“Apenas 5% da publicidade empodera as mulheres”, diz estudo

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Só 1% das mulheres retratadas nos comerciais de TV tem cabelo crespo (Foto: Thinkstock)

A grande mobilização na web e nas ruas pelo empoderamento feminino parece não ter surtido muito efeito ainda na publicidade brasileira. Um estudo recente realizado pela agência Heads Propaganda concluiu que apenas 5,13% dos comerciais empoderam mulheres. Isso significa que cerca de 21 milhões de reais do investimento em mídia são gastos com peças que reforçam estereótipos de gênero.

Não à toa, 65% das brasileiras não se sentem representadas na publicidade, como já mostrou pesquisas do Instituto Patrícia Galvão. “O que estamos construindo além de inseguranças?”, questiona Patrícia Moura, que integra o time de Planejamento Estratégico da agência. A publicidade ainda tem projetado padrões inalcançáveis.

O levantamento foi feito a partir de 8.051 comerciais de TV de 207 marcas e de 889 posts de Facebook de 127 marcas. E o que se vê é ainda decepcionante. Na televisão, só 26% das protagonistas são mulheres, sendo 84% brancas, 12% negras e 4% diversas. Quando a pesquisa se volta aos coadjuvantes, os índices são ainda mais baixos: só 7% são mulheres, sendo 77% brancas, 6% negras e 17% diversas.

E se as redes sociais se transformaram em um ótimo veículo de propagação de ideias feministas, não é para este fim que muitas marcas têm as usado. No Facebook, só 9% das protagonistas das peças publicitárias são mulheres, sendo 82% brancas, 12% negras e 6% diversas. Quanto aos coadjuvantes, só 1% é do gênero feminino.

É a representação de uma sociedade predominantemente branca, apesar de 54% da população brasileira se identificar como preta ou parda. “Apesar de não terem sido identificadas ofensas explícitas nos comerciais durante os períodos analisados, a ausência de representação consiste em uma violência simbólica e, por isso, já é uma forma de racismo, por exemplo”, conta Carla Alzamora, diretora de Planejamento da Heads.

Outros dados problemáticos apontados pelo estudo é o de que 87% das mulheres presentes na publicidade são jovens e adultas, e 1% das que são retratadas possui cabelo crespo.  De maneira geral, a mulher segue sendo relacionada com mais frequência aos cuidados com a casa e a família, assim como com padrões de beleza. “A figura feminina ainda é relacionado ao chilique, à histeria, e a do homem à sanidade mental”, mostra o estudo.

Mas apesar de o cenário ainda ser preocupante, é possível notar um aumento de inserções que não utilizam estereótipos de gênero e uma pequena queda no último ano daquelas que ainda os reforçam – de 36% para 26%. [Daniela Carasco]

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Antiga fábrica de móveis é transformada na casa de um carpinteiro

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Uma antiga fábrica de móveis feitos sob encomenda, na cidade japonesa de Okayama, foi transformada em uma casa, mas sem perder a sua essência. Isso porque o projeto do TT Architects dividiu a construção de 250 metros quadrados entre o lar de um carpinteiro e sua família, no andar de cima, e a oficina de trabalho do morador, no térreo.

Reprodução | Kei Sugino | Dezeen
03-antiga-fabrica-de-moveis-e-transformada-na-casa-de-um-carpinteiroPara simplificar a forma da casa, os arquitetos removeram as extensões da antiga fábrica. Nos interiores, os pilares de madeira e as vigas de aço foram preservadas. Madeira de cipreste japonês e pinheiro reforçam a estrutura da casa, enquanto o piso e as portas são feitos de carvalho. O teto ganhou um revestimento de cedro e as paredes foram pintadas de branco.

Reprodução | Kei Sugino | Dezeen
02-antiga-fabrica-de-moveis-e-transformada-na-casa-de-um-carpinteiroJá a fachada mistura aço cinza na metade mais alta e placas de cedro.

Reprodução | Kei Sugino | Dezeen
04-antiga-fabrica-de-moveis-e-transformada-na-casa-de-um-carpinteiroNo primeiro andar, o quarto principal e três quartos de criança cercam o estar e a cozinha integrados.

Reprodução | Kei Sugino | Dezeen
05-antiga-fabrica-de-moveis-e-transformada-na-casa-de-um-carpinteiroO cantinho da lareira é demarcado pela estrutura preta.

Reprodução | Kei Sugino | Dezeen
06-antiga-fabrica-de-moveis-e-transformada-na-casa-de-um-carpinteiroFonte: Dezeen

Cinema I Ghost in the Shell | “Cabe ao público decidir se sou a atriz certa para o papel”, diz Scarlett Johansson

A principal controvérsia em torno de Ghost in the Shell gira em torno da escolha de Scarlett Johansson, uma atriz americana, para estrelar a adaptação do mangá no papel de uma personagem asiática, a major Motoko Kusanagi.

Perguntada pelo Collider sobre o fato de ter sido escolhida para o papel, Johansson respondeu: “Não sei se sou a pessoa certa, mas acredito que o (diretor) Rupert Sanders e eu compartilhamos a mesma visão do personagem. Logo de cara, quando tivemos essa mesma conversa, acho que cabe ao público decidir se sou a pessoa certa para o papel.”

Em seguida, Johansson passou a argumentar a favor de si. “Acho que posso ser desafiada, e tentar fazer isso. Acredito que tenho algo a contribuir. E acho que, nesse caso, minha simpatia pela experiência desta personagem me fez sentir capaz de interpretar o papel”, explica a atriz.

“E claro, adoro fazer a parte física. É sempre divertido para mim, é desafiador, e me ajuda como uma outra maneira de aprender habilidades que aprimoram o meu trabalho. Ghost in the Shell vai tornar as gravações de Vingadores 3 e 4 mais fáceis para mim”, argumenta.

A trama de Ghost In The Shell deve seguir a linha do mangá, chamado Fantasma do Futuro no Brasil, em que a major Motoko Kusanagi (Scarlett Johansson), uma policial cibernética, luta para levar justiça às ruas de sua megacidade japonesa, em um futuro distópico. Ex-executivo da Marvel, Avi Arad é um dos produtores. O elenco contam também com Michael Pitt (Kuze), Juliette Binoche (Dra. Ouelet), Pilou Asbæk (Batou), Takeshi KitanoKaori MomoiChin Han e outros.
Ghost in the Shell estreia em 31 de março de 2017.

Celebs I Jessica Biel e Justin Timberlake são fotografados aos beijos

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Justin Timberlake foi recebido aos beijos pela mulher, a atriz Jessica Biel, ao visitá-la no set de filmagem em Nova Orleans, EUA, na terça-feira (1).
A atriz de 34 anos, que roda o drama Shock And Awe, demonstrou felicidade ao encontrar o marido e depois os dois seguiram para o trailer dela.
Enquanto isso, Justin, de 35, está ocupado com as filmagens do novo longa de Woody Allen, ainda sem nome.
Justin e Jessica se casaram em outubro de 2012 e são pais de Silas, que fez 1 ano em abril.

Kesha faz gesto obsceno e posa sexy para mostrar novas tatuagens

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A cantora Kesha mostra a tatuagem no dedo (Foto: Instagram)

A cantora Kesha foi ousada ao revelar suas novas tatuagens nas redes sociais. A primeira delas, um narval ilustrado em sua coxa, chamou atenção pela sensualidade da pose da artista. Já a emoticon de um bonequinho sorrindo em um de seus dedos surpreendeu pelo gesto obsceno escolhido pela cantora para expor a arte.

A cantora Kesha mostra a tatuagem na perna (Foto: Instagram)A cantora Kesha mostra a tatuagem na perna (Foto: Instagram)

“Haaaaaaaaaaay, precisei imortalizar na noite passada”, escreveu a artista de 29 anos na legenda da imagem em que divulgou a arte em sua perna. Depois, ao mostrar a obra em seu dedo, ela escreveu: “Filhos da p**a não podem estragar a minha felicidade. Boom”. Depois ela agradeceu o tatuador responsável pelas ilustrações.

A cantora Kesha fantasiada no Halloween (Foto: Instagram)A cantora Kesha fantasiada no Halloween (Foto: Instagram)

A baleia na coxa da artista também serviu de inspiração para a fantasia de Kesha no Halloween. Antes de expor a vestimenta utilizada por ela durante a celebração do Dia das Bruxas, a cantora havia afirmado em entrevista a uma rádio que ainda tinha dúvidas em relação à sua fantasia: “Estou entre OVNI ou alien, tenho certeza que eles existem, amo ETs e sei que sou de outra galáxia”.

A cantora Kesha (Foto: Instagram)A cantora Kesha (Foto: Instagram)
A cantora Kesha fantasiada no Halloween (Foto: Instagram)A cantora Kesha fantasiada no Halloween (Foto: Instagram)

Moda I Zendaya faz sua estreia como estilista

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Daya by Zendaya (Foto: Arte Vogue Online)

Da turminha dos millennials que caiu nas graças de grifes internacionais como a Dolce & Gabbana, a cantora e atrizZendaya acaba de fazer seu début como estilista.
Ela apresenta nesta terça (01.11) sua primeira coleçã-cápsula de roupas, batizada de Daya by Zendaya, vendida exclusivamente online a partir desta sexta-feira (04.11).

zendaya-3bDaya by Zendaya (Foto: Arte Vogue Online)
De camisola a macacão de veludo, a linha tem preço acessível que varia de US$ 18 a US$ 158 – entre R$ 58 e R$ 510.

Sarah Jessica Parker fala sobre a série ‘Divorce’

sarah-a23f7bab3e90e616964d53929d86654bComo Carrie, a célebre personagem de Sex and the City, a americana Sarah Jessica Parker viveu situações improváveis enquanto corria atrás do amor verdadeiro em Nova York – encontrado no encantador sr. Big. Uma década depois, a atriz está preparada para deixar a colunista de 37 anos de lado (ao menos temporariamente). No lugar dela entra Frances, 40 e poucos anos, dois filhos, que vive no subúrbio nova-iorquino e, em vez de iniciar um casamento, quer terminar. Em Divorce, nova série da HBO, a personagem principal pede a separação após se envolver com outro homem. Bem-humorada e muito elegante em um vestido preto e branco bordado do estilista Giambattista Valli, Parker, 51 anos, encontrou com CLAUDIA em um hotel em Los Angeles para falar da nova empreitada.

Em 2017, você completa duas décadas de casada (com o também ator Matthew Broderick). Já sua personagem, com dez anos de casamento, vive uma relação em que os dois se odeiam. Como lidou com essa dualidade?
Eu, pessoalmente, não consigo entender como um casal chega a esse ponto, mas sei que é uma situação real para muita gente. A raiva é uma maneira de demonstrar mágoa, frustração… E também de apontar para o outro que você se sente incompreendida e diminuída, desconfortos normais para quem está passando por um divórcio.

O que a atraiu na série?
Poder mostrar como a separação afeta as pessoas em torno do casal – desde os advogados, que viram parasitas; até os amigos, que se sentem no direito de falar mal do seu ex. Para Frances, o grande desafio é dar a notícia aos filhos sem que eles se julguem responsáveis. Ela se culpa por expô-los a essa situação e quer ser a melhor mãe possível, mas, de repente, precisa criar um sistema de apoio com a família e os amigos e lidar com questões inéditas, como discutir separação de bens. Só de imaginar, fico aterrorizada.

Fala-se muito sobre aumentar a presença das mulheres na indústria do entretenimento. Você, como produtora da série, tem essa preocupação?
Chamamos nomes diferentes para dirigir os episódios e queremos  mais mulheres nessa função na próxima temporada. Acho importante ter vozes diversificadas – não só em termos de gênero mas de estilo de vida e histórico pessoal. Quanto mais você se expõe a outros pontos de vista, melhor é como artista, política, mãe, professora…

Frances encerra de uma vez sua relação com Carrie?
Nunca colocamos um fim definitivo em Sex and the City.  Só estamos decidindo qual história contar e o melhor momento para isso. [Mariane Morisawa]