Jornalista Vera Magalhães assume comando do Roda Viva

A jornalista estreia no fim de janeiro e entra no lugar de Daniela Lima, que deixa o posto pela CNN Brasil

Jornalista Vera Magalhaes

A jornalista Vera Magalhães será a nova apresentadora do Roda Viva, programa semanal de entrevistas da TV Cultura, emissora pública de São Paulo. Ela deve estrear no fim janeiro, segundo comunicado da TV Cultura. 

Magalhães substitui Daniela Lima, que deixa o programa para integrar a CNN Brasil. Lima também era editora do Painel da Folha

“É uma alegria muito grande, foi a Vera que me levou para a Folha em 2010. De certa forma estamos cumprindo um ciclo muito legal, agora eu passo o bastão para ela”, disse Lima sobre a escolha da nova apresentadora. “Ela é uma profissional reconhecida, respeitada, seríssima, o Roda Viva vai ficar nas melhores mãos”, continuou. 

Atualmente, Magalhães apresenta um programa na rádio Jovem Pan, do qual deve se afastar para assumir o Roda Viva. A jornalista também é colunista do Estado de S. Paulo, e continuará a escrever para o jornal, de acordo com o comunicado. Magalhães já passou pela Folha, onde, até 2015, ocupou, entre outros cargos, os de editora do Painel e de Poder. 

Desde 2010 na Folha, Daniela Lima deixa o jornal e vai para CNN Brasil
Desde 2010 na Folha, Daniela Lima deixa o jornal e vai para CNN Brasil – Divulgação

“Cresci assistindo ao Roda Viva com meus pais, ela uma social-democrata, ele um liberal. Aquela roda sempre permitiu que os dois tivessem voz. Estou muito honrada em assumir o comando do programa de entrevistas que assisto desde pequena. Nunca o debate plural e livre de ideias foi tão necessário quanto agora, e o Roda Viva é o espaço por excelência do respeito ao dissenso, ao contraditório, à expressão livre de diversas visões de mundo. Trabalharei com energia e afinco para manter e aprofundar essa característica”, afirma a jornalista.

“Vera Magalhães fará um grande trabalho no Roda Viva. Seu currículo notável e a experiência acumulada em programas de entrevistas e debates realizam a química perfeita para a fórmula dinâmica e quente que queremos para o Roda“, avalia Leão Serva, diretor de jornalismo da TV Cultura.

Vera Magalhães será a quinta mulher entre os 15 apresentadores do programa que estreou em 29 de setembro de 1986, em meio à campanha eleitoral para os governos estaduais e o Congresso. 

Sob comando do empresário José Roberto Maluf desde junho, a emissora pública vem passando por mudanças, incluindo o próprio Roda Viva, que ganhou novo cenário

Sergey Brin e Larry Page deixam comando da Alphabet, dona do Google

Fundadores do motor de buscas que deu origem a gigante da tecnologia serão substituídos por Sundar Pichai, presidente executivo do Google
Por Bruno Capelas e Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Sergey Brin e Larry Page, fundadores do Google

Responsáveis por criar o motor de buscas que deu origem ao Google, o russo Sergey Brin e o americano Larry Page, ambos com 46 anos, estão deixando o comando da Alphabet, holding que controla a gigante de tecnologia americana. Amigos desde a década de 1990, quando se conheceram na Universidade Stanford, os dois fundaram a empresa em uma garagem de Palo Alto em 1998. Agora, saem do dia a dia da companhia e serão substituídos por Sundar Pichai, que hoje comanda o Google. Segundo comunicado oficial, ambos seguirão no conselho de administração. 

“Tem sido um privilégio estarmos no gerenciamento cotidiano da empresa por tanto tempo. Agora, é hora de assumir o papel de pais orgulhosos, oferecendo amor e conselhos, mas não atrapalhando diariamente”, escreveram Brin e Page no comunicado, divulgado após o fechamento das bolsas de valores. 

O mercado reagiu com tranquilidade ao anúncio: depois do fim do pregão, as ações da Alphabet eram negociadas com ligeira alta de 0,63%, em US$ 1.303,50. Antes do anúncio, a empresa encerrou o dia na bolsa Nasdaq cotada a US$ 892 bilhões – é a terceira maior companhia do mundo, atrás de Apple (US$ 1,17 tri) e Microsoft (US$ 1,13 tri). 

Hoje, a companhia tem uma estrutura bem mais complexa que em seu início. Parte disso se deve aos planos ambiciosos dos fundadores. Em 2015, eles criaram a Alphabet para tocar projetos como a empresa de carros autônomos Waymo ou a firma de ciências da vida Verily sem afetar os lucros do Google perante os investidores. 

Nos últimos anos, Page esteve focado em desenvolver estes novos negócios, conhecidos como Outras Apostas (Other Bets, em tradução literal), enquanto o dia a dia do Google era supervisionado pelo indiano Pichai, ex-executivo do sistema operacional Android. “Com a Alphabet agora bem estabelecida e as duas áreas funcionando como companhias independentes, é hora de simplificar nossa estrutura. Mas vamos continuar conversando com Sundar regularmente”, escreveram os fundadores no comunicado. 

Hoje, Page e Brin ocupam o 10º e o 11º lugares entre as pessoas mais ricas do mundo, respectivamente, de acordo com a revista Forbes – sua fortuna conjunta é de US$ 110 bilhões. Além disso, eles mantém mais de 50% das ações ordinárias da empresa. Segundo uma porta-voz do Google, os dois não têm planos de vender ações da empresa. 

Antes conhecidos por fazer grandes aparições públicas, como a do anúncio do Google Glass – em que Brin surgiu dos céus utilizando um par dos óculos de realidade aumentada –, os dois fundadores têm ficado cada vez mais reclusos nos últimos anos, cedendo os holofotes a Pichai, que lidera as principais conferências. 

Além de simplificar a governança corporativa da empresa, a saída de Brin e Page do cotidiano da Alphabet pode ter razões políticas. Nos últimos tempos, o Google entrou na mira de reguladores e legisladores no mundo todo, por conta de seu poder de mercado. Page, no entanto, têm participado pouco das discussões, colocando Pichai na linha de frente, o que também fez o fundador ser bastante criticado. Não é difícil imaginar que a promoção do indiano pode mitigar esse problema. 

“O próximo capítulo da empresa será bastante sobre política, privacidade de dados e regulamentação”, disse o analista da Loup Ventures Gene Munster em entrevista à Bloomberg. “Não é uma surpresa pensar que os fundadores não queiram ter de se dedicar ao que pode se aproximar para o Google nos próximos anos. Eles confiam em Pichai para fazer esse trabalho difícil, senão não o indicariam.” / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Apple não consegue derrubar ação coletiva envolvendo o teclado borboleta de MacBooks

Mais um imbróglio que continua, para a infelicidade da empresa…

Os fantasmas do “passado” da Maçã (leia-se: o teclado borboleta de MacBooks) continuam a assombrar a companhia: nesta semana, o juiz Edward Davila rejeitou o pedido da Apple para arquivar uma ação coletiva contra a empresa sobre o seu problemático teclado, como noticiado pela Reuters.

Isso significa que o processo seguirá para as instâncias superiores da justiça americana, que analisarão se a Maçã “enganou” os seus consumidores a acharem que os problemas envolvendo esse tipo de mecanismo poderiam ser solucionados. Para os clientes da companhia que deram início à ação, a Apple sabia e ocultou o fato de que seus notebooks tinham teclados propensos a falhas, além de alegar que o programa de reparo da companhia não foi uma solução eficaz.

Segundo Davila, a Apple deve assumir que o programa de reparo lançado no meio do ano passado foi “inadequado” e que a companhia deveria “compensar os clientes por suas despesas com reparos”, mas essa não é uma decisão definitiva, ainda.

Os demandantes buscam uma indenização não especificada por violações das leis de proteção ao consumidor em várias situações. O processo teve início em 2018 e abrange todos modelos de MacBooks (MacBook, MacBook Air e MacBook Pro) lançados a partir de 2016 e equipados com o teclado borboleta.

Como sabemos, a companhia tentou consertar esse mecanismo nos seus lançamentos passados para torná-lo mais durável, mas não obteve sucesso. A “solução” veio mesmo com o abandono desse design do teclado do MacBook Pro de 16 polegadas, o qual voltou a adotar o mecanismo tesoura dos notebooks mais antigos (porém melhorado, é claro).

Isso, no entanto, não significa que daqui para frente não haverá mais problemas com os teclados de MacBooks, afinal os modelos Air e Pro de 13″ que ainda são comercializados são equipados com essa tecnologia — logo, pode ser que mais problemas apareçam a qualquer momento.

VIA 9TO5MAC | IMAGEM: THE VERGE

Dezembro chegou e, com ele, o planejamento para arrumar a casa

POR ANELISA LOPES

Dezembro chegou e, com ele a sensação de “não consegui fazer metade das tarefas que precisava”. A bem da verdade é que o ano passou rapidamente e foi extremamente intenso, deixando a ideia de muito a concretizar e pouco tempo a realizar. Mas não desanime. Se não vai dar tempo de colocar a mão na massa em 2019, ao menos, um planejamento com menos cobrança e mais tranquilidade para colocar a casa em ordem não leva mais que meia hora para ser rabiscado. 

Na ordem de prioridades, inicie pelo reparos estruturais. Eles não precisam incluir necessariamente a derrubada de paredes, mas podem começar pela troca de lâmpadas queimadas, encanamento com vazamentos, infiltrações ou rachaduras. No dia a dia, não nos damos conta do quanto estas pequenas coisas podem nos atrapalhar ou atrasar nossa rotina. 

Depois dos reparos básicos feitos, chegou a hora de considerar pintura, papel de parede, troca de revestimento ou piso. Os dois exigem um pouco mais de paciência, pois necessitam de medição, escolha e faxina depois da realização. Mas a partir desse ponto, sua casa já ganha cara nova e com pouco investimento financeiro. 

Em terceiro lugar vem a marcenaria planejada ou algum novo mobiliário como cama, sofá, mesa ou cômoda. Importante considerar neste ponto algo que exerça uma funcionalidade específica, como, por exemplo, uma sapateira para organizar melhor os sapatos ou um gabinete para o banheiro que ainda não foi pensado desde a mudança para a casa nova.

Por último, a decoração que, para muitos, é considerada,  erroneamente, o primeiro passo. Afinal, como escolher um vaso para a cômoda que não existe ou um quadro para a parede que está infiltrada? Na certa, não vai gerar o resultado esperado e ainda deixará o dono frustrado. Não tenha pressa, afinal, você tem mais 12 meses pela frente! (Anelisa Lopes  @anelisalopes)

Apple Music Awards premia Billie Eilish, Lizzo e Lil Nas X na sua 1ª edição

O que os artistas Billie EilishLizzo e Lil Nas X têm em comum? Além de grandes hits, eles são agora os primeiros vencedores do Apple Music Awards, uma nova premiação musical oferecida pela Maçã.

O Apple Music Awards possui cinco categorias: Artista do AnoArtista Revelação do AnoCompositor do AnoMelhor Álbum do Ano e Música do Ano. Os vencedores das três primeiras são selecionados pela equipe editorial do Apple Music, que filtram os artistas “verdadeiramente apaixonados pelo seu ofício”.

Enquanto isso, os vencedores das duas últimas categorias são definidos a partir de dados de streaming e refletem o que os usuários do Apple Music ouviram (repetidamente) em 2019.

Confira todos os vencedores do Apple Music Awards deste ano:

A Apple, é claro, não faria uma premiação sem um… prêmio (e que fosse à altura do design e da qualidade dos seus produtos).

Prêmio do Apple Music Awards

Sendo assim, o Apple Music Award propriamente dito é feito de um disco de silício, produzido a partir do mesmo processo que dá origem aos microprocessadores dos iPhones e iPads. Essa peça é envolta por duas partes de um vidro polido e inserida num corpo de alumínio usinado e anodizado.

A Maçã celebrará a primeira edição do Apple Music Awards com uma performance exclusiva de Billie Eilish no Steve Jobs Theater, no Apple Park. O evento será transmitido ao vivo em todo o mundo amanhã (4/12), às 23h30 (pelo horário de Brasília), através do site da Apple (e provavelmente também via Apple TVs).

Eis o que a empresa diz sobre a novidade:

Os melhores e mais ousados músicos de 2019 merecem uma homenagem tão inovadora e criativa quanto eles: apresentamos a todos o Apple Music Award. Construído a partir das mesmas peças de silício moldadas à laser que alimentam os microprocessadores da Apple, esta premiação representa um agradecimento exclusivo aos artistas e suas criações, que geraram novas tendências e conquistaram o público o ano todo. Parabéns ao primeiro grupo de vencedores nas cinco categorias: a adolescente prodígio e seu indispensável colaborador que usaram a ansiedade como inspiração para o álbum se tornar um fenômeno global; uma estrela de rap e soul que redefiniu os termos e a imagem do estrelato pop; além do vídeo caseiro que se tornou uma sensação viral na internet e nada menos que um dos maiores singles de todos os tempos. Confira os primeiros vencedores do Apple Music Award, explore suas músicas e histórias e volte em 4 de dezembro às 23h30 (horário de Brasília) para uma apresentação ao vivo direto do Steve Jobs Theater, na Califórnia, com o nosso Artista do Ano.

A empresa informa que o acervo do Apple Music é composto hoje por mais de 60 milhões de faixas. [MacMagazine]