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Moschino | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Moschino | Fall Winter 2021/2022 by Jeremy Scott | Digital Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week Women’s)

Gerrit Wunder – Waltz On A Tightrope/Duel At High Noon
James Taylor – A Giant Leap

Anteprima | Fall Winter 2021/2022 | Digital

Anteprima | Fall Winter 2021/2022 by Izumi Ogino | Digital Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – MFW/Milan Fashion Week Women’s)

VP da Apple Lisa Jackson entra para Conselho de Economia Verde nos EUA

A vice-presidente de meio ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, Lisa Jackson, foi nomeada para o Conselho de Economia Verde de Nova Jersey, onde trabalhará com outros membros para apoiar as metas de energia limpa e clima do estado americano.

Vice-presidente de meio ambiente, política e iniciativas sociais da Apple, Lisa Jackson

O governador de Nova Jersey, Phil Murphyanunciou os membros do conselho ontem (24/2). Segundo ele, o grupo “construirá um roteiro para a transição da força de trabalho para empregos de energia limpa de alta qualidade e sustentação da família”.

Jackson é uma das participantes do conselho que também tem vínculo com a indústria de tecnologia — sendo a outra Aisha Glover (vice-presidente de inovação urbana da Audible).

Nova Jersey tem a oportunidade de liderar o país em uma transição justa para uma economia verde. Como ex-comissária do Departamento de Proteção Ambiental de Nova Jersey, conheço os desafios ambientais do estado, mas também conheço suas comunidades maravilhosamente diversificadas e sua força de trabalho talentosa. Estou ansiosa para trabalhar com parceiros em todos os setores para garantir que estamos apoiando as oportunidades para tudo na força de trabalho verde do futuro.

Na Apple, Jackson é responsável por algumas das maiores iniciativas ambientais da companhia — incluindo os esforços para operar com energia 100% renovável — e está liderando a investida na neutralização da emissão de carbono.

VIA APPLEINSIDER

CINEMA I Estreias: Judas e o Messias Negro, A Viúva das Sombras, Billie Eilish: The World’s a Little Blurry, Os Lobos do Leste, Depois a Louca Sou Eu

Entre os dez lançamentos em SP, há ‘Judas e o Messias Negro’ e documentário sobre Billie Eilish
ISABELLA MENON

SÃO PAULO – Foi em outubro do ano passado que os cinemas de São Paulo retomaram as atividades, após quase sete meses fechados. De lá para cá, as estreias nas salas foram escassas. Se antes era comum dez novidades por semana, o número caiu pela metade. Houve semanas até sem estreia nenhuma.

Agora, porém, a programação voltou com força. São dez novos filmes e uma pré-estreia, com destaque para “Judas e o Messias Negro“, indicado ao Globo de Ouro e aposta para o Oscar. Além dele, há o documentário sobre Billie Eilish, fenômeno da música pop. Há, ainda, o lançamento do filme “Depois a Louca Sou Eu“, inspirado no livro de Tati Bernardi, colunista da Folha.

A Cinemark e a Playarte afirmam que o aumento no número de títulos novos ocorre por causa das distribuidoras, que estão com mais lançamentos na agenda. A maioria dos cinemas já estarem reabertos no país é outro fator que contribui para isso.

Enquanto salas de cinemas oferecem um catálogo de filmes aos moldes pré-pandemicos, o Brasil vive agora o pior momento da pandemia em mortes diárias. Tanto que São Paulo anunciou nesta quarta-feira, dia 24, um aumento na fiscalização de aglomerações. O estado assiste a uma alta no índice de internações.

Mas as novas medidas anunciadas pelo governador João Doria, do PSDB, não alteraram as programações de cinema nem o funcionamento das salas. Seguindo a fase atual do plano de quarentena estadual, eles podem funcionar até as 22h.

Se decidir ir ao cinema, lembre-se de sempre usar máscara, lavar as mãos, manter o distanciamento social e respeitar os demais protocolos de segurança. A pandemia ainda não acabou.

Confira a seguir os filmes que estreiam em São Paulo.

PRÉ-ESTREIAS

A Viúva das Sombras
Rússia, 2020. Direção: Ivan Minin. Com: Viktotiya Potemina, Anastasiya Gribova e Margarita Bychkova. 12 anos
Talvez o fato mais assombroso deste filme seja ele ter sido baseado em eventos reais. No longa, um grupo entra em uma floresta de São Petersburgo para resgatar um adolescente desaparecido. Mas, de repente, o contato com deles com a base é interrompido. A equipe começa a notar eventos sobrenaturais e passa a acreditar na lenda local que diz existir espíritos ali. Isso porque, nas últimas três décadas, vários moradores desapareceram —e os únicos corpos encontrados estavam nus.
Salas e horários.


ESTREIAS

Billie Eilish: The World’s a Little Blurry
EUA, 2021. Direção: R. J. Cutler. 14 anos
Aos 19 anos, Billie Eilish fez história ao se tornar um fenômeno do pop que já ganhou seis prêmios Grammy. O documentário acompanha a jornada da cantora e conta com cenas na estrada, no palco e que mostram seus familiares e amigos próximos. Há ainda momentos divertidos dos bastidores da turnê de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”.
Salas e horários.


Christabel
Brasil, 2018. Direção: Alex Levy-Heller. Com: Milla Fernandez, Lorena Castanheira e Alexandre Rodrigues. 14 anos
Baseado em um poema de Samuel Taylor Coleridge, o longa acompanha a vida de da jovem Christabel, que vive com seu pai, um homem que trabalha na zona rural. Uma mulher, que alega ter sido atacada por homens, aparece no local e se hospeda na casa da família. A presença da hóspede misteriosa acaba abalando as relações entre pai e filha.
Salas e horários.


Depois a Louca Sou Eu
Brasil, 2019. Direção: Julia Rezende. Com: Débora Falabella, Gustavo Vaz e Yara de Novaes. 16 anos
O filme é baseado no livro homônimo de Tati Bernardi, colunista da Folha. A história acompanha a jovem autêntica e intensa Dani, que enfrenta crises de ansiedade desde criança. Mergulhada na superproteção da mãe, em terapias e diferentes medicamentos, ela descobre que, na verdade, tem algo ainda mais comum: o medo deste mundo.
Salas e horários.


Judas e o Messias Negro
EUA, 2021. Direção: Shaka King. Com: Daniel Kaluuya, LaKeith Stanfield e Jesse Plemons. 16 anos
O filme narra a história dos Panteras Negras, seu líder carismático Fred Hampton e as tentativas do FBI de se infiltrar na organização. Aos 20 anos, Fred comandou o grupo e, aos 21, foi morto durante uma invasão da polícia no apartamento onde estava com outros membros da organização. O longa é uma das apostas para o Oscar e foi indicado ao Globo de Ouro pela atuação de Daniel Kaluuya, que interpreta Fred.
Salas e horários.


Os Lobos do Leste
Japão, Reino Unido, Suiça e Brasil, 2016. Direção: Carlos Quintela. Com: Tatsuya Fuji, Shima Ohnishi e Masahiro Kobori. 12 anos
Faz mais de 100 anos que lobos não são encontrados nas montanhas japonesas de Higashiyoshino. Porém, um pescador local ainda acredita que os animais habitam o local. Para investigar, usa os recursos de uma associação de pescadores local —o que motiva sua demissão. Tempos depois, membros dessa associação encontram um lobo e decidem caçá-lo.
Salas e horários.


Mais que Especiais
França e Bélgica, 2019. Direção: Olivier Nakache. Com: Vincent Cassel, Reda Kateb e Hélène Vincent. 12 anos
Dois amigos dividem a experiência de trabalhar em instituições dedicadas a jovens autistas de periferias. Eles têm a tarefa de treinar profissionais para cuidar de casos considerados complexos, com jovens rejeitados por outras organizações. Dos diretores de “Intocáveis” e “Samba”, o longa recebeu sete indicações ao César em 2020 –o Oscar francês.
Salas e horários.


Minha Fortaleza, os Filhos de Fulano
Brasil, 2020. Direção: Tatiana Lohman. 14 anos
Dirigido pela premiada Tatiana Lohman, de “Slam: Voz do Levante”, o documentário retrata a realidade de famílias da periferia que são criadas sem a figura do pai —entre elas, a do rapper Negotinho e sua mãe, Vera.
Salas e horários.


Monster Hunter
Alemanha, China, Estados Unidos e Japão, 2020. Direção: Paul W. S. Anderson. Com: Milla Jovovic, Meagan Goo e Nanda Costa. 14 anos
filme é baseado no videogame homônimo e conta no elenco com a brasileira Nanda Costa. A história acompanha a tenente Artemis e seus soldados, que são mandados para um novo mundo, onde travam guerras pela sobrevivência contra seres gigantes com poderes fantásticos.
Salas e horários.


O Mundo de Glória
França, 2019. Direção: Robert Guédiguian. Com: Ariane Ascaride, Jean-Pierre Darroussin e Gérard Meylan. 16 anos
A vida de Mathilda não poderia estar mais caótica quando sua filha nasce: o marido, que é motorista, tem problemas com taxistas, o pai acaba de sair da prisão e ela enfrenta problemas financeiros. A fim de ajudar a família, seu irmão tem a ideia de abrir um novo negócio.
Salas e horários.


PJ Harvey: Um Cão Chamado Dinheiro
Irlanda, Reino Unido, 2018. Direção: Seamus Murphy. 12 anos
O documentário acompanha a cantora e compositora PJ Harvey durante o processo de criação de um novo álbum. Em busca de inspiração, ela faz uma parceria com o fotógrafo Seamus Murphy. Juntos, viajam por Afeganistão, Kosovo e Washington. Enquanto ele faz imagens, ela coleta palavras.
Salas e horários.

Ports 1961 – Ad Campaign Spring/Summer 2021 – Rianne Van Rompaey By Steven Meisel

Ports 1961   —   Ad Campaign Spring/Summer 2021   —   www.ports1961.com
Photography: Steven Meisel Model: Rianne Van Rompaey Art Direction: Fabien Baron Hair: Guido Palau Make-Up: Pat McGrath

Vogue Japan March 2021 – Edita Vilkeviciute, Natasha Poly, He Cong, Shanelle Nyasiase, Kayako Higuchi By Luigi & Iango

Apulian Festive Spring   —   Vogue Japan March 2021   —   www.vogue.co.jp
Photography: Luigi & Iango Model: Edita Vilkeviciute, Natasha Poly, He Cong, Shanelle Nyasiase, Kayako Higuchi Hair: Pierpaolo Lai Make-Up: Georgi Sandev Styling: Anna Dello Russo Casting: Piergiorgio Del Moro

Saiba como empregar cadeiras de design no décor com dicas do Korman Arquitetos

As profissionais do Korman Arquitetos trouxeram uma seleção de suas cadeiras de design favoritas e inspiram com projetos cheios de personalidade

Para esse duplex, em São Paulo, a escolha de design do Korman Arquitetos ficou para a divertida poltrona Skate, assinada por Zanine de Zanine. Foto: JP Image

Existem alguns mobiliários que ganham destaque como uma obra de arte. Essas são as peças de design, capazes de transformar qualquer cantinho da casa, conferindo muito estilo e personalidade. “Clássicos do design, são mobiliários cheios de história, que passam de geração para geração e nunca deixam de ser apreciados”, diz Ieda Korman, do escritório Korman Arquitetos. Por isso ela, ao lado de sua sócia Carina Korman, adoram valorizar seus projetos com peças de profissionais renomados.

“Seja compondo um cantinho de leitura, isolada no living ou até mesmo rodeando mesas de jantar, acreditamos que as cadeiras de design impactam sempre”, afirma Ieda, que acredita que não existe um ambiente restrito para utilizá-las. “Além do visual, as cadeiras de design são funcionais e ergonômicas”, aponta. Abaixo, Ieda e Carina Korman fizeram uma seleção de seus clássicos favoritos e inspiram em como empregá-los em projetos. Confira:

Mesmo design, dois estilos: na primeira foto, a poltrona Charles Eames foi revestida com um tecido rosa, cor favorita da moradora. Em outro projeto, Carina e Ieda Korman a deixaram no clássico tom preto, compondo um cantinho de leitura que, ainda, contou com o banco Mocho, de Sergio Rodrigues. Fotos: JP Image e Gui Morelli

Poltrona Charles Eames

Impactante, seja por seu tamanho ou formato, a poltrona Charles Eames foi criada em 1956 e revolucionou o design da época. “Até hoje ela é tida como um dos móveis mais significativos do século XX”, aponta Ieda Korman. Com 85 cm de largura e 84 cm de profundidade, é robusta e preza pelo conforto. Hoje, está exposta no Museu de Arte Moderna, de Nova York.

Poltrona Tetê

Mestre do design brasileiro, Sergio Rodrigues tem inúmeras criações icônicas, com um traço único, robusto e genuinamente brasileiro. “Uma de suas últimas criações foi a poltrona Tetê, com projeto revisitado em 2013. Sentar-se nela é como ser abraçado”, opina Ieda Korman. Larga e com almofadas soltas, ela foi batizada em homenagem a irmã de Sergio Rodrigues, Maria Tereza, que ficou impressionada com o conforto da peça.

Nesse projeto do Korman Arquitetos, as poltronas Tetê, de Sergio Rodrigues, criaram um living extremamente confortável. Foto: Gui Morelli

Cadeira Paulistano

Sóbrio, esse loft com estilo industrial pedia por uma peça que trouxesse cor e funcionasse como ponto de destaque. Carina Korman optou então pela poltrona Paulistano, de Paulo Mendes da Rocha, em um contemporâneo tom mostarda. Foto: JP Image

“Amamos a força do design brasileiro e não podíamos deixar de citar Paulo Mendes da Rocha, que, com seus traços, volta o olhar para a cultura nacional”, diz Carina Korman, que empregou a cadeira Paulistano em um projeto de loft, em São Paulo. Inspirada nas redes indígenas, foi projetada em 1957 e também está no Museu de Arte Moderna de Nova York. Originalmente, foi projetada para mobiliar o Ginásio Clube Athlético Paulistano, obra arquitetônica de Paulo Mendes da Rocha e João de Gennaro.

Poltrona Skate

Também brasileira, a poltrona Skate é criação de Zanini de Zanini. “Uma curiosidade é que essa foi uma das primeiras peças que o designer desenhou ao terminar a faculdade”, divide Carina Korman. Com uma proposta jovial e divertida, é composta por shapes de skate no lugar do encosto e assento, trazendo materiais não convencionais para um mobiliário.

Cadeira Iron

Para a cozinha desse apartamento, Carina Korman trouxe as cadeiras Iron, que dividem espaço com as banquetas do mesmo modelo, em tom vibrante e divertido. Foto: JP Image

Por fim, a cadeira Iron ou Tolix é uma opção para levar o design até mesmo para ambientes como a cozinha. Desenhada por Xavier Pauchard há mais de 80 anos, se mantém atual e desejada, provando como o design ultrapassa gerações. “Pauchard foi pioneiro na técnica de galvanização de chapas metálicas e sua empresa difundiu a técnica, aplicada em peças de mobiliário”, conta Ieda Korman.

Korman Arquitetos
Rua Groenlândia, 1877, Jardim América, São Paulo
Tel.: (11) 3060-8313
www.kormanarquitetos.com.br
@kormanarquitetos

Sobre a Korman Arquitetos

Com mais de 35 anos de história nos segmentos residencial, corporativo e comercial, o escritório conta com diferentes gerações no comando dos projetos personalizados e exclusivos realizados no Brasil e exterior. Carina se juntou aos pais, Silvio e Ieda, para juntos darem forma a trabalhos criativos com uma linguagem moderna e atemporal, assinando reformas dos mais variados estilos e concebendo espaços do zero, passando pelo acompanhamento da obra até a finalização da decoração. Com participações nas principais mostras de decoração, como CasaCor, o trio já teve projetos evidenciados nas principais publicações da área.

Aumento das vendas de itens para rituais de beleza em casa

Tendência da pandemia é menos maquiagem e mais cuidados com a pele!

A pandemia e o isolamento social obrigou as pessoas a se adaptarem com as novas rotinas de cuidado, estilo de vida e auto imagem, mesmo em meio ao caos. E itens para rituais de beleza realizados em casa, o famoso “skincare”, se intensificou e foi uma das palavras mais procuradas nas plataformas de pesquisa durante a pandemia. Dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), mostram que as vendas de maquiagem para o rosto caíram 19% no período de janeiro a junho de 2020 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Ao mesmo tempo, o consumo de máscaras faciais cresceu em 51,7% no mesmo intervalo.

Para o empresário Pedro Maia, diretor da Feira Minas Pampulha, em Belo Horizonte, a quarentena intensificou as buscas por produtos para rituais domésticos, pois as pessoas ficaram um bom tempo sem ir a salões de beleza e cabeleireiros, e então, tiveram que fazer por conta. “O público femino é o que mais consome este tipo de produto, entre cremes, produtos de cuidados com o corpo e o cabelo”.

Na capital mineira, a Feira opera com stands de diversos segmentos, entre vestuário, calçados, itens de decoração e para casa, além de lojas com produtos para cuidados específicos com a pele e com os cabelos. Maia comenta que existe também uma maior preocupação do público com a sustentabilidade atualmente. “É nítida a preocupação que os consumidores têm com a procedência dos produtos que adquirem e também prezamos muito por isso. Esse também é um legado da pandemia, que alinha os novos hábitos de consumo, com a busca por itens de qualidade e que atenderão as expectativas dos clientes”.

Cuidados com a Covid redobrados durante as compras

Mas ao visitar a Feira Minas para fazer as compras, nada de deixar os cuidados com a Covid-19 para trás. “Disponibilizamos o uso álcool em todo o espaço para garantir a higienização das mãos após entrar e sair dos stands, além de solicitar o uso obrigatório de máscaras. Para evitar aglomerações também estamos limitando o número de visitantes por hora e sugerimos ainda evitar visitas em grupos, garantindo a segurança de todos”, ressaltou Pedro Maia.

Presente em Belo Horizonte desde 2013, a Feira Minas se tornou um pólo popular da moda com produtos e novidades para todos os estilos e acessível a todos os públicos. Na contramão da crise, no final de 2020, a empresa inaugurou sua nova unidade na Pampulha, que já é um sucesso, levando um centro de moda ao pólo turístico da cidade e ainda auxiliando diversos pequenos empreendedores no sonho de construir seu próprio negócio. “Apesar do crescimento das vendas online percebemos uma demanda muito grande de empresários por ter um negócio físico para o atendimento presencial dos seus clientes, inclusive daqueles que já oferecem seus produtos pela internet”, contou o diretor da Feira Minas Pampulha.

Serviço: O funcionamento da Feira Minas Pampulha é de quinta a sábado, de 10h às 21h, na Avenida Portugal, 2.145, no bairro Santa Amélia, em Belo Horizonte.

Fonte: Pedro Henrique Ferreira Maia, administrador e empresário, sócio e fundador da Feira Minas Pampulha, em Belo Horizonte (@feiraminas).

Velas artesanais, com formas e cores inusitadas, viram tendência na decoração

Conheça as marcas que estão remexendo no conceito de vela, que, agora, fazem bem mais do que iluminar (algumas dão até pena de acender)
Lívia Breves

Velas esculturais da Maria Nuvem, criada por Nathália Lessa Foto: Reprodução

Olhar para dentro e para a casa nunca foi tão necessário quanto nesses tempos de pandemia. Seguindo o embalo e capazes de alegrar o ambiente e acalmar a mente, as velas escultóricas artesanais viraram objeto de desejo. Nascidas há poucos meses, marcas como Alya, Estúdio Pasta, Cian Candle, CBNT e Maria Nuvem lançaram modelos em formatos, cores e estampa inusitadas. Muitas delas ainda são ecológicas, feitas com cera de soja ou de palma, e os preços começam em R$ 20 e podem chegar a mais de R$ 200.

As velas em formato de coral da marca CBNT, de Luíza Baggenstoss Foto: Reprodução
As velas em formato de coral da marca CBNT, de Luíza Baggenstoss Foto: Reprodução

Em novembro, a designer Luíza Baggenstoss postou sua primeira foto no Instagram da CBNT (@c_b_n_t): um detalhe de uma vela semelhante a que estampa a página ao lado, com formas que lembram corais. A novidade escultural virou um sucesso. “Tudo começa com um rabisco. A ideia é proporcionar uma experiência contemplativa das forças da natureza e, além disso, decorar”, diz. “O nome vem inspirado nos chamados gabinetes de curiosidades ou quartos das maravilhas, onde colecionadores guardavam com apreço seus objetos mais curiosos. Queremos ter esse carinho de tratar nossas criações como objetos colecionáveis e valiosos, que possam fazer parte de cabinets of curiosities ao redor do mundo”. Luiza ainda comenta que cada queima é única, sempre transformando o objeto. “Como uma queima performática, as velas se deformam e transformam, resultando em um novo objeto com novos sentidos. Um objeto com antes e depois, com história e vida”, define. Cheia de novos planos, neste ano ela prepara-se para investir em novos materiais e ir além das velas. “Ainda neste semestre vamos lançar novos modelos de velas e alguns outros itens para casa”, antecipa.

A jornalista Thatiana Mazza lançou a Pasta Estúdio de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa Foto: Reprodução
A jornalista Thatiana Mazza lançou a Pasta Estúdio de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa Foto: Reprodução

Assim como ela, a jornalista Thatiana Mazza começou a moldar as suas como um hobbie da quarentena e lançou a Pasta Estúdio (@estudio.pasta), que tem uma série de velas em tons pasteis como amarelo, azul e rosa. “Com o isolamento social, comecei a viver muito dentro de casa e comecei a fazer muitos experimentos com fazeres manuais. Acho muito importante resgatar esses saberes, que essencialmente são femininos. Trabalhos artísticos que por séculos não foram remunerados como cerâmica, tapeçaria, bordado, pintura, escultura, etc. Acredito que aconteça uma conexão entre essas atividades e nosso estado emocional. Acho que não é à toa que virou tendência”, conta ela, e continua “Comecei a fazer para decorar minha casa, e depois para presentear amigos. Conforme fui me aperfeiçoando, comecei a levar como um projeto”. São sete tipos (em forma de nuvem, escadinha, rosca) e várias opções de cores. “Quero que o Estúdio Pasta seja também um local de expressão, não só minha, mas de outros artistas visuais que querem criar e experimentar, cada um com suas habilidades. Estamos pensando em formas de viabilizar muitas ideias. E também vamos expandir para outras técnicas, fazeres, objetos, mas tudo isso, com calma sempre”, diz.

A Maria Nuvem, de Nathália Lessa, tem velas retorcidas, de bolinha e outras formas Foto: Reprodução
A Maria Nuvem, de Nathália Lessa, tem velas retorcidas, de bolinha e outras formas Foto: Reprodução

A Maria Nuvem (@marianuvem_) é um desdobramento da Santa Nuvem, que tem loja em Botafogo. A neomarca faz, além de velas lindas, castiçais incríveis. Criada por Nathália Lessa, a marca é a conclusão de seu desejo de criar com as mãos. “É  uma maneira de me harmonizar com a minha própria natureza e oportunidade de dar sentido às minhas reflexões e emoções”, conta. São itens coloridos, torcidos, em formas arredondadas. Uma variedade. “Atuamos no mercado slow fashion com o propósito de desacelerar e consumir consciente. O processo criativo das velas, começa na argila e depois passamos para moldes de ferro.
 

A Cian Candle, da artista Marina Anjos, tem, além de velas, castiçais com formatos e cores inusitadas. Foto: Reprodução
A Cian Candle, da artista Marina Anjos, tem, além de velas, castiçais com formatos e cores inusitadas. Foto: Reprodução

A Cian Candle (@ciancandle), da artista Marina Anjos, é outra cria da pandemia. Nasceu em São Paulo, mas se mudou para o Rio em fevereiro. Quando se viu com tempo livre, se jogou na busca de novas formas de se expressar. Até que chegou nas velas aromáticas. “Encontrei nelas uma conexão entre minha arte e bem-estar”, conta ela, que seguiu produzindo para proporcionar para outras pessoas o mesmo aconchego que encontrou para si. Primeiro, foi uma pequena produção para presentear amigas e familiares e algumas poucas unidades para venda. Mas, aos poucos, a Cian foi ganhando identidade e, claro, novos itens, como castiçais com formatos e cores inusitadas, e também parcerias com pequenas marcas de decoração com produtos autorais. As estampadas com Smiley são um sucesso. “Esse conjunto acabou criando um ciclo que reforça cada vez mais a identidade da marca e, por sua vez, atrai parcerias inesperadas e levam a produtos cada vez mais criativos”, conta Marina. São dois grupos: as velas aromáticas, ecologicamente corretas, feitas com cera de palma e  óleos essenciais; e as castiçais, feitas à base de parafina, que divertem e dão charme ao ambiente com suas formas e cores inusitadas.

Na Alya, cores e ondas de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável Foto: Divulgação
Na Alya, cores e ondas de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável Foto: Divulgação

Vem de Londrina as criações da Alya (@alyavelas), que tem opções em formas de onda e listradas. Também nascida durante a pandemia, quem está por trás é Júlia Dutra e André Felipe, que têm uma banda, a Luvbites. Sem shows, eles começaram a criar velas diferentonas. Como André já trabalhava há quatro anos com a fabricação de velas comuns, tinha noção da produção, o que facilitou a criação das velas escultura da marca. Mas os padrões são outros agora: são de cera vegetal de soja, não poluente e biodegradável. “acreditamos que somente em equilíbrio com a natureza é que podemos produzir algo com propósito. Estamos sempre buscando melhorar nossas habilidades, tanto profissionais como socioambientais, enquanto desenvolvemos novas peças inspiradas na arte, no design e na própria natureza (bioinspiração)”, contam.

Os castiçais nunca mais serão os mesmos.