Rita Ora revela clipe de “Let You Love Me”, primeiro single de novo álbum

Phoenix será lançado em 23 de novembro

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Rita Ora em novo single Let You Love Me

Rita Ora lançou hoje, dia 21, o clipe de “Let You Love Me”, primeiro single de seu próximo álbum, Phoenix.

Phoenix será o segundo álbum da cantora, e tem lançamento previsto para 23 de novembro.

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Instagram testa função de compartilhar foto de amigo, diz site The Verge

O recurso ainda está em estágio inicial de testes; em junho deste ano, a rede social disponibilizou o compartilhamento para Stories

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Compartilhamento de fotos no Instagram pode gerar problemas como fake news

Muita gente entra no Instagram hoje só para ver os Stories, a ferramenta de mensagens efêmeras da rede social – por isso o feed acabou ficando em segundo plano. Mas, segundo o site The Verge, uma novidade pode ajudar o feed a conquistar de volta seu espaço na plataforma: o Instagram está testando um recurso para os usuários compartilharem fotos de amigos.

Se de fato o Instagram disponibilizar a função de compartilhamento, a empresa terá que lidar com problemas que o Facebook enfrenta desde as eleições de 2016, como as chamadas fake news e influência em campanhas eleitorais.

O Instagram não comentou o assunto. Por muito tempo a rede social resistiu em adotar essa função, que existe em várias outras redes sociais, para não perder a essência do Instagram.

De acordo com o The Verge, a nova função estaria disponível pelo botão “…” que aparece nas fotos publicadas. A foto compartilhada apareceria no feed com nome e foto do usuário que a compartilhou. É possível, segundo o site, que a ferramenta seja disponibilizada apenas para empresas.

A ferramenta ainda está em estágio inicial de testes e pode ser excluída mesmo antes de ser lançada.

Vale lembrar que em junho deste ano, o Instagram começou a se abrir à possibilidade de compartilhamentos dentro da plataforma: a função já está disponível no Stories.

Conheça a primeira loja do Brasil que incentiva o movimento desperdício zero

Mapeei – Uma Vida Sem Plástico disponibiliza produtos para quem quer ter um estilo de vida mais sustentável
Por Paula Jacob I Fotos: André Stéfano/ Divulgação

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Proprietárias Lívia Humaire e Lori Vargas (Foto: André Stéfano/Divulgação)

Zero waste ou desperdício zero é um conceito que tem ganhado força no país nos últimos tempos. Apesar de ainda em atraso, comparando com países da Europa, por exemplo, a demanda é tamanha, que marcas com o propósito se multiplicaram nas prateleiras de um ano para cá. Analisando este mercado e adepta ao movimento desde 2014, Lívia Humaire abre as portas da sua Mapeei, ao lado da sócia Lori Vargas, primeira loja do Brasil que incentiva o movimento desperdício zero.

Localizada dentro de uma galeria na Rua Augusta, a Mapeei – Uma Vida Sem Plásticooferece aos já adeptos ou aos simpatizantes produtos como composteiras, garrafas reutilizáveis, cosméticos orgânicos sem embalagens, escovas de dentes de bambu, canudos de vidro e inox, kits de talheres para comer na rua, guardanapos de pano, absorventes de tecido e outros produtos sem embalagens plásticas. “Sou geógrafa de formação, então foi natural para mim pesquisar sobre o assunto de desperdício e reciclagem, quando encontrei o livro Zero Waste Home, da francesa Bea Johnson – foi um divisor de águas”, conta ela em entrevista à Casa Vogue.

De primeira, a ideia de Lívia era criar uma loja de cosméticos a granel, mas por conta de leis da ANVISA no país, o projeto ficou inviável. Só após uma viagem à trabalho para o exterior, ela enxergou uma possibilidade. “Estive em Portugal e na Alemanha por outros motivos, mas aproveitei para conhecer estabelecimentos com a mesma proposta. Restaurantes, cafés, tudo o que se propunha a não gerar lixo. Então entendi que precisava montar essa loja, para as pessoas terem praticidade para encontrar os produtos certos, de marcas certificadas”, explica. “É poder entrar na loja com seu potinho sem ser julgada por outras pessoas.”

Achar o lugar para abraçar esse projeto foi outro desafio, mas, por sorte, Lívia encontrou a galeria na Baixa Augusta. Como o espaço era antigo, alguns ajustes foram necessários – mas nem a obra escapa da política zero desperdício, claro. “Meu marido é arquiteto, o que ajudou bastante. Fizemos uma obra bem enxuta, arrumando aquilo que estava bem detonado, reutilizando restos de materiais de obra que estavam guardados na garagem da minha casa”, diz. Alguns itens do mobiliário também foram compostos por peças que ela já tinha, mas não usava mais. As únicas coisas compradas para o espaço foram as prateleiras para dispor os produtos e a mesa para as futuras aulas e workshops que acontecerão por lá – tudo de madeira certificada.

“A decoração minimalista também é reflexo disso. Colocamos vasos com plantas e revitalizamos o piso de granilite original. A ideia era gastar o mínimo possível, comprar o mínimo possível para criar este espaço”, conta. Como tudo aconteceu de uma maneira despretensiosa – ela fez tudo entre maio e setembro -, Lívia teve que correr para fazer a curadoria, que já conta com 50 produtores. Entre as marcas, algumas nacionais, como as de cosméticos veganos e orgânicos, e outras internacionais. A ideia é também introduzir alimentos na cartela de produtos, como grãos e hortaliças orgânicas.

Para quem ainda tem receios de aderir ao desperdício zero, Lívia esclarece: “Escuto muito que ser sustentável é caro ou é modinha, mas não é bem assim. Pode ser mais caro no início, de fato, porque você precisa investir em uma boa garrafa, por exemplo. Mas no fim das contas, quantas garrafinhas de plástico você consome por ano? O quanto isso custa? Quando a pessoa se propõe a dar o primeiro passo, os outros surgem como pequenos insights, se torna natural, faz parte do dia a dia”.

Os dados no Brasil são alarmantes: de acordo com a Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), cerca de 7 milhões de toneladas de lixo deixam de ser coletadas ao ano e tiveram destino impróprio – os habitantes da região Sudeste, por exemplo, produzem cerca de um quilo e 200 gramas de lixo por dia. “A questão do lixo foi construída politicamente, separar o lixo em casa não torna as pessoas mais sustentáveis, porque não adianta separar se os resíduos não estão sendo reciclados. Falta informação real sobre a sustentabilidade”, aponta Livia. O que torna sua iniciativa mais do que necessária.

Mapeei – Uma Vida Sem Plástico
Rua Augusta, 1524, loja 19
Sábado e domingo, das 14h às 19h

Amazon renova linha de dispositivos e lança até micro-ondas conectado

Vendido por US$ 60 a partir do fim do ano, aparelho pode ouvir comando de voz e preparar comida

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Aparelho será vendido nos EUA por US$ 60 e pode se conectar via Bluetooth com caixas de som conectadas

“Alexa, pode preparar a pipoca?”. A partir de ontem, essa frase está perto de se tornar realidade, com o lançamento de um micro-ondas “inteligente” feito pela Amazon. Com preço de US$ 60, ele é capaz de se conectar às caixas de som conectadas da empresa, as Amazon Echo, e receber comandos de voz de qualquer usuário.

Infelizmente, para a tristeza dos preguiçosos de plantão, ele só não é capaz de colocar o pacote de pipoca dentro do eletrodoméstico, sendo ainda necessário andar até o micro-ondas.

O micro-ondas, previsto para chegar ao mercado até o fim do ano, foi um dos muitos anúncios feito pela Amazon em um evento surpresa, realizado ontem em sua sede em Seattle, para renovar sua linha de dispositivos. Outro foi um relógio de parede, que também funciona conectado via Bluetooth às caixas de som e pode registrar horários de alarmes e timers. Ao todo, foram 12 dispositivos.

“Serão aparelhos mais capazes de conversar, e não apenas de realizar pedidos”, prometeu David Limp, vice-presidente de dispositivos e serviços da varejista americana, no evento.

Além de expandir sua linha de caixas de som, com versões do Echo Dot (reduzido, vendido a US$ 50), Echo Plus (versão de luxo, por US$ 150) e Echo Sub (com reforço nas frequências graves, por US$ 120), a empresa também lançou novidades para que o usuário possa adaptar produtos que já têm à casa conectada.

É o caso do Smart Plug – um adaptador de tomada que, quando conectado à rede Wi-Fi, pode conversar com as caixas de som da empresa. Assim, será possível, por exemplo, desligar aquele abajur ou cafeteira velha apenas com a voz. Há ainda o Echo Input, que pode ser ligado às caixas de som que o usuário possui – ele cabe na palma da mão e contém apenas um microfone e uma parte de processamento.

A empresa também está de olho nos carros, com o Echo Auto. Trata-se de um aparelho que se conecta com a assistente virtual Alexa pelo telefone do usuário e pode receber ordens por meio dos altos-falantes do veículo. Com ele, é possível pedir dicas de navegação, da mesma forma que se faz hoje com o Waze, mas sem a necessidade de olhar para a tela a cada instante. O aparelho custará US$ 50 no mercado americano.

Mídia. Outro destaque da apresentação foi o Fire TV Recast, um aparelho capaz de não só centralizar os sistemas de televisão de uma casa, seja via TV aberta ou paga, mas também de gravar para o usuário o que ele desejar em sua memória. Será possível ainda assistir a um programa e gravar outro simultaneamente. O aparelho custará US$ 230 e terá armazenamento de 500 GB – o que dá espaço para várias temporadas de séries.

Com os lançamentos, a Amazon diversifica sua aposta nas caixas de som conectadas, um setor em que tem visto a concorrência chegar – com lançamentos de Google, Apple e Samsung recentes. Nos EUA, no segundo trimestre, o Google liderou as vendas do setor pela primeira vez, com o Google Home Mini.

Google defende compartilhamento de dados do Gmail com terceiros

Empresa não respondeu ao pedido dos legisladores americanos para dizer quantos desenvolvedores terceiros foram flagrados violando as políticas da empresa
Por Agências – Reuters

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Serviço tem 1,4 bilhão de usuários no mundo

O Google forneceu detalhes sobre suas políticas para extensões de terceiros no Gmail, mas se esquivou das perguntas dos senadores dos Estados Unidos sobre desenvolvedores que violaram as regras da empresa para monitoramento dos e-mails.

A forma como os dados de usuários fluem entre grandes plataformas de tecnologia e seus parceiros tem enfrentado escrutínio em todo o mundo este ano, desde que o Facebook revelou que havia feito pouco para monitorar tais relacionamentos.

O Google disse em uma carta aos senadores norte-americanos divulgada nesta quinta-feira, 20, que se baseia em varreduras automatizadas e relatórios de pesquisadores de segurança para monitorar extensões após seu lançamento, mas não respondeu ao pedido dos legisladores para dizer quantos foram flagrados violando as políticas da empresa.

Os senadores podem cobrar maior clareza sobre as operações do Gmail em uma audiência da Comissão de Comércio sobre as práticas de privacidade das empresas de tecnologia marcada para 26 de setembro com funcionários do Google, Apple, AT&T e Twitter.

O Google não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

Os usuários do Gmail devem dar seu consentimento para ativar extensões, que podem ajudar a enviar emails com atraso, obter descontos com varejistas e remover listas de discussão indesejadas. De acordo com as políticas do Google, as empresas de software que criam essas extensões devem informar os usuários sobre como coletam e compartilham dados do Gmail.

O inquérito dos legisladores veio depois que o Wall Street Journal publicou em julho que alguns desenvolvedores não deixaram claro para os usuários que seus funcionários poderiam revisar as mensagens do Gmail e que seus dados poderiam ser compartilhados com terceiros. Especialistas em software disseram à Reuters em março que a auditoria de aplicativos que interagem com o Gmail, o Facebook e outros serviços é negligente.

O Google disse aos senadores que suspendeu extensões em razão da “falta de transparência para os usuários”, sem identificar os infratores ou quando as ações de fiscalização ocorreram.