Andreas Ortner for Marie Claire with Alexina Graham

Photography: Andreas Ortner at SCHIERKE Artists. Styling: Jana Kapounová. Hair & Makeup: Hristina Georgievska. Model: Alexina Graham.

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10 marcas de jeans sustentáveis para você conhecer já

O jeans é das peças mais problemáticas da moda quando se aborda a sustentabilidade, com seu impacto ambiental altíssimo. Para fazer a diferença, Vogue seleciona 10 marcas que oferecem pares sustentáveis:

AG Jeans (Foto: Divulgação)

Uma das peças mais versáteis e unânimes da moda, o jeans ganhou status de destaque absoluto quando se fala em moda sustentável e responsabilidade ambiental na indústria. Não é por menos: para a produção de cada par, utiliza-se cerca de 11 mil litros d’água. O impacto ambiental da linha de produção da peça, porém, vai bem além disso quando se contabilizam também o uso de corantes e energia nas etapas de tingimento e desenvolvimento de lavagens, além de tantos outros fatores que fazem parte do processo.

Sendo assim, é apenas natural que cada vez mais marcas estejam se empenhando para reduzir o impacto ambiental da produção do jeans. Da Austrália ao Brasil, hoje há diversas opções – em diversas faixas de preço – para quem quer fazer sua parte nesse processo tão importante, que já conta com apoio até de Meghan Markle.

Conheça abaixo 10 marcas de jeans sustentáveis que você tem que conhecer já. É só escolher seu par!

Barbara Casassola

A estilista brasileira lançou ano passado sua linha jeans seguindo à risca seus ideais em prol de uma indústria da moda mais eco-friendly. Para evitar o alto consumo de água na confecção dos jeans Casasola, a marca escolheu trabalhar com o algodão BCI (Better Cotton Initative), de origem local e reciclado, que reduz em 80% o consumo de água comparado a um processo standard. Além disso, em todos os processos, 100% da água utilizada é tratada e 70% reutilizada. As peças são ainda secadas ao ar para reduzir o consumo de energia. Além disso, para ajudar a compensar a pegada de carbono do processo, a Casasola doa 10% das vendas de seus jeans para apoiar o maior projeto de reflorestamento da história para a conservação da Amazônia, uma parceria da Conservation International com a Xingu Seed Network, que trabalham juntas para a plantação de 73 milhões de novas árvores nos próximos seis anos no Amazonas, Acre, Pará, Rondônia e toda a bacia hidrográfica do Xingu.

Casasola Jeans – os jeans sustentáveis de Barbara Casasola (Foto: Divulgação)

Outland Denim

A marca australiana que alçou fama internacional quando Meghan Markle usou um de seus pares em algodão orgânico. Conhecida por suas peças orgânicas que empregam eticamente e qualificam mulheres cambojanas resgatadas do tráfico humano em seu país natal, a Outland Denim surgiu, segundo James Bartle, fundador da marca, de um encontro com um grupo anti-tráfico humano em um festival de música. Depois de ter contato com o trabalho, Bartle viajou pessoalmente para a Ásia para ver pessoalmente como os traficantes cercam jovens mulheres vulneráveis para empregá-las na prostituição, e decidiu criar o projeto para empregá-las na indústria da moda.

Meghan Markle usa jeans sustentável na Austrália (Foto: Getty Images)

Nudie Jeans

A marca sueca fundada em 2001 é das pioneiras na proposta do jeans sustentável. Suas peças unissex são produzidas em 100% algodão orgânico, além de contarem com serviço de consertos gratuitos. A Nudie Jeans ainda recicla suas peças antigas e tem uma parceria com Fair Wear Foundation, que se certifica de que toda a linha de produção siga condutas éticas e seguras de trabalho.

Nudie Jeans (Foto: Instagram Nudie Jeans/ Reprodução)

DL 1961

A marca americana que ficou famosa após uma parceria com Jessica Alba, da companhia eco-friendly Honest Company, usa fibras eco-friendly (Tencel e ProModal) em suas peças e reduz, em seu processo de produção, o uso de água, energia e tingimentos em 50%, lançando mão ainda de luz solar e reciclagem de água.

DL 1961 (Foto: Instagram DL1961/ Reprodução)

AG Jeans

A marca californiana usa um sistema de produção vertical seguindo a risca todas as leis de ética e segurança no local de trabalho, produzindo seus pares usando a tecnologia Ozone, que corta o consumo de água em 50%, ao mesmo tempo em que minimiza o uso de agentes químicos e energia. Os pares da marca são feitos de fibras eco-friendly, como Tencel e Modal, totalmente naturais e biodegradáveis. A marca vai ainda mais longe e afirma em seu site que corta seus moldes de forma a maximizar o uso de cada fazenda, diminuindo o lixo ao máximo. As sobras são recicladas semanalmente. Ainda parte do processo, a economia de energia na produção dos pares da marca, que já colaborou com Alexa Chung, já bateu a marca dos 46%.

Recentemente, para comemorar o dia da água, a marca anunciou um novo sistema de filtragem em sua fábrica, que vai reciclar 100% da água usada na produção de suas peças.

AG Jeans (Foto: Divulgação)

M.i.h.

A label londrina lançou em 2018 a coleção cápsula M.i.h. Paradise, que tinha como objetivo ter os jeans “mais sustentáveis da história”. As peças são produzidas a partir de algodão orgânico certificado e conta com lavagens e finalizações de baixo impacto, além de tecnologia a laser para reduzir o uso de eagua e acabamentos feitos a partir de material reciclável. A M.i.h. trabalha ainda com a única tecelagem de denim do mundo premiada pelo EU Ecolabel e Nordic Swan Ecolabel. No site da marca, você pode ler seu manifesto pela sustentabilidade e uma detalhada linha do tempo de durabilidade de um par de jeans, mostrando o quanto a label economiza de água, por exemplo, na produção de seus pares.

M.i.h. Jeans (Foto: Divulgação)

Re/Done

A californiana Re/Done é uma das labels de jeans favoritas das celebridades, especialmente de top models. A label é expert em retrabalhar pares vintage de Levi’s 501 sob medida para suas clientes em cortes modernos que ressaltam ainda mais as curvas do corpo, mostrando que é possível criar peças novas usando materiais já existentes. Além disso, se algum jeans da marca rasgar, você pode mandar de volta gratuitamente para conserto.

Re/Done (Foto: Divulgação)

E.L.V.

Com proposta super trendy, a label londrina tem uma filosofia de desperdício zero: para produzir seus pares de jeans, ela usa denim antigo, que é retrabalhado e recortado em novos pares feitos sob medida. Todas as peças são criadas e produzidas localmente em Londres. Cada par usa duas metades de jeans vintage.

E.L.V. Denim (Foto: Divulgação)

Everlane

A marca americana que preza pela sustentabilidade e transparência em sua produção lançou sua primeira linha de jeans ano passado. A fábrica encontrada pela marca para produzir seus pares, no Vietnã, usa energia solar, recicla 98% da água utilizada e usa osmose inversa para filtrar os 2% restantes, transformando-os em água potável. Além disso, qualquer sobra de produção vira cimento, que por sua vez é transformado em tijolos que constróem casas para a população carente do país.

Everlane jeans (Foto: Divulgação)

Reformation

A marca americana que se estabeleceu no mainstream com sua proposta eco-friendly tem uma linha de jeans produzidos a partir de sobras de tecidos, apostando no upcycling e no algodão orgânico. No site oficial da marca, em que funciona sua loja online, é possível conferir também todo o status da peça, como o quanto ela economizou de lixo, água e carbono em sua produção.

O jeans sustentável da Reformation (Foto: Divulgação)

Google suspende alguns negócios com Huawei após lista negra de Trump, diz agência

Segundo a Reuters, a empresa de tecnologia chinesa perderá o acesso a atualizações do sistema operacional Android

Trump proibiu que empresas de seu país utilizem equipamentos de telecomunicações de grupos estrangeiros considerados perigosos para a segurança nacional, uma medida inclui a Huawei

NOVA YORK – O Google suspendeu negócios com a Huawei que exigem a transferência de produtos de hardware e software, exceto aqueles cobertos por licenças de código aberto, disse uma fonte próxima à Reuters, em um golpe à empresa de tecnologia chinesa que o governo dos Estados Unidos tem empurrado para a margem em todo o mundo.

A Huawei Technologies perderá imediatamente o acesso a atualizações do sistema operacional Android, e a próxima versão de seus smartphones fora da China também deixará de ter acesso a aplicativos e serviços populares, incluindo o aplicativo Google Play Store e o Gmail.

Os detalhes dos serviços específicos ainda estão sendo discutidos internamente no Google, de acordo com a fonte. Os advogados da Huawei também estão estudando o impacto das ações do Departamento de Comércio dos EUA, disse um porta-voz da Huawei na sexta-feira.

A Huawei não estava imediatamente disponível para mais comentários. Representantes do Departamento de Comércio dos EUA não fizeram comentários imediatos.

A Huawei continuará a ter acesso à versão do sistema operacional Android disponível através da licença de código aberto que é livremente aberta a qualquer um que deseje usá-la.

Mas o Google deixará de fornecer suporte técnico e colaboração para os serviços do Android e do Google para a Huawei, disse a fonte.

Na quinta-feira, o governo Trump oficialmente adicionou a Huawei a uma lista negra de comércio, imediatamente aprovando restrições que tornarão extremamente difícil para a gigante de tecnologia fazer negócios com empresas norte-americanas.

Como a era do streaming está salvando Led Zeppelin e outras bandas antigas do esquecimento?

Playlists personalizadas, uso de apps como Shazam e aparição em filmes como Vingadores e séries da Netflix são algumas das estratégias
AMY X. WANG, EDITORA DE MERCADO DA MÚSICA DA ROLLING STONE EUA

Led Zeppelin

Enquanto os fãs do Led Zeppelin estiveram ocupados procurando as camisetas antigas da banda nos meses que antecederam a chegada do aniversário de 50 anos da banda em 2019, o time liderado por Tim Fraser-Harding, da Warner Music Group, estavam criando um plano de ataque baseado nos serviços de música por streaming, como Sportify, Apple Music, entre outros. 

Como presidente de catálogo global da Warner MusicFraser-Hardin está no comando de todas as estratégias de marketing da companhia de um gigantesco catálogo de músicas não-contemporâneas da companhia – uma coleção que inclui os maiores sucessos das últimas décadas, assim como maiores fracassos, faixas não lançadas e verdadeiras obscuridades.

Para o aniversário de 50 anos do Led Zeppelin, o time criou um site que cria um logo personalizado do nome de cada um baseado na simbologia do Zeppelin, com desenhos e fontes e um impressionante “gerador de playlists” que permite às pessoas reunirem as suas faixa favoritas do Led Zeppelin ou ouvir as seleções de outros artistas, que vão de Jack White a Royal Blood.

Ambas estratégias são relativamente simples e funcionam como apoio à nova coletânea criada pela Warner com as 30 melhores músicas do Zeppelin, mas funcionam como uma forma mais imersiva de conectar cada fã com a banda e encorajar que eles compartilhem essas playlists nas redes sociais.

O site recebeu mais de 200 mil visitantes únicos nos primeiros 10 dias no ar. Os usuários criaram ao todo 230 mil logos e 20 mil playlists personalizadas. A maior sensação entre as playlists foi aquela criada por Jack White, com o nome de “Led Zeppelin x Jack White, responsável por atrair milhares de pessoas todos os dias – que se transforma em centenas de milhares de streams, o que também se transforma em dinheiro para a Warner e para o Led Zeppelin, sem que a banda tenha que mover um dedo.

Busca renovada por artistas antigos

“Existe uma sede para conhecer mais um artista que está celebrando 50 anos de existência”, diz Fraser-Harding à Rolling Stone. “O que precisávamos fazer era criar as ferramentas certas para educar e atrair esses potenciais novos consumidores. Nós tivemos que pensar sobre essas pessoas e como eles reagiriam. Às vezes, é uma questão de se perguntar: criar algo novo do nada?”

Em outros tempos, quando a indústria não havia sido destroçada pela pirataria, marketing de catálogo se resumia à previsibilidade e pouco lucro. Quando os CDs eram os reis, os departamento de catálogo das gravadoras lançaram caixas comemorativas ou compilações de Greatest Hits a cada novo aniversário dos seus principais artistas.

Mas até o apetite dos maiores fãs é limitado (assim como o número de artistas conhecidos o bastante para trazer interesse para esses novos produtos). Na veloz indústria digital, com jovens ouvintes estão famintos por novas descobertas, o jogo mudou para os departamentos de catálogo das gravadoras. Agora, eles precisam se colocar para jogo com inovação e criatividade.

Iniciativas fora da caixa – e além das coletâneas

“Se compararmos o nosso agora com um ano atrás, é possível perceber o salto de importância para esses departamentos nas gravadoras”, conta Fraser-Harding, um veterano na indústria com 30 anos de carreira, desde o início como gerente em uma loja de música da rede HMV. “É realmente um momento interessante para os responsáveis pelo catálogo das gravadoras.”

Fazer dinheiro com catálogo atualmente não é mais uma questão de lançar caixas com raridades para os fãs que já existem, trata-se muito mais de curadoria e estratégia para manter a taxa de novos ouvintes alta.

SpotifyApple Music, entre outros, transformaram esse trabalho em algo infinitamente mais fácil. Enquanto os artistas modernos reclamam do pouco que recebem dos serviços de streaming, as gravadoras os enxergam como uma fonte possivelmente de lucro eterno: um fluxo lento e constante de dinheiro que se acumula ao longo do tempo.

Essa filosofia mudou também como as gravadoras enxergavam aqueles artistas relegados pelos departamentos de catálogo, muitos deles sem uma carreira icônica, mas donos de alguns hits eternizados. Agora eles têm potencial de alcançar consumidores jovens, apesar de não lançarem novas músicas em anos.

A renovação vem do app Shazam

No caso de uma banda renomada como o Led Zeppelin, a tarefa é criar uma maneira simples e não-muito-complicada de expandir o público. Para artistas mais obscuros, os departamentos de catálogo estão criando novas estratégias, como pedir a artistas contemporâneos citarem publicamente suas inspirações mais antigas – o que vai gerar uma significante nova onda de streams vinda de curiosos adolescentes.

“Nem todo mundo saca o celular para usar o app Shazam o tempo todo para descobrir qual é a música que está tocando em uma série, na rádio ou em qualquer lugar. Então, nós precisamos criar maneiras de comunicar essas músicas antigas por meio de marketing e engajamento de fãs”, conta Fraser-Harding.

Por falar no aplicativo Shazam (basicamente um app que ouve uma música que está tocando no ambiente, a reconhece e dá informações como título, artista, disco e como ouvi-la novamente), as gravadoras estão dando cada vez mais importância ao mercado de “qual música está tocando?” que ocorre quando as pessoas ouvem algo pela TV e imediatamente querem ouvi-la de novo.

“Amantes de música e a indústria prestam atenção às nossas paradas de sucesso porque elas representam uma conexão entre a música e os fãs, além de mostrar o que está acontecendo no zeitgeist da música a cada momento”, conta Jen Walsh, diretor sênior do Shazam na Apple Music, à Rolling Stone.

Em alguns casos, diz Walsh, uma faixa antiga, usada da maneira certa dentro desse zeitgeist, pode receber mais atenção do que quando ela foi lançada. Quando um episódio da oitava temporada de Game of Thrones trouxe a música “Jenny of Oldstones”, da Florence and the Machine, nos créditos finais, 300 mil pessoas buscaram a canção nas 24 horas seguintes.

De Vingarores a Game of Thrones: o sucesso nas outras mídias

O mundo de sincronizar o licenciamento de músicas com filmes, televisão e publicidade foi recém-criado, com algumas gravadoras ativamente buscando estúdios de cinema e produtores com músicas já que uma canção no lugar certo pode ver seus lucros vindos do streaming astronomicamente do dia para a noite.

“Essa sincronização realmente pode entrar na cabeça das pessoas. O poder da música em algumas cenas é realmente significante”, diz um advogado especializado em licenciamento de canções Erin Jacobson, à Rolling Stone. “Do ponto de vista financeiro, isso pode ser realmente importante para renovar o interesse e o lucro de uma música que as pessoas talvez imaginassem que não teria mais importância.”

Ouvintes não se importam mais em qual ano a música foi lançada, eles somente pensam se gostaram dela ou não. O Shazam contou à Rolling Stone que “Truth Hurts”, da Lizzo, de 2017, se tornou número 1 em buscas no app depois de estrelar o filme Someone Great, da Netflix, enquanto o atual single dela, chamado “Juice”, está em 52º lugar.

Um cover de Tiffany de 1987 da música “I Think We’re Alone Now” teve 42% de todos os suas buscas no Shazam virem depois que a música aparecem em The Umbrella Academy, também da Netflix. Outras músicas lançadas entre 1940 e 1970 também subiram posições depois de serem ouvidas pelas pessoas no fundo do blockbuster Vingadores: Ultimato.

Serviços como Apple MusicAmazon Music e Spotify são as formas mais populares nas quais as pessoas ouvem música – e seu crescimento continua. A era do streaming tem a possibilidade de transformar qualquer música em dinheiro, conta Fraser-Harding.

Em 2018, ele conta, uma pessoa da sua equipe descobriu que uma faixa pouco conhecida dos Spinners, chamada “Rubberbad Man”, lançada em 1976, foi usada na trilha de Vingadores: Guerra Infinita em um domingo à noite. Na hora do almoço de segunda, a Warner havia reunido uma playlist especial, ampliado a relação com o estúdio do filme e criado uma estratégia de marketing para a música.

O ritmo frenético da memória cultural também tem um ponto negativo. “Esses momentos podem durar um período muito menor do que antes”, diz Fraser-Harding. “Se você não reagir rapidamente, ele passa e você seguir atrás do próximo sucesso.”

Apple celebra o mundo da música em novo comercial do Mac

A Apple adora pessoas icônicas, artistas e celebridades. Foi assim que a empresa construiu uma das suas campanhas mais festejadas, a “Think Different”, e é também assim que se baseia a mais nova campanha do Mac.

“Behind the Music. Behind the Mac”, que estreou hoje nos canais online da empresa no Reino Unido, tem uma ideia muito simples: celebrar o mundo da música e, em especial, a produção musical que tenha um ou outro dedinho do Mac no processo. O vídeo da campanha traz uma série de fotos de artistas famosos no estúdio ou no palco, sempre com um computador da Maçã em algum ponto da imagem.

Temos vários nomes importantes na sequência de imagens — de Paul McCartney e David Bowie até o Gorillaz e Lily Allen. A música acompanhando o comercial é “What We Do”, do rapper Swindle com a participação de Rider Shafique, P Money, D Double e Daley.

Além disso, a Apple colocou no seu site britânico uma página relacionada à campanha que joga luz nos aplicativos musicais da empresa: o GarageBand, o Logic Pro X e o MainStage 3— além de sugerir alguns modelos de Macs apropriados para músicos, claro. [MacMagazine]

Emilia Clarke se despede de “GoT” com post emocionado: “Me moldou como mulher”

Daenerys (Emilia Clarke) em cena do quinto episódio da oitava temporada de “Game of Thrones”Imagem: Divulgação

Ao lado de boa parte do elenco, Emilia Clarke, a Daenerys, se despediu de “Game of Thrones” com um post emocionado, em que agradece aos colegas de elenco e fãs da série, que chega ao fim hoje na HBO.

“Encontrar as palavras para escrever este post me deixou pressionada com tanta coisa que quero dizer, mas nem todas as palavras serão suficientes para dizer o que esta série e Dany significaram para mim. A mãe dos dragões assumiu toda a minha vida adulta. Essa mulher assumiu todo o meu coração”, inicia ela.

“Suei no fogo do dragão, derramei muitas lágrimas para aqueles que deixaram a nossa família cedo, e forcei o meu cérebro para tentar fazer justiça a Khaleesi e suas palavras, ações (e nomes) que recebi. Game of Thrones me moldou como mulher, como atriz e como ser humano. Eu só queria que meu querido pai estivesse aqui agora para ver até onde voamos”, escreveu a atriz.

“Para vocês, queridos e incríveis fãs, eu lhes devo tanta gratidão, pelo seu olhar firme sobre o que fizemos e o que fiz com uma personagem que já estava nos corações de muitos antes de eu usar a peruca platinada dos sonhos. Sem vocês não há nós. E agora nossa vigília chega ao fim”, finalizou ela, que publicou ainda uma imagem da peruca loira da personagem.

Bilheteria EUA: John Wick 3: Parabellum, Vingadores: Ultimato, Pokémon: Detetive Pikachu, Quatro Vidas de um Cachorro, As Trapaceiras

Longa estrelado por Keanu Reeves estreia no topo da bilheteria norte-americana

John Wick 3: Parabellum

John Wick 3: Parabellum ficou no topo da bilheteria norte-americana em seu fim de semana de estreia. O filme estrelado por Keanu Reeves arrecadou US$57 milhões entre sexta e domingo, se tornando a maior estreia da franquia.

Em sua quarta semana em cartaz, Vingadores: Ultimato arrecadou US$ 29,411 milhões, chegando a um total de US$770 milhões na bilheteria norte-americana. Com esses números, o filme do Marvel Studios ultrapassa a arrecadação de Avatar nos EUA e se torna a segunda maior arrecadação na história do país.

Por sua vez, Pokémon: Detetive Pikachu fez US$24,8 milhões neste fim de semana, ficando em terceiro lugar. O filme estrelado pelo monstrinho ficou a frente de Juntos Para Sempre, a continuação de Quatro Vidas de um Cachorro, que arrecadou US$8 milhões.

Fechando o top 5 da bilheteria norte-americana está As Trapaceiras, comédia estrelada por Anne Hathaway e Rebel Wilson, que levantou US$6 milhões neste fim de semana.