Escritório do fotógrafo Kiolo tem décor cosmopolita e mix de materiais

Com apenas 30 m², o novo local de trabalho tem espaço para a equipe, sala de reuniões privada, lounge e copa
Por Mariana Conte I fotos Mariana Orsi

Kiolo em seu novo escritório em Salvador, Bahia

Se você acompanha o site da Casa Vogue, provavelmente já viu um clique de Lucas Ferraz em algum dos projetos publicados por lá. Conhecido como Kiolo, o fotógrafo baiano tem se destacado no cenário da fotografia contemporânea. Tendo cada vez mais trabalhos e clientes, precisou transferir seu antigo escritório, que ficava em casa, para um local mais profissional, sem perder a atmosfera aconchegante, onde ele pudesse receber as pessoas com conforto.

O projeto do novo espaço de trabalho, que fica em Salvador, Bahia, – onde Kiolo mora –, tem assinatura do escritório GAM ARQUITETOS. Os profissionais precisaram otimizar os 30 m² e criaram, logo na entrada, um lounge de recepção com copa e mesa de produção da equipe.

Aos fundos, uma sala mais reservada permite que Kiolo trabalhe com privacidade, receba clientes e faça reuniões. Este ambiente foi todo pintado de azul, criando uma espécie de caixa que também serve para disfarçar um armário que funciona como depósito de materiais de limpeza. Na mesma marcenaria, nichos abriram espaço para um bar e objetos decorativos.

Essa área é isolada por meio de portas de correr de vidro com um truque muito interessante: divididos em três partes, os vidros inferiores e superiores são incolores, para ajudar na sensação de continuidade; no meio, uma opção canelada garante a privacidade.

Como a copa fica exposta, os arquitetos também projetaram uma estante de vergalhões e madeira e preencheram o móvel com livros e objetos de coleções do fotógrafo – uma das premissas do projeto era que o estilo de vida ligado à arte e às viagens estivesse presente na decoração cosmopolita do espaço.

Além de peças desenhadas pelo próprio escritório, como a estante da copa e a mesa da sala íntima com estrutura em aço pintado de preto e tampo em mármore Nero Marquina, há peças assinadas como o banco da entrada e cadeiras caramelo do designer Gustavo Bittencourt.

O lavabo é todo revestido de cimento queimado cinza. As louças e metais pretos e a cuba esculpida em granito preto serrado compõem o ambiente com harmonia e estilo.

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Nano influenciadores digitais atraem marcas pensando em ‘pequena escala’

Nova tendência busca pessoas com apenas mil seguidores e que querem anunciar produtos nas redes sociais
Sapna Maheshwari, The New York Times

Alexis Baker é exemplo dentre os nano influenciadores e promove produtos para cerca de 2.700 seguidores no Instagram.  Foto: Alexis Baker

Provavelmente vocês ouviram falar dos influenciadores digitais, aquelas pessoas famosas na internet, que têm mais de um milhão de seguidores nas redes sociais, e ganham muito dinheiro promovendo várias marcas. Também devem ter ouvido falar em microinfluenciadores, que fazem a mesma coisa para um público menor na – no máximo algumas centenas de milhares de pessoas. Agora preparem-se para os nano influenciadores.

É o termo usado pelas companhias para descrever as personalidades que têm apenas mil seguidores e querem anunciar produtos nas redes sociais. O fato de não serem famosas é uma das qualidades que as torna acessíveis. Quando elas recomendam a marca de uma loção ou de móveis no Instagram, o que ela diz soa tão confiável quanto o conselho de um amigo.

As marcas gostam de trabalhar com elas em parte porque são de trato fácil. Em troca de produtos gratuitos ou de uma pequena comissão, os nanos falam o que as companhias pedem que falem. Com cerca de 2.700 seguidores no Instagram, Alexis Baker, 25, tinha uma presença relativamente comum nas redes, com suas fotos com roupas da moda e dos lugares onde passara férias maravilhosas em seu feed. Mas a sua persona online mudou quando em seus posts começou a falar de produtos como o xampu Suave Professional Rose Oil Infusion, a maquiagem Beyond Perfecting, da Clinique, e o Loco Coffee, uma mistura de café gelado e água de coco.

As pessoas que conhecem Alexis se surpreenderam quando hashtags usadas para publicidade de produtos começaram a aparecer na sua conta. Também ficaram impressionadas pelo fato de ela postar mensagens como influenciadora. “Meus amigos pensaram: ‘Espera aí – você não tem milhares de seguidores. Como conseguiu tantos contatos?’ contou. “Eu não sabia o que responder”.

Alexis, gerente de leasing do estado da Virgínia, disse que começou a fazer este “bico” depois de ser descoberta pela Obviously, que se define como “agência de marketing influenciador”. Para Mae Karwowski, diretora executiva da Obviously, os nano influenciadores constituem uma oportunidade de baixo custo e pouco utilizada. “Todo mundo que está no Instagram tem aquele amigo que todo mundo conhece e que recebe muitas curtidas, comentários e tem um bom conteúdo”, ela disse.

As companhias procuram pessoas relativamente desconhecidas nessa espécie de corrida ao ouro da publicidade, através de personalidades populares nas redes. Mas à medida que os influenciadores vão se tornando conhecidos, também passam a cobrar mais.

Em geral, eles acham os produtos que recebem grátis uma compensação justa pelos anúncios que postam. “Se este negócio estourar e virar uma atividade em tempo integral, maravilha”, disse Alexis. “Mas não é uma coisa que eu esteja procurando. Na realidade, adoro fazer isto”.

Krishna Subramanian, fundador da Captiv8, outra empresa influenciadora de marketing, é cético quanto a algumas marcas fazerem marketing dos seus produtos através de pessoas com um número de seguidores pouco expressivo na mídia social. “Será que eles conseguem mesmo mensurar alguma coisa dessa maneira e achar que está sendo um sucesso?”.

Mas Mae Karwowski confia na estratégia. A sua empresa tem 7.500 nanoinfluenciadores em seu banco de dados e planeja dobrar este número até março. “A geração mais jovem cresceu com esta tecnologia, por isso está acostumada a ver pessoas comentando sobre produtos de que elas gostam e recomendá-los; agora há mais disposição para participar disso. Você faz pequenas apostas em vez de dizer: ‘Nós vamos trabalhar com Kim Kardashian’”.

Estilista Gosha Rubchinskiy nega acusações de contato inapropriado com menor

O time do estilista Gosha Rubchinskiy nega as acusações

E veio do Instagram Diet Prada (quem mais?), os mesmos que divulgaram a conversa de teor racista de Stefano Gabbana, a nova polêmica da moda. O estilista Gosha Rubchinskiy, incensado pelo mundo da moda, teria solicitado fotos de um rapaz de 16 anos de maneira inapropriada via mensagens de Whats App e Instagram. O DP publicou prints dessas conversas.

O time de Gosha diz que os prints foram alterados e que a origem da conversa seria um casting – ou seja, as fotos teriam sido solicitadas pro rapaz pra checar a possibilidade dele participar de desfile ou fotos profissionais. O comunicado diz: “Gosha tem feito casting no Instagram por muitos anos. É uma prática normal hoje em dia. Sempre pedimos por fotos de rosto, corpo inteiro e sem camisa. Às vezes fotos de roupa íntima são pedidas com a intenção de entender o volume do quadril. Se a pessoa for escolhida por nós, contatamos oficialmente por e-mail. Se é um adolescente, então começamos a conversar com seus pais.”

Acontece que o rapaz alega que não foi avisado que estava sendo sondado pra um casting. Também diz que se sentiu desconfortável quando Gosha pediu as fotos. 

O time ainda defende que recebe “mensagens estranhas” e “fotos inapropriadas” via mensagem direta e, nesses casos, bloqueia as contas e deleta as fotos. Eles descrevem o caso como uma “provocação planejada” e explicam que o estilista “não tem nada a esconder”. 

Gosha é russo, e a idade de consentimento na Rússia é 16 anos. Porém, ter fotos nuas ou mesmo insinuantes de qualquer um que seja menor de 18 é considerado pornografia infantil. As fotos do Insta de Rubchinskiy foram todas deletadas, mas a conta continua no ar.

Sandra Bullock no Brasil: ‘Me senti uma estrela de rock’

Atriz participou da Comic Con Experience para divulgar o filme ‘Bird Box’, nova produção da Netflix
Por Lucas Almeida

Sandra Bullock em coletiva de imprensa em São Paulo (//Divulgação)

Sandra Bullock comemorou a passagem pelo Brasil neste fim de semana, quando participou da Comic Con Experience (CCXP), em São Paulo. “Me senti como uma estrela de rock por um momento. Não toco nenhum instrumento, mas consegui ter essa sensação”, brincou em coletiva de imprensa nesta segunda-feira. A sensação não foi à toa. Após seu painel no evento, a atriz participou de uma entrevista em um estúdio de vidro posicionado no meio da feira, que ficou rodeado de pessoas tentando vê-la.

A atriz veio ao país para divulgar Bird Box, novo filme da Netflix, que ela estrela ao lado de Trevonte Rhodes. “Nunca fiz um thriller psicológico antes e esse também é uma história de amor . Acho que precisamos mais de tramas assim, porque estamos em um momento de muito medo e esquecemos que estamos no mundo para nos conectarmos com outros seres humanos”, defendeu a atriz.

Público se aglomera para ver Sandra Bullock na CCXP (//Arquivo pessoal)

A trama, baseada no livro Caixa de Pássaros, de John Malerman, conta a história de uma mulher grávida que busca sobreviver após criaturas misteriosas destruírem parte do mundo. Cinco anos depois, ela decide navegar por um rio com duas crianças, fugindo dos seres aterrorizantes. A maior dificuldade vem com o fato das criaturas enlouquecerem qualquer ser humano que os vê, fazendo com que a pessoa tire a própria vida logo em seguida.

“Tive que navegar um barco com duas crianças de cinco anos usando uma venda que me deixava apenas ver as formas das coisas, mas elas eram mais profissionais que eu. Depois das gravações, os dois iam almoçar e brincar e eu ainda estava chorando”, afirmou a atriz.

O longa é dirigido por Susanne Bier, que também é responsável por filmes como Serena (2014) e Em Um Mundo Melhor (2010). Sobre trabalhar com a diretora, Sandra ainda ressaltou: “Não vejo diferença entre um vagina e um pênis, a menos que eles estejam bem na minha frente, é claro”. “Susanne é capaz de mostrar intimidade entre os personagens em qualquer situação. Me senti muito segura com ela, mas já me senti assim com diretores também. Então, não sei se isso tem a ver com masculino ou feminino.”

Chanel tem primeiro modelo negro desfilando suas roupas em 109 anos de marca

Apesar de Pharrell Williams já ter desfilado pela marca, Mason é o primeiro modelo negro profissional convocado pela Chanel
Por Soraia Alves

altonmason
⚱️Chanel Métiers d’Art Show⚱️

Alton Mason entrou para a história como o primeiro modelo masculino negro a desfilar pela Chanel em 109 anos da existência da marca.

Mason participou do Métiers d’Art Show, evento anual da Chanel que homenageia as obras criadas por designers parceiros da marca, e que nesse ano teve uma inspiração baseada na cultura egípcia.

Vale ressaltar que Pharrell Williams já desfilou anteriormente pela Chanel, mas Mason é o primeiro modelo negro profissional chamado pela marca depois de todos estes anos.

O modelo fez um post em seu perfil do Instagram para agradecer ao diretor criativo da Chanel, Karl Lagerfeld, e terminou dizendo: “Nós fizemos história”.

Beyoncé canta em casamento de herdeira de homem mais rico da Índia

Cantora participa de evento junto com personalidades do mundo de Bollywood

A cantora Beyonce. Foto: Instagram/@beyonce

Beyoncé participa de um show inusitado em sua carreira: se apresentar em uma cerimônia de casamento da herdeira de um dos homens mais ricos da Índia.

Isha Ambani, de 27 anos, é filha do bilionário indiano Mukesh Ambani. A união oficial será nesta terça-feira, 11, mas as festividades já começaram no fim de semana. A herdeira se une com Anand Piramal, de 33 anos. São três dias de música, dança e rituais na cidade de Udaipur. 

Além de Beyoncé, foram convidados os principais nomes do mundo de Bolywood, que viajaram em cem voos fretados. Entre as atrações do casamento está o show privado da americana. Não foi divulgado o valor do caché de Beyoncé, mas a cantora publicou, no perfil dela no Instagram, a imagem do vestido que usou para a ocasião, em tom vermelho e com detalhes em ouro.

Alguns vídeos da grande celebração da herdeira indiana estão sendo publicados nas redes sociais, inclusive da apresentação de Beyoncé.

Uber entra com documentação para abertura de capital, diz Wall Street Journal

Segundo bancos de investimento, o Uber deve chegar à Bolsa avaliado em US$ 120 bilhões; a Lyft, rival do Uber, entrou com o processo para iniciar as vendas de ações na última quinta-feira

O Uber já levantou US$ 20 bilhões em investimentos

O Uber entrou com documentos para fazer sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), de acordo com três pessoas familiarizadas com o assunto. É um passo mais perto de um marco importante para uma das principais empresas do Vale do Silício. A notícia foi revelada inicialmente pelo Wall Street Journal, na última sexta-feira, 7. 

A reportagem afirma que, segundo bancos de investimento, o Uber deve chegar à Bolsa avaliado em US$ 120 bilhões. A mais recente avaliação da empresa foi de US$ 76 bilhões, quando o Uber vendeu uma parte de suas ações para a Toyota por US$ 500 milhões.  

De acordo com o Wall Street Journal, há indícios de que o Uber pode abrir seu capital logo no primeiro semestre, o que seria antes do esperado por especialistas. O presidente executivo do Uber, Dara Khosrowshahi, disse anteriormente que esperava que a empresa estreiasse na Bolsa no segundo semestre do ano que vem.

Essa aceleração do relógio faz parte de um movimento geral dos chamados “unicórnios”, as startups de capital privado avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. De acordo com uma reportagem do The New York Times, diante de um volátil mercado de ações e da perspectiva de uma desaceleração econômica no ano que vem, serviços como o Uber avançaram com mais urgência para uma oferta pública inicial (IPO, sigla em inglês). 

Uma das fontes da reportagem afirmou que o Uber apelidou o planejamento de seu IPO de “Projeto Liberdade” – o nome é provavelmente uma referência aos funcionários e investidores que há anos esperam para venderem suas participações na empresa. 

Segundo a agência de notícias Reuters, a listagem do Uber deve ser a mais bem avaliada entre uma série de IPOs de empresas do Vale do Silício esperadas para o ano que vem – entre elas, estão o serviço de aluguéis Airbnb, a plataforma de mensagens corporativas Slack e o aplicativo de transporte Lyft. 

Corrida. A Lyft, rival do Uber, entrou com o processo para iniciar as vendas de açõesna última quinta-feira, 6. O IPO da Lyft deve acontecer ainda no primeiro semestre de 2019. Analistas acreditam que largar na frente do Uber em termos de IPO pode ser uma vantagem para a Lyft.

Enquanto o Uber já captou US$ 20 bilhões em investimentos, a Lyft levantou US$ 5,1 bilhões. O Uber tem 20 mil funcionários ao redor do mundo, um valor quatro vezes maior que o da Lyft. 

A Lyft tem um negócio menos complexo que o Uber. Ela opera apenas em cidades dos EUA e Canadá e não tem serviços de entregas, como o Uber Eats.