CINEMA I Estreias: Feliz Aniversário, Ainda Temos a Imensidão da Noite, O Juízo, Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe, Diante dos Meus Olhos, Dois Papas, Western Stars

Feliz Aniversário
Fête de Famille. Bélgica/França, 2019. Direção: Cédric Kahn. Com: Catherine Deneuve, Emmanuelle Bercot, Vincent Macaigne. 101 min. 14 anos.

Ainda Temos a Imensidão da Noite
Brasil/Alemanha, 2019. Direção: Gustavo Galvão. Com: Ayla Gresta, Gustavo Halfeld 
e Steven Lange. 98 min. 16 anos.

Uma instrumentista brasiliense, integrante de uma banda de rock, se cansa de não ter reconhecimento e vai tentar a vida na Alemanha. 

Brooklyn – Sem Pai Nem Mãe
Motherless Brooklyn. EUA, 2019. Direção: Edward Norton. Com: Edward Norton, Bruce Willis e Willem Dafoe. 144 min. 16 anos.
Um detetive com síndrome de Tourette —transtorno que causa descontrole motor e verbal— investiga o assassinato de seu mentor. Sua busca o leva a mergulhar na realidade das populações marginalizadas em Nova York nos fim dos anos 1940. Inspirado em livro do escritor Jonathan Lethem.

Diante dos Meus Olhos
Brasil, 2018. Direção: André Félix. 81 min. 12 anos.
O documentário recupera a história da banda Os Mamíferos 45 anos após sua separação. Hoje com vidas comuns, os ex-integrantes relembram momentos que marcaram a trajetória do grupo do qual hoje poucos se lembram.

Dois Papas
The Two Popes. Argentina/EUA/ Itália/Reino Unido, 2019. Direção: Fernando Meirelles. Com: Jonathan Pryce e Anthony Hopkins. 125 min. 14 anos.
Produzido pela Netflix, o filme mostra a amizade e os conflitos entre o papa Bento 16 e seu sucessor, o papa Francisco. Do mesmo diretor de “Cidade de Deus” (2002).

Feliz Aniversário
Fête de Famille. Bélgica/França, 2019. Direção: Cédric Kahn. Com: Catherine Deneuve, Emmanuelle Bercot, Vincent Macaigne. 101 min. 14 anos.
Reunida para celebrar o aniversário da matriarca, uma família é surpreendida pela chegada de sua irmã mais jovem, desaparecida há anos. Inicialmente recepcionada como a filha pródiga, ela causa confusão e desacordos naquele que deveria ser um dia de festa.

As Golpistas
Hustlers. EUA, 2019. Direção: Lorene Scafaria. Com: Constance Wu, Jennifer Lopez, Julia Stiles e Cardi B. 110 min. 16 anos.
Um grupo de ex-strippers decide aplicar golpes em seus clientes de Wall Street. Baseado em reportagem de publicada na revista norte-americana New York Magazine. Exibido no Festival de Toronto de 2019.

O Juízo
Brasil, 2019. Direção: Andrucha Waddington. Com: Felipe Camargo, Fernanda Montenegro, Lima Duarte e Criolo. 98 min. 14 anos.
Ao se mudar para uma fazenda abandonada, um homem é tomado pelo desejo de riqueza induzido pelo espírito de um escravo traficante de diamantes que ali vivia.

Western Stars
Idem. EUA, 2019. Direção: Bruce Springsteen e Thom Zimny. 83 min. 10 anos.
O filme mostra o processo de criação e as apresentações do último álbum do músico norte-americano Bruce Springsteen.

Quem é Sundar Pichai, o indiano que vai substituir os fundadores do Google

Executivo de 47 anos terá a tarefa árdua de substituir a dupla dinâmica Larry Page e Sergey Brin à frente da holding Alphabet; desafios incluem países emergentes e batalhas regulatórias
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Infância humilde e trajetória de desafios levaram Sundar Pichai a se credenciar para substituir fundadores da empresa

O indiano Sundar Pichai, de 47 anos, ganhou nesta semana uma missão bastante complexa: substituir os ex-chefes Larry Page e Sergey Brin à frente da Alphabet, a holding que controla o Google. Se qualquer sucessão em empresas já é difícil, neste caso é mais ainda: amigos desde os anos 1990, quando estudaram juntos na Universidade Stanford, Page e Brin criaram o motor de buscas que deu origem à terceira maior empresa do mundo. Mais que isso, os dois são ícones do Vale do Silício e da nova economia, tendo criado o ideal da empresa do século XXI, com benefícios e jornadas de trabalho flexíveis. Desde a noite da terça, os bilionários de 46 anos serão apenas “pais orgulhosos”, mantendo-se no conselho de administração, enquanto caberá a Pichai fazer a empresa andar com suas próprias pernas.

Além do desafio pessoal, a ascensão de Pichai traz duas características interessantes ao mundo da tecnologia. Primeiro, porque ele não é o primeiro indiano a assumir o posto de líder maior em uma gigante do setor – desde 2014 no comando da Microsoft, o compatriota Satya Nadella conseguiu fazer a empresa ter uma bem-sucedida transição para o mundo da computação em nuvem.

Segundo, porque consolida uma geração de executivos à frente das grandes empresas de tech – é a primeira vez que, no quinteto formado ainda por AmazonApple e Facebook (as cinco maiores companhias do mundo), há mais “funcionários” do que fundadores na liderança. É uma diferença financeira, também: enquanto Page e Brin acumulam juntos fortuna de US$ 110 bilhões, Pichai tem cerca de US$ 600 milhões. 

Origem

Nascido Pichai Sundararajan, o executivo teve uma infância humilde em Madurai, leste da Índia. Filho de uma estenógrafa e um engenheiro, ele cresceu em um apartamento alugado e não tinha geladeira nem TV quando era criança. “Minha vida era simples, se comparada ao mundo de hoje”, disse ele em entrevista ao New York Times em 2008. Chegou até a ver sua casa inundada. “Faltou água. Até hoje, durmo com uma garrafa do lado da cama por conta disso”, contou ao NYT. Seu sonho era ser jogador de críquete – além do esporte tipicamente indiano, Pichai também é fã de futebol. Como a carreira esportiva não deu certo, ele se formou em Engenharia Metalúrgica na Índia. 

Após a graduação, ele raspou as economias da família para seguir sua educação nos Estados Unidos. Ao ser aprovado no mestrado de ciências materiais da Universidade Stanford, também inverteu a ordem de seu nome. Na faculdade da Califórnia, foi contemporâneo de Brin e Page, mas só passou a trabalhar com eles em 2004, depois de passar pela consultoria McKinsey. 

Ao longo de sua primeira década no Google, Pichai trabalhou em diversos produtos que hoje são a espinha dorsal da empresa, como o navegador de internet Google Chrome, a suíte de produtividade Google Drive e o serviço de e-mail Gmail. Também teve de substituir lendas da tecnologia: em 2013, passou a liderar a área de desenvolvimento do sistema operacional Android, ocupando o posto de Andy Rubin, engenheiro considerado o pai da plataforma. 

Em dois anos, o indiano fez o sistema, lançado em 2008, saltar de 1 bilhão para 1,8 bilhão de dispositivos em todo o mundo. Os bons resultados o credenciaram a assumir o comando do Google, em 2015, quando Brin e Page decidiram criar a estrutura corporativa da Alphabet – com ela, os dois poderiam se dedicar a pensar (e gastar em) tecnologias do futuro como carros autônomos, sem afetar os lucros e dividendos da corporação perante os investidores. 

Mais do que uma alteração de governança, a novidade fez Pichai assumir o lugar sob os holofotes: é ele hoje, quem comanda os principais eventos do Google e responde pela empresa em depoimentos em Washington, onde Page e Brin não pisam há anos. “Efetivamente, Pichai é o porta-voz da empresa já há algum tempo”, disse Alan Davidson, ex-funcionário do Google que abriu o primeiro escritório da empresa na capital americana, ao jornal Washington Post

Fase difícil

E é justamente em Washington que estará o primeiro grande desafio de Pichai como líder único da companhia: nos últimos anos, o Google tem sido bastante atacado por reguladores e legisladores por conta de temas como seu poder no mercado, concorrência desleal, uso de dados e até mesmo influência política da empresa em diversos países e pleitos. 

Neste momento, o Congresso americano e o Departamento de Justiça investigam práticas antitruste da empresa em diversos mercados, enquanto Donald Trump tem se revelado um crítico ferrenho da companhia. Candidatos à presidência democratas como Elizabeth Warren e Bernie Sanders também já colocaram a companhia na mira. Na União Europeia, a situação do Google não é melhor: o bloco já processou a empresa três vezes por concorrência desleal, com multas que somam mais de US$ 8 bilhões. 

Países emergentes também são outro desafio da empresa. É em lugares como Brasil, Índia, Nigéria e Singapura, por exemplo, que o Google aposta que pode continuar crescendo seu número total de usuários, ao mesmo tempo em que também deve enfrentar o escrutínio local. Por sua nacionalidade, Pichai pode conseguir navegar melhor esses mares do que seus antigos chefes. O indiano terá ainda de descobrir como fazer a companhia seguir faturando com publicidade direcionada, em um momento em que temas como privacidade de dados são cada vez mais polêmicos, e como colocar de pé negócios como a empresa de carros autônomos Waymo. 

Como se não fosse suficiente, ele terá de lidar com a pressão interna dos funcionários: nos últimos meses, intensificaram-se os protestos dos “Googlers”, os empregados da empresa. Os motivos são vários: do envolvimento da empresa com o governo chinês em um projeto secreto às condições de trabalho de terceirizados, passando pela política interna para lidar com questões de assédio moral e sexual. Um exemplo é o fato de que o Google é frequente alvo de críticas por ter deixado que Andy Rubin, o antecessor de Pichai no Android, tenha saído da empresa com milhões no bolso mesmo após ser acusado de forçar uma colega a ter relações com ele. Cenas dos próximos capítulos, em breve. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Iza arrasa em clique de biquíni: "Roubou toda a perfeição do mundo. Isso é crime"

Fãs não perderam tempo e encheram a timelime da cantora, inclusive famosos como Carol Conká e Danrley
MARIE CLAIRE

Iza arrasa em clique de biquíni (Foto: Reprodução/Instagram)

Mais um clique de Iza, mais uma vez que ela colocou fogo na web, através de sua conta pelas redes sociais. 

Nesta quarta (04), a cantora e apresentadora do The Voice aparece fazendo pose em uma piscina, exibindo seu corpão em um biquíni laranja, modelo fio-dental.

Óbvio que elogios não faltaram na time de Iza. “Segura essa pedrada”, escreveu uma seguidora. “Você quer beleza? Tome”, disse outro. “Roubou toda a perfeição do mundo. Isso é crime”, disse outro.

Chanel Métiers D'Art: barriga de fora à la anos 90 marca primeiro desfile de Virginie Viard

Tie dye, maximalismo 80’s e make com emoção marcaram o primeiro desfile de Métiers d’Art da Chanel sob comando de Virginie Viard e com decoração de Sofia Coppola
LAURA ANCONA, DIRETO DE PARIS

Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)

Na tarde desta quarta-feira (04), a Chanel começou a se despedir temporariamente do Grand Palais — o icônico museu parisiense, que recebe quase todos os desfiles da marca, vai passar por uma longa reforma à partir do ano que vem, financiada com ajuda da maison.

Ao mesmo tempo, a marca dá boas-vindas a uma nova era: a da Chanel sob o comando de Virginie Viard, que assume seu primeiro Métiers D’Art — uma coleção de pre-fall instutuída por Karl Lagerfeld (1933-2019) em 2002, que celebra os ateliês especializados da marca e fica entre o prêt-à-porter e couture — desde a morte do designer alemão, em fevereiro deste ano, e contou com a presença de famosas como Penélope CruzMarion CotillardVanessa Paradi e Kristen Stewart

Desde a Cruise, primeira coleção que assinou sozinha como a diretora criativa, Virginie vem lentamente propondo uma nova imagem da mulher Chanel: mais moderna, jovem, sexy, ousada. Os comprimentos ficaram mais curtos, a famosa silhueta geométrica do kaiser deu lugar à mais fluidez, com uma legereté d’être que reflete a mulher de hoje que usa o que quer, quando quer.

Esteticamente, Virginie recorreu aos anos 1980, década importante para a consolidação do feminino no mundo corporativo e que veio com tudo em 2019: pense em ombros marcados, explosão de cores e brilho, cabelo com gel e maquiagem dramática. 

Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)

Virginie também não teve medo de embarcar em tendências mais frescas e jovens, que garantem likes no Instagram e conquistaram as gerações mais jovens. Retrabalhando os códigos da Chanel, a estilista propôs o tweed, mas com cintura mais baixa, com a barriga de fora na altura do umbigo. Teve também tie-dye, tiaras e jeans com modelagem retrô com Gigi HadidKaia Geber e Grace Elizabeth na passarela. 

Mais legal, mais jovem e mais cool. Sai o tweed careta e entra cintura baixa e um pouco de barriga de fora sem ser cropped, no umbigo. A decoração e a trilha sonora ficou por conta de Sofia Coppola, com músicas que fazem parte de seus filmes. 

Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)
Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)
Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)
Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)
Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)
Desfile da Chanel (Foto: Getty Images)

Kim Kardashian deixa bumbum em evidência com calça colada

Socialite apostou em um modelo que imita pele de cobra para um passeio com a irmã, Khloé Kardashian

Kim Kardashian (Foto: Grosby Group)

Kim Kardashian chamou atenção por onde passou em passeio com uma de suas irmãs, Khloé Kardashian, na tarde de terça-feira (3). As duas curtiram o dia de sol na companhia de um amigo em Miami e não economizaram no visual.

Com óculos escuros e uma blusa branca básica amarrada nas costas, Kim apostou na calça de cintura baixa com modelo nada básico. Com aberturas laterais trançadas e estampa de pele de cobra, a socialite exibiu o famoso bumbum em evidência e aparenta estar sem roupas íntimas por baixo.

Já Khloé apostou nas cores vivas para chamar atenção. Com uma regata preta básica, ela vestiu uma calça amarela vibrante no passeio ao lado da irmã.

Kim Kardashian passeia com a irmã, Khloe Kardashian (Foto: Splash News/The Grosby Group)
Kim Kardashian passeia com a irmã, Khloe Kardashian (Foto: Splash News/The Grosby Group)
Kim Kardashian passeia com a irmã, Khloe Kardashian (Foto: Mega/The Grosby Group)
Kim Kardashian passeia com a irmã, Khloe Kardashian (Foto: Mega/The Grosby Group)

Masp começa preparativos de exposição do Van Gogh marcada para 2025

Ainda não se sabe quais obras do pintor holandês estarão expostas no local; mostra vai fazer parte do ciclo ‘Histórias da Loucura’

Quadro ‘The Starry Night’, de Vincent Van Gogh Foto: ‘The Starry Night’/Vincent Van Gogh/Divulgação

Museu de Arte de São Paulo (Masp) já está em pleno vapor com os preparativos da próxima exposição de Van Gogh, programada para entrar em exibição ao público apenas em 2025. A expectativa é que grandes obras do pintor holandês, como O Escolar (1888) e Noite Estrelada (1889), façam parte da mostra.

Um tempo tão grande de antecedência não é algo muito comum neste universo, no entanto, quando se fala de artistas da envergadura de Van Gogh, esse tipo de situação simplesmente pode acontecer, já que o processo de negociação para o empréstimo das obras pode se estender por alguns anos. Vale lembrar que ele tem quadros sob a curadoria do Museu de Arte Moderna (MoMa) de Nova York e do Museu Van Gogh em Amsterdã, na Holanda.

Nesta futura exposição, o pintor holandês vai fazer parte do ciclo Histórias da Loucura, tema que irá pautar a programação do Masp em 2025. No entanto, informações como quais serão as obras expostas ou até mesmo quem são os outros artistas da programação, ainda não foram reveladas.

Outra dúvida que fica também é se a mostra, acompanhando a recente tendência do digital, vai apresentar alguma interatividade, como é o caso da Tarsila para Crianças no Farol Santander e da Leonardo DaVinci – 500 Anos de Um Gênio, que está em exibição no Museu da Imagem e do Som – MIS.

A última exposição de Van Gogh em São Paulo foi no Shopping Pátio Higienópolis, entre os meses de agosto a setembro deste ano. Na ocasião, os visitantes puderam vivenciar uma experiência imersiva nas obras do pintor, por meio de cenários feitos com os icônicos quadros Irises (1890), Amendoeira em Flor (1888 a 1890), Campo de Trigo com Corvo (1889) e, obviamente, A Noite Estrelada.

Jornalista Vera Magalhães assume comando do Roda Viva

A jornalista estreia no fim de janeiro e entra no lugar de Daniela Lima, que deixa o posto pela CNN Brasil

Jornalista Vera Magalhaes

A jornalista Vera Magalhães será a nova apresentadora do Roda Viva, programa semanal de entrevistas da TV Cultura, emissora pública de São Paulo. Ela deve estrear no fim janeiro, segundo comunicado da TV Cultura. 

Magalhães substitui Daniela Lima, que deixa o programa para integrar a CNN Brasil. Lima também era editora do Painel da Folha

“É uma alegria muito grande, foi a Vera que me levou para a Folha em 2010. De certa forma estamos cumprindo um ciclo muito legal, agora eu passo o bastão para ela”, disse Lima sobre a escolha da nova apresentadora. “Ela é uma profissional reconhecida, respeitada, seríssima, o Roda Viva vai ficar nas melhores mãos”, continuou. 

Atualmente, Magalhães apresenta um programa na rádio Jovem Pan, do qual deve se afastar para assumir o Roda Viva. A jornalista também é colunista do Estado de S. Paulo, e continuará a escrever para o jornal, de acordo com o comunicado. Magalhães já passou pela Folha, onde, até 2015, ocupou, entre outros cargos, os de editora do Painel e de Poder. 

Desde 2010 na Folha, Daniela Lima deixa o jornal e vai para CNN Brasil
Desde 2010 na Folha, Daniela Lima deixa o jornal e vai para CNN Brasil – Divulgação

“Cresci assistindo ao Roda Viva com meus pais, ela uma social-democrata, ele um liberal. Aquela roda sempre permitiu que os dois tivessem voz. Estou muito honrada em assumir o comando do programa de entrevistas que assisto desde pequena. Nunca o debate plural e livre de ideias foi tão necessário quanto agora, e o Roda Viva é o espaço por excelência do respeito ao dissenso, ao contraditório, à expressão livre de diversas visões de mundo. Trabalharei com energia e afinco para manter e aprofundar essa característica”, afirma a jornalista.

“Vera Magalhães fará um grande trabalho no Roda Viva. Seu currículo notável e a experiência acumulada em programas de entrevistas e debates realizam a química perfeita para a fórmula dinâmica e quente que queremos para o Roda“, avalia Leão Serva, diretor de jornalismo da TV Cultura.

Vera Magalhães será a quinta mulher entre os 15 apresentadores do programa que estreou em 29 de setembro de 1986, em meio à campanha eleitoral para os governos estaduais e o Congresso. 

Sob comando do empresário José Roberto Maluf desde junho, a emissora pública vem passando por mudanças, incluindo o próprio Roda Viva, que ganhou novo cenário