Jess PW – Harper’s Bazaar Germany February 2019 By Regan Cameron

Gender Play   —   Harper’s Bazaar Germany February 2019   —   www.harpersbazaar.de
Photography: Regan Cameron Model: Jess PW Styling: Kerstin Schneider Hair: Linda Shalabi Make-Up: Charlotte Willer

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Virgil Abloh faz homenagem a Michael Jackson em desfile para Louis Vuitton

Coleção de outono/ inverno 2019-2020 foi apresentada nesta quinta, 17, durante a Semana de Moda Masculina de Paris
MARÍA D. VALDERRAMA – EFE

Modelos apresentam peças do designer Virgil Abloh no desfile de outono/ inverno 2019-2020 para a grife Louis Vuitton durante a Semana de Moda Masculina em Paris, França Foto: Gonzalo Fuentes/ Reuters

O romance entre a marca Louis Vuitton e seu designer de moda masculina, Virgil Abloh, foi consolidado nesta quinta, 17. O estilista americano transformou o Jardim das Tulherias, em Paris, nas ruas de Nova York para homenagear um de seus ícones, Michael Jackson.

No décimo aniversário da morte do rei do popo principal designer das redes sociais homenageou Jackson – “cujo o único privilégio inicial foi o seu talento “- por sua capacidade de ter em conjunto com “audiências de todo o mundo em toda a sua diversidade”, de acordo a nota que os convidados receberam.

Abloh, conhecido por sua marca Off-White e por ser amigo íntimo do rapper Kanye West, vive seu trabalho na Vuitton como uma conquista sem precedentes. E o exemplo de Jackson, filho de uma família afro-americana humilde, projetado “para uma fama sem precedentes”, serve como referente.

A coleção outono-inverno 2019-2020 traz do cantor suas camisas de seda abotoadas ou abertas sobre camisetas de algodão; suas jaquetas militares com golas bordadas à mão e sua predileção por lantejoulas, em camisas e jaquetas.

Jaquetas bordadas com lantejoulas em referência a Michael Jackson Foto: Gonzalo Fuentes/ Reuters

Também suas luvas brilhantes e seus mocassins pretos com meias brancas (e outras cores), que ele usou como ilustração em camisas de algodão, largas e retas, inspiradas nas tendências de patinação.

Como ele também propôs em Off-White, Abloh introduziu calças folgadas na Vuitton, às vezes decoradas com bolsos de lado, e recuperou o néon da temporada anterior para os acessórios, decorados com o logotipo da casa.

Desfile masculino da Louis Vuitton não deixou de ter o DNA streetwear de Virgil Abloh Foto: Gonzalo Fuentes/ Reuters

As escadas das casas reconstruídas na decoração, que reproduziu as ruas de uma favela em Nova York, serviram de assento para amigos e seguidores da marca do Abloh, como o artista chinês Ai Weiwei, os cantores Frank Ocean e J Balvin, a modelo Naomi Campbell e o ator Timothée Chalamet.

Louis Vuitton e Virgil Abloh

Virgil Abloh agradeceu aos seus assistentes Foto: Lan Langsdon/ Efe

O americano está à frente da Vuitton por menos de um ano, mas o furor de sua nomeação começa a ser superado pelo sucesso da aliança. O diretor executivo da marca, Michael Burke, declarou para a Women’s Wear Daily que em suas primeiras 48 horas de venda a primeira coleção de Abloh vendeu 30% mais que a colaboração de Vuitton com a assinatura da marca de streetwear Supreme, em 2017, que já era um marco.

Rio de Janeiro recebe título de primeira Capital Mundial da Arquitetura pela Unesco

É a primeira cidade no mundo a receber tal designação

A cidade do Rio de Janeiro acaba de receber o título de Capital Mundial da Arquitetura pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em cerimônia ocorrida na manhã desta sexta-feira (18), em Paris. A cidade brasileira é a primeira a receber a designação criada no ano passado em parceria entre a Unesco e a União Internacional dos Arquitetos (UIA).

A diversidade urbanística do Rio, que combina uma topografia original com estilos arquitetônicos diversos registrando os mais de 450 anos da cidade, foi um dos principais pontos levados em conta para a decisão.

Com o título, o Rio fica responsável pela organização do Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos que acontece em 2020, entre 19 e 26 de julho.

Especialistas entendem o momento como uma possibilidade de modernização com possíveis melhorias para as condições urbanísticas da cidade, além de um impacto significativo no turismo.

Jardins menos certinhos e mais surpreendentes são marcas de nova geração de paisagistas

Alguns nomes trocaram a indústria da moda pelo universo botânico
Simone Raitzik – O Globo

Ana Ceppas Vianna Foto: Ana Branco / Agência O Globo

Ana Ceppas Vianna é carioca, nasceu em uma casa com pé de manga no quintal e cresceu em uma cobertura vizinha à encosta do Cristo Redentor. Nos dois endereços, viveu cercada por jardins primorosos, criados e cuidados por sua mãe, a paisagista Elisa Ceppas. Desde cedo, aprendeu truques para fertilizar a terra de forma natural e percebeu, in loco , quais plantas se adaptavam melhor ao sol pleno ou à sombra. A jardinagem virou um hobby , que passou a preencher o tempo livre, especialmente depois que se formou em administração e foi trabalhar como estilista, na Richards.

— Quando tive a minha primeira filha, a Julia, hoje com 7 anos, comecei a rever a rotina intensa no trabalho. Foi ficando puxado, chegava exausta em casa. Como tinha acabado de me mudar para uma cobertura, fiz todo o paisagismo, de forma intuitiva. E a partir daí, resolvi estudar para valer, cursando design de interiores na Cândido Mendes e fazendo uma série de aulas no sítio do Burle Marx — conta Ana. — A cerca viva que montei, com chifre-de-veado, bromélias e orquídeas, envolvendo o meu terraço, faz o maior sucesso. É um cartão de visitas, assim como o projeto de paisagismo da casa que temos em Paraty, com lago e carpas. Um espaço lindo, recortado por caminhos desenhados com pedras irregulares e canteiros floridos.

Gabriela Heringer também trocou o mundo de estampas e figurinos pelo prazer de trabalhar com o universo botânico. Foi na época do seu casamento, há seis anos, que a estilista — que participou da equipe de marcas como Osklen, FYI e Maria Bonita Extra — resolveu mudar de vida. Quando produzia a decoração da cerimônia, em um sítio no meio do mato, viu que não havia no mercado arranjos com um visual mais solto, desconstruído, do jeito que imaginava para o contexto rústico da festa. Resolveu colocar a mão na massa e percebeu que levava jeito. Melhor: que sabia desenhar composições orgânicas com a mesma facilidade com que criava roupas e misturava estampas. Montou, em seguida, o Studio Lily, que participa de eventos como Carandaí 25 e Feira Hype com uma seleção de vasos prontos e bem coloridos.

A partir do ano que vem, Gabriela também vai ter pontos de venda fixos na loja do Rio etc. e na banca da cerveja Praya, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema.

Gabriela Heringer Foto: Ana Branco / Agência O Globo

— O mesmo olhar que tenho para moda acabou moldando o trabalho com plantas, em que crio arranjos com misturas pouco comuns. Na verdade, acho que o segredo é justamente não buscar a perfeição e entender que a natureza permite mil e uma combinações. O lance é esquecer as regras e soltar a mão — diz ela, que também desenvolve todas as cerâmicas de seus vasos. — Esse é um diferencial do Studio Lily, justamente os cachepôs pintados à mão, coloridos, de diferentes formatos. São superdecorativos e fazem o maior sucesso.

Quem também criou um estilo muito próprio de utilizar a natureza como matéria-prima foi a designer gráfica Maria Cristina Avellar, do Musgo Ateliê. Depois de trabalhar por um período como assistente no escritório de paisagismo de Anna Luiza Rothier, ela percebeu que levava jeito para lidar com plantas. Tinha facilidade em transformar um simples galho em um arranjo único, singular. Há dois anos, partiu para uma carreira solo e hoje pilota um gabinete botânico em um apartamento antiguinho no Horto. Ali experimenta texturas verdes e faz composições vivas com espécies que, muitas vezes, encontra em caminhadas ou caídas de árvores, no meio da rua. Atenta a cada detalhe — da embalagem ao visual das fotos do seu Instagram —, Maria recentemente participou de duas mostras de decoração, Casa Cor e Casa NaToca, desenvolvendo uma forração que está virando sua marca registrada: placas de musgo. Éexpert também em kokedama, técnica japonesa que fixa a raiz da planta em uma bola de terra, dispensando cachepôs e a deixando suspensa no espaço, como uma escultura.

— Sou “rata” do Cadeg e ali vou descobrindo fornecedores de plantas bem diferentes, exóticas, que testo nas minhas kokedamas e nos arranjos. Meu ateliê é um mundo de experimentações botânicas — conta ela, que sabe que descobriu, além de uma profissão, uma verdadeira terapia. — Trabalhar com natureza é uma delícia. Passo horas desenvolvendo novidades, faz um bem danado.

Maria Cristina Avellar, do Musgo Ateliê Foto: Ana Branco / Agência O Globo

Décor do dia: paleta suave no banheiro geométrico

Apesar da composição terrosa de cores, ambiente ganha estética imponente
POR PAULA JACOB | FOTO REPRODUÇÃO

Combinar cores dentro da mesma família cromática pode ser uma saída muito elegante para decorar ambientes. Este banheiro se destaca por essa harmonia visual e o jogo das mesmas tonalidades em diferentes contextos. No piso, a geometria se repete no ladrilho, que é o grande destaque do espaço. Suas cores aparecem na mesma combinação, só que em outra forma, no quadro da parede ao fundo. A parede lateral, por sua vez, aproveita apenas o tom terroso, dando uniformidade. O rosa claro com azul no sofá na parede oposta adocica sem perder a estética imponente. 

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