A música pop ficou mais triste nos últimos 30 anos, diz pesquisa da Royal Society Open Science

Pesquisadores analisaram 500 mil músicas lançadas entre 1985 e 2015, e descobriram que as canções estão cada vez mais tristes – porém são as alegres que fazem mais sucesso

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As músicas pop ficaram mais femininas e tristes nos últimos anos, mas são as mais animadas que fazem maior sucesso.  Foto: Doug Mills/The New York Times

A música está ficando mais depressiva? De acordo com um novo estudo divulgado pela Royal Society Open Science, sim. A pesquisa indica que, nos últimos 30 anos, as músicas pop ficaram mais tristes – entretanto com ritmos cada vez mais dançantes.

A pesquisa analisou rankings de sucesso e tendências musiciais de mais de 500 mil músicas que ficaram nos topos dos rankings do Reino Unido entre 1985 a 2015, e descobriu que houve “uma clara tendência de diminuição” em canções felizes e alegres, e um aumento nas músicas tristes. A masculinidade das músicas também diminuiu.

Porém, quando se trata dos verdadeiros hits, que ficaram no top 10 das paradas ou fizeram sucesso por muito tempo, os pesquisadores notaram que são as músicas mais animadas e festivas que dominam.

“O público parece preferir músicas mais felizes, mesmo que mais e mais músicas infelizes estejam sendo lançadas a cada ano”, diz o estudo. Além disso, as músicas de maior sucesso são mais cantadas por mulheres.

As fontes utilizadas pelos pesquisadores foram o Top 100 Singles Chart by the Official Charts Company do Reino Unido e os sites MusicBrainz e AcousticBrainz, e usaram como critérios variáveis-base de tipos de ritmos, como tom, acústica, dançabilidade, gênero e também os “humores” e “sensações” que as músicas trazem, como paixão, confiança, diversão, raiva, ansiedade, tensão, entre outros.

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Apple vende menos caixas de som conectadas que concorrentes, diz Strategy Analytics

A empresa vendeu aproximadamente 600 mil HomePods no primeiro trimestre, o que corresponde a 6% do mercado

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A HomePod da Apple pode ser acionada pela voz e executar comandos como tocar música e ajustar o ar condicionado da casa

A Apple, empresa que fabrica o Iphone, vendeu aproximadamente 600 mil caixas de som conectadas, os chamados HomePod, no primeiro trimestre deste ano. Esse número coloca a Apple atrás das concorrentes Amazon, Google e da chinesa Alibaba, que fabricam produtos semelhantes. A informação é uma estimativa feita pela empresa de pesquisa de mercado Strategy Analytics, divulgada nesta quinta-feira, 17. Apple ainda não fez nenhum anúncio sobre o assunto.

No mesmo período, a Amazon vendeu 4 milhões de produtos, o que corresponde a 43,6% do mercado de caixas inteligentes. Já o Google vendeu 2,4 milhões. Nesse cenário, a Apple fica com apenas 6% do mercado no primeiro trimestre. Vale ressaltar que o produto da Apple não esteve disponível durante o trimestre inteiro, porque começou a ser vendido no dia 9 de fevereiro.

Há algumas possíveis explicações para o resultado da Apple. O primeiro é que somente os usuários da Apple podem usufruir completamente das tecnologias do HomePod. Então, os usuários do Android, por exemplo, teriam motivos para não quererem comprar o aparelho. Outra questão pode ser o preço de $349, que é mais alto que o dos concorrentes.

Gravação de assistente virtual do Google fazendo agendamentos é suspeita, diz site

Na semana passada, a empresa anunciou uma ferramenta que permite que o assistente agende consultas médicas e reservas em restaurantes sem que o usuário precise fazer a ligação

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Novo recurso do assistente virtual foi anunciado no evento Google I/O

Apresentado na semana passada, o Google Duplex deixou todo mundo em êxtase na conferência de desenvolvedores Google I/O quando o presidente do Google, Sundar Pichai, mostrou a assistente virtual da empresa agendando uma reserva de restaurante e um corte de cabelo em um salão de beleza. Mas parece que nem todo mundo acreditou na história. Nesta quinta-feira, 17, o site americano Axios levantou uma série de suspeitas que colocam em cheque o novo talento do assistente virtual.

O site argumenta que, geralmente, quando se liga para um restaurante ou um salão de beleza, o atendente indica o nome do estabelecimento e às vezes fala também o seu nome. Mas, no Google Duplex o atendente não faz isso: ele começa a ligação com a frase “Oi, posso ajudar?”. Para embasar a suspeita, o Axios ligou para mais de vinte restaurantes e salões, inclusive para lugares em Mountain View, cidade que é sede do Google. A maioria dos estabelecimentos contatados, diz o site, informaram logo no início da ligação o seu nome comercial.

Outro alvo de desconfiança foi o silêncio atrás da voz do atendente do restaurante e do salão. Segundo a reportagem, na maioria das ligações que eles fizeram, tinham ruídos do ambiente ao fundo da ligação, como sons de secadores de cabelo. Além disso, o site apontou que nem o restaurante nem o salão de beleza pediram o telefone do cliente ou alguma outra informação para contato.

Para checar as suspeitas, o Axios pediu para o Google os nomes do salão de beleza e do restaurante, e também perguntou se houve alguma edição na conversa. Até a tarde desta sexta-feira, 18, o site ainda não tinha tido respostas que solucionassem a questão. [Link]

Sem campanha, Call of Duty: Black Ops 4 chega em 12 de outubro

Novo game da série de tiro da Activision não tera modo histórica; em troca, estúdio Treyarch divulgou modo ‘Battle Royale’, que imita os hits PUBG e Fortnite

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Modo ‘resta-um’ de Call of Duty, inspirado em Fortnite e PUBG, vai se chamar Blackout

Tiro, porrada e bomba, mas sem história: a Activision anunciou ontem que o novo jogo da série de tiro Call of Duty, Black Ops 4, chegará ao mercado em 12 de outubro. Com versões previstas para Xbox One, PS4 e PC, o game não terá, pela primeira vez, um modo campanha, com uma história definida para um único jogador.

Em vez disso, o estúdio Treyarch, responsável pelo game, disse que vai focar em experiências multiplayer. “Esse jogo nos fez repensar a forma como encaramos ‘Call of Duty’. Ele é o game mais profundo e com maior fator ‘replay’ da nossa história”, disse Mark Lamia, presidente executivo da empresa, em transmissão pela internet para anunciar o jogo.

Além dos tradicionais modos de combate em mapas, e o Zombies, a Treyarch também anunciou que Call of Duty vai ganhar um modo “Battle Royale”, inspirado em hits como PlayerUnknown’s Battlegrounds e Fortnite: nele, 100 jogadores entram numa arena online, mas apenas um deles sai vivo no final.

Segundo a companhia, o novo modo vai se chamar Blackout e terá armas, personagens e mapas da série Black Ops, que já teve três outros games nos últimos 10 anos – o último deles, Black Ops III, saiu em 2015. Já o último game da franquia, Call of Duty: WWII, foi inspirado na Segunda Guerra Mundial e saiu no ano passado.

Número romano. Uma peculiaridade do jogo é que, ao menos em seu logotipo, ele é grafado como Black Ops IIII. Ok, são quatro vezes um, mas está errado em algarismos romanos, como estava nos outros títulos da franquia – o correto seria Black Ops IV. A Treyarch deu uma desculpa esfarrapada: os quatro “I”, juntos, formam um escudo, símbolo das batalhas. [Bruno Capelas]

Vestido de noiva de Meghan Markle será by Stella McCartney, diz coluna Page Six, do NY Post

Segundo a coluna Page Six, do NY Post, a atriz surgirá com look bridal da estilista britânica

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Meghan Markle e Stella McCartney (Foto: Getty Images)

Após meses de especulação, o mistério em torno do vestido de noiva de Meghan Markle teria finalmente acabado. É o que afirma a coluna Page Six, do jornal NY Post, que acaba de divulgar que a atriz usará um  look criado por Stella McCartney em seu casamento com príncipe Harry!

Quem fez a revelação foi Caroline Castigliano, uma das estilistas bridal mais tradicionais do Reino Unido, que disse também que Meghan usará uma tiara que pertenceu à Lady Di.

“Stella McCartney é a escolha perfeita para a Meghan. Ela usa tecidos orgânicos e tem um estilo muito semelhante ao dela — elegante, clean, discreto — e, além de tudo, elas são amigas”, declarou sobre a filha de Paul McCartney. “Tenho certeza que será muito diferente do vestido de noiva da Kate Middleton, mas o modelo deverá ter alguns aspectos parecidos — mangas, ombros cobertos e nada de decotes ousados”, completou Caroline.

Em tempo: na tarde desta sexta-feira, Meghan desembarcou no luxuoso Cliveden House Hotel, onde passará a noite pré-casamento com sua mãe, Doria Ragland. Elegante e discreta, a bela optou por vestido azul marinho da grife Roland Mouret, à venda por mais de R$ 6,8 mil. [Glamour]

PayPal faz proposta para comprar startup de pagamentos para varejo físico

A iZette, uma startup europeia com soluções para comerciantes de lojas físicas, está na mira da gigante de pagamentos digitais

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PayPal é uma das principais empresas de pagamento digitais do mundo

O Paypal informou nesta quinta-feira, 18, que planeja desembolsar US$ 2,2 bilhões para comprar a iZette, uma empresa europeia de pagamentos que fornece software para lojas físicas. Se confirmado, o valor será o maior da história do PayPal e o marco da entrada da empresa no varejo tradicional.

A iZette, com sede em Estocolmo, na Suécia, anunciou no começo do mês que pretendia abrir capital na bolsa. Mas segundo o site Financial Times, o PayPal o valor oferecido é o dobro que a startup esperava receber com o IPO.

De outro lado, a aquisição marcaria o fortalecimento do PayPal no varejo físico europeu, hoje dominado pela empresa americana Square. Isso porque, no mês passado, a iZettle lançamento produtos de e-commerce para ajudar pequenas empresas a criar lojas on-line e aceitar pagamentos digitais.

Embora o PayPal seja uma grande empresa do comércio digital, ele tem lutado para se fortalecer no mercado, onde a grande maioria das transações ainda ocorre. Produtos como o PayPal Here, um leitor de cartão de crédito que acompanha um aplicativo de ponto de venda, não caíram nas graças dos varejistas.

A notícia da proposta de compra fez com que as ações do PayPal subissem quase 2% enquanto as ações da Square caíram mais de 3%. O crescimento do valor das ações da Paypal tem sido constantes, com um aumento de 60% no último ano, impulsionado pelo forte crescimento do comércio móvel.