Supernatural | Série vai chegar ao fim após a 15ª temporada

É o fim de uma era! Supernatural vai chegar ao fim após 15 anos de aventuras dos Winchesters. O anúncio foi feito no Twitter de Jared Palalecki.
Alexandre Guglielmelli

Misha Collins, Jensen Ackles e Jared Padalecki

Na postagem, Jared Padalecki (Sam), Jensen Ackles (Dean) e Misha Collins (Castiel) agradecem o carinho dos fãs e revelam que a 15ª temporada da série será a última.

“Nós estamos muito emocionados em anunciar que vamos ganhar uma 15ª temporada. E ela será a nossa última. 15 anos de uma série que mudou a minha vida, e tenho certeza que mudou a vida desses dois caras também”, afirma Jensen Ackles.

“Já choramos, e vamos chorar mais. Porém, vamos guardar um pouco de emoção para a última temporada”, completa Jared Padalecki.

Confira abaixo!

A 14ª temporada de Supernatural está em exibição. No Brasil, a Warner Channel transmite os episódios durante as terças, às 21h40.

Anúncios

Fãs especulam nome, gênero e peso do filho de Meghan Markle com príncipe Harry


Duquesa de Sussex está grávida de oito meses e não divulgou detalhes sobre a gestação; Diana e Arthur são as apostas mais populares

Duquesa de Sussex Meghan Markle

Apostadores britânicos já estão especulando o nome, gênero, peso, dia e local de nascimento do filho de Meghan Markle com o príncipe Harry. As informações são da Reuters.

Na casa de apostas William Hill, os nomes mais populares para o neto da rainha Elizabeth são Arthur e, se for menina, Diana – em homenagem à mãe de Harry, já morta.

Segundo o representante do local, Rupert Adams, muitas pessoas acham também que o bebê será Alice, Victoria, Grace, James e Edward.

Adams diz ainda que as apostas para o bebê da duquesa de Sussex estão 30% maiores que as de Kate Middleton.  Meghan Markle está grávida de oito meses e ainda não divulgou detalhes sobre a gestação.

Você vai desejar a nova bolsa de palha da vez. O detalhe? Ela é micro!

A primavera mal começou no hemisfério Norte, mas fashionistas e celebridades parecem já ter escolhido a bolsa de palha do verão – e ela é de Jacquemus!

A nova bolsa de palha da Jacquemus (Foto: Imaxtree)

O modelo da Jacquemus já mora no closet de Dua Lipa e Sabrina Sato e nosso diretor de moda Pedro Sales dá a dica de como usar a peça

Depois de dominar o verão 2018 com seu enorme chapéu La Bamba, o estilista francês emplaca mais um acessório desejo para a estação deste ano com sua Le Baci. Embora ela tenha chamado atenção na passarela de verão 2019 de sua marca em sua versão ultramaxi, é a versão micro da peça (R$ 1.818) que já está invadindo o street style e closets de celebridades, como Dua Lipa, que posou com a sua no Instagram esta semana.

Dua Lipa usa a nova bolsa de palha da Jacquemus (Foto: Instagram Dua Lipa/ Reprodução)

Aqui no Brasil, quem já tem sua Le Baci é Sabrina Sato, que combinou a bolsa com um look total Jacquemus e bem fresquinho. Pedro Sales, nosso diretor de moda e stylist de Sabrina, porém, avisa a quem já quer a sua: “Ela é micro!”, conta, rindo. “O modelo funciona mais como um enfeite, uma bijoux que complementa o look.” 

O truque perfeito para driblar o tamaninho

da Le Baci? “As calças cargo, forte tendência da temporada. Dá para usar os bolsos para carregar tudo o que não cabe na bolsa!”, encerra Pedro. Queremos já!

Sabrina Sato usa a nova bolsa de palha da Jacquemus (Foto: Instagram Sabrina Sato/ Reprodução)

Apple fecha com a Vox para seu serviço de notícias; CEO do New York Times alerta editores

Apple assina com a Vox para serviço de assinatura de notícias

À medida que nos aproximamos do evento especial da Apple, que ocorrerá no dia 25 próximo, mais detalhes acerca das (possíveis) novidades da Maçã começam a pipocar aqui e ali. Desta vez, Bloomberg informou que a Maçã fechou com a Vox para o seu serviço de notícias.

Vox faz parte do grupo Vox Media, que também é responsável pelo The VergeSBNation e Eater. Apesar disso, nenhuma dessas empresas deverão participar do serviço da Maçã inicialmente, segundo uma fonte anônima.

Atualmente, a Vox não oferece nenhuma opção de assinatura própria, mas o seu CEO1, Jim Bankoff, afirmou que esse modelo de cobrança seria adicionado ao site até o fim deste ano — o que poderá acontecer em breve, com um empurrãozinho da Apple.

A gigante de Cupertino está tentando reunir ainda mais contribuidores e editores para o seu serviço, que foi apelidado internamente como “Apple News Magazines”, segundo a Bloomberg. Entre os possível parceiros da Maçã na empreitada estão: Wall Street JournalCosmopolitanWIREDNew Yorker e Men’s Health.

Sobre o possível acordo com a Vox, tanto a Apple quanto o site de notícias se recusaram a comentar, naturalmente.

CEO do New York Times alerta editores

Enquanto algumas empresas decidiram participar do serviço de notícias da Apple, outras ficaram com o pé atrás — ou melhor, os dois pés. Como divulgamos ontem, o Washington Post e o New York Times recusaram a oferta da Maçã; agora, o presidente e CEO do jornal novaiorquino, Mark Thompson, explicou para a Reuters o porquê.

Mark Thompson, presidente e CEO do New York Times | Credito: Lucas Jackson (Reuters)

Thompson contou que confiar na distribuição de terceiros pode ser perigoso para os editores, alertando-os do risco de perderem o controle sobre seu próprio produto. Ele argumentou que aceitar os termos da Apple seria passar todo o poder para a gigante de Cupertino, e que a decisão provavelmente voltaria a prejudicar os editores que se juntaram ao serviço.

O executivo comparou essa questão à mesma experiência vivenciada pelos estúdios e emissoras de televisão com a Netflix, na qual essas empresas venderam seus conteúdos para a gigante de streaming de vídeo só para descobrir que isso se tornaria um negócio unilateral algum tempo depois.

Mesmo que a Netflix lhe oferecesse bastante dinheiro… será que realmente faz sentido ajudá-la a construir uma base gigantesca de assinantes a ponto de poder gastar US$9 bilhões por ano produzindo seus próprio conteúdo e me pagar menos e menos pelo meu conteúdo?

A opinião de Thompson também parte do pressuposto que a Maçã estaria abarcando 50% do valor da assinatura, ele declarou, ainda, que essa plataforma “misturaria as empresas jornalísticas”.

Nós tendemos a ser bastante desconfiados sobre a ideia de quase habituar as pessoas a encontrar o nosso jornalismo em outro lugar. Também estamos genericamente preocupados com o fato de o nosso jornalismo ser embaralhado em uma espécie de Magimix [liquidificador] com o jornalismo de todos os outros.

A Apple deverá cobrar US$10 pelo serviço de jornais e revistas sob demanda; além disso, a empresa deverá anunciar, na próxima segunda-feira, outra novidade muito especulada: o “Apple Video” (nome fictício), seu próspero serviço de streaming de séries e filmes. [MacMagazine]

Estúdio Campana apresenta nova coleção na Carpenters Workshop Gallery

Entre 22 de março e 17 de maio, a coleção Hibridismo, com 13 peças que combinam formas animais, mix de materiais e texturas, com um toque surrealista, serão apresentadas na galeria londrina
POR MARIANA CONTE | FOTOS FERNANDO LASZLO

Banco Noé, do Estúdio Campana

Fernando e Humberto Campana voltam à Londres para apresentar sua primeira mostra solo na Carpenters Workshop Gallery. Entre 22 de março e 17 de maio, a coleção Hibridismo, com 13 peças recém-lançadas, entre móveis, objetos e esculturas, ocuparão a galeria que valoriza a pesquisa e produção de obras de edição limitada, e aposta em itens que tenham relevância artística e histórica e quebrem as fronteiras entre arte e design.

Mesa Noé, do Estúdio Campana

A coleção dos irmãos Campana combina formas animais, antropomórficas e texturas naturais. A mitologia também inspirou as criações. A arca de Noé influenciou a criação de banco e mesa, com formas surrealistas, e pretende despertar para a preservação da fauna. O estofado combina alumínio e bronze e assento feito de um tramado com tiras grossas de tecido usando uma técnica que a dupla desenvolveu com têxteis especiais, resultado de uma intensa pesquisa sobre materiais multidisciplinares e meio de produção. A espreguiçadeira Sereia Pirarucu faz alusão ao mito da sereia e também combina diferentes matérias-primas.

Humberto Campana em processo de produção das peças da coleção Hibridismo

Para Humberto Campana, a exposição na Carpenters sinaliza o crescimento do trabalho da dupla. “O hibridismo faz parte do nosso processo de concepção que envolve uma mistura de materiais com diferentes formas, texturas, origens e técnicas para criar um objeto. No passado, usamos discretamente essas técnicas, que sempre foram o centro do nosso processo. É um reflexo do mundo distópico em que vivemos e essa distopia nos move. A exposição vai mostrar a mistura da nossa alquimia contemporânea. O banco Noé é um bom exemplo disso”, diz.

Espreguiçadeira Sereia Pirarucu, do Estúdio Campana

A exposição mostra a evolução do Estúdio Campana, com sede em São Paulo, que busca trabalhar em parceria com comunidades locais, ONGs e fábricas, para criar peças que celebram as cores, as texturas, o artesanato e a cultura brasileira. Os irmãos possuem peças nas coleções permanentes do MoMA, em Nova York, do centro Georges Pompidou e do Museu Les Arts Décoratifs, ambos em Paris, no Vitra Design Museum, em Weil am Rhein, e no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Bufê Pirarucu, do Estúdio Campana

Agências montam viagens para tratar crises existenciais na meia-idade

No lugar do seu terapeuta, agentes de viagens prescrevem férias personalizadas que tratam das questões e frustrações da vida cotidiana
Por Nikki Ekstein, da Bloomberg

 (NataliaDeriabina/Thinkstock)

Não é inconcebível que um agente de viagens tome o lugar do seu terapeuta.

Profissionais graduados do ramo de viagens estão “prescrevendo” férias personalizadas que tratem das questões e frustrações da vida cotidiana. Seja para fortalecer relações familiares, equilibrar vida pessoal e trabalho ou curar o desânimo de empreendedores, essas soluções não lidam com diagnósticos médicos, mas tratam de questões tão comuns quanto o resfriado nos dias de hoje.

“Eu faço essas viagens há muitos anos”, diz Tom Marchant, cofundador da agência de viagens de luxo Black Tomato. “As coisas mais valiosas que trouxe das minhas viagens são as lições de outras comunidades que pude aplicar em minha vida diária.”

Esta visão motivou Marchant a criar o programa Bring it Back, um leque de itinerários com propósito que os viajantes podem customizar com base em objetivos e desafios pessoais. Entre as propostas dele estão: como transformar uma paixão em carreira, como alimentar a criatividade e como levar uma vida mais saudável e sustentável.

“Eu frequentemente vejo pessoas com frustrações que precisam tirar de dentro de si e acham que não têm tempo para isso”, disse ele. “Não há nada errado em recarregar as baterias na praia, mas as viagens também podem ser um veículo maravilhoso para encontrar respostas para as perguntas fundamentais que todos nós temos.”

Viagens para tratar crises existenciais

O programa Bring it Back consiste de sete ideias de viagem montadas em torno de experiências culturais profundas. As reservas são baseadas no que o viajante quer aprender e não para onde quer ir.

Para separar melhor vida pessoal e trabalho, por exemplo, Marchant recomenda Copenhagen, onde os clientes podem se encontrar com experts que ajudaram a moldar a reputação da Escandinávia neste tema. Para fortalecer relações familiares, ele recomenda a Mongólia, onde os viajantes podem se hospedar com comunidades nômades nas quais os jovens precisam tomar conta dos avós da mesma forma que os avós cuidam das crianças.

“Queremos expor o cliente a uma forma diferente de pensar que possa ser levada para sua vida diária”, disse Marchant.

Movimento amplo

David Prior cofundou um clube de viagens com princípios semelhantes aos do Bring it Back (traduzido do inglês como Traga de Volta).

“No começo, muitos dos nossos clientes queriam dar um reboot total”, conta ele. “E nossa resposta vai além da hospedagem em spas ou viagens por trilhas — dispensamos os tais programas intensivos de cinco dias e fazemos algo mais criativo e meditativo.”

Para um cliente que precisava recuperar a criatividade, foi montado um roteiro que passava por Tasmânia, Sevilha e campos da Inglaterra para aprender formas de colher frutas e produzir geleias em cada destino. Para uma mãe em busca de maior proximidade com o filho adolescente, foram oferecidas aulas de cerâmica e tingimento de roupas com mestres japoneses. Para o fundador de uma grande empresa de tecnologia precisando de um sabático, Prior fechou a igreja Sagrada Família, em Barcelona, para lhe proporcionar um momento de contemplação.

Jimmy Carroll, cofundador da agência britânica especializada em aventuras Pelorus, conta que a maioria de seus clientes tem como motivação experiências ameaçadas de extinção — seja na natureza ou com culturas que estão desaparecendo — e o desejo de fazer contribuições filantrópicas para os locais visitados.

“Existe uma grande indústria em torno disso que ainda não foi totalmente explorada”, acrescentou Prior. “Sem dúvida é um mercado em crescimento. As pessoas querem usar o tempo de lazer para enriquecer suas vidas de certas maneiras.”

O segredo, na opinião de Marchant, é pensar como psicólogo e não somente como agente de viagens.