Depois de se divorciar de Harvey Weinstein, estilista e cofundadora da Marchesa Georgina Chapman volta ao batente

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Estilista Georgina Chapman

Depois de acertar as contas com Harvey Weinstein, com quem chegou recentemente a um acordo milionário para colocar um ponto final em uma união de quase dez anos, Georgina Chapman está de volta à ativa. Cofundadora da Marchesa e da Marchesa Notte junto com Keren Craig, a estilista e sua sócia começaram a divulgar nessa semana algumas das peças que farão parte das coleções pré-outono 2018 de ambas as marcas por meio de um preview publicado pelo “Women’s Wear Daily”, com 38 novos looks que revisitam as ‘garden parties’ noturnas, com silhuetas dramáticas e repletas de cores e, no caso da Notte, “peças inspiradas no reinado tipo fantasia tropical da última princesa herdeira do Havaí, Ka’iulani”, conforme explicaram em um comunicado.

Muita gente achava que Georgina iria optar por uma pausa no trabalho, sobretudo em razão da atenção que recebeu por causa do escândalo sexual protagonizado por seu agora ex marido, mas ao que parece ela não cogita essa possibilidade. Ainda assim, esta foi a primeira vez em anos que a Marchesa e a Marchesa Notte promoveram suas roupas na grande mídia sem programar encontros com representantes da imprensa. Tudo para evitar perguntas indesejadas, claro, até porque as duas marcas que sempre brilharam no tapete vermelho estão enfrentando o boicote de várias famosas nesta temporada de premiações.

E por falar no processo de divórcio da estilista e de Weinstein, que foi oficializado nessa semana, parece que o produtor já foi atrás dela pedindo um tempo para honrar o valor entre US$ 15 milhões (R$ 48,1 milhões) e US$ 20 milhões (R$ 64,1 milhões) que se comprometeu a pagá-la, já que está gastando dinheiro desenfreadamente com advogados e estaria praticamente falido. Isso sem falar que a primeira mulher dele, Eve Chilton, deu entrada em um processo contra o produtor a fim de garantir o pagamento de US$ 5 milhões (R$ 16 milhões) que ele lhe deve ainda da época do fim do casamento deles, em 2004. [Anderson Antunes]

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Facebook muda algoritmo e reduz alcance de notícias

Mudança deve entrar em vigor nas próximas semanas e gerou reação entre empresas de mídia, que terão de se adaptar à nova realidade

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Em um comunicado publicado no fim da noite de quinta-feira, 11, Mark Zuckerberg afirmou que agora o algoritmo do Facebook vai priorizar conteúdos publicados por amigos.

Ao calibrar seu algoritmo para priorizar postagens de amigos e família no feed de notícias, a rede social Facebook fez a sua maior mudança em anos. A alteração, justificada pelo Facebook pelo interesse em aumentar a interação entre as pessoas, é apontada por especialistas como uma tentativa de combate ao fenômeno das notícias falsas (fake news). A nova diretriz, contudo, provocou um importante efeito colateral: vai reduzir o alcance de conteúdo distribuído pela imprensa no site a partir das próximas semanas. Na prática, os mais de 2 bilhões de usuários vão ler menos notícias na rede social.

O anúncio gerou forte reação de veículos de comunicação nos Estados Unidos. “O Facebook está redesenhando radicalmente seu negócio em resposta ao seu primeiro grande risco existencial (as notícias falsas)”, disse o editor executivo global da Vice Media, Derek Mead, no Twitter. “E a mídia é o efeito colateral.”

“Eu mal posso dizer como o Facebook está prejudicando nossa operação e a democracia repetidamente”, afirmou a editora chefe do jornal norte-americano San Francisco Chronicle, Audrey Cooper, em seu perfil também no Twitter.

Hoje, grande parte dos veículos de imprensa tem no Facebook um dos principais canais de distribuição das notícias publicadas em seus sites. Com a mudança promovida por Zuckerberg, captar a audiência presente na rede social deve ficar mais difícil – e mais caro.

“A mudança é um esforço legítimo e louvável do Facebook em reparar o dano causado pelas notícias falsas”, diz ao Estado o jornalista brasileiro Rosental Calmon Alves, diretor do Knight Center for Journalism in the Americas, da Universidade do Texas.”Mas é irônico que isso vá prejudicar o jornalismo, que é justamente o antídoto contra essa doença.”

Para Caio Túlio Costa, professor de comunicação digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e fundador da plataforma de monitoramento digital Torabit, o efeito das mudanças é perverso para empresas jornalísticas. “Ao mesmo tempo em que a mudança coíbe notícias falsas, ela pune as empresas que publicam notícias corretas.”

Tempo ao tempo. Ambos os especialistas, porém, consideram que só o tempo vai mostrar os efeitos práticos da medida. “Ainda não está claro se isso vai inibir as notícias falsas”, diz Costa, “porque sua disseminação está ligada ao comportamento dos usuários, não às notícias em si.”

Para Alves, os publishers terão de mudar para se adaptar à nova realidade. “O jornalismo que herdamos da era industrial é focado no consumo passivo”, diz ele. “Vamos ter de buscar estratégias para fazer um jornalismo mais interativo, que provoque essas interações entre usuários que o Facebook vai priorizar agora.”

Mais dinheiro. Ainda não está claro se o Facebook vai conseguir mitigar as notícias falsas. Do lado da receita, porém, a perspectiva é mais clara. Ao reduzir o alcance das publicações de páginas, a rede social “obriga” seus administradores a investir mais dinheiro para impulsionar publicações.

Não à toa, muitos analistas de mercado mantiveram seus bons prognósticos sobre o desempenho da rede social nos próximos trimestres, apesar da queda de mais de 4,47% nas ações ontem.

“Vejo isso como a decisão certa para o Facebook em longo prazo”, afirmou Samuel Kemp, analista da consultoria Piper Jaffray, em comunicado. “Não vejo evidências de que essa mudança terá impactos na receita e, ao longo do tempo, isso pode tornar a experiência dos usuários mais prazerosa.”

Para Justin Post, analista do Bank of America Merrill Lynch, a mudança não deve reduzir a receita do Facebook, já que os anunciantes não poderão auferir a queda nas métricas de engajamento da rede social.”É preciso observar no balanço se o Facebook terá queda no número de usuários ativos por dia após a mudança”, afirma o analista, em nota enviada à imprensa. [Claudia Tozetto – O Estado de S.Paulo]

Como usar saia e vestido midi

Veja inspirações para montar looks com casacos, saias e vestidos com o comprimento!

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(Fotosite/Agência Fotosite)

Nem longo, nem curto. Não é acima do joelho, mas também é um pouquinho mais para baixo. Poucos comprimentos são tão icônicos quanto o midi — que teve um revival há alguns anos e, desde então, nunca mais ficou de lado por levar elegância quase imediata aos looks.

Se antes ele era usado apenas nas saias rodadas, hoje em dia suas variações também sobem ao pódio fashion. Por exemplo: quem diria que um casaco com esse comprimento seria tão lindo — além de bem útil para o frio? Confira as inspirações e aproveite os outfits da melhor forma:

Maquiagens e penteados do Critics’ Choice Awards para se inspirar

Cinco das belezas mais marcantes do prêmio para inspirar a produção
Por Anita Porfirio (@NITAFP)

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Beleza: Critics’ Choice Awards 2018 (Foto: Getty)

Segundo red carpet da temporada 2018, o Critics’ Choice Awards teve a responsabilidade de suceder o emblemático Globo de Ouro tingido de preto contra o assédio sexual. Mais leves, as atrizes ousaram não só nos looks como na beleza – segundo Kate Bosworth disse ao WWD, é um momento que pode ser interpretado como a luz após a escuridão.

Aqui, elegemos cinco dos looks mais belos para inspirar sua produção.

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Margot Robbie prendeu o cabelo em um coque-nó e arrematou com uma longa fita preta. O charme retrô despretensioso foi complementado pelo gatinho espesso e pele ruborizada, mas natural.
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A atriz Saoirse Ronan , que recentemente adotou cabelos platinados, fez um belo contraste de cores ao escolher o batom vinho amarronzado. Com o drama focado na boca, os fios ficaram soltos e divididos lateralmente.
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A aposta de Alison Brie foi atualizar a tendência monocromática e compor uma maquiagem toda em tons de pêssgo: dos lábios à sombra. Os cabelos foram suavemente ondulados e meio-presos, dando ar romântico e etéreo.
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A palavra-chave do look de Kate Bosworth é a pele. Iluminada, hidratada, corada e muito fresh, a cútis da atriz é muito mais sobre skincare do que sobre maquiagem, mesmo assim, ela não dispensou o batom vermelho e a máscara de cílios. O cabelo preso e esticado deixa o rosto falar por si.
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Se há alguém que não tem medo de franja, este alguém parece ser Emma Roberts. A atriz debutou um bob de corte retíssimo e franjinha também precisa no evento, apelando para um visual moderno que beira o conceitual. Na maquiagem, quase nada além de batom nude e sobrancelhas reforçadas.

Representatividade de LGBTs e deficientes não chega a 0,5% dos comerciais no Brasil

Pesquisa apurou publicidade em televisão e redes sociais; série histórica mostra aumento de citações para a causa LGBT e queda quanto aos deficientes

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Pesquisa identifica baixa na representatividade do público LGBT na publicidade brasileira.  Foto: Pixabay

A representatividade do público LGBT e de deficientes não chegou a 0,5% dos comerciais no último semestre de 2017, e poucas vezes foi superior a isso nos dois anos mais recentes, segundo a pesquisa TODXS, que avalia a representatividade na publicidade no Brasil. Para especialista, a incidência de comerciais inclusivos ainda é baixa, apesar de empresas já demandarem esse tipo de conteúdo. Quanto à representatividade de negros, uma melhora foi observada.

A jornalista Nathalia Barbosa, que é negra e lésbica, falou ao E+ que percebe uma melhora gradativa no conteúdo das propagandas. “As empresas estão começando a dançar a nossa música porque nós estamos falando mais sobre o tema”, avalia. Ela observa as pautas das produções televisivas:  “há uma onda que não é só na publicidade. Alcança também programas de TV, séries e novelas”.

Entre 2016 e 2017 a representatividade LGBT saiu de 0,00% para 0,47%. Mas no segundo semestre do ano passado, o percentual caiu para 0,33%. Ao todo foram estudados 5.834 comerciais na televisão e 1.183 no Facebook, segundo dados da pesquisa fornecidos pela agência de publicidade Heads, que organizou o estudo.

Para a publicitária Ira Berloffa Finkelstein, vice-presidente de Estratégia da Heads, a sociedade vive um momento de transição em que as empresas querer um material inclusivo, mas ainda não sabem como apresentá-lo. “Tem que ter coragem e estar preparado para o rebote”, comenta Ira ao citar o boicote feito à marca O Boticário após uma propaganda que incluía um casal de lésbicas em 2015. “O Boticário não ficou marcado porque tem verba para novas campanhas, mas uma empresa de menor porte pode não ter recurso ou equipe para novos comerciais”.

Nathalia fala que a questão é mais problemática que não ter um casal gay representado. “Por que precisa ter um hetero para justificar um gay [e não precisa de um gay para justificar a presença de um hétero]?”, questiona. “Não queremos a representação LGBT, até porque só o termo já é uma forma de segregação”.

A motivação das empresas para produzir conteúdo chamado inclusivo segue a evolução digital. “As marcas não têm mais saída. Estamos vivendo o tempo do propósito, e quem dita é o consumidor. O propósito passou a importar mais que a função do produto”, avalia Ira.

A publicitária lembra de mudanças nas linhas de propaganda de grandes marcas como Dove, que com no comercial Real Beleza representou mulheres brancas, negras e pardas e corpos mais magros e mais robustos. Já a Skol, que por anos valorizou a mulher magra e com seios grandes, foi criticada quando lançou o comercial Verão Skol. Viva a diferença. “Precisa estudar o quanto é pertinente e legítimo dentro do DNA da empresa, e saber se o momento é oportuno”, sugere.

Para os especiais, uma representatividade deficiente. A pesquisa identificou queda importante nas propagandas que incluem deficientes. Houve um boom no período da paralimpíada, em 2016. No último ano a representatividade caiu de 1,78% para 0,12% dos comerciais. “Minha leitura é que mesmo em época em que contexto favorece marcas a entrar com profundidade no assunto, isso não é feito”.

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A inclusão dos deficientes na pauta publicitária também é baixa, apesar de especialista da área identificar maior vontade das empresas de abordarem o assunto.  Foto: Pixabay

TV x Redes Sociais. Segundo Ira a pesquisa se preocupou mais com anúncios televisivos, embora as pessoas passem mais tempo na internet. “O Facebook como ferramenta comercial ainda está começando no Brasil. A TV já é um mercado mais sólido e ainda prestigiado”.

Nathália afirma que a TV é de fato um meio a ser conquistado pela causa LGBT. “A televisão vemos em qualquer lugar e não é filtrado com as preferências de cada um, tal como acontece nas redes sociais”. [Sara Abdo – O Estado De S.Paulo]

Décor do dia: sala de jantar escandinava em tons claros

Com ares minimalistas, tapete traz aconchego para o ambiente clean
Por Gabrielle Chimello I Foto Divulgação

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Cozinha e sala de jantar em cores naturais

Tons de madeira clara, linhas simples e limpeza das formas são os ingredientes para a formação desta sala de jantar com estilo escandinavo. Criada por Reveny, os diferentes tons de madeira presentes no ambiente, juntamente com as paredes brancas, trazem amplitude ao local. Sob a mesa, o tapete cinza escuro traz a sensação de aconchego. Para finalizar, o rodateto todo desenhado dá um toque de delicadeza.