SEJA MEMBRO DO UFW – 20 REAIS/ANO

UFW – O Universomovie Forward traz um olhar diferente sobre moda, beleza, cultura, lifestyle, tech, arquitetura, design, advertising.

Seja membro

R$ 20,00

Ganhe benefícios exclusivos ao se tornar membro do UFW.

Seja membro do UFW pelo valor de R$20,00/ano (após o pagamento, envie um zap para (11) 96190-5729 e receba seu código de acesso. Atualizações diárias exclusivas, inclusive aos finais de semana e feriados, além de garantia de participação em sorteios no site e muito mais…..

OUTRAS FORMAS DE PAGAMENTO:

Banco NUBANK AG 0001 CONTA 29496942-1 (Renato Cezario)
PIX renatocscezario@gmail.com


Earn exclusive benefits by becoming a UFW member.

Be a UFW member for R $ 20.00 / year (after payment, send a zap to (11) 96190-5729 and receive your access code. Exclusive daily updates, including weekends and holidays, in addition to guarantee of participation in sweepstakes on the website and much more… ..

OTHER PAYMENT METHODS:

Bank NUBANK AG 0001 ACCOUNT 29496942-1 (Renato Cezario)
PIX renatocscezario@gmail.com

KUST Drops First Swimwear Collection

KUST debuted its new swimwear collection with the launch of a campaign captured by the lens of Paweł Wyląg.

Photographer : Paweł Wyląg / @pawelwylag
Set designer + Production: Ake Zorn / @akezorn
Stylist : Kamila Marczyk / @kamilamarczyk
Assistant: Karo Bill / @karo_bill
Model: Nyasha / @gagamodels
Model: Filip M-O / @pinokiomodels
Model: Filip M / @pinokiomodels

MAITE | Fall Winter 2021/2022 | Full Show

Lola Casademunt by MAITE | Fall Winter 2021/2022 | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – 080 Barcelona)

Phil Panton – No Need To Rush/Never Felt So Good

Michelle Pfeiffer diz que envelhecer foi ‘incrivelmente libertador’

Atriz diz que hoje não se preocupar tanto com o que os outros pensam
RUTH LA FERLA

Michelle Pfeiffer – Olivia Malone for The New York Times

THE NEW YORK TIMES – Michelle Pfeiffer tem um lado irrequieto. Isso fica perceptível em sua escolha muito variada de papéis a interpretar. Ela enfatizou o lado sensual como Mulher-Gato, se mostrou dolorosamente vulnerável em “Ligações Perigosas”, e glamorosamente devassa em “Scarface”. Interpretou por duas vezes mulheres em exílio, uma como a pária social Ruth Madoff em “O Mago das Mentiras” e agora como uma ricaça que perde tudo em “French Exit”, que estreou no cinema este mês.

Aos 62 anos, Pfeiffer também conseguiu preservar a tranquilidade por tempo suficiente para criar dois filhos com o marido, o roteirista e produtor David Kelley, e para embarcar em novos projetos: ela interpreta Betty Ford em “The First Lady”, uma série que estreará em breve pelo canal Showtime, e assumiu um novo e improvável papel como empresária no ramo de produtos de beleza.

Dois anos atrás, ela criou a linha Henry Rose de perfumes, fragrâncias para a casa e loções unissex, que trazem nomes evocativos e até sinistros como Fog (névoa), Last Light (última luz) e Queens and Monsters (rainhas e monstros).

Michelle Pfeiffer – Olivia Malone/The New York Times

A mais nova fragrância, Windows Down [janelas fechadas], que combina bergamota e outros aromas cítricos, aponta para os aspectos mais divertidos e livres da personalidade de Pfeiffer.

Ela deixou sua reserva de lado por alguns minutos para conversar sobre os desafios de interpretar uma rainha das colunas sociais que termina empobrecendo, e sobre encontrar a liberdade para enfim ser quem é.



Ouvi dizer que você às vezes usa um perfume para ajudá-la se adaptar a um personagem. Isso aconteceu em “French Exit”?
Durante as filmagens, estávamos desenvolvendo uma fragrância floral. Eu a usei. Imaginei que Frances, minha personagem, era o tipo de pessoa floral.

Mas seu personagem não é uma viúva doce.
Como gostamos de dizer, nossos florais não são como os da vovó.

Que parte de você se identificou com Frances?
Nem sempre sei por que me interesso por uma personagem. Mas para mim, ela pareceu extremamente comovente. Sua tragédia é a de ser alguém isolado pela riqueza e que jamais aprendeu a lidar com a realidade. Quando ela deixa de ter dinheiro, não sabe bem quem é.

Ela se comporta como uma mulher com nada a perder. Você se interessou por esse aspecto da personagem?
Frances sempre se comportou dessa maneira. Na situação em que está, ela vive um pouco iludida. Mas a coisa que mais me empolgou é que passamos boa parte de nosso tempo –ou pelo menos eu o faço – tentando ser polidos. É uma tarefa completamente exaustiva. Frances nem tenta.

Houve um momento em que você deixou de se preocupar tanto com o que outras pessoas pensam?
Vem com a idade. Quanto mais velha eu ficava, mais eu abandonava essas preocupações. É incrivelmente libertador.

Como o conceito de sua mais recente fragrância lhe ocorreu?
Eu estava dirigindo, e abri os vidros do carro e senti o ar quente do verão. Senti que estava solta. A sensação que me veio à mente foi a de quando tirei minha carteira de habilitação, aos 16 anos, aquela sensação de simplesmente largar as rédeas e deixar que a vida me leve. É algo que deixamos de fazer quando envelhecemos.

A fragrância foi concebida como resposta a um ano opressivo?
Não, mas ela é otimista. O lançamento por acaso coincidiu com nós todos sairmos lentamente do isolamento, e com aquela sensação de recomeço.

As fragrâncias de sua linha variam muito em termos de caráter. De quais delas você mais gosta?
Tendo a preferir as mais escuras e mais fortes, com um tom de madeira e baunilha. Minhas favoritas são as mais complexas.

Dizem que é difícil conseguir vender fragrâncias de celebridades. Mas você lançou sua linha sem nem colocar seu nome no rótulo.
Fui avisada logo no começo de que as fragrâncias de celebridades não iam muito bem, que as pessoas não confiavam nelas. Era importante para mim, porque não estou falando de um acordo de licenciamento, que a marca funcionasse por si, que todos os ingredientes fossem identificados no rótulo. Não quis desenvolver alguma coisa que dependesse do meu rosto ou da minha celebridade.

Você é conhecida por ser reservada. Sentiu-se pressionada a ter uma presença no Instagram?
Não sei se eu teria começado no Instagram se não tivesse lançado essa marca. Tendo a ser cautelosa demais em entrevistas. Odeio posar para fotos.

Mas sua conta é bem brincalhona. Em uma publicação você aparece brincando com um chicote.
Estava com uma amiga no escritório, e não sabíamos para onde a conversa iria. Ela mencionou o chicote da Mulher-Gato. Eu respondi que achava que o tinha guardado lá mesmo. Abri o armário, e lá estava ele, pendurado da porta. O momento pareceu ridiculamente forçado, mas não foi. Na mídia social, você realmente controla sua narrativa. E isso permite que brinque o quanto quiser.

Tradução de Paulo Migliacci

Vanessa Giácomo lança a marca ‘Amai’ de pijamas personalizados

Crédito: Caroline Castro

Vanessa Giácomo está lançando a “Amai”, uma marca de pijamas personalizados feitos a mão, que começarão a ser vendidos em maio. “A ideia nasceu durante o período de isolamento social e essa mudança de comportamento que tem nos mantido em casa por mais tempo. Então, por que não investir em pijamas com mais durabilidade e conforto? E, claro, com a possibilidade de ter a nossa cara, com detalhes dão o toque especial à roupa”, diz a atriz.

As peças começarão a ser vendidas em maio, somente via Instagram da marca (@amai.pijamas). O atendimento online é rápido e personalizado, porque as pessoas podem escolher o tamanho, o modelo e se o pijama terá algo bordado, como um nome ou uma frase. É um processo bastante artesanal e delicado. “A nossa marca foi feita para todos. Ela veste todos os tamanhos. Para mim não faz sentido pensar em uma coleção assinada por mim que não seja inclusiva”, conta Vanessa. E a “Amai” também tem peças para as crianças. Aqui, mamães e filhos de todas as idades podem combinar seus looks. Neste mês, serão lançados os carro-chefes da marca: pijamas nas cores azul marinho e branco. A cada mês, com as coleções novas, serão incorporadas ao catálogo estampas e cores variadas, para que as peças se tornem cada vez mais diferencias e exclusivas.  

Como já sugere o nome, “Amai” é inspirado no amor. Vanessa explica: “Amai vem de amor, feito com amor, pensado com amor. Aliás, é isso que está escrito na caixa que enviamos aos clientes, “feito com amor”, feito especialmente para cada um que escolhe a nossa marca. E o nosso desejo é que as pessoas sintam esse carinho quando receber a “Amai” em suas casas”.  

A “Amai” é fruto de uma parceria entre Vanessa e Jucilene Franco, uma amiga que a atriz conhece há mais de dez anos. Jucilene mora em Goiânia e as peças são produzidas lá. “A Ju já trabalha com isso faz muito tempo, ela tem muita experiência em confecção. Por isso, quando tive a ideia de ter um negócio meu, entrei em contato com ela para fecharmos essa parceria. Eu confio demais nela e a gente tem reuniões diárias. Embora cada uma fique com a responsabilidade de decisões em setores diferentes, ambas participam de todo o processo”, esclarece Vanessa. A atriz cuida da parte criativa das coleções, assim como do marketing e da comunicação da marca. Ju, como Vanessa chama a sua sócia, é responsável pela mão de obra e pelo contato com a fábrica. “Eu me envolvo muito com as marcas que represento, e tento trazer uma identidade própria. Mas, no fundo, sempre quiser ter algo meu, e ver esse negócio nascer, poder escolher cada detalhe. Na “Amai” eu estou presente em cada etapa, desde a criação da coleção – a escolha do tecido, a cor e os modelos – até a seleção dos modelos que vão fotografar para divulgarmos, como vai ficar o feed do Instagram da marca (que é a nossa vitrine)…, enfim, tudo!”, enumera Vanessa.

A moda sempre esteve presente na vida da atriz, até por conta da relação com seu ofício de atriz. “Gosto de estar por dentro da moda, de saber das tendências. Mas eu priorizo, nas minhas escolhas, o que é clássico e que nunca sai de moda. Acho que fica mais sofisticado e tem personalidade. O segrego, para mim, está nos detalhes que dão um toque especial. Um acessório, por exemplo, faz toda a diferença em uma roupa”, revela Vanessa. 

A atriz adianta que os pijamas devem ser apenas o começo da “Amai”, pois a ideia é que a marca passe a produzir, muito em breve, peças mais neutras, também para ficar em casa, com conforto e qualidade. Empreender é um desejo que acompanha Vanessa desde muito tempo. “Eu sou muito inquieta, em especial, artisticamente falando. Eu gosto de tantas coisas… E não paro quieta. Amo escrever, tenho alguns roteiros prontos. A “Amai” está nascendo agora e, já já contarei para vocês sobre o restaurante que vou inaugurar em Vargem Grande, zona oeste do Rio de Janeiro”, adianta a atriz.

Vogue Paris May 2021 –  Natasha Poly By Mark Kean 

Spring Break   —   Vogue Paris May 2021   —   www.vogue.fr

Photography: Mark Kean Model: Natasha Poly Styling: Géraldine Saglio Hair: Damien Boissinot Make-Up: Christelle Cocquet Manicure: Alexandra Janowski

Joalheria dinamarquesa Pandora deixará de usar diamantes de minas

Esta é uma tendência entre as joalherias, que querem oferecer mais garantias ao consumidor quanto ao respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente
AFP

Loja da Pandora em Roma Foto: Max Rossi/Reuters

joalheria dinamarquesa Pandora anunciou que deixará de usar diamantes de minas e comercializará apenas sintéticos de laboratório, um ano depois de optar por usar apenas ouro e prata reciclados até 2025.

Pandora, especializada em joias de baixo custo – da qual é uma das maiores produtoras mundiais – agora usará apenas diamantes de laboratório, disse a empresa em um comunicado. São mais baratos e têm todas as características de um diamante natural, observou.

“Os diamantes não são apenas eternos, são para todos”, destacou o chefe do grupo, Alexander Lacik. Esta escolha “é a prova do ambicioso programa que estamos realizando para sermos mais sustentáveis“, frisou.

A primeira coleção da Pandora a usar diamantes de laboratório será lançada primeiro no Reino Unido antes de ser lançada globalmente no próximo ano.

Fundada em 1982 em Copenhague, a Pandora se tornou uma multinacional com mais de 27 mil funcionários, metade deles na Tailândia, onde suas joias são produzidas. O grupo vende 250 mil peças por dia. 

Embora os diamantes estejam presentes apenas em uma pequena parte das vendas da Pandora, a escolha faz parte de uma tendência das joalherias em oferecer mais garantias ao consumidor quanto ao respeito aos direitos humanos e ao meio ambiente.

XL.IKS | KeyStep Pro Performance | ARTURIA

Já disponível: KeyStep Pro Firmware 2.0. Novos controles de desempenho, aprimoramentos de fluxo de trabalho e recursos adicionais. O designer de som xl.iks o coloca à prova controlando 5 instrumentos simultaneamente – aperte os cintos de segurança.

Feminização facial: entenda a cirurgia que ajuda mulheres trans

Pioneiro na técnica mundial, o Dr. Thiago Marques Tenório explica como o procedimento funciona e ajuda mulheres trans a se sentirem ainda mais bonitas

Foto: Reprodução | Instagram @facialteambrasil

De maneira geral, cirurgias plásticas podem trazer um impacto positivo na vida das pessoas por não só melhorar a autoestima e confiança das pacientes, mas também, seus relacionamentos sociais, profissionais e até mesmo sexuais.

E o Dr. Thiago Marques Tenório leva isso muito a sério ao mudar a vida de mulheres trans. Em sua clínica, a Facial Team, reconhecida mundialmente, ele se tornou o principal nome quando o assunto é a feminização facial.

Para quem não sabe o que é o procedimento, ele começa com um tratamento não cirúrgico, como a utilização de hormônios femininos, depilação facial, corte de cabelo e formato de sobrancelhas. 

“Cerca de um ano após esse primeiro tratamento a paciente já possui muitas características faciais femininas e já está pronta para a segunda etapa, que são as cirurgias de feminização facial”, explica o especialista.

As cirurgias geralmente são múltiplas (várias áreas do rosto são operadas) e complexas, podendo levar até 10 a 12 horas. Apesar disso, o pré e pós operatórios são simples, não diferindo muito de outras cirurgias plásticas faciais, como um Lifting Facial, por exemplo, com inchaço e equimoses (roxo na pele), mas pouco dolorosas.

A cirurgia de feminização facial, além desses benefícios supracitados, torna a aparência compatível com o gênero ao qual a paciente se identifica. As pacientes se sentem mais seguras também, pois, após a cirurgia, os ataques transfóbicos tendem a diminuir muito ou mesmo desaparecer. E geralmente, o procedimento após os 18 anos. Mas, se a aturdição óssea for mais precoce, a cirurgia pode ser feita mais cedo.

Pelas mãos do médico e sua equipe já passaram famosas como Léa T, Ariadna, Tifanny Abreu, Urias, Carol Marra, Viviany Beleboni e outras que pediram sigilo, e ao longo dos mais de 10 anos que atua na área, ele já atendeu mais de mil mulheres.

“A ajuda na autoestima é variável, a depender da feminilidade facial antes da cirurgia e de sua expectativa com relação ao resultado cirúrgico. Via de regra, elas relatam como um renascimento, a oportunidade de ser por fora o que elas sempre foram por dentro, ver no espelho a mulher que elas sempre sentiram ser”, encerra. 

Shot on iPhone 12 — Everyday Experiments: Full Bloom | Apple

Commissioned by Apple. Celebrate spring’s colors, life, and growth with iPhone 12.

00:00​​ – Intro

00:23​ Stop Motion
See change in a new way with:

  • Pruners
  • Photos and Videos on iPhone 12

00:53​ Slo-mo
Take in every beautiful moment with:

  • Highlighter markers
  • String
  • Tape
  • Magnifying Glass
  • Drinking Straws
  • Slo-mo on iPhone 12

1:51​ Time-lapse
Capture growth and movement with:

  • A lamp
  • Tripod
  • Time-lapse on iPhone 12