Dishonored 2 ganha trailer focado na grandeza das missões

Bethesda Softworks divulgou mais um vídeo de gameplay de Dishonored 2, desta vez focando na natureza aberta das missões do jogo, que tem áreas grandes para explorar, e permitem que a pessoa jogue furtivamente, ou explodindo tudo e todos.

Dishonored 2 se passa alguns anos depois do primeiro, com o assassino Corvo ainda encarregado de proteger a imperatriz Emily. Entretanto, ela cresceu e também desenvolveu suas próprias habilidades. Com isso, o jogo terá os dois como protagonistas, dando ao jogador a opção de qual personagem utilizar.

Desenvolvido pela Arkane Studios, Dishonored 2 chega em 11 de novembro para PlayStation 4Xbox One e PC.

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Hailey Baldwin posa para campanha de final de ano da Guess

hailey-baldwin-guess-holiday-2016-gray-dressHailey Baldwin (Foto: Divulgação)

Com apenas 19 anos e mais de 9 milhões de seguidores no Instagram, Hailey Baldwin – a “amiga colorida” de Justin Bieber – acaba de abocanhar mais uma campanha para a Guess. Sexy, a modelo exibe suas curvas à brasileira e estrela o shooting de final de ano da grife.

Mais animado que de costume, Bob Dylan faz 1º show após ganhar Nobel

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Cartaz anuncia show de Bob Dylan em luxuoso cassino de Las Vegas
Como um ganhador do Nobel festeja seu grande prêmio? Se for Bob Dylan, tirando o pó de sua guitarra e indo para o trabalho como se fosse um dia qualquer, ainda que num luxuoso cassino de Las Vegas.

Como de costume, Dylan não abriu a boca para cumprimentar a plateia ou comentar a honraria no show que deu no mesmo dia do anúncio do Nobel de Literatura, na quinta-feira (13), e sim apenas para cantar hits como “Blowin In The Wind”, “Tangled Up In Blue” e “Desolation Row”.

Apesar da aparente frieza, havia algo diferente no ar. Dylan parecia mais animado que o normal e quase dançando em algumas canções, como em “Love Sick” e “Pay in Blood”. Pela primeira vez em quase quatro anos, ele empunhou a guitarra num show, deixando a zona de conforto do piano para tocar “Simple Twist Of Fate”, uma das raridades da noite.

“Já vi mais de 400 shows de Dylan e em muitos ele sempre parecia muito triste e mal olhava para o público. Hoje, ele estava se divertindo, parecia feliz. Acho que o Nobel deu uma levantada em seu astral”, disse o artista Brad Tenner, que trabalha com esculturas de vidro na cidade de Eugene, no Estado de Oregon.

A balada “Simple Twist Of Fate”, lançada no álbum de 1975 “Blood on the Tracks”, é um belo poema sobre um encontro amoroso misterioso, uma canção bem ao estilo de Dylan, que o transformou num dos maiores poetas do rock e hoje ganhador do Nobel. Sua voz rouca e seu cantar comendo palavras, no entanto, dificultam o entendimento de boa parte das letras ao vivo.

“Não importa tanto a voz. Bob é um homem teatral, um cara mítico. Foi meu primeiro show, adorei”, disse o colombiano e produtor de TV Rafael Gimenez, de 36 anos.

Para encerrar os 90 minutos exatos de apresentação, Dylan mandou o cover de Frank Sinatra “Why Try To Change Me Now” (por que tentar me mudar agora), uma boa resposta para quem esperava de Dylan um pronunciamento fora do roteiro. Outras do set list de 17 músicas foram “Make You Feel My Love”, outra raridade, “Don’t Think Twice, It’s All Right”, “Early Roman Kings” e “Ballad Of A Thin Man” na gaita e depois piano.

O público de Las Vegas não era exatamente formado por fãs “hardcore” de Bob Dylan, que tocou na sexta-feira passada num festival na cidade californiana de Indio, a 400 km de Las Vegas, evento que se repete neste final de semana com as mesmas atrações (Dylan, Rolling Stones, The Who, Paul McCartney, Neil Young e Roger Waters).

Cinco horas antes do show de Vegas, que acabou esgotado, ainda havia ingressos por US$ 60. Muitas pessoas procuravam suas cadeiras quando Dylan já estava no palco, pontualmente às 20h. A primeira série de aplausos mais entusiasmados só veio aos 40 minutos, no refrão de “Tangled Up In Blue”. Seguranças circulavam pela plateia e retiravam quem ousava tirar foto do astro, uma proibição repetida exaustivamente desde a fila de entrada.

O casal de portugueses Marta Mestre e Filipe Pina estava de férias e já tinha comprado o ingresso antes de chegar na cidade. Foi a primeira vez que eles viram Dylan ao vivo e estavam animados com a coincidência do prêmio. “O Nobel foi uma escolha polêmica porque suas letras são fortes mas não são literatura da forma tradicional. Acho bom o Nobel direcionar um bocadinho para um lado menos clássico, que é o livro, para algo da poesia musical”, disse Filipe, engenheiro civil de 40 anos, com uma camisa do Joy Division.

O baixista e corretor imobiliário Jack Fisher, 52, morador de Las Vegas, comprou seu ingresso uma hora antes e pagou mais de US$ 400 para sentar bem na frente. “Estava deprimido e bêbado em casa, perdi muito dinheiro ontem na jogatina. Mas quando ouvi sobre o Nobel do Dylan e que ele ia tocar aqui, vim correndo, me animei. Resolvi gastar dinheiro com algo que preste”, disse, de cerveja na mão.

FERNANDA EZABELLA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE LAS VEGAS (EUA)

Hailey Baldwin posa para campanha de final de ano da Guess

hailey-baldwin-guess-holiday-2016-gray-dressHailey Baldwin (Foto: Divulgação)
Com apenas 19 anos e mais de 9 milhões de seguidores no Instagram, Hailey Baldwin – a “amiga colorida” de Justin Bieber – acaba de abocanhar mais uma campanha para a Guess. Sexy, a modelo exibe suas curvas à brasileira e estrela o shooting de final de ano da grife.
Confira:

Halle Berry aparece de coroa em concurso de beleza de 1985

hbHalle Berry em 1985 e em 2016 (Foto: Reprodução e Getty Images)


Considerada uma das mulheres mais bonitas e sexy do cinema, Halle Berry, de 50 anos, começou sua carreira pelo mundo fashion. Hoje vencedora de um Oscar e uma das estrelas de Hollywood, ela teve uma imagem antiga de um de seus concursos de beleza revelada.
A responsável pela vasculhada no fundo do baú foi a personalidade de TV Bethenny Frankel, que publicou em seu Instagram, na quinta-feira (13), um clique de Halle de faixa e coroa. Naquele ano, ela levou para casa o título de Miss Long Island na edição do Miss Teen All American de 1985, ou seja, quando tinha cerca de 19 anos.

halleHalle Berry (acima à esquerda) em concurso de beleza de 1985 (Foto: Reprodução)

7 ambientes que provam que preto é sinônimo de sofisticação

simg_0033-1Reportagem Visual: Zizi Carderari I Texto: Flávia G. Pinho
Sombrio, pesado? Deixe de lado os adjetivos de sempre. Os projetos a seguir comprovam que essa cor, quando bem dosada, é sinônimo de sofisticação e contemporaneidade. Basta tirar partido da luz natural e lançar mão dos contrastes para que ela se torne luminosa

“O preto agrada quem é antenado, moderno, quem gosta de viver numa casa contemporânea, cercada de tecnologia.” Segundo Elisabeth Wey, presidente do Comitê Brasileiro de Cores, é dessa maneira que o tom aparece na Cartela de Cores Cecal 2016/2017. “Ele voltou com força no mobiliário, nas paredes e nos biombos. Lançamos uma versão de preto maravilhosa, com acabamento perolizado”, descreve. Para a arquiteta Caroline Gabriades, a cor perdeu a fama de triste, soturna e pesada faz tempo. E ganhou novo status. “O mais interessante é ver que, mesmo sem ser protagonista, o preto produz um efeito sofisticado incrível.” Neste apartamento paulistano de 200 m², projetado para uma publicitária, Caroline ousou na sala de jantar. Criou um conjunto quase invisível de aparador e vasos, inteiramente negros sobre parede também preta, que só revela seus contornos quando se ajusta o foco do olhar. Diante dele, todos os elementos claros – as cadeiras com capa de couro off-white (Dpot), o pendente Tom Dixon (Lumini) e a gravura Levitação, de Daniel Senise – ganham destaque. Na foto, aparador de laca alto brilho da Dpot, vasos da LS Selection e tela de James Kudo (Luciana Caravello Arte Contemporânea) decoram a parede negra.

Marco Antonio
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No projeto de Caroline Gabriades, paredes e piso claros realçam as persianas (Luxaflex). Poltronas Beto, de Sergio Rodrigues (Dpot), mesa Lens (B&B Italia) e obra de Kilian Glasner.

Marco Antonio
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No projeto do Studio GPPA, o arranjo mostra como o preto também enobrece elementos que pendem para o rústico – os objetos de tons terrosos da Loja Teo dialogam com a cômoda de palha ebanizada (Olho Interni).

Marco Antonio
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A separação entre os ambientes cabe a um biombo de madeira ebanizada. A estrutura, desenhada pelos arquitetos Olegário de Sá e Gilberto Cioni, traz brises giratórias – basta abri-las ou fechá-las para integrar ou não as salas de estar e jantar. Cadeiras da Casual. Segundo Olegário, o preto tem o dom de passar a ideia de poder e refinamento, sem sobrecarregar o ambiente com informações em excesso. “É uma forma de reforçar a linguagem sofisticada de um jeito limpo e contemporâneo”, acredita. Sua tese fica evidente neste apartamento de 500 m², que ele e o sócio reformaram para um casal com filhos.

Marco Antonio
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No quarto criado pelo Studio GPPA, o biombo de madeira negra (Interni) e o painel de Alex Cerveny (Casa Triângulo) fazem as vezes de cabeceira. A composição é realçada pelo piso ebanizado. Criado-mudo de Sergio Rodrigues (Loja Teo) e enxoval da Casa Almeida.

Marco Antonio
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Na biblioteca projetada por Caroline Gabriades, nichos simétricos compõem a estante de madeira ebanizada (execução da Marcenaria Armatex). “São toques de preto, que aparece somente na estante e na persiana”, explica Caroline.

Marco Antonio
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Situação inversa acontece na escada, projeto dos arquitetos Olegário de Sá e Gilberto Cioni, na qual o preto é o protagonista. “A peça é uma obra de arte, toda metálica”, diz Olegário. “Os degraus, revestidos de granito preto absoluto, destacam a leveza do guarda-corpo calandrado branco.”

RGirls/ Trilhas I Em noite de apresentação dupla, franco-cubanas Ibeyi fazem a mágica da música acontecer

ibey.jpgOutubro é mesmo um bom mês para shows em São Paulo. Com muitas atrações confirmadas, opções não faltam para quem está em busca de ampliar suas possibilidades musicais. Nessa quinta-feira (13) se apresentaram na Audio Club, a norte-americana Julia Holter e as irmãs franco-cubanas, Lisa-Kaindé Díaz e Naomi Díaz que formam a dupla Ibeyi.

Quem abriu a noite foi Julia Holter, que apresenta um som próprio, experimental e, de certa forma, indefinido. Ela tem tocado em festivais ao redor do mundo e trouxe para o país sua apresentação na qual é acompanhada por um contra-baixo acústico, uma bateria, um violino e seu teclado. O público parecia morno, apesar dos aplausos efusivos ao final de cada música. Logo nas duas primeiras faixas apresentadas, o clima era de que ela realmente funcionava como uma banda de abertura, a qual o público respeitava, mas esperando pelo próximo show.

Holter conseguiu mudar um pouco a atmosfera melancólica de sua apresentação, com a terceira música do set, “Feel You”, que apresentava elementos mais percussivos. Mas permaneceu durante quase toda a sua apresentação em um mundo seu. Talvez, isso se deva, por ela realizar quase todas as funções dentro de seus projetos –  a jovem de 32 anos é compositora, produtora e arranjadora -, algo que pode ter criado um mundo a parte para sua música, na qual ou você – como ouvinte – se esforça para se encaixar no que ela apresenta ou o som simplesmente passa sem causar impacto.

A cantora apresenta voz forte e marcante, e trabalha com leves toques de atonalidade musical, algo inesperado para uma jovem que não realiza somente apresentações em espaços fechados. No final das contas, se a música de Julia Holter fosse um longa-metragem, não seria um filme ruim, mas sim um filme difícil, que demanda muitas referências para fazer sentido.

Após a apresentação de Holter, foi a vez da dupla Ibeyi, que provou ser a atração mais aguardada da noite. As irmãs entraram no palco mostrando toda sua técnica vocal, com uma acapela que arrepiou, fez a plateia gritar e aplaudir antes mesmo da primeira música ser apresentada. A harmonia das vozes e a energia das gêmeas, filhas de Miguel Angá Díaz, membro do Buena Vista Social Club, foi além do palco. Era como se houvesse uma troca de magnetismo, ao mesmo tempo em que o som produzido pela dupla ressoava pelo espaço, era nítido ver como elas estavam impressionadas com o público cantando todas as faixas como se elas fizessem parte da rotina do Brasil.

Isso ficava nítido com as respostas das pessoas a cada interação, com as batidas no peito e as danças que Lisa e Naomi faziam, o tempo todo, no palco. “Essa é a nossa primeira vez no Brasil“, informava a dupla, sempre que podia, enquanto encarava uma plateia que expressava o prazer de estar ali por meio de gritos, palmas e assovios. Fazia um tempo que um show não parecia tão impactante como o feito pelas gêmeas de 21 anos.

Naomi e Lisa tiveram o público em suas mãos durante todo o tempo e mostraram o porquê do disco de estreia, homônimo, ser tão impactante. Usando somente os instrumentos necessários, com a inserção de cada som no momento certo, seja uma nuance eletrônica, seja uma percussão corporal misturada com o som do teclado, tudo colaborava para a construção de um momento de troca entre elas e a cada pessoa da plateia. Isso tudo, em conjunto com vozes que alcançam notas harmônicas tão bonitas que tiraram lágrimas, arrepios e sorrisos, graças ao som único, exclusivo da dupla que evidencia toda a mistura das duas meninas de pai cubano, mãe franco-venezuelana, que cantam em inglês, espanhol, francês e também iorubá, língua falada em países como a Nigéria. Com músicas fortes e ao mesmo tempo tão delicadas, como “River”, “Mama Says” e “Stranger/Love”, não importa o quão boas você pode pensar que elas são ao vivo, o resultado vai ser muito melhor, pode acreditar.

Por fim, a história de que a música toca a alma se realizou ali, naquele lugar. O som produzido pelas irmãs, em seus macacões vermelhos, ultrapassou o sentimento de ser somente onda sonora. Foi algo que misturouo sensações, embaralhou tudo, algo realmente cinestésico. E no final das contas, é disso que a música precisa ser feita de alma, para tocar a alma, os olhos e a pele de quem está ali para ouvir. Logo, se Ibeyi fosse um filme, ele seria perfeito. [Jacídio Junior]