David e Victoria Beckham escolheram roupas escuras para o casamento do príncipe Harry com Meghan Markle.

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Victoria Beckham combinou o vestido azul-marinho de sua marca, com super scarpin laranja. David usou Dior Homme, no comando do ex-Vuitton masculina Kim Jones

Por ser o sexto na linha de sucessão ao trono, o casamento de Príncipe Harry e Meghan Markle não precisou contar com muitos políticos na lista de convidados. Por sua vez, foram vários os nomes do entretenimento e do esporte que compareceram ao evento. Entre eles, David Beckham que possui uma medalha da Ordem do Império Britânico e a estilista Victoria Beckham que, inclusive, foi condecorada pelo Príncipe William pela sua carreira na moda.

Como era de se esperar, Victoria usou um look de sua marca, mas de uma cor escura, diferentemente da maioria das convidadas, que optaram por tons mais claros ou florais. O ex-jogador foi de Dior Homme, com terno completo, e as fotos dos dois, principalmente de David, chegando à Igreja definitivamente parecem ter saído de um editorial de moda. O que acharam dos looks? [ELLE]

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Meghan Markle se casa com vestido da estilista Clare Waight Keller, da Givenchy

Noiva usou tiara de diamantes da rainha Mary e véu de tule de seda de cinco metros.

Royal-wedding.jpgA noiva Meghan Markle usou neste sábado (19) um vestido minimalista e uma tiara de diamantes da rainha Mary para se casar com o príncipe Harry.

As primeiras imagens de Meghan dentro do carro que se deslocava rumo ao Castelo de Windsor já mostravam a noiva usando um vestido fechado no colo, com um decote canoa.

O vestido minimalista é da estilista Clare Waight Keller, inglesa que no ano passado se tornou a primeira diretora mulher da marca francesa Givenchy. Os vestidos das damas de honra também são de Keller. O sapato da noiva é baseado em um modelo da Givenchy.

A tiara de diamantes usada por Meghan era da rainha Mary, que foi dada para sua neta, a rainha Elizabeth II. O acessório foi feito em 1932 no Reino Unido, sendo que o broche central é datado de 1893. Os brincos e o bracelete são Cartier.

O véu tem cinco metros de comprimento e é feito de tule de seda com flores bordadas à mão em fios de seda e organza. As flores representam os 53 países do Commonwealth.

O buquê de flores foi elaborado pela florista Philippa Craddock e inclui algumas flores do jardim privado do Palácio de Kensington, que agora abrigará Meghan.

A noiva foi acompanhada pelo sogro, o príncipe Charles, a poucos metros do altar, após a polêmica provocada pela ausência de seu pai, Thomas Markle.

Os looks do elenco de Suits, que compareceu ao casamento real

Os atores da série “Suits” contracenaram com Meghan por sete anos.

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Gina Torres. (Ian West/Getty Images)

Meghan Markle convidou seu ex-colegas de elenco da série Suits, programa no qual atuou por sete anos. Rick Hoffman, o Louis, Gina Torres, que interpreta Jessica, Sarah Rafferty, a Donna, Gabriel Macht, o Harvey, e o par romântico de Meghan na série, Patrick J. Adamns, o Mike, voaram até a Inglaterra para a cerimônia.

Elegantíssima, Gina Torres escolheu um vestido vermelho da marca Costarellos, enquanto Sarah foi de Lanvin. Os atores deram entrevistas anteriormente declarando que já sabiam do relacionamento de Meghan e Harry antes dele ser divulgado pela mídia, mas que guardaram bem o segredo. Tantos anos trabalhando juntos, eles já se consideram da mesma família e ficaram muito felizes com o convite.

Veja abaixo os artistas chegando à igreja:

Olhar de Kate Middleton para Camila Parker no casamento de Meghan Markle vira meme

Foto da duquesa de Cambridge durante o casamento real virou piada nas redes sociais

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Olhar de Kate Middleton para Camila Parker vira meme (Foto: Reprodução)

Os olhares de todo o mundo estão em Meghan Markle e no príncipe Harry em função do casamento real, mas Kate Middleton não passou despercebida na cerimônia. Especialmente por conta de uma foto sua encarando a sogra, Camila Parker.

No Twitter, os usuários passaram a fazer piada com a situação. “O olhar todo poderoso de Kate Middleton para Camila Parker”, escreveu um internauta ao compartilhar a imagem.

“Aparentemente, Kate Middleton tem o mesmo sentimento que o resto do mundo sobre Camila Parker”, disse outra pessoa.

A brincadeira seguiu com um meme compartilhado na rede social com a frase: “Por que você está aqui?”

Já em outra imagem, a duquesa aparenta estar com um olhar um pouco irritado, segundo a opinião dos internautas. “O olhar de quando te dizem que o bebê está chorando”, escreveu uma usuária.

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Kate Middleton (Foto: Reprodução)

CASAMENTO REAL
Meghan Markle e príncipe Harry oficializam a união neste sábado (19.05) na Capela São Jorge, no Castelo de Windsor. O vestido de noiva escolhido pela futura duquesa estava gerando grande expectativa. A ex-atriz optou por um modelo de mangas compridas e decote canoa, deixando os ombros à mostra, assinado pela inglesa Clare Waight Keller, primeira mulher a assumir o posto de diretora artística da grife francesa Givenchy.

A tiara usada por Meghan – item obrigatório para a noiva num casamento real – é emprestada da rainha Mary, avó da rainha Elizabth II. A peça tem nada mais, nada menos que 100 diamantes! O véu superlongo completa o look da noiva.

A noiva entrou sozinha na capela após a polêmica sobre a ausência do pai, Thomas Markle. Ela caminhou alguns metros pelo tapete vermelho até a nave da Igreja, onde encontrou o sogro, Charles, que a acompanhou a dali em diante.

De dreads e boina, mãe de Meghan Markle usa moda para marcar suas posições

Doria Ragland vestiu um conjunto discreto e elegante Oscar de la Renta feito sob medida

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Meghan Markle e a mãe no carro chegando ao Castelo de Windsor (Foto: Oli Scarff/AFP)

No casamento de Meghan Markle com o príncipe Harry, que ocorreu na manhã deste sábado, 19, uma convidada em especial chamou atenção: Doria Ragland, a mãe da noiva.

Usando um conjunto verde-água da grife Oscar de la Renta, feito para ela sob medida, Doria manteve  seus dreads soltos, adornados apenas com um chapéu que mais parecia uma boina – acessório que ficou conhecido por ser usado no uniforme dos Panteras Negras na década de 1960.

O chapéu foi criado exclusivamente para Doria por Stephen Jones, britânico que já trabalhou algumas vezes com Meghan e recentemente foi o responsável pelas máscaras investidas do último desfile da Dior e pelo chapéu de papa usado por Rihanna no baile do MET.

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Doria Ragland, a mãe da noiva, foi com conjunto Oscar de la Renta Foto: Dominic Lipinski/Pool via REUTERS

Fundos de responsabilidade social reavaliam Facebook

Investidores estão questionando atitude da empresa quanto à privacidade de usuários após escândalo da consultoria Cambridge Analytica
Por Agências – Reuters

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Mark Zuckerberg, o presidente executivo do Facebook, durante encontros no Congresso dos EUA em abril

Diversos fundos focados em responsabilidade social que tinham ações no Facebook estão vendendo ou repensando suas participações na rede social. Eles estão insatisfeitos com as medidas adotadas para fortalecer a proteção de dados pessoais, especialmente após o escândalo do uso indevido de dados pessoais de 87 milhões de usuários pela consultoria Cambridge Analytica.

O recuo em relação à maior rede social é uma das respostas mais duras dos investidores à forma como o Facebook lida com o uso de dados pessoais, desde o início do escândalo, em março deste ano.

Após a revelação do caso, a empresa perdeu quase mais de US$ 90 bilhões em valor de mercado. Hoje, as ações já se recuperaram, especialmente depois que Mark Zuckerberg passou cerca de dez horas depondo no Congresso dos EUA. Na ocasião, ao se esquivar de perguntas, Zuckerberg gerou dúvidas sobre seu comprometimento em resolver completamente o assunto.

“Os problemas do Facebook são baseados na falta de atenção suficiente à privacidade do consumidor e à segurança de dados, agravada pela governança inadequada”, escreveu Adam Kanzer, vice-presidente do Domini Funds, em uma carta de 8 de maio. No mês passado, outro fundo conhecido, o Calvert Research and Management, também vendeu suas ações da empresa.

A debandada de dois fundos bastante conhecidos se somou a preocupações anteriores levantadas por fundos de responsabilidade social, que consideram a postura ética das empresas quando compram ações.

Uma porta-voz do Facebook se recusou a comentar. Hoje, esses fundos representam apenas uma pequena fração das ações do Facebook. No entanto, há um temor no mercado de os próximos passos da rede social também possam influenciar grandes investidores, incluindo BlackRock e Vanguard Group, que têm prestado mais atenção a questões sociais nos últimos anos.

França quer proibir que marcas queimem ou descartem roupas não vendidas

Os projetos querem que as marcas tenham incentivos para doar ou reciclar suas roupas.
Por Julia Mello

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Em 2017, sempre preocupada com a sustentabilidade, Stella McCartney clicou as fotos de sua campanha em um aterro sanitário. A marca é conhecida por criar métodos inovadores para reduzir o desperdício fashion (Harley Weir/Divulgação)

Dois anos atrás a França tornou-se o primeiro país do mundo a proibir que supermercados joguem fora ou destruam alimentos que não foram vendidos. Seguindo esses passos, alguns promotores querem desenvolver o mesmo tipo de projeto para o mundo da moda.

A iniciativa é parte da proposta “Circular Economy Roadmap”, que definiu 50 medidas para que a França se torne uma economia sustentável. Encabeçadas pelo ministro Édouard Philippe, as regulações poderiam, a partir de 2019, proibir que as marcas descartem as roupas que não foram vendidas em aterros sanitários ou que elas sejam queimadas. O projeto também prevê destinos mais sustentáveis para as roupas, como a reciclagem ou a doação para casas de caridade.

De acordo com o European Clothing Action Plan, os europeus consumiram 6.4 milhões de toneladas de roupas em 2017. Só a França descarta aproximadamente 600.000 toneladas de roupas e acessórios por ano, conta um estudo de caso da Ellen MacArthur Foundation. Desse número, apenas um quarto é coletado para reciclagem ou doação.

“Agora é a hora para indústria da moda se certificar que seus produtos serão mais usados”, conta Francois Souchet, que lidera a iniciativa de fibras circulares na fundação Ellen MacArthur, ao WWD. “Mesmo que isso aconteça por pressão dos legisladores ou dos consumidores, muitos sinais dizem que é a hora certa para a indústria repensar seu modelo de negócios.”

Ainda não existem mais detalhes sobre a proposta, mas de acordo com os legisladores, ela provavelmente oferecerá desconto nos impostos das marcas que reciclarem ou usarem novamente uma peça que iria para o aterro. Assim, talvez ela não seja um lei propriamente dita, mas uma incentivo.

Algumas marcas, como a Chanel, já se posicionaram sobre o assunto em statements oficiais. “Nós evitamos [o descarte de roupas não vendidas] e fazemos tudo o que podemos para acabar com isso. A estratégia de produção das coleções da Chanel, que acontecem somente quando recebemos pedidos de nossos clientes, diminui consideravelmente nosso estoque. Estamos também pensando sobre as melhores formas de reciclar nossos itens não vendidos.”

No entanto, outras marcas terão problemas para implementar as novas medidas. Em 2017, por exemplo, a H&M foi acusada pelo programa de televisão Operation X, da Dinamarca, de queimar 12 toneladas de roupas novas e não vendidas anualmente (a marca negou a prática). Mas não são apenas as fast fashions: a Louis Vuitton também é lembrada por queimar bolsas não vendidas para evitar a venda de produtos com desconto.