Meghan Markle compartilha foto inédita de Archie no aniversário do príncipe Harry

Duque de Sussex completa 35 anos neste domingo

Harry, Meghan Markle e o filho Archie. Foto: Instagram/sussexroyal

O príncipe Harry completa 35 anos de idade neste domingo, 15. E, para comemorar a ocasião, Meghan Markle decidiu postar uma série de fotos do marido, desde a infância até os dias atuais.

As imagens foram publicadas no perfil oficial da duquesa e do duque de Sussex neste domingo. Harry é filho do príncipe Charles e da princesa Diana, que morreu em um trágico acidente em 1997.

A fotografia que mais chamou atenção neste domingo foi uma imagem inédita em que aparecem Harry, Meghan e o pequeno Archie, primeiro filho do casal que nasceu em maio deste ano.

No perfil oficial dos duques de Sussex, há uma coletânea de homenagens a Harry. “Seu serviço às causas de que tanto cuida me inspira todos os dias. Você é o melhor marido e o pai mais incrível para nosso filho. Nós te amamos. Feliz aniversário!”, declarou Meghan na publicação. 

Ainda no Instagram, o perfil oficial da família real britânica também homenageou o príncipe Harry.

Na foto, ele aparece em um momento descontraído com o irmão William. “Desejando um feliz aniversário para o duque de Sussex hoje”, diz a singela legenda da imagem no perfil do Palácio de Kensington.

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A semana de moda de Londres já tem seu ícone fashionista, e ele é Billy Porter

Vai ser difícil superar a maratona de looks do ator/cantor/ativista, que tomou gosto pela vida de #influencer – com muito glamour, é claro.

Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: WireImage)

Se a semana de moda de alta-costura de Paris tem em Celine Dion sua maior musa/ícone fashionista, a semana de moda de Londres também pode se gabar com o seu #influencer que não pula uma fila A: Billy Porter, estrela de Pose e ativista incansável pelos direitos LGBTQ+, fez seis trocas de roupa em 24 horas durante a maratona de desfiles. 

A sequência de looks, claro, continua a todo vapor: seja de vestido e quimono Halpern no desfile da label britânica, de camisa de seda e lenço amarrado na cabeça na Victoria Beckham, de voilette Stephen Jones ou de capa roxa combinada com luvas e chapéu cor-de-rosa, Billy Porter não perde nenhuma chance de brilhar muito na fila A – sempre muito glamuroso e desafiando qualquer convenção de gênero. E nós estamos amando.

Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Getty Images)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Getty Images)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Mike Marsland/WireImage)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Getty Images)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Mike Marsland/WireImage)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: WireImage)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Getty Images)
Billy Porter na semana de moda de Londres (Foto: Getty Images)

Bilheteria EUA: It: Capítulo Dois, As Golpistas, Invasão ao Serviço Secreto, Bons Meninos, O Rei Leão

It: Capítulo Dois permanece no topo da bilheteria e As Golpistas estreia em segundo lugar

It: Capítulo Dois

It: Capítulo Dois, sequência do filme de terror de 2017, permaneceu no topo da bilheteria dos EUA, arrecadando mais US$ 40,7 milhões esta semana e acumulando US$ 153,8 milhões em duas semanas. 

A estreia de As Golpistas, comédia dramática com Jennifer Lopez, teve um fim de semana de estreia surpreendente, arrecadando US$ 33,2 milhões, marcando a melhor estreia de Lopez na bilheteria em um live-action. 

As duas produções passaram longe do restante do Top 10 americano, com cada um dos filmes seguintes arrecadando menos de US$ 5 milhões. Invasão ao Serviço Secreto desceu de segundo ao terceiro lugar, com US$ 4,4 milhões, seguido por Bons Meninos (US$ 4,2 milhões) e O Rei Leão (US$ 3,5 milhões)

Sutiãs com pouco (ou nenhum) bojo estão ganhando cada vez mais adeptas

O modelo é a escolha entre as mulheres que acreditam que ser sexy é se sentir bem como próprio corpo. Aqui, entenda o novo momento da lingerie e veja opções para aderir
PAULA MELLO (@PAULAMELLO_)

Rita Carreira usa sutiã Hope (R$ 98) e joias Cartier (Foto: Karla Brights)

Se foi nos anos 60 que os sutiãs cônicos e pontudos ficaram para trás dando lugar aos mais arredondados, o fim da década de 2010 promete ser outro momento-chave de transformação no universo da lingerie. É que os modelos bem estruturados, que “ levantam” os seios, têm dividido espaço com opções mais confortáveis, com pouco (ou nenhum) bojo e que abraçam as formas naturais da mulher.

“O que é chamado de ‘seio ideal’ é um seio inventado”, já ref letia a americana Natalie Angier no livro Woman: An Intimate Geography, publicado em 1999. “O peito real, que varia em tamanho e forma, vem sendo comprimido a um molde específ ico com uma conformidade impressionante”, escreveu ela em referência aos sutiãs push-up que marcaram a época.

Rita Carreira usa sutiã Hope (R$ 98) e joias Cartier (Foto: Karla Brights)

A ascensão das novas peças, feitas de seda, algodão ou renda, é um reflexo da celebração da diversidade e do body positivity que finalmente vem tomando a moda. Se, até pouco tempo atrás, marcas como a Victoria’s Secret propagavam (de maneira ultrapassada) um único padrão de beleza, hoje ser sexy tem muito mais a ver com a confiança de se sentir bem com o próprio corpo. “Antes elegia a lingerie pensando em ‘agradar’ ao outro. Agora, é o conforto o primordial. Queremos ter liberdade de optar por aquilo que fica melhor para nós”, diz a modelo Rita Carreira, fotografada para estas páginas.

Rita Carreira usa sutiã Valisere (R$ 90) e joias Cartier (Foto: Karla Brights)

As marcas brasileiras já vêm percebendo essa mudança no consumo. Não que itens com aro e enchimento tenham sumido de cena – o importante é que a peça a ser usada seja uma escolha pessoal da mulher. “Desde o ano passado, a procura por sutiãs sem bojo tem sido muito grande, com representatividade de venda”, conta Marcella Sant’Anna, diretora de estilo da Valisere. “As mulheres estão buscando mais naturalidade, já que este tipo de lingerie se ‘molda’ ao formato do seio de cada uma. Além disso, tais versões são mais jovens e modernas.”

Rita Carreira usa sutiã Triumph (R$ 99) e joias Cartier (Foto: Karla Brights)

Rita faz coro: “Usei peças com bastante enchimento durante muito tempo – meus seios são pequenos e eu morria de vontade de colocar silicone para que eles ficassem redondos e levantados. Depois que conheci melhor o meu corpo, percebi que gosto deles do jeito que são”.

Styling: Juliana Beukers Ruiz
Beleza: Vale Saig
Assistente de fotografia: Felipe Damasco
Assistente de beleza: Cleiton dos Santos
Modelo: Rita Carreira (Ford)

Como é o trabalho do embaixador da Dinamarca Casper Klynge apontado para o Vale do Silício

Casper Klynge cuida, há dois anos, dos interesses da Dinamarca junto às gigantes de tecnologia – e sua missão não é fácil
Por Adam Satariano – The New York Times

Para Casper Klynge, embaixador da Dinamarca no Vale do Silício, atuar na região é mais difícil que no Kosovo

Casper Klynge, diplomata de carreira da Dinamarca, já trabalhou em alguns dos lugares mais turbulentos do mundo. Certa vez, ele passou 18 meses envolvido em esforços de reconstrução no Afeganistão. Durante dois anos, liderou uma missão de gerenciamento de crises no Kosovo. No entanto, Klynge, 46 anos, diz que seu cargo mais difícil no exterior é o que ele tem agora: o de primeiro embaixador estrangeiro do mundo no setor de tecnologia.

Em 2017, a Dinamarca se tornou o primeiro país a criar formalmente um cargo diplomático para representar seus interesses perante empresas como Facebook e Google. Depois que a Dinamarca determinou que os gigantes da tecnologia agora têm tanto poder quanto muitos governos – se não mais – Klynge foi enviado ao Vale do Silício.

“Qual é o maior impacto cotidiano na sociedade? Um país no sul da Europa, ou no sudeste da Ásia ou na América Latina, ou as grandes plataformas tecnológicas?”, disse Klynge. “Nossos valores, instituições, democracia, direitos humanos, na minha opinião, estão sendo desafiados agora por causa do surgimento de novas tecnologias e as empresas se tornaram, na prática, atores da política externa.” 

Depois de dois anos no cargo, Klynge não tem ilusões sobre qual lugar as preocupações da Dinamarca ocupam na mente do Vale do Silício. A população da Dinamarca, de 5,8 milhões de pessoas, é menor que a da área metropolitana de São Francisco. Menos de 1% dos usuários globais do Facebook estão no país escandinavo.

As empresas do Vale do Silício e seus líderes deram a Klynge uma recepção diferente. Ele nunca se encontrou com Mark Zuckerberg, do Facebook, ou Sundar Pichai, do Google, ou Tim Cook, da Apple. As autoridades dinamarquesas disseram que era como lidar com uma superpotência mundial opaca. Elas estão preocupadas com desafios que afligem o Ocidente, como a disseminação de conteúdo falso, problemas sobre privacidade e serviços famintos por dados, além dos baixos impostos que as empresas pagam fora dos EUA. 

Tentativa de diálogo 

Mas os obstáculos que Klynge enfrentou no Vale do Silício foram humilhantes. Ele disse que levou nove meses para se sentar com um executivo de uma das maiores empresas de tecnologia – o dinamarquês se recusou a citar nomes. Ele chegou esperando uma conversa franca sobre questões previamente acordadas, incluindo impostos, segurança e desinformação, mas só lhe foi oferecida uma visita à sede da empresa.

Mas algumas empresas de tecnologia dizem que já entendem melhor o trabalho de Klynge. Brad Smith, presidente da Microsoft, disse que conversava regularmente com o dinamarquês. Para Smith, a nomeação deu à Dinamarca uma “influência especial”. Já Peter Münster, porta-voz do Facebook, disse que “demorou até entendermos a abrangência e as intenções no papel de Klynge”. Google e Apple se recusaram a comentar, enquanto a Amazon não respondeu ao NYT.

Vanguarda

A Dinamarca enfrentou algumas críticas por colocar as empresas no mesmo nível dos governos soberanos, mas outros países também estão dedicando recursos diplomáticos à indústria de tecnologia. A França criou um embaixador para assuntos digitais, por exemplo, enquanto Austrália, Grã-Bretanha e Alemanha abriram postos para facilitar o comércio e o investimento. Mas Klynge ainda é o único embaixador direto no Vale do Silício. 

Hoje, ele tem um escritório em Palo Alto, não muito longe da sede das gigantes de tecnologia. Sua equipe tem cerca de 11 pessoas, sendo sete na região, três na Dinamarca e uma na China – país cuja importância na indústria de tecnologia cresce a olhos vistos. Klynge disse estar surpreso por ver empresas chinesas estarem mais abertas a discutir questões políticas do que as dos EUA. “A diplomacia é, por natureza, um negócio de longo prazo no qual você não vê, necessariamente, as metas sendo cumpridas de um dia para o outro”, disse ele. / TRADUÇÃO DE CLAUDIA BOZZO

Entenda por que as redes sociais estão escondendo as ‘curtidas’ dos usuários

Facebook, Twitter, YouTube e Instagram fazem testes e deixam de exibir outros dados, como total de inscritos em canais e perfis; mudança pode ser sinal de esgotamento de modelo atual e tentativa de deixar internet mais íntima
Por Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Para os especialistas ouvidos pelo ‘Estado’, uma nova internet vai surgir após o fim da contagem de ‘likes’, mais focada em pequenos nichos

Parecia um teste inofensivo, mas virou uma tendência que dominou a web: nos últimos meses, Twitter, Instagram, YouTube e Facebook anunciaram ou já implementaram testes para esconder números cruciais de suas plataformas – como o de curtidas em uma foto ou de inscritos em um canal popular (veja abaixo). Por trás do discurso de melhorar a experiência – e a saúde mental – dos usuários, porém, as redes sociais podem estar prestes a se deparar com o esgotamento de um modelo que moldou a internet na última década: o “like” como sinônimo de expressão online e métrica de negócios. 

Em fevereiro, o botão Curtir fez dez anos. De lá para cá, ajudou a popularizar um tipo de interação que funciona como fast- food: rápida, instantaneamente prazerosa, mas também superficial e que, em demasia, pode fazer mal. Mais do que uma forma de manifestação, a curtida virou base para um sistema de métricas para direcionamento de anúncios e incentivou o surgimento de influenciadores digitais. 

O número de curtidas no Facebook passou a empilhar dados sobre hábitos e gostos, além de indicar quais conteúdos e personalidades são populares nas redes socais. Tudo isso se espraiou para outras redes – como o Instagram, comprado pelo Facebook em 2012 – e também em produtos de rivais, como o Twitter e o YouTube, do Google. Procuradas, as quatro plataformas não quiseram participar da reportagem, mas confirmaram os testes ou a intenção de fazê-los em breve. 

Do lado do usuário, nasceu a cultura de produzir conteúdo em busca de likes, em uma espécie de concurso de popularidade. Para quem não consegue criar conteúdos que “viralizam”, surgiram empresas que vendem likes – com a ajuda de “fazendas de robôs”, milhares de dispositivos prontos para curtir algo ou popularizar uma #hashtag nas redes. 

Hoje, basta abrir a carteira para ser popular – mas esse comércio gerou desequilíbrio. “O like funcionou bem até os robôs surgirem”, diz Luis Peres Neto, professor da ESPM. Para as empresas e marcas, ficou difícil determinar o que de fato fazia sucesso e o que era artificial. Para os usuários, a pressão só cresceu. 

Das plataformas citadas acima, a primeira que promove um teste amplo para remover a contagem de curtidas de suas plataformas foi o Instagram – que diz lutar justamente contra a busca desenfreada por aprovação e o custo mental que isso traz aos usuários. Há motivos para a preocupação: em 2017, a agência de saúde pública do Reino Unido considerou o app como a pior rede social para a saúde mental e o bem estar das pessoas. Hoje, usuários de sete países, incluindo o Brasil, já não veem mais quem aprecia suas fotos de comida, selfies e pôr-do-sol. 

“As curtidas ajudam a determinar quais conteúdos são distribuídos pelos algoritmos – quanto mais likes, mais uma publicação aparece”, explica Fabro Steibel, diretor executivo do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS). “Isso gerou um ambiente tóxico, que favorece o extremismo – algo que não é benéfico para as redes sociais e seus clientes, os anunciantes.” 

Como poderá ser a internet ‘pós-like’

Para analistas, o sumiço dos números de likes pode ser um teste para o futuro das redes sociais. “Acho que as empresas querem entender se, sem os likes, poderão reverter a tendência de queda nas postagens e no número de usuários”, diz Leandro Bravo, diretor de relacionamento da agência Celebryts, que lida com influenciadores digitais. 

Na visão de Bravo, é possível que o sumiço dos likes seja até uma medida para camuflar uma possível queda na popularidade. A teoria se aplica principalmente ao Facebook, que registra quedas no engajamento dos usuários. Em abril deste ano, uma pesquisa do Datafolha mostrou que 56% dos brasileiros online tinham uma conta na rede social. Em 2017, eram 61%. 

Esconder o número de curtidas também pode ajudar a mascarar como seu algoritmo – uma receita cheia de temperos secretos – funciona. Sem a referência dos likes, é mais difícil perceber as mudanças da “fórmula mágica”. 

Antes de ter uma resposta definitiva, é possível imaginar que nenhum dos testes seria realizado caso as redes sociais não estivessem de olho em outras métricas de sucesso dos conteúdos.  “O ‘fim dos likes’ é um certificado de que as coisas se tornaram mais complexas do que há uma década”, diz Peres Neto. Entre os dados já usados estão comentários, compartilhamentos, engajamento, número de postagens por usuário e visualizações. “O número de visualizações passa a importar mais que o like”, diz Fábio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo. 

Malini lembra que os Stories, recurso criado pelo Snapchat e copiado pelo Instagram, já dispensa os likes e entrega o número de visualizações para o dono da conta. O Facebook acrescentou Stories em todos os seus serviços, incluindo o WhatsApp. Segundo o professor, essa aura mais intimista impulsiona a quantidade de postagens por parte dos usuários – o que ajuda a garantir a atenção de todos e o funcionamento das redes. 

A internet “pós-like”, dizem especialistas, é mais focada em pequenas comunidades do que numa multidão de conexões. É quase uma antítese da promessa de conectar todo mundo o tempo todo. Agora, será cada um na sua bolha, criada em torno de um interesse específico. “Você não precisa de mil amigos, porque só se importa com 50”, diz Steibel. “A meta das redes é que você interaja cada vez mais com esse pequeno grupo.”

O que cada rede social está fazendo

Facebook

A rede social confirmou testes internos com o fim da contagem de ‘likes’. Ainda não está disponível para os usuários. 

Instagram

Em sete países, não é possível ver os ‘likes’ dos outros nas versões do app para celular. Só é possível ver os números da sua conta. Já na web, os números aparecem. 

Twitter

Desde março, o Twitter testa no app protótipo twttr um recurso que esconder o número de curtidas, retuítes e comentários. Mas a função pode nem ser lançada. 

YouTube

O YouTube deixou de mostrar o números exato de inscritos nos canais. A contagem só mostrará números aproximados: se um canal tem 6.344.700 inscritos, ele exibirá agora 6,34 milhões.

Victoria Beckham lança marca de beleza com itens cruelty-free

Victoria Beckham Beauty foca em wellness e traz produtos cruelty-free para os olhos
VOGUE

Victoria Beckham Beauty: Smoky Eye Brick  (Foto: Divulgação)

A linha de beleza da Victoria Beckham (finalmente!) está entre nós. O anúncio já havia sido feito em fevereiro deste ano e, como prometido, o foco está em produtos com forte pegada wellness e, o melhor, todos os produtos são cruelty-free.

O conceito que guia a marca Victoria Beckham Beauty é “uma beleza em movimento”. Traduzindo: ela foi feita e pensada para mulheres com uma rotina intensa tal qual a própria Victoria. “Sempre fui obcecada pela beleza e quero criar soluções de beleza que abordem meus clientes da cabeça aos pés, por dentro e por fora”, contou Beckham à Vogue americana. “Trata-se de fazer com elas possam ser as melhores versões de si mesmas”, definiu. 

Não à toa, o foco dessa primeira coleção está todo nos olhos e a ideia é que as paletas de sombras compactas Smoky Eye Brick (54 dólares cada) sejam nossas grandes aliadas na hora de criar um olho esfumaçado sem complicações. Cada quarteto de sombra passeia por uma paleta de cores que vai da terracota ao azul royal e são desejo imediato.

A sombra Lid Luster (36 dólares cada) aparece em quatro tons, e é inspirada nos cristais que Victoria gosta de manter perto dela para atrir proteção e cura. Detalhe: cada tom, megapigmentado, foi infundido com um cristal diferente para energizar a aura. Bem cremoso e fácil de aplicar, o lápis Satin Kajal Liner (26 dólares cada) aparece em três tons (preto, bronze e bordeaux). Ambos são à prova d’água. 

Por ter o comprimisso sustentável de ser clean beauty, alguns itens como a máscara de cílios, ainda estão em fase de desenvolvimento. Vale lembrar que a marca integra a rigorosa lista de verificação de não-toxicidade estabelecida no The Credo Clean Standard (sem silicones cíclicos, formaldeído, parabenos ou ftalatos, entre outros ingredientes potencialmente prejudiciais).

Cada produto também vem em uma caixa que pode ser 100% reciclada após o consumo. “Inovação e velocidade: são essas as coisas que estamos buscando”, disse a co-fundadora Sarah Creal.

Todos os itens já estão disponíveis no e-commerce da Victoria Beckham Beauty e a melhor notícia é que eles entregam para o Brasil! Em breve, a linha vai se expandir para perfumes e itens de skincare. Atentas!