Serena Williams, capa do mês de dezembro da ‘Teen Vogue’ pede para mulheres apoiarem umas às outras

Tenista é a capa do mês de dezembro da revista ‘Teen Vogue’ e divide espaço com Naomi Wadler

Serena Williams on the December cover of “Teen Vogue.” Photo: Ronan McKenzie

Capa da revista Teen Vogue de dezembro, Serena Williams fez fortes declarações e pediu para as mulheres apoiarem umas às outras em publicação exclusiva do veículo voltado para celebridades e moda.

“Estamos em uma posição em que temos a oportunidade de usar nosso status e nossa rede social, e usar diferentes plataformas para falar sobre isso, porque muitas pessoas veem o que postamos e coisas que escrevemos”, afirmou Serena em entrevista à editora-chefe da Teen Vogue.

Ao lado da jovem ativista Naomi Wadler, convidada para participar da publicação de dezembro, Serena afirma que pode passar uma mensagem importante para as mulheres. “Nós temos de apoiar umas às outras. Eu sempre gosto de dizer que as mulheres deveriam se apoiar, porque o sucesso de uma mulher pode ser inspiração para outra. Se olharmos para tudo desta forma, podemos conquistar muito mais”, declara a tenista.

Questionada durante a entrevista sobre como está conciliando a vida de atleta e mãe desde fevereiro, quando voltou às quadras, Serena respondeu: “Honestamente, eu não sei. Eu vou para a cama todas as noites pensando: como eu passei por este dia?”.

Nesta temporada, Serena não conquistou títulos, mas voltou às quadras cinco meses após o nascimento da filha Alexis Ohanian Olympia. Recuperando o ritmo das competições, a tenista chegou as finais de Wimbledon do US Open. Ela também foi eleita pela Associação de Tênis Feminino (WTA) como a melhor tenista na categoria “retorno do ano”. 

serenawilliams
Teen Vogue 2018 • Story in Stories 
Photographer: @ronanksm
Stylist: @jasonbolden
Hair: @vernonfrancois
Makeup: @autumnmoultriebeauty
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Ensaio com Angel da Victoria’s Secret Jasmine Tookes nua causa congestionamento na rua e fotógrafo Russell James se desculpa

Jasmine TookesImagem: Reprodução/Instagram

Um ensaio fashion com a Angel da Victoria’s Secret Jasmine Tookes parou o trânsito na Califórnia. Literalmente. O fotógrafo Russell James, responsável pelo ensaio com a modelo para o livro das Angels de 2018, relembrou o editorial ao compartilhar um de seus cliques nesta terça (11) e aproveitou a oportunidade para pedir desculpas para os cidadãos locais.

“Um fato curioso: nós clicamos esta imagem sobre a Pacific Coast Highway, uma das estradas mais cheias da Califórnia. Eu só queria me desculpar por todo o engarrafamento que causamos naquele dia”, escreveu.

Russell ainda aproveitou para agradecer Jasmine Tookes pela parceria nos cliques para a marca de lingerie.

“Enquanto a Jasmine e eu fazíamos a série de fotos dela para o livro das Angels, me lembro de dizer que nós talvez tivéssemos que fazer um livro só com ela. Todo mundo na produção do ensaio concordou. Depois de ver o resultado final do livro, eu posso dizer que acertei. Muito obrigada por ser parte deste projeto especial e muito pessoal, Jas”, elogiou.

Jasmine Tookes Imagem: Reprodução/Instagram

Faber-Castell faz releitura de ‘Aquarela’ para falar sobre diversidade racial

Cena do vídeo “Caras & Cores” da Faber-Castell (Reprodução)

A Faber-Castell resolveu resgatar um clássico da publicidade para tratar sobre diversidade racial. Com debates cada vez mais intensos sobre desigualdade racial, de gênero e representatividade, a marca fez uma releitura de “Aquarela”, hit da carreira de Toquinho de 1983.

O novo tema “Caras & Cores” foi lançado para divulgar os lápis da Faber-Castell que podem criar diferentes tons de pele, inclusive ao se misturarem.

A primeira versão da propaganda que usou essa canção é de 1984.

“Recriar algo tão proprietário da marca é uma grande responsabilidade, e fazer isso para um produto com um papel social nos pareceu a escolha certa”, afirma Eduardo Ruschel, diretor de marketing e inovação da Faber–Castell.

No filme, os lápis são ferramentas para as crianças de todos os tons de pele se representarem nos seus próprios desenhos, destaca a empresa.

“O objetivo está em estimular os pequenos no processo de autoexpressão ainda na infância, contribuindo para a formação de uma sociedade com mais respeito e diversidade.”

Criada pela agência David SP, a campanha “Sua Cor Como Você Quiser” tem veiculação nacional na TV, no cinema e na internet nos meses que antecedem a volta às aulas de 2019.

“Resgatar a conexão emocional com toda uma geração foi nossa aposta para falar de um tema tão importante e sensível”, diz Rafael Donato, responsável pela criação na agência. [Amon Borges]

As mangas bufantes saíram dos anos 1980 e foram direto para o verão 2019

Só deu elas no street style da última temporada de moda… Confira as inspirações!
ISABELA SERAFIM

Mangas bufantes são tendência (Foto: Imaxtree)

Provavelmente, você acha a manga bufante coisa de fashionista nível hard. Mas se depender de tudo que vimos no street style da última temporada de moda, o detalhe que é tendência vai viralizar e fazer a cabeça de todo mundo. A gente, que adora uma novidade, já amou… ops! Tem uma coisa errada: a tendência não surgiu agora, não! Ela foi super marcante nos anos 1980 e chega exatamente como na época, nada minimal. +

A ideia aqui é não economizar no tecido. Se estiver calor e o look é um vestidinho fresco, a manguinha pode vir para dar informação de moda na produção. Se completar com chinelo e papete, então… tá show! Quem curte alfaiataria também pode apostar no hit vestindo um blazer. Dica: a peça ganha estrelinhas em um visual com bermudinha. Não se convenceu? Tá tudo aqui, para te inspirar. Tipo aquelx crush pedindo uma chance…

Confira: 

Aceleradora Plug and Play leva ‘espírito inovador’ a gigantes no Brasil

Consultora hoje assessora um total de 220 empresas, entre elas o Banco do Brasil e o hospital Albert Einstein
Por Giovanna Wolf – O Estado de S.Paulo

Jackie Hernandez quer ajudar corporações e startups no mundo

Desde 2006, a Plug and Play, uma das maiores aceleradoras do Vale do Silício, presta consultoria e investe em startups. Em 2010, iniciou também parcerias com grandes companhias globais. Hoje, a Plug and Play trabalha com 220 grandes empresas, que procuram assessoria para encontrar o caminho para a inovação – no Brasil, o Hospital Albert Einstein e o Banco do Brasil são clientes da aceleradora.

Foi com os conselhos da Plug and Play e da diretora de operações da aceleradora, Jackie Hernandez, que o BB decidiu rever projetos de inovação e voltar para a prancheta para buscar ideias com mais chance de sucesso. Da mesma forma, o Hospital Albert Einstein pôde começar a trabalhar para levar seus produtos tecnológicos para o mercado internacional.

O Estado conversou com Jackie sobre como é o processo de ajudar empresas a pensar fora da caixa e também sobre o ecossistema brasileiro.

Leia os principais trechos da entrevista:

Estado: Como trazer a inovação para as grandes empresas que ainda não conseguiram se renovar?
Jackie Hernandez: As grandes corporações acham que, ao abrir uma incubadora, elas se tornam inovadoras. Elas têm seus próprios objetivos, então é preciso fazer de um jeito mais interativo, mostrando que há retorno. Tornar-se uma empresa inovadora é um combinação entre tecnologia e pessoas. Queremos ser catalisadores desse processo. As corporações sabem o que fazer, têm um ambiente seguro que permite falhar e descartar o que não funciona.

Qual é o maior desafio da área de inovação hoje?
Tendemos a ver indústrias de uma forma fechada, em “caixinhas”. Olhamos para montadoras e pensamos que elas apenas produzem carros. Olhamos para lojas e pensamos que elas são apenas varejo. A realidade é que a tecnologia está se sobrepondo. As indústrias automotivas, por exemplo, estão migrando de produto para serviço. Hoje em dia, as coisas se entrelaçam: se você não está na saúde, você quer estar na saúde e, se você já está na saúde, você quer estar presente em outros lugares. O desafio é como fazer a transformação cultural dentro das empresas.

Qual é a sua opinião sobre as startups do Brasil?
Em geral, o Brasil é muito criativo e várias tecnologias estão sendo lançadas aqui. Acredito que o desafio, que não é exclusivo do Brasil, é criar empresas globais em vez de empresas regionais. O Brasil tem o benefício de ser um país muito grande, então certamente se você oferece serviços no Brasil, você tem um grande mercado. Mas pode ser maior.

Em que segmentos o País precisa investir?
As grandes corporações precisam perder o medo. O desafio que temos é que a maioria das startups que estão no ecossistema local tendem a ser muito pequenas, restritas ao estágio inicial. Ao mesmo tempo, as grandes corporações são muito reguladas e não conseguem se engajar com uma startup pequena. O que fazemos na Plug and Play é ensiná-las a como trabalhar com startups. Queremos, em um primeiro momento, que elas se exponham a startups maiores – que tenham mais de 30 pessoas trabalhando e recebido mais de US$ 20 milhões de investimento, por exemplo. O trabalho da grande corporação com uma startup maior flui mais.

É importante as startups brasileiras a manutenção do contato com o Vale do Silício?
Elas nunca devem parar de ir para lá. Quando eu fui para o Vale do Silício foi como se eu tivesse mudado da calçada para a rodovia. A forma como o mundo da tecnologia opera e a sua ambição é absolutamente inacreditável. Você não vai entender o nível que você precisa chegar. O Banco do Brasil, por exemplo, trabalhou durante meses em um produto, que achava estar pronto para ser lançado. Então, a empresa enviou o time de inovação para o Vale do Silício Lá eles perceberam que ainda estavam perdidos.

A Plug and Play pretende abrir filial no Brasil?
O Brasil está no nosso mapa para ampliação de atuação. Nosso objetivo é fazer a inovação ser acessível a todos.