Salma Hayek celebra 12 milhões de seguidores fazendo acupuntura

“Uma agulha representando cada um dos milhões”, disse a atriz

SALMA HAYEK (FOTO: INSTAGRAM/REPRODUÇÃO)

Salma Hayek celebrou a marca de 12 milhões de seguidores no Instagram e comemorou de uma maneira inusitada: fazendo acupuntura.

“Obrigada a todos vocês por seu carinho e apoio. Bravoooo! Já chegamos aos 12 milhões. Uma agulha de saúde e bem-estar representando cada um dos milhões”, disse na legenda, nesta segunda-feira (14).

Os fãs deixaram muitos comentários. “Agulhas sortudas”, disse um seguidor. “Me apaixonei outra vez”, disse outra. “Estou chateado que essa foto está cortada”, brincou mais um.

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Queen Latifah será homenageada por contribuições para a cultura negra

Atriz foi reconhecida pela Universidade de Harvard e receberá a medalha WEB Du Bois
AGÊNCIA – AP

Queen Latifah no MTV Video Music Awards, em agosto de 2019, em Newark, nos Estados Unidos. Foto: Charles Sykes/Invision/AP

A atriz e cantora Queen Latifahque estará no musical para TV de A Pequena Sereia, foi reconhecida e será homenageada este ano pela Universidade de Harvard por suas contribuições para a história e cultura negra.

A instituição de ensino vai conceder a medalha WEB Du Bois para a artista e a outras seis pessoas no dia 22 de outubro, segundo o Hutchins Center for African & African American Research, um instituto de pesquisa científica em Cambridge, nos Estados Unidos.

Outros homenageados incluem a poeta e educadora Elizabeth Alexander, secretária da Smithsonian Institution Lonnie Bunch III, a poeta Rita Dove e Sheila Johnson, cofundadora da Black Entertainment Television.

Entre suas ações em prol na cultura negra, Queen Latifah se destacou no rap por abordar questões sofridas pelas mulheres negras. Ela também lançou, em 2006, uma linha de cosméticos destinada a esse público, criada em parceria com a marca CoverGirl.

O prêmio Du Bois recebeu esse nome em homenagem a um estudioso, escritor, editor e pioneiro em direitos civis que se tornou o primeiro estudante negro a obter um doutorado em Harvard em 1895.

Dolittle | Robert Downey Jr. conversa com animais em trailer épico

Longa estreia em 16 de janeiro
JULIA SABBAGA

Dolittle, longa em que Robert Downey Jr. interpreta o veterinário capaz de conversar com animais, ganhou o seu primeiro trailer. A prévia mostra o personagem partindo em uma viagem épica acompanhado de diversos animais de diferentes espécies. 

A sinopse oficial diz: “Depois de perder sua mulher sete anos atrás, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso veterinário da Inglaterra da Rainha Victória, se isola nas paredes da mansão Dolittle, com apenas sua coleção de animais como companhia. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Chernobyl) adoece gravemente, um relutante Dolittle é forçado a embarcar em uma aventura para uma ilha mística à procura de uma cura, reconquistando sua esperteza e coragem, encontrando velhos adversários e descobrindo incríveis criaturas.”

Dolittle conta também com Antonio BanderasMichael Sheen e Jim Broadbent além de dublagens de Rami MalekOctavia Spencer, Kumail Nanjiani, John Cena, Emma Thompson, Marion Cotillard, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland e Craig Robinson

O longa está programado para 16 de janeiro de 2020. 

Bilheteria EUA: Coringa, A Família Addams, Projeto Gemini, Abominável, Downton Abbey

Coringa passa segunda semana no topo da bilheteria americana e estreia de Projeto Gemini acaba abaixo de A Família Addams

Depois de bater o recorde de estreias de outubro, Coringa celebrou uma nova semana de sucesso permanecendo no topo da bilheteria americana em seu segundo final de semana. O longa da DC arrecadou mais US$ 55 milhões, acumulando um total de US$ 192,7 milhões até hoje. 

A animação de A Família Addams ficou em um distante segundo lugar, com US$ 30,2 milhões, mas superando a estreia de Projeto Gemini, longa com Will Smith, que acabou em terceiro lugar, com US$ 20,5 milhões

A animação da DreamWorks, Abominável desceu de segunda posição para o quarto lugar, registrando mais US$ 6,1 milhões e totalizando, no território americano, US$ 47,9 milhões.

Completando o top 5 da semana, Downton Abbey fechou seu quarto final de semana em cartaz com mais US$ 4,9 milhões, somando uma arrecadação total de US$ 82,6 milhões

Veja as 5 bolsas mais desejadas do verão 2020 – e quanto elas custam

Prepare o cofrinho se quiser investir nas novas it bags…
JULIA CARNEIRO

Bolsa Louis Vuitton (Foto: Getty Images)

As passarelas apresentam as novas tendências, mas é no street style que se confirma o que vai pegar! No verão 2020, ao se tratar de bolsas, as fashionistas apostaram em peças chiques e minimalistas. Aquela trend de bolsas megalomaníacas e divertidas ficou no armário desta vez.

Alguns modelos se destacaram como os favoritos e apareceram bastante nos looks das influencers. Por aqui, já tratamos de identificá-los e mostrar para você: Quem são? De onde vêm? E (ai!) quanto custam? Confira:

The Pouch, Bottega Veneta: de R$ 5.445 a R$ 17.230

Bolsa Bottega Veneta (Foto: Getty Images)

Hit absoluto da temporada, a bolsa do designer Daniel Lee que quase imita um saco de compras foi, com certeza, a mais vista pelas ruas das semanas de moda.

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Gate Bag, Loewe: de R$ 6.520 a R$ 17.300

Bolsa Loewe (Foto: Getty Images)

A Loewe costuma ser a preferida das it girls que curtem um básico com um pouco de bossa. A Gate traz um design clean e brinca com um nó para “fechar”.

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Multi Pochette Accessories Monogram, Louis Vuitton: R$ 8.100

Bolsa Louis Vuitton (Foto: Getty Images)

Bolsos mil! A nova it bag da LV não é bem uma bolsa, mas sim três! Os vários compartimentos ajudam a deixar tudo em seu devido lugar – e dá o charme.

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Moon Bag, Staud: R$ 1.660 a R$ 3.880

Bolsa Staud (Foto: GC Images)

E não é que Kendall Jenner escolheu a bolsa mais em conta da lista? A top apareceu diversas vezes com a sua Moon Bag enquanto estava em Nova York para os eventos da NYFW.

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Double Circle Bag, The Row: R$ 7.510 a 21.700

Bolsa The Row (Foto: Getty Images)


A bolsa com uma argola de alça da The Row também fez sucesso nas Fashion Weeks por aí. Até Bruna Marquezine foi vista carregando um modelo desses!

Pai do ‘vício nas telas’ Nir Eyal agora quer oferecer a cura

Após criar modelo usado por startups do Vale para atrair usuários, Nir Eyal crê que pessoas podem controlar compulsão
Por Nellie Bowles – The New York Times

Droga. ‘Não estamos injetando Instagram na veia’, diz Eyal

O israelense Nir Eyal ganhou fama nos últimos anos no Vale do Silício por um motivo bem particular: lançado em 2014, seu livro Hooked: How to Build Habit-Forming Products (Viciado: como criar produtos formadores de hábitos, em tradução livre) virou um guia prático para criar aplicativos de celular cativantes, capazes de “sutilmente motivar o comportamento do cliente” e “trazer continuamente o usuário de volta”. Agora, ele tem um antídoto para seu próprio método: o novo livro, Indistractable: How to Control Your Attention and Choose Your Life (Indistraível: como controlar sua atenção e escolher sua vida, em tradução literal). 

O primeiro livro era um guia para viciar – Dave McClure, fundador da incubadora 500 Startups, considerou a obra um “manual essencial para qualquer startup que busca entender a psicologia do usuário”. Isso foi em 2014, quando um app tipo caça-níquel era algo bom e empolgante e não algo digno de preocupação. O novo trabalho é um método para reverter o vício. 

Eyal, de 41 anos, não está sozinho nesta mudança de direção. Desde Hooked, muitas pessoas, como Tristan Harris, que foi responsável pela divisão de ética do Google, vêm propagando a ideia de que os telefones não são saudáveis e viciam. Antigos executivos do Facebook e WhatsApp se tornaram críticos da tecnologia. “Começaremos a perceber que ficar acorrentado ao celular é um comportamento de baixo prestígio, como fumar”, escreveu B. J. Fogg, pesquisador da Universidade Stanford. 

Mas, ao contrário de outros críticos, Eyal não acha que a tecnologia é o problema – e sim somos nós, humanos. “Falamos sobre vício, mas quando se trata do Candy Crush, é isso mesmo? Não estamos inalando Facebook ou injetando Instagram na veia”, diz ele. “Essas são coisas com relação às quais podemos fazer alguma coisa, mas preferimos pensar no que a tecnologia está fazendo por nós.”

No livro, ele traz um guia para libertar as pessoas de um vício que, acredita, elas nunca tiveram. É apenas uma rejeição da responsabilidade pessoal, em sua opinião. De modo que a solução é recuperar a responsabilidade, adotando inúmeras pequenas atitudes. 

Por exemplo: manter seu telefone no silencioso, cedendo menos às notificações. Enviar menos e-mails, mais rápidos. Não passar muito tempo no Slack. Ter apenas um laptop à mão durante reuniões. Introduzir a pressão social, por exemplo, sentando-se ao lado que alguém que pode ver sua tela. Estabelecer “pactos com preço” com pessoas, de modo que você pagará a elas se ficar distraído – mas certificar-se de “aprender” o que é compaixão antes de estabelecer o pacto

Claro que o novo livro de Eyal recebeu críticas. “A tentativa de Nir Eyal é de reverter o processo”, disse Richard Freed, psicólogo infantil que apoia que todos passem menos tempo diante da tela. “Essas pessoas que provocaram tudo isso estão tentando agora vendendo a cura. Mas eram elas que estavam vendendo a droga.”

Eyal disse que não está fazendo uma reversão. Seu modelo foi útil, certamente, e ele acreditava nas táticas. Mas não estava viciando as pessoas. É uma falha delas, afirmou, e não do Instagram, do Facebook ou da Apple. “É um desrespeito às pessoas que têm a patologia do vício afirmarem ‘ah, todos nós temos esta doença’”, disse ele. “Não, não temos”./ TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO