos, as diferenças entre a linha Pro e o iPhone 11 são tímidas no cotidiano e a maioria deve optar pela versão mais simples do smartphone. Para Nilay Patel, do The Verge, no entanto, o investimento extra na versão Pro compensa pela tela superior, a câmera telephoto e o aperfeiçoamento da bateria. 

Por fim, Brian Chen, do The New York Times, defende o upgrade para usuários de iPhone 6s, iPhone 7 e modelos antecessores. Segundo o jornalista, os compradores podem se beneficiar com ganhos em performance e qualidade das câmeras. No entanto, para os donos do iPhone X ou modelos superiores, Chen é categórico: “O iPhone 11 não é suficientemente inovador para justificar um investimento de mais de US$ 700 em um novo smartphone”.

Viúva há 3 anos, Céline Dion fala da solidão: “Sinto falta de ser abraçada”

Cantora foi casada por 22 anos com René Angélil, que morreu em janeiro de 2016

Celine Dion fala sobre a vida amorosa desde que perdeu o marido

A cantora canadense Céline Dion, de 51 anos, abriu o coração em entrevista a Sheinelle Jones, do programa americano Today, nesta quarta-feira (18). A diva da música ficou viúva em janeiro de 2016, quando morreu seu marido, René Angélil, com quem era casada há 22 anos. 

No bate-papo emocionante, Céline diz que ainda não está pronta para namorar ou se relacionar com alguém, mas que sente falta. “Sinto falta de ser tocada e abraçada. E de também ouvir um ‘você é linda'”, disse.

Mãe de três (René-Charles, de 18 anos, e os gêmeos Eddy e Nelson, 8), ela disse que os três filhos que teve com René, morto após uma batalha contra um câncer na garganta, gostam muito de música e podem acabar trabalhando com ela na área.

Em shows com a turnê The Courage Tour, que acabou de estrear, Céline disse que a música é seu grande amor. “Eu nasci pra isso”, declarou a cantora.

Olha só: