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Aweng & Lexy Ade-Choul – Elle UK January 2021 By Meinke Klein

Modern Fairy Tale   —   Elle UK January 2021   —   www.elle.co.uk
Photography: Meinke Klein Model: Aweng & Lexy Ade-Choul Styling: Aurelia Donaldson Hair: Charlotte Mensah Make-Up: Bea Sweet Creative Direction: Tom Meredith

Conheça as Irmãs Brasil, dupla de artistas que usa travestilidade para passar suas mensagens: ‘Fazemos arte para estarmos vivas’

Elas fora apadrinhadas por coreógrafo famoso por ter assinado turnês da Madonna
Lívia Breves

Performance “Travestis, a palestina do mundo” Foto: Idra Maria Mamba Negra

Viní Ventania e Vitória Jovem, de 26 anos, nasceram na cidade de Amparo, no interior de São Paulo, em uma família de peões de rodeio. Sempre se sentiram diferentes naquele ambiente. “Nosso pai, apesar de ser palhaço, não se via como um artista. Em contraste, tínhamos a nossa mãe, que era rainha de bateria <de escola de samba e nos incentivava a sair dali para explorar nossa criatividade”, conta Vitória, formada em Dança na UFRJ. Foi nesse ambiente heteronormativo que a dupla se percebeu afeminada. “Nos sentíamos ‘corpes estranhes’ na cidade. Andávamos na rua e recebíamos olhares. Tivemos que fugir de ‘desamparo’, como apelidamos a cidade”, completa Viní, formada em Teatro no Conservatório Dramático de Tatuí.

Inicialmente, elxs se batizaram Irmãos Brasil, mesmo nome do grupo de palhaços do pai. “Afinal, éramos a nova geração. Só que nos transfiguramos e transcendemos quando nos entendemos como irmãs. Trabalhamos em cima da nossa subjetividade, memórias e travestilidade”, conta Vitória.

A trajetória artística das duas começa na cultura Ballroom, quando foram apadrinhadas pelo coreógrafo Jose Gutierez Xtravaganza, famoso por ter assinado turnês da Madonna. Depois, se apresentaram no Galpão Bela Maré e no Museu de Arte do Rio. Este ano, foram indicadas ao Prêmio PIPA pelo conjunto da obra. “Fazemos arte para estarmos vivas. E isso não é uma maneira romântica de se expressar. A arte é a nossa possibilidade de existir”, conta Viní.

Nesta terça, às 20h, as Irmãs Brasil se apresentam no festival de arte sonora Novas Frequências (novasfrequencias.com), que completa uma década. “Há muito tempo eu não experienciava uma união tão perfeita entre estética e discurso. Como não se emocionar com a história delas, que buscam criar estratégias de defesa a partir da violência estrutural contra mulheres, trans e travestis no país? Sabendo que correm risco de vida, produzem arte alucinadamente para gerar um legado”, comenta Chico Dub, idealizador e curador do festival. Elas vão apresentar a instalação audiovisual “Pink”, que projeta narrativas de lugares onde os direitos humanos são violados. “É um trabalho de denúncia, uma resposta travesti à perseguição”, finaliza Vitória.

Julianna Margulies entra para o elenco de “The Morning Show”, do Apple TV+

Se você achava que o elenco principal de “The Morning Show” já estava completo com nomes como Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass e Gugu Mbatha-Raw, se segure.

Julianna Margulies – WSJ

De acordo com a Variety, quem acaba de entrar para o elenco da série foi a atriz Julianna Margulies, famosa por protagonizar “The Good Wife”, finalizada em 2016 após sete temporadas bem-sucedidas.

Margulies interpretará Laura Peterson, uma âncora de notícias da rede UBA News.

A segunda temporada de “The Morning Show” já está sendo produzida e estreará em algum momento de 2021.

Selena Gomez é eleita uma das pessoas mais importantes de 2020 e fala sobre depressão e ansiedade

Escolhida pela ‘People’, ela disse: ‘Quero que as pessoas saibam que não estão sozinhas’

selenagomez – Que honra ser eleita uma das “Pessoas do Ano” da People Magazine. Obrigado @ People and @chiumelo
Photographer @bradogbonna
Makeup: @hungvanngo
Hair: @hairbyorlandopita
Stylist: @kateyoung
Wearing: @RareBeauty

Selena Gomez vai terminar 2020 na lista de pessoas mais importantes do ano, feita pela revista “People”. Na matéria de capa da edição, Selena falou sobre os problemas de depressão e ansiedade pelos quais passou e explicou como sua marca de beleza, Rare Beauty, lançada neste ano, se compromete com o tema de saúde mental e autoestima.

“Não acho que a Rare Beauty teria sido possível há três ou quatro anos. Agora entendo como é estar do outro lado, comparando-me ou pensando que preciso parecer mais com isto ou aquilo para me encaixar”, disse a artista, que garantiu doar US$ 100 milhões dos lucros nos próximos dez anos para projetos de saúde. “Pode ser muito difícil para você, com certeza. Não somos todos de uma determinada maneira e não fomos feitos para ser. É justo dizer que estou 1000 por cento na jornada com os consumidores. Não é fácil para todos, e quero que as pessoas saibam que não estão sozinhas.”

Ela também falou sobre o apoio que deu a vozes políticas femininas em 2020, como a vice-presidente eleita Kamala Harris e a ativista Stacey Abrams.

“Tive dificuldade em lidar com o racismo enquanto crescia, especialmente com meu pai (que é mexicano). Quando se tratava de dizer às pessoas para votarem, senti que era meu dever”, diz ela.

Além de Selena, estão na lista de mais importantes de 2020 os atores George Clooney e Regina King e o infectologista Anthony Fauci.

Um tour pelo escritório minimalista da Jimdo em Hamburgo, Alemanha

A empresa de TI Jimdo contratou recentemente a empresa de design de interiores Laik.Design para projetar seu novo escritório em Hamburgo, Alemanha.

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Breakout space

“O conceito atribui grande importância ao espaço de escritório autossuficiente, cujo ambiente irradia paz e sossego para um trabalho concentrado, sem deixar o ambiente parecer pouco comunicativo. Com 430 metros quadrados, o antigo prédio reformado oferece áreas de trabalho estruturadas, porém abertas, para cerca de 40 locais de trabalho. O conceito espacial é complementado por uma grande sala de reuniões, uma área de workshop, que pode ser utilizada de forma flexível para workshops, várias pequenas salas de micro-reuniões, uma convidativa cozinha comunitária e uma acolhedora área de retiro.

Todo o design pretende representar uma mistura de calma, concentração, dinâmica, abertura e coesão.

Além da composição harmoniosa de cores e dos painéis de teto insonorizantes feitos de materiais naturais, os perfis de alumínio galvanizado por imersão a quente das divisórias de vidro são o principal elemento de design da área. Isso se reflete em todo o design por meio de muitos pequenos detalhes.

A seleção de cores define as zonas de trabalho, salas de diálogo e áreas criativas para que vários conceitos de sala sejam gerados. Além disso, o design simples, mas inspirador, transmite uma atmosfera calorosa e profissional que atende às necessidades do cliente ”, afirma Laik.Design

  • Location: Hamburg, Germany
  • Date completed: 2020
  • Size: 4,628 square feet
  • Design: Laik.Design
  • Photos: Joseph Ruben Heicks
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Corridor
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Meeting space
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Breakout space
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Meeting room
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Collaborative space
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Private workspace
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Coffee point
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Lounge

This Is Me – William W, William A, Zakaria, and Maximilian at Le Management shot by Ida Zander

William W, William A, Zakaria, and Maximilian at Le Management shot by Ida Zander and styled by Bianca Forsblom, in exclusive for Fucking Young! Online.

DOP: Carolina Diaz @linasgv
Make-up: Jasmine Lundmark @jasminelundmark
Hair: Swedish Hair Mafia @swedishhairmafia

Bisneta de Monteiro Lobato quer apagar o racismo de sua obra com novas edições

Versão de livro sobre Narizinho passou por adaptações, mas não escapou de críticas
Leonardo Sanchez

Ilustração da nova edição de "A Menina do Narizinho Arrebitado", de Monteiro Lobato, que passou por adaptação de sua bisneta, Cleo Monteiro Lobato
Ilustração da nova edição de “A Menina do Narizinho Arrebitado”, de Monteiro Lobato, que passou por adaptação de sua bisneta, Cleo Monteiro Lobato Rafael Sam/Divulgação

Um dos cânones da literatura infantil brasileira completa, neste mês de dezembro, cem anos. Escrito por Monteiro Lobato, “A Menina do Narizinho Arrebitado” introduziu o universo do “Sítio do Picapau Amarelo” e agora suscita não só comemorações, mas também debates fervorosos em torno do autor, considerado racista por alguns leitores e estudiosos, e uma reedição de sua obra, adaptada por sua própria bisneta, Cleo Monteiro Lobato.

Adaptada porque esta não se trata de uma reimpressão do texto original, com adendos e novo prefácio, como já ocorreu em outras reedições, mas de uma reformulação da obra, com exclusões e alterações de trechos e personagens sendo representados de maneiras diferentes, menos problemáticas.

Tudo para entrar em sintonia com as críticas de que o escritor paulista teria maculado a inocência das aventuras da boneca Emília ao incutir concepções preconceituosas e estereotipadas em seus livros.

Tia Nastácia, a mulher negra que trabalha no sítio, “trepa que nem uma macaca de carvão” em determinada passagem do original, por exemplo. Mas não mais nesta reedição, que vem na esteira de uma série de celebrações do centenário e é atrelada à publicação de uma tradução da obra para o inglês.

“Eu acho que há passagens problemáticas para quem lê os livros hoje em dia. A gente queria uma versão atualizada, cujo teor fosse compatível com os valores sociais contemporâneos, mas que mantivesse o estilo do Lobato”, diz Cleo, a bisneta do autor. “Eu queria que essa versão provocasse essa discussão que provocou, que não é sobre o Lobato, mas sobre o racismo estrutural no Brasil. Essa é a intenção.”

Cleo refuta o termo censura ao falar das alterações feitas à obra e lembra que o bisavô foi responsável por traduzir diversos clássicos infantis para o portugês, como “Alice no País das Maravilhas”, mas não sem os adaptar, de forma incisiva, para o público brasileiro.

“A obra hoje está em domínio público. Nós não a desvirtuamos, porque a original continua lá, existindo e disponível”, diz ela. “Se eu tenho a possibilidade de me posicionar de maneira positiva [por meio dos livros], eu escolho a mudança.”

A ideia de tomar essa liberdade criativa veio depois que Cleo notou diversos conhecidos ou fãs de Monteiro Lobato que tinham dificuldade em ler a obra para crianças, já que, vez ou outra, era preciso interromper a narrativa para explicar termos e representações ofensivas —principalmente aquelas direcionadas a Tia Nastácia.

Mas, mesmo assumindo que alguns aspectos na obra não estão em concordância com os tempos atuais, Cleo é assertiva ao dizer que o bisavô não era racista e que os trechos problemáticos de sua obra também não o são. É um posicionamento polêmico e complicado, ela assume, afirmando que é preciso ter um entendimento total da vida e da obra de Monteiro Lobato para opinar sobre o assunto.

“O que eu noto é que quem leu tudo, luta fervorosamente contra as acusações de racismo. Quem pega uma carta, um livro e analisa por um prisma estreito, enxerga o Lobato oposto”, diz Cleo, sobre documentos escritos pelo autor em que ele faz menção positiva à Ku Klux Klan e às ideias eugenistas de seu tempo.

Monteiro Lobato ao lado da família, em foto de data desconhecida
Monteiro Lobato ao lado da família, em foto de data desconhecida – Arquivo Pessoal

Monteiro Lobato não é o primeiro —e nem será o último— artista com obras submetidas a intervenções cirúrgicas. Se no caso do pai de Emília o procedimento parece invasivo demais, em outros ele é mais comedido.

No audiovisual, avisos de que as ideias e representações observadas em alguns filmes são datadas, discriminatórias e que refletem o pensamento predominante de uma outra época se tornaram frequentes, diante do ressurgimento de obras antigas em plataformas de streaming.

É esse tipo de mea-culpa que acompanha, por exemplo, diversas animações disponíveis na plataforma Disney+, como “Peter Pan” e “A Dama e o Vagabundo”, e o clássico “… E o Vento Levou”, agora no catálogo do HBO Max, hoje indisponível no Brasil.

“Eu entendo a decisão tomada pela família, mas a minha posição seria de que vale a pena fazer, no máximo, alterações ortográficas, em relação à língua, e manter a obra em si tal qual ela está”, diz Mário Augusto Medeiros da Silva, professor de ciências sociais da Unicamp e que se debruça sobre a área da literatura.

“Que o leitor seja beneficiado com uma nota prévia, um prefácio, um texto analítico para que faça suas próprias ponderações, embora eu entenda que a adaptação é uma saída que ela [Cleo Monteiro Lobato] encontrou para se adequar aos novos tempos.”

Segundo o acadêmico, é importante compreender Monteiro Lobato inserido no contexto em que viveu, também enquanto cidadão e não só como escritor. Segundo ele, limpar esse aspecto de sua vida e obra é uma opção da família, mas que ofusca a trajetória e as contradições do autor.

“Isso não apaga o editor, o homem preso pelo Estado Novo, o nacionalista que lutou pela Campanha do Petróleo, o criador de uma literatura infantil no Brasil. Mas também faz parte dele ser pensado como um autor que não foi tão além de seu tempo, um tempo racista. Nenhum artista deve ser tratado de maneira sagrada, todos estão envolvidos com questões de seu tempo, e é saudável que os leitores saibam disso.”

“Eu não defendo censurar e também não concordo com o apagamento de sua obra —e mesmo essa limpeza dessa nova versão pode ser lida como apagamento, o que precisa ser debatido. Mas uma atitude antirracista talvez mais adequada seria inserir um estudo crítico a respeito da obra e, então, deixar para o leitor tomar suas posições”, conclui.

NARIZINHO ARREBITADO

  • Preço R$ 34,99
  • Autor Monteiro Lobato. Ilustrações de Rafael Sam
  • Editora Underline Publishing
  • Centenário Mais informações obre o evento de centenário da obra em narizinho100anos.com​

Dívida da Ancine em fundo internacional põe em risco coproduções brasileiras

Programa Ibermedia, uma das mais importantes fontes de fomento no setor, ainda não recebeu cota referente a 2019. Agência brasileira se reúne nesta terça (1) para debater imbróglio

Ancine não repassou sua cota ao Programa Ibermedia em 2019 Foto: Adriana Toffetti / Agência O Globo

RIO — A cultura brasileira pode sofrer mais um duro golpe no já difícil ano de 2020, alertam produtores do audiovisual brasileiro. Nesta terça-feira (1), a Diretoria Colegiada da Ancine deve decidir sobre o cumprimento das cotas de 2019 e 2020 do Programa Ibermedia, um dos mais importantes fundos internacionais do audiovisual, que a agência deixou de pagar no último ano.

O fundo tem a participação de 22 países ibero-americanos e a Ancine é a autoridade cinematográfica que representa o Brasil. Mas, como não fez o aporte, os selecionados brasileiros na convocatória de 2019 não puderam ter acesso aos recursos do programa ao longo de todo este ano.

O não-pagamento prejudica iniciativas como o BrLab, evento de referência para o desenvolvimento de projetos de formação técnica, uma das três frentes de fomento do Ibermedia — ao lado de desenvolvimento de roteiros e coproduções.

Diretor do BrLab, Rafael Sampaio conta que o evento participa do programa desde 2011 e nunca enfrentou este tipo de situação, sempre recebendo os repasses em dia. Para ele, a inadimplência da Ancine trata-se de uma “vergonha internacional”.

— Fomos contemplados pelo Ibermedia no fim de 2019. Desde junho, o programa nos diz que não pode repassar a verba por causa da falta de pagamento da Ancine. Teoricamente, a agência quitaria tudo em outubro, mas, até agora, nada — lamenta Sampaio — Esse imbróglio coloca o Brasil na contramão do mundo.

Circuito de festivais

Mas não é só o mercado brasileiro que sai prejudicado desse contexto. A postura da Ancine afeta também empresas de outros países, como a argentina Dar a Luz Cine, parceira da brasileira Valkyria Filmes na coprodução “Ladrilleros”.

A preocupação dos produtores é ainda maior porque nesta quinta-feira acontece a reunião anual do Comitê Intergovernamental, quando autoridades dos países que formam o Ibermedia definirão os projetos selecionados de 2020.

— O temor é abrir um precedente de dois anos sem pagamento da cota, o que potencialmente tira o Brasil da Ibermedia. Pode abrir a lacuna séria de uma interrupção da participação nacional num programa de significado tão importante, que garante acesso a festivais de categoria A, como Veneza, Cannes, Berlim. O não-pagamento tira as empresas selecionadas deste circuito — explica Angelisa Stein, da Valkyria Filmes.

O Ibermedia foi criado em 1998 e faz parte da Conferência de Autoridades Audiovisuais Ibero-Americanas (CAACI). Em 22 anos, esta foi a primeira vez que a Ancine deixou de pagar sua cota — os valores anuais que cada membro aporta variam de acordo com o país, e a cota brasileira é significativa.

— Em dezembro de 2019, as nove empresas selecionadas receberam comunicação oficial, da Ancine e da Ibermedia, inclusive com os valores determinados. Em fevereiro acendeu um sinal amarelo, pois até os projetos de desenvolvimento de roteiro, que são menos complexos, estavam sem receber. Em abril, entendemos que a cota brasileira não havia sido paga. E, pelo regimento da CAACI, se um país não paga, o programa não pode contratar empresas daquele país — conta Stein.

22 anos de coproduções

Entre os filmes que foram produzidos com o apoio de recursos do Programa Ibermedia ao longo dos últimos 22 anos, estão os brasileiros “O grande circo místico”, de Cacá Diegues, “Os silêncios”, de Beatriz Seigner, e “Quase dois irmãos”, de Lucia Murat, “Kamchatka” e “Plata quemada”, do argentino Marcelo Piñeyro,  ou “O banheiro do Papa”, dos uruguaios Enrique Fernández e César Charlone — todos coproduções internacionais com participação, majoritária ou não, brasileira. 

— De abril até agora, só obtivemos da Ancine que o Programa Ibermedia é importante para a agência, e que ela reconhecia a importância do Brasil dentro dessa estrutura — diz Angelisa Stein, que também é advogada e ex-funcionária da Ancine. — O Brasil sempre jogou atuou num papel fundamental dentro das articulações e das políticas audiovisuais, seja aproximando mercados internacionais e abrindo territórios para os filmes, seja abrindo caminho para os talentos brasileiros serem mais e melhor conhecidos.

Na última sexta-feira,  foi entregue uma carta à Diretoria Colegiada da Ancine reforçando a urgência na deliberação do pagamento da cota brasileira do programa.  O documento é assinado pela ABRACI — Associação Brasileira de Cineastas, pela APACI — Associação Paulista de Cineastas, pela API — Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro, pela Bravi — Brasil Audiovisual Independente, pela Conne — Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste, pelo Fames — Fórum Audiovisual Minas, Espirito Santo e Sul e pelo Sicav — Sindicato Interestadual da Industria Audiovisual.

A reunião da Diretoria Colegiada da Ancine acontece nesta terça-feira (1), às 14h. Às 15h30, o caso do Programa Ibermedia será debatido. Procurada pela reportagem, a Ancine preferiu não se manifestar sobre o assunto.

Indya Moore – Vogue India November 2020 By Greg Swales

Indya Rising   —   Vogue India November 2020   —   www.vogue.in
Photography: Greg Swales Model: Indya Moore Styling: Anna Trevelyan Hair: Hos Hounkpatin Make-Up: Renee Garnes Manicure: Shirley Cheng  Set Design: Lucy Holt