4 restaurantes em SP que acertaram a mão no menu e no décor

bullg.jpegReportagem Visual: Carol Haddad I Texto: Gabriela de Sanctis
Estes quatro restaurantes acertaram a mão no menu e também no décor. Conheça os projetos e os chefs à frente de cada um

Bullguer: fast casual
Ambiente despojado, ingredientes de qualidade e preço acessível: essa é a base do Bullguer. À frente da cozinha está o chef Thiago Koch, um dos três sócios do restaurante, que abriu as portas em 2015. “Quando começamos a planejar nosso negócio, fizemos o caminho inverso: primeiro pensamos o ambiente e depois a comida”, revela. Apenas oito meses depois de inaugurarem a primeira casa, chamaram os profissionais do SuperLimão Studio para projetar esta filial. “A ideia era criar uma identidade moderna com pegada industrial, mas, ao mesmo tempo, deixar o espaço aconchegante”, explica o arquiteto Thiago Rodrigues. 

Renato Navarro
lanche do bullguer

Mani: uma mistura bem bolada
Nascido em Girona, na Espanha, Daniel Redondo já era sous chef do estrelado El Celler de Can Roca – um dos melhores restaurantes do mundo – com apenas 26 anos. Lá, conheceu a gaúcha Helena Rizzo e com ela veio para o Brasil inaugurar o Maní, em 2006. “Queríamos combinar ingredientes brasileiros com as técnicas que aprendemos na Europa”, diz. O cardápio, cheio de originalidade, se reflete na decoração: galhos de jabuticabeira revestem o teto e pedriscos cobrem o piso. “O clima é pessoal, com ares de casa de avó”, conta a designer de interiores Mariana Kraemer, que assina o projeto com a arquiteta Juliana Overmeer. 

Renato Navarro
Cantinho do Maní: superiluminado, as pinceladas azuis em degradê fazem alusão ao céu

Tanit: sabor mediterrâneo
Filho e neto de cozinheiros, o catalão Oscar Bosch carrega no sangue a paixão pela gastronomia. “Cresci entre as panelas do restaurante do meu pai, onde aprendi muito sobre culinária”, conta. Depois de seis anos morando em São Paulo, Oscar e a mulher, a confeiteira Anna Beatriz Dias Bosch, decidiram que era hora de abrir seu próprio negócio. “Escolhemos materiais e cores típicos da arquitetura mediterrânea”, explica Guile Amadeu, do Coletivo de Arquitetos. O objetivo dos donos era criar um ambiente que, aliado a uma comida de forte tendência espanhola, transportasse os clientes para as ramblas de Barcelona.

Renato Navarro
A madeira que reviste a maior parte do restaurante é de demolição

Saj: tradições reinventadas
Aberto desde 2008, o Saj, comandado por Patrícia Abbud, serve comida libanesa com um toque saudável. “Procuro incluir ingredientes orgânicos e mais leves nos pratos”, conta. Descendente de sírios e libaneses, a chef pertence à terceira geração de cozinheiros da família, que é dona de restaurantes desde a década de 1940. Apesar do cardápio típico, a proposta do lugar é romper com a decoração árabe tradicional, criando uma atmosfera convidativa para todos os grupos. “Essa culinária é muito ligada às reuniões familiares. Aqui, nossos ambientes são descontraídos, sem frescuras”, completa.

Renato Navarro
Tijolinhos e ladrilhos hidráulicos se destacam na decoração do Saj

Games I Xbox One é mais vendido que PS4 nos EUA pelo terceiro mês seguido

230dc52a-8f0e-40bf-bbd1-c51fdb8371e3-2Xbox One foi, pelo terceiro mês seguido, o console da atual geração mais vendidos nos EUA. A informação foi distribuída pela Microsoft com base em números da empresa de pesquisas de mercado NPD Group. A pesquisa e os números serão divulgados publicamente nesta semana.
Entre os fatores que contribuem para o resultado – que quebra uma hegemonia de meses do PlayStation 4, desde o fim do ano passado – está o lançamento do Xbox One S, versão mais mais fina e mais potente do console, que chegou aos EUA em 4 de agosto por US$ 300. A Sony também colocou no mercado o PS4 Slim por US$ 300, em setembro, mas, como lançará o mais potente PS4 Pro em novembro, as vendas da versão mais esguia podem ter sido prejudicadas.

Música I Paul McCartney recebe Rihanna no palco de seu segundo show no festival Desert Trip

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Paul McCartney e Rihanna no festival Desert Trip (Foto: Getty Images)

festival Desert Trip – ou “Oldchella”, para os íntimos – levou uma multidão de fashionistas para a cidade de Indio, na Califórnia, em seu segundo final de semana. Como se não bastassem os shows históricos de Neil Young e Paul McCartney, na noite de sábado (15.10) a plateia foi presenteada com a aparição surpresa de Rihanna  que, vestindo conjunto de alfaiataria recém-saído da passarela de Jacquemus na semana de moda de Paris, subiu ao palco do ex-Beatle para cantar o hit FourFiveSeconds. Quem viu, viu!

Também no festival line-up do festival estão Bob Dylan, Rolling Stones, Roger Waters e The Who.
Aperte o play e confira o dueto de Rihanna e Sir Paul McCartney:

RGirls/Trilhas I Beyoncé continua show mesmo com orelha sangrando após incidente com brinco

Beyoncé Knowles-Carter não deixou que uma orelha sangrando interrompesse seu show para o “Tidal X 1015” no Barclays Center na noite de sábado. A diva de 35 anos continuou poderosa durante a performance no evento de caridade de seu marido Jay Z, apesar de seu brinco ter rasgado sua orelha.
A lesão ficou tão ruim que estava pingando sangue no pescoço da cantora, o que deixou os espectadores que estavam assistindo ao livestream horrorizados.Alguns fãs especularam que o longo rabo de cavalo trançado da rainha Bey teria sido a razão para o incidente. “@Beyonce É uma verdadeira artista, porque tenho certeza que a trança ficou presa em seus brincos. E ela estava com sua orelha sangrando #TIDALX1015”, uma usuária do Twitter chamada Christina escreveu.
Outros apoiadores de mídia social tiveram reações mais extremas, como “ela precisa de uma ambulância” e “alguém tem de fazer alguma coisa!”. Horas antes, Beyoncé estava usando brincos Bejeweled quádruplos no tapete preto.Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé se apresenta no Tidal X 2016 (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)Beyoncé no tapete vermelho do Tidal X (Foto: Reprodução)

Cinema I Quinze anos depois, filme “Lavoura Arcaica” ainda é corpo estranho

 

RESUMO Lançado em 2001, o aclamado longa de Luiz Fernando Carvalho afastava-se do realismo social então predominante no cinema brasileiro para sondar, em chave barroca, mitos fundadores e pilares da civilização, como autoridade, ordem e transgressão. Os autores traçam os contornos desse óvni audiovisual.

“O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento […] Pois só a justa medida do tempo dá a justa natureza das coisas.” Era o que diziam ao filho os sermões do pai.

Quando “Lavoura Arcaica”, filme de Luiz Fernando Carvalho a partir da obra homônima de Raduan Nassar, estreou no país, há 15 anos, dizia-se que o tempo era seu tema e sua matéria.

“Lavoura” nascia em 2001 como um corpo estranho face ao cenário do cinema brasileiro de início do século, naquele momento marcado pelas estéticas do realismo e pelo enfrentamento direto das questões sociais e urbanas nacionais em filmes como “O Invasor” (2001), “Cidade de Deus” (2002), “Carandiru” (2003), “Ônibus 174” (2002) e “Notícias de uma Guerra Particular” (1999) –que deram o tom do debate acerca do cinema do país na imprensa e na academia.

Distante, porém, de uma “verdade pedestre” (na expressão de Eduardo Coutinho, que também marcara a época com o seu “Edifício Master”, de 2002), o primeiro longa-metragem de Carvalho, já com vasta experiência na televisão, nascia com status de obra-prima e rara, angariando dezenas de prêmios ao redor do mundo. Mais do que obra primeira de um diretor já maduro, “Lavoura”, em seu diálogo íntimo com a literatura, nascia como ópera, afastando-se da feição mais apolínea que, ressalvada a festa dos sentidos, prevalecia na fatura do romance.

Entre a ordem e a desordem, a lei e os afetos, a palavra e a imagem, Carvalho compôs um estilo que reconhecia a diferença das matérias, transformando o tempo, a luz e a música em personagens e se inclinando na direção de uma dicção barroca.

Aqui, a desmesura e o excesso do protagonista André, cujo mundo interior é colocado em primeiro plano, dão o tom místico, mítico e delirante, fazendo do barroco a própria geometria do destino de seus personagens. André, ser pré-cultural, cuja húbris e cujo desejo desafiam o tabu estruturador da cultura –o tabu do incesto–, retorna, como uma espécie de musgo, ao húmus e ao útero da terra depois da tragédia.

No romance, tudo se conduz pelo relato de André, o narrador que institui a sua própria história. No filme, a sua fala em primeira pessoa se incorpora como voz over, locução que afirma seu tempo e lugar em relação ao presente de cada cena visível. Há o tempo e a postura da voz do André narrador, num futuro indefinido, e há o tempo agitado do jovem André em cena a compor e a observar, sempre de maneira convulsionada, o movimento da tragédia familiar. Em contraponto, manifesta-se a polaridade maior: os sermões do pai, figura da ordem, e os gestos da mãe, imagem do afeto.

No filme, a separação entre o jovem convulso e o narrador futuro ganha corpo em dois timbres distintos: em cena, no registro dramático, vale a dicção exaltada do ator Selton Mello; na recapitulação, a dicção mais lírica e melancólica que reconhecemos ser de Luiz Fernando Carvalho.

Essa cisão torna incisiva a feição trágica de André, quando desaba o mundo do “profeta de si mesmo” e ele abandona a casa, agonizante e ressentido. Após o seu retorno, o contraste entre a eloquência inerte de André e o silêncio explosivo de Ana, encarnada com visceralidade pela atriz Simone Spoladore, atinge seu ápice na coreografia transgressiva e muda da irmã, motor efetivo da tragédia.

APOLO X DIONÍSIO

Na esteira da tensão entre a ordem e a desordem, entre os ramos apolíneo e dionisíaco da família –estando o ramo dionisíaco, os “frutos podres”, sempre à esquerda do pai–, a batalha entre afirmação da vida e pulsão de morte articula o desfecho de “Lavoura Arcaica”. Estamos diante do sacrifício de Ana, figura da doçura e da transgressão; do atavismo de André, ser sem projeto, descomedido e regressivo; da dissolução da família e do colapso incontornável da ordem paterna, antes seara da lei, da obediência e da justa medida das coisas.

Nessa ópera barroca, ou “opera mundi”, encenação de nosso inconsciente arcaico e patriarcal marcado pelo protagonismo da terra –nossas lavouras concretas e simbólicas–, estamos também diante da temática do desengano. Mas não se trata aqui do desengano como desencanto ou desilusão, nem de sua acepção cristã como desesperança na salvação.

Antes, em “Lavoura”, trata-se de uma metáfora da completa dissolução do mundo, onde não há nem mesmo espaço para o luto. Pois se a maior dor é a dor do tempo, irrecuperável e finito, André, ao final, assume a posição de um narrador como que morto, enterrado debaixo das folhas e sob as árvores, como uma planta, no regozijo de um prazer telúrico. Seus olhos, longe de serem “janelas da alma”, são “caroços repulsivos”, no dizer de Raduan, ou a “porta do abismo”.

Depois de “Lavoura”, Luiz Fernando Carvalho deu continuidade a seu diálogo intenso e profícuo com a literatura brasileira, agora na televisão, fazendo releituras, traduzindo, recriando e traindo obras de dimensões míticas, tais quais “O romance d’A Pedra do Reino”, de Ariano Suassuna (veiculada como “A Pedra do Reino”, em 2007), “Dom Casmurro”, de Machado de Assis (exibida como “Capitu”, em 2008), e em breve “Dois Irmãos”, de Milton Hatoum (prevista para o próximo ano).

Os quatro romances, segundo o crítico Benedito Nunes, são obras-primas narradas na primeira pessoa do singular, cuja função modelar e ordenadora emprestada do repertório bíblico e popular as vincularia ao terreno do mito.

Do popular ao erudito, da artesania à tecnologia, Luiz Fernando Carvalho tem transitado entre gêneros e tempos, misturando cinema, literatura, televisão, fábulas populares, poesia, circo, teatro, ópera e novelas de cavalaria. Nessa obra, em que não há fronteiras demarcatórias nem territórios inexplorados, as questões da origem, da família e de nossas tradições literárias e narrativas, arcaicas e modernas, têm sido permanentemente reelaboradas.

Em “Lavoura”, a terra, como a mãe, é o grande símbolo mítico, na contramão do naturalismo-realista que pautou com tanta ênfase o cinema brasileiro do início dos anos 2000. “Lavoura” é em si mesmo um ritual, um oratório, uma liturgia. Passados 15 anos de sua estreia, o filme continua sendo um caso singular na história de nossa cinematografia, pós retomada da produção (interrompida durante o governo Collor), dialogando com marcos modernos como “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha, e “São Bernardo” (1972), de Leon Hirszman.

Tal como em “Lavoura”, essas obras, de distintas formas, apresentam narradores agonizantes diante de um mundo e de uma ordem vigente na iminência do colapso e da ruína. Ao contrário do cinema brasileiro recente –como se vê em “Casa Grande” (2014), de Fellipe Barbosa, “O Som ao Redor” (2012), de Kleber Mendonça Filho, ou “Que Horas Ela Volta?” (2014), de Anna Muylaert–, no filme de Carvalho estamos em outra chave que não o padrão colonial da estrutura patriarcal brasileira, ancorada na clivagem entre as casas grandes e as senzalas.

Em “Lavoura”, nosso problema é arcaico, da ordem do mito e das formações familiares afeitas a migrações mais recentes. Trata-se assim de uma encenação lúgubre e agonística da própria ideia de cultura, com sua contraparte de destruição, implicada no embate entre tradição e transgressão.

No último torneio, André joga com a palavra do pai, como se o movimento do réquiem familiar implicasse esse auscultar de novo a ordem do tempo que cabe ao ator Raul Cortez, pela última vez, enunciar sobre a tela escura: “O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor. Embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento […] Pois só a justa medida do tempo dá a justa natureza das coisas”.

No estratagema do filme, tal repetição crepuscular, embora traga a aura de um saber contemplativo, universal e pleno de certezas, é barroca em sua natureza. Exibe a ambivalência sentenciosa do pai que, ao opor a regularidade natural das coisas ao desequilíbrio trágico, deixa entrever, no terno conselho da experiência, a palavra empenhada do poder e da ordem –que sucumbiram, junto com o pai, diante da desordem da vida.
ILANA FELDMAN, 37, doutora em cinema pela USP, é pesquisadora e crítica.
ISMAIL XAVIER, 69, teórico, pesquisador de cinema e professor da USP, é autor de “O Olhar e a Cena” (Cosac Naify).

Coworking conquista adeptos por aumentar chance de parcerias

16288182O publicitario Bruno Moretti, 34, que abriu escritório compartilhado
Decidir montar escritório e, no dia seguinte, já ter móveis, equipamentos e até colegas. Essa é uma das razões que levam profissionais a alugar uma cadeira num coworking, escritório compartilhado cada vez mais comum.
Dos 378 espaços desse tipo no país, 140 foram abertos nos últimos 12 meses, segundo pesquisa do portal Coworking Brasil. “Há um crescimento intenso de oferta desses locais”, diz Fernando Aguirre, fundador do portal.
Além da comodidade e do custo mais baixo que o de um escritório próprio, outro fator impulsiona o crescimento da modalidade: o networking.

“Tenho dificuldade de entender por que alguém ainda prefere se isolar num escritório”, diz Sérgio Serapião, 42. O empreendedor social fechou a sede de sua empresa há quatro anos para trabalhar em um coworking com o sócio. Hoje, aluga quatro estações de trabalho e criou uma rede de parceiros para execução dos projetos.

Serapião conquistou clientes e fez parcerias com pessoas que conheceu no ambiente de trabalho. “Ocorrem encontros ótimos, que podem se tornar um negócio, um cliente ou uma amizade.”

Ou até um sócio, como ocorreu com o publicitário Bruno Moretti, 34. Depois de oito meses em um coworking, decidiu abrir uma agência de gerenciamento de marcas com o gestor de projetos que trabalhava na mesa ao lado. Os primeiros clientes também estavam no escritório compartilhado, onde a nova agência funcionou por mais um ano e três meses.

“Descobrimos como é trabalhar de forma colaborativa”, diz Moretti. Hoje, a empresa está num escritório próprio, mas os sócios ainda frequentam dois serviços de coworking para palestras e eventos. Assim, mantêm a rede de relacionamentos.

A locação de uma estação de trabalho custa R$ 800 por mês, em média. O serviço de endereço comercial e atendimento telefônico têm preço médio de R$ 200, e a locação de sala de reuniões gira em torno de R$ 50 por hora.

A GoWork, que tem oito estações de coworking na cidade de São Paulo, cobra cerca de R$ 11 mil por ano por uma mesa de trabalho.

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A empresa fez um levantamento de custos em escritório particular na capital paulista e chegou ao valor médio de R$ 17,4 mil anuais por cadeira, levando em conta gastos com manutenção.

“Estar em um coworking possibilita conexões que seriam mais difíceis de criar de outras formas, permite troca de ideias, relações afetivas e, no final das contas, negócios”, avalia Gilberto Safarti, professor da Escola de Administração de Empresas de Fundação Getulio Vargas.

EM CASA
Já quem não faz questão de criar conexões, quer reduzir gastos ao mínimo ou trabalha com informações sigilosas, pode fazer home office e alugar serviços específicos de endereço comercial e salas de reuniões em coworkings quando necessário.
Foi a opção da consultora financeira Natália Amaral, 30, que decidiu conter gastos após um ano em um escritório compartilhado. Agora, trabalha em casa e vai ao local apenas para reuniões. “Consegui clientes e até meu contador lá”, conta.
“Trabalho em casa para me reorganizar”, afirma.
Mesmo quem precisa de privacidade pode estar em coworking, nas salas fechadas, diz Jorge Pacheco, fundador da Plug. A locação de ambientes privativos é tendência nesse mercado: hoje há 840 salas privadas no Brasil, contra 122 em 2015.

JULLIANE SILVEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Sem sutiã, Nicki Minaj deixa quase tudo à mostra antes de show com Beyoncé

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Nicki Minaj e seu look ousado (Foto: Reprodução / Instagram)
Sempre causando com seus looks sensuais, Nicki Minaj abusou da ousadia ao escolher o modelito para o Tidal X, evento beneficente que acontece na noite deste sábado (15), no Barclay’s Center, em Nova York. A rapper chegou ao local usando um macacão coladíssimo de renda, que mostrava a calcinha e deixava quase nada para a imaginação. No lugar do sutiã, duas cruzes de renda tentavam disfarçar os seios da cantora.

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O Tidal X foi criado por Jay-Z, marido de Beyoncé, com o objetivo de arrecadar fundos para a fundação Robin Hood, de combate à pobreza. Além de Nicki e Beyoncé, Alicia Keyes, Lauryn HillLil Wayne, entre muitos outros, participam do show, que é transmitido pela internet.

Lindsay Lohan posta foto sem sutiã

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Lindsay Lohan (Foto: Instagram/Reprodução)

Sábado quente para Lindsay Lohan: a atriz acaba de “presentear” seu mais de 5 milhões de seguidores no Instagram com uma foto onde surge fazendo topless, cobrindo os seios apenas com os cotovelos. “#lohan #hongkong”, escreveu a bela na legenda do clique sem sutiã. Sexy!

News I Olivia Wilde mostra foto da filha recém-nascida, Daisy Josephine

daisy-bebeDaisy Josephine nasceu na terça-feira (11) (Foto: Reprodução / Instagram)
Ela chegou! Olivia Wilde postou na tarde deste sábado (15), a primeira foto de Daisy Josephine, anunciando o nascimento da menininha, que aconteceu na terça-feira (11). A atriz, que é casada com o ator Jason Sudeikis, com quem tem Otis, de 2 anos, ressaltou que a filhota nasceu no Dia Internacional das Meninas.
A data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) marca os progressos realizados na promoção dos direitos das meninas e mulheres adolescentes e reconhece a necessidade de se ampliar as estratégias para eliminar as desigualdades de gênero em todo o mundo. Bem-vinda, Daisy!