Gastronomia I Chef israelense Michael Katz desembarca em São Paulo. Aos detalhes!

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Na próxima semana, entre os dias 25 e 27 de outubro acontece a edição 2016 da Semana Mesa, que tem como principal objetivo promover o debate e workshops com chefs estrelados. Desta vez, o israelense Michael Katz, chef executivo do Grupo Adom, que inclui os restaurantes Colônia, Adom e Lavan em Jerusalém, dos mais renomados de Israel, estará em São Paulo e fará ao lado de outros chefs como Cecília Judkowitch, Monica Dajcz, Morena Leite e Alessandra Divani, o cocktail de abertura da Semana Mesa no Studio Sergio Coimbra, na Vila Olímpia.

Michael dará uma palestra já no dia 25 no Congresso Mesa Tendências – ele é embaixador de Israel para falar sobre a gastronomia do país ao redor do mundo – e além disso, vai dar detalhes de como funcionam seus projetos e restaurantes. O chef tem um blog em inglês e hebraico no qual dá consultoria a jovem chefs. No momento, Michael está envolvido em três grandes projetos: a abertura de um novo restaurante, inauguração de uma rede de fast food e uma cooking school. Cool! [Glamurama]

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Making of: Zendaya, Cameron Dallas e mais millennials estrelam campanha da Dolce & Gabbana

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Making of Dolce & Gabbana (Foto: Divulgação)

As ruas de Capri fervem na tarde desta sexta-feira (21.10) graças à Dolce&Gabbana, que fotografa sua campanha de verão 2017 na cidade italiana.
No time de modelos, um time de millenials fresh e cheio de vida que foi escolhido a dedo por Stefano Gabbana e Domenico Dolce. Zendaya, Cameron Dallas, Presley Gerber, Gabriel Kane Day Lewis, Thylane Blondeau, Sonia Ben Ammar e Luka Sabbat são os nomes que estrelam o shooting da grife.
Enquanto a campanha não sai do forno, o site da Vogue mostra com exclusividade as fotos de making of. Dê um giro pelos bastidores com os cliques ao longo desta página!

Com crescimento de serviços de nuvem, Microsoft divulga receita acima de previsões

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A Microsoft anunciou nesta sexta-feira, 21, que as vendas de seu principal serviço de nuvem, o Azure, dobraram durante o seu primeiro trimestre, impulsionando os lucros da companhia acima das estimativas de analistas. Com isso, ações da Microsoft chegaram ao ponto mais alto da história da empresa, alcançando valores vistos pela última vez em 1999, quando companhias de tecnologia viviam a bolha da internet.

De acordo com a Microsoft, as vendas de seu principal produto de nuvem Azure, que as empresas podem utilizar para hospedar os seus sites, aplicações ou dados,aumentou 116%. Com isso, a receita para seus negócios de nuvem subiu 8,3%, chegando a  US$ 6,38 bilhões, superando a estimativa média de $ 6,27 bilhões.

Na base ajustada, a Microsoft teve receita de US$ 22,3 bilhões, acima da previsão média de US$ 21,7 bilhões. As ações da empresa quase dobraram desde agosto de 2013, quando o presidente executivo Satya Nadella restaurou a confiança dos investidores, ao dar maior foco sobre computação móvel e em nuvem.

Cabeça nas nuvens. Muito conhecida por seu sistema operacional Windows, a Microsoft mudou o foco para a nuvem, duelando com a gigante do comércio eletrônico Amazon para controlar este mercado ainda incipiente.  O salto na receita ressalta como as empresas ao redor do mundo estão se voltando para novas aplicações na nuvem.

Durante a década de 1990, a Microsoft tinha um monopólio na área de softwares para computadores, tornando a companhia uma das mais valiosas do mundo. Entretanto, seu poder diminuiu na década de 2000 depois de duras batalhas com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, quando foi discutida a forma como ela usou seu poder de monopólio contra concorrentes.

Cofundador da Microsoft, Bill GatesN deixou o cargo de presidente executivo no início de 2000. Na década seguinte, a empresa passou a ter um dilema estratégico ao não saber para qual caminho seguir no segmento da computação. [Reuters]

Dakota Fanning diz que é confundida com irmãs Olsen o tempo todo

A atriz Dakota Fanning disse em uma entrevista durante um evento em Nova York que frequentemente é confundida com as irmãs Mary-Kate e Ashley Olsen.

“É engraçado, elas entram na minha vida bastante porque tem um homem que vejo sempre perto do meu apartamento em Nova York, e ele sempre me diz: ‘Ei, Olsen! Ei, Olsen!’”, contou Dakota em entrevista ao site Just Jared Jr..

Dakota revelou ainda ser uma grande fã das irmãs que brilharam em séries e filmes como ‘Três é Demais’ (1987-1995) e ‘As Namoradas do Papai’ (1995).

“Eu vi todos os filmes que [as irmãs Olsen] fizeram. Nós estudamos no mesmo colégio em momentos diferentes, e meus amigos com a irmã mais nova [Elizabeth]” contou Dakota em entrevista ao site Just Jared Jr..

No aniversário de Kim Kardashian, os 6 presentes de princesa que a gata ganhou de Kanye West

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Kim Kardashian, que completa 36 anos de vida nesta sexta-feira, vai celebrar a data ainda em meio ao susto que levou no início do mês, quando foi vítima de um assalto de joias em Paris que rendeu a ela um prejuízo de mais de € 10 milhões (R$ 34,7 milhões). Como contamos aqui na época, a maioria das peças levadas pelos ladrões era emprestada, mas o que realmente tem tirado o sono da reality star são os celulares levados por eles – ou melhor – o conteúdo dos aparelhos

Mas como na vida a gente perde num dia e ganha no outro, e a própria Kim é exemplo disso, já que, apesar dos pesares, ela ainda é uma mulher de US$ 51 milhões (R$ 161,2 milhões) por ano, o site Glamurama fez uma listinha prafrentex com os 6 presentes mais extravagantes (e caros) que ela já recebeu do marido, o rapper Kanye West. Confira:

#1 Em visita ao Brasil em maio de 2015, Kim celebrou o Dia das Mães no país. Apesar da distância, Kanye não esqueceu da data, e providenciou o envio de duas mil rosas brancas para ela, e até de uma apresentação especial de um quarteto de cordas. Custo total: US$ 7,5 mil (R$ 23,7 mil) pelas rosas e US$ 1 mil (R$ 3.161) pelo quarteto de cordas. No Dia das Mães de 2014 ele foi ainda mais generoso, e presenteou Kim com milhares de rosas brancas, hortênsias e peônias, que custaram US$ 136 mil (R$ 429,9 mil).

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Os mimos de Kanye para Kim: apresentação de quarteto de cordas no restaurante Figueira Rubaiyat e as duas mil rosas brancas entregues em São Paulo em 2015. Abaixo, as milhares de rosas brancas, hortênsias e peônias no Dia das Mães de 2014 || Créditos: Reprodução Instagram
#2 Em seu aniversário de 2014, Kim ganhou do maridão uma passagem aérea para o Havaí (US$ 3.759, R$ 11.882) e uma bolsa customizada Birkin, da grife francesa Hermès, com estampa criada a partir de um desenho feito pela filhinha deles, North West.

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Kim passeando com Kanye com sua Birkin customizada e clique do Havaí feito pela reality star || Créditos: Reprodução Instagram
#3 No Natal de 2013, Kanye também providenciou uma bolsa Birkin exclusiva para a amada, com estampa baseada em uma gravura do artista americano George Condo. O custo? US$ 40 mil (R$ 126,4 mil).nota-bolsa

Birkin com estampa baseada em gravura do artista americano George Condo || Créditos: Reprodução Instagram
#4 Em setembro de 2012, Kanye comprou um gatinho persa branco para Kim. Batizado Mercy, o bichano custou US$ 800 (R$ 2.529) e virou estrela no Instagram.

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Kim e seu gatinho Mercy || Créditos: Reprodução Instagram
#5 Em janeiro de 2013, quando estava grávida de North West, Kim ganhou do rapper um bracelete de ouro da Cartier de US$ 98 mil (R$ 309,8 mil).

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Mix de pulseiras poderosas de Kim, com destaque para o bracelete de ouro da Cartier || Créditos: Reprodução Instagram
#6 O presente mais caro que Kanye deu até hoje para Kim foi o anel de noivado Lorraine Schwartz que ele comprou em 2013 para ela. Um mimo de US$ 3 milhões (R$ 9,5 milhões). (Por Anderson Antunes)

nota-unha-.jpgO anel de noivado Lorraine Schwartz de Kim || Créditos: Reprodução Instagram

Tech I Ataque a provedor afeta sites como Twitter, Spotify e CNN

Lady Gaga – Joanne | Crítica

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Lady Gaga nunca passou despercebida por ninguém. Não importa se você é fã das divas pop ou se nunca costuma ouvir o Top 10 das rádios norte-americanas, em algum momento você já criou uma opinião sobre ela. Isso alimentou uma aura de extrema ansiedade ao redor de cada passo de sua carreira.

Ansiedade saudável no início, com cada clipe da era The Fame superando o anterior e culminando em The Fame Monster, um verdadeiro divisor de águas audiovisual no pop norte-americano. Pareceu demais em Born This Way, e entregou mais do mesmo ARTPOP. Lady Gaga foi da absoluta exaltação para uma ânsia por originalidade que não foi compreendida. E que, hoje, nos entrega Joanne, seu quinto álbum de inéditas.

Esse background é importante para entendermos a história que seu novo disco conta. Depois de instituir um novo parâmetro artístico e performático no pop, ela voltou às suas origens cantando jazz ao lado de Tony Bennet, atuando em American Horror Story (o que lhe rendeu um Globo de Ouro) e se apresentando no Oscar – posicionando-se muito mais como artista e cantora do que como diva pop sob o olhar da crítica -. Toda essa jornada a elevou a um ponto da carreira no qual ela pode escolher com liberdade o que fazer. E a escolha foi descansar os vestidos de carne e os saltos altos e assumir sua história.

Joanne é o nome de sua tia, que faleceu cedo, devido ao Lúpus (doença que também acomete Gaga) e deixou um legado artístico de quadros e poesias na família. Lady Gaga foi batizada incorporando seu nome – Stefani Joanne Angelina Germanotta. A ligação entre as duas se estabelece em todos esses pontos, e, de chapéu rosa e botas de cowboy, Gaga transforma sua tia em um alter-ego (ou em um próprio reflexo de sua personalidade que não conhecíamos) e fala menos sobre política e liberdade, e muito mais sobre seus demônios internos e como eles fazem parte de sua jornada.

Abrindo com “Diamond Heart”, ela discorre sobre ter 19 anos e fazer o que quiser por diversão. É um retrato de seus primeiros anos de carreira nos bares de Nova York, que causa um estranhamento por ter uma estrutura pop típica de seus singles, mas sem o peso dos sintetizadores. Estabelece de cara o que veremos: Lady Gaga apoiada em baixo, guitarra e bateria, mas ainda pop.

O mesmo acontece em “A-YO“, mais radiofônica que a anterior, seguindo algumas tendências de hits como “Shake It Off”, de Taylor Swift, mas substituindo os sintetizadores por metais e algum backing vocal. É a faixa para se dançar e cantar ao redor dos amigos.

Quando apresenta “Joanne“, a faixa que dá título ao álbum, é consideravelmente chocante. Tanto pela vulnerabilidade dos vocais, que deixaram qualquer tratamento de lado, na maior parte do disco, e especialmente nessa faixa, quanto na simplicidade instrumental apoiada em violão e em percussões sutis. A composição e o tom da música apresentam uma Gaga ainda não vista antes, que agrada aos ouvidos de quem não acompanha sua trajetória pop. É quase o completo oposto, em termos de impacto, de “Million Reasons“, outra faixa que busca a proposta do country emocional, mas se apoia em uma repetição que a empurra para uma “fórmula de balada poderosa” que o público já ouviu tantas vezes.

John Wayne” é um respiro pop que se apoia na batida muito mais do que na letra. Boa música para dançar depois de algumas cervejas sem pensar muito, e bem diferente do que se ouviu até aqui. Assim como “Dancin’ in Circles“, que traz uma vibe de reggaeton e vocais parecidos com os de seu primeiro disco, The Fame, acompanhando a letra sobre “se divertir sozinho”, em todos os sentidos.

As faixas desembocam em “Perfect Illusion“, o single que dividiu opiniões. Dentro da estrutura do álbum ele faz bastante sentido, pois trás um pouco da vulnerabilidade nem sempre genuína nos vocais, e caminha entre o pop de sempre e a vibe rock que Gaga explora em muitos momentos. Mesmo não sendo um single explosivo, agrada dentro do contexto.

Sinner’s Prayer” é um manifesto de erros em sua letra, e tem uma melodia que gruda facilmente. Uma faixa tipicamente country, com uma linha de baixo que remete ao pop e evidencia a experimentação de Gaga. Não é uma das faixas mais poderosas do álbum, mas agrada com facilidade.

O mesmo não pode se dizer de “Come to Mama“. Gaga volta a flertar com o jazz e tenta trazer ainda assim uma pegada dançante nostálgica, mas que não acompanha o ritmo do álbum e força um vocal quebrado, que não parece preencher a música o suficiente nem em potência nem em emoção.

Uma das faixas mais esperadas, “Hey Girl“, a colaboração com Florence Welch, traz o pop de Prince entoado em uma letra feminista, encaixada numa melodia que explora diversas nuances agudas da voz de Gaga, combinando-a bem com a voz característica de Florence. Posso dizer que esperava uma faixa mais explosiva, mas a suavidade parece necessária, colocando as duas em harmonia – dando mais sentido a letra, que busca cessar conflitos entre mulheres -.

A versão comum do disco fecha com “Angel Down“. Acertada escolha, a música evidencia em sua letra a confusão das prioridades modernas, com pessoas tão fechadas em si que não percebem nem mesmo “a morte de um anjo”. A produção é simples, baseada em atmosferas, harpas, e um distorcido canto gregoriano. Em certo ponto, algumas cordas, violão e uma leve percussão. O destaque é para a interpreção de Gaga, que aqui acerta o tom e usa com sabedoria seus recursos. É um final bastante intenso.

A versão deluxe possui três faixas-bônus: “Grigio Girls“, composta em homenagem a uma amiga que sofreu um câncer e que exalta tudo que ela ensinou a Gaga em uma melodia e levada tipicamente indies, que elevam o ânimo e que caberia facilmente na versão standard do disco; um novo flerte com levadas de jazz em “Just Another Day“, dessa vez muito mais acertados ainda que não tornem a música um grande destaque; e uma releitura de “Angel Down“, chamada de “Work Tape“, que dá a entender que foi gravada em take único, acompanhada de piano e violão, revelando a potência e profundidade da música em uma interpretação notável de Gaga.

Joanne está longe de ser um disco ruim. Tem suas falhas, algumas faixas pouco coesas com o caminho proposto, mas conta uma história e apresenta um passo ousado e importante para quem Lady Gaga será a partir de agora.

Ele não apresenta a Gaga que estamos acostumados, e que vale a curiosidade de conhecer. É como se chegassemos em seu camarim, depois de um show eletrizante, sentássemos ao seu lado e a observassemos tirar os figurinos e sentar ao piano para tocar um pouco de suas músicas favoritas na infância.  [Jonathan Mendonça]

**** (Ótimo)